Trabalhar e estudar de casa pode ser um desafio se o usuário não se precaver na internet e fora dela também.  

Faz alguns meses que o trabalho e estudo remotos se tornaram rotina para muitos brasileiros e também para pessoas do resto do mundo. Segurança vem em primeiro lugar, e por isso universidades, escolas e empresas ao redor do mundo estão abrindo mão da presença dos seus estudantes e funcionários para que eles possam desempenhar suas funções de casa.

Em um cenário tão inesperado, não dá para subestimar a importância que plataformas de ensino têm para manter o compartilhamento de conhecimento. Poucos anos atrás, crianças e adolescentes ficariam sem acesso a professores e aulas, tendo que se virar com suas apostilas. Hoje é possível manter o nível e engajamento, com o contato direto entre alunos e professores e o prosseguimento das matérias. 

Os conceitos de EAD e Home Office não são novos, embora nunca tenham tomado tamanha proporção na prática ao redor do globo, o que quer dizer que existem algumas dicas sobre isso que já estão por aí há algum tempo, e é disso que iremos falar.

home office e estudar em casa

Acesso remoto a sistemas trabalhando de casa

Trabalhar e estudar de casa não significa ter que começar do zero. Muitas empresas e instituições oferecem a chance de se aproveitar o progresso já feito em seus sistemas internos disponibilizando o acesso remoto aos usuários.

Se você não sabe o que é VPN, não se preocupe, mas essa é uma boa hora para aprender. A VPN é uma sigla em inglês para “Virtual Private Network”, ou seja, rede virtual privada.

Ela nada mais é do que uma ligação direta entre o computador do usuário e um servidor, que é operado pela própria VPN. Essa ligação acontece através de uma rede criptografada, de modo que entidades externas não possam acessar os dados dessa conexão. Existem, porém outras formas de garantir a segurança no acesso à internet no uso remoto de ambientes virtuais e servidores.

Outra dessas formas de acesso mais comum é a do desktop remoto, um recurso oferecido através de aplicações de empresas como IBM e Microsoft e que permite a criação de uma réplica do ambiente de trabalho virtual que pode ser acessada de qualquer lugar.

O servidor é remoto e se mantém seguro, de modo que não existem brechas para serem explorados por potenciais crackers ou intrusos mal-intencionados.

Ainda falando de servidores, uma prática recomendável também é a adoção de um proxy reverso. Para entender bem o que é isso, é preciso falar da versão normal do proxy, que atua de forma oposta ao reverso, obviamente.

Um proxy convencional funciona como controlador de tráfego de determinado servidor no sentido dentro-fora, ou seja, envia informações dos usuários de um servidor interno para as contrapartes externas deste.

No caso do proxy reverso, como fica fácil adivinhar, trata-se de um controlador do fluxo de informações externas que tenta obter acesso a um servidor ou a uma cadeia de servidores internos – algo típico de qualquer sistema profissional digitalizado.

Com a necessidade de acesso externo (os computadores de usuários do home office e EAD), um proxy reverso vem bem a calhar para manter a rede segura e limpa.

Dicas para se manter seguro

É importante que com essa nova quantidade enorme de informações, com todos conectados para estudar e trabalhar, sejam criados ambientes seguros. Assim preserva-se informações sensíveis, dados pessoais e a privacidade dos alunos e trabalhadores.

Foi-se o tempo em que um antivírus gratuito era tudo do que precisávamos para nos manter razoavelmente seguros na internet. Com o conceito de home office se desenvolvendo e ganhando espaço a cada ano – especialmente agora, claro – a segurança do usuário e dos dados com os quais ele lida precisam estar garantidos por tecnologia moderna.

Um sistema de segurança que vem aparecendo cada vez mais é o do ending point, uma tecnologia que utiliza dentro de si antivírus avançados e limitação de acesso e vazamento de dados para determinados usuários de um sistema – em outras palavras, proteção de informações contra vazamentos e acesso de quem não deveria acessá-las.

Uma outra forma de segurança é a de verificação em duas ou mais etapas, algo que pode ser configurado, aliás, para praticamente qualquer uso de tecnologia do dia a dia: e-mail, sites pessoais, contas de redes sociais, videogames conectados à internet e muito mais.

O que isso proporciona, na prática, é uma camada extra de segurança exigindo autenticação do acesso no computador também por um endereço de e-mail, mensagem no celular ou mesmo ligação – para garantir que o usuário que está tentando acessar seja lá o que for é, de fato, quem tem permissão para fazer isso.

Com sistemas robustos colocados em uso, você ou seus filhos podem estudar em paz sem se preocupar com hackers e vazadores de dados. 

E aí? Gostou das dicas? Então não deixe para depois e comece agora seus estudos para o vestibular com o Stoodi!

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