[E aí, vai assistir o quê? ] CELL

Filme de ficção científica mostra o que poderia acontecer se recebêssemos vírus, pelo celular, que gerassem alteração biológica

 

Mais uma sugestão de filme para o fim de semana que está chegando. Dessa vez, o prof. Davis quer saber quem está por dentro das aulas de vírus.

Calma que não vai ser nenhum drama de hospital, cheio de doenças e complicações. O filme de hoje, chamado CELL, brinca e mistura os conceitos de vírus biológico e virtual.
Já pensou estar lá, falando no celular, e receber um vírus? Já pensou se esse vírus fizer com que você se torne extremamente violento, quase um zumbi? Esse é o ponto-chave do filme dirigido por Tod Williams e inspirado no livro de Stephen King.

A história começa com Clay Riddell no aeroporto, enquanto estava no celular com sua esposa e seu filho. Graças a sua bateria ter acabado, ele teve que usar o telefone público do local e evitou que fosse contaminado pelo vírus transmitido naquele exato momento.

Recheado de ação, o filme retrata a busca de Clay por seu filho. Em meio a tudo isso, ele, com ajuda de um pequeno grupo, precisa vencer uma legião de pessoas violentas que aparentam ter sofrido uma alteração biológica.

– Nossa! Ele consegue encontrar o filho?

Nem vem que não vamos dar Spoiler.
A brincadeira está em identificar os dois conceitos.

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“O vírus de computador é diferente do vírus do organismo”, explica o prof. Davis. Segundo ele, o vírus biológico pode ser definido como um agente infectante, causador de uma doença.

“Já o vírus virtual se chama assim por conta de seu comportamento similar, comparado ao vírus biológico. Ele também é transmissível e causa problemas”, destaca nosso programador, Nilson Júnior.

Definir seria extremamente técnico e inexato, de acordo com Nilson – já que ele pode ser um código de programação, um software e outros semelhantes.

Você sabia que o prof. Davis faz um breve comentário sobre isso em aula? Confira aqui e aproveite para revisar esse conteúdo.