Inteligência emocional: o que é isso e como ela pode me ajudar?

Campanha Pesquisa de Carreiras

Você sabia que existem vários tipos de inteligência? A emocional, por exemplo, é uma delas. 

Quando estamos em fase pré-vestibular, estudando bastante, só pensamos em reter o máximo de informação possível e melhorar o nosso raciocínio. Mas, e se eu falar para você que a inteligência emocional também pode te ajudar nessa fase de processos seletivos? 

Pense bem e veja se faz sentido: sabe quando você está cansado daquela rotina pesada e estafado de tanto conteúdo? Geralmente, nesse momento o seu desempenho cai, né? Isso acontece porque existem questões internas que precisam ser resolvidas. 

Quando não estamos bem emocionalmente, podemos gerar um bloqueio na nossa mente e, por consequência, não conseguimos acessar todas as informações armazenadas. O estresse e uma série de emoções negativas estimulam a produção de hormônios e substâncias como o Cortisol, por exemplo, que são responsáveis por isso.

A inteligência emocional, portanto, é a habilidade de identificar, entender e administrar as nossas emoções de forma positiva. É saber interpretar os fatos e acontecimentos de uma forma saudável para o seu corpo. 

Parece fácil? Mas não é tão simples assim. Ela interfere muito no nosso comportamento e, até mesmo, no modo como pensamos. Para saber se você tem essa habilidade, é só observar algumas atitudes. 

Pessoas que possuem a inteligência emocional costumam ser flexíveis, ter bastante empatia e pensar nos outros, ter autoconhecimento e saber quais são seus pontos fortes e pontos fracos. São pessoas motivadas, sabem identificar de onde vem as suas emoções e sabem o porquê estão se sentindo de determinada maneira.

– Ok, mas como a inteligência emocional pode ajudar um estudante? 
 
Em geral, ela pode te ajudar a manter o foco com mais facilidade, aumentar a sua confiança, sentir-se motivado a persistir em busca dos seus objetivos e pode melhorar, até mesmo, o seu convívio social. Entenda como:

Autoconfiança 

Um aluno confiante e seguro tem mais chances de ir bem num vestibular do que um aluno que estudou muito, mas não acredita no seu potencial. A autoconfiança faz essa diferença principalmente na hora do vamos ver – o ponto principal para o estudante. 

Se você estudou, não tem porque ficar com medo, concorda? A informação está aí, guardada na sua cabeça e você pode acessá-la quando quiser. Estudantes com inteligência emocional sabem disso e evitam cair nas pegadinhas e dúvidas do nosso cérebro. 
 

Manter o foco

O vestibulando é uma pessoa que vive com metas. Ele tem um determinado tempo para estudar e precisa atingir uma nota de corte específica. Quando conseguimos manter o foco, chegar ao resultado final pode ser muito mais fácil e rápido. 

Pessoas com inteligência emocional se tornam mais maduras e sabem diferenciar a hora do estudo e a hora de fazer outras coisas – dificilmente elas se distraem por qualquer coisa. 
 

Motivação e Persistência 

Sabe quando dá vontade de desistir? Quando cansa e a gente quer jogar a toalha? Estudantes com a inteligência emocional desenvolvida conseguem entender que isso faz parte, identificam os seus limites e sabem como contornar essa situação. 

É preciso dar um descanso para o corpo e para mente – e, depois, trabalhar a motivação. A inteligência emocional te ajuda a ser mais persistente e menos imediatista. 
 

Ficar mais sociável  

Quando se tem empatia, você começa a entender melhor as pessoas. Isso pode ajudar o estudante a estabelecer melhor as suas relações, seja familiar, com colegas e professores.

Já pensou se você conseguisse explicar melhor como é se sentir pressionado para as pessoas, de um modo que elas parem de depositar tanto peso em suas costas? Pra tudo existe um jeitinho – quem sabe a inteligência emocional não te ajuda também nesse quesito? 

Essas são apenas alguns aspectos que podem melhorar na sua vida acadêmica, mas existem muitos outros que te ajudarão na carreira profissional e como pessoa. Dedique um tempo para você mesmo, procure se entender e dominar suas emoções. Profissionais da área da saúde podem te auxiliar nesse processo. 
 

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