Quando falamos das propriedades dos átomos, geralmente os estudamos de uma perspectiva energética neutra. Como se fossem estabilizados do ponto de vista eletrônico, tendo o mesmo número de prótons e nêutrons.

Entretanto, observando na natureza efetivamente, os átomos costumam estar energizados positivamente ou negativamente. Esses são os íons.

Ionização

Falamos em ionização para explicar o processo de energização de um átomo neutro, que perde ou adiciona partículas elétricas até não estar mais equilibrado do ponto de vista energético.

Essa mudança pode ocorrer de diversas maneiras, mas sempre na interação entre duas moléculas, gerando novas, porém ionizadas. É comum que soluções em contato com a água (H2O) reajam de maneira a mudar seu padrão energético, como é o caso do HCl.

A interação em questão vai gerar dois tipos diferentes de íons: o H3O+, positivo, e o HCl, que tem carga negativa.

Classificação dos íons

Anions e cátions

A principal classificação se dá entre esses dois tipos: ânions e cátions. Quando temos um íon negativo, com aquele sinalzinho no fim da fórmula, estamos falando de um ânion. Por exemplo: Cl, O e S.

Se no fim do processo de ionização obtivermos um átomo com tendência elétrica positiva, estamos falando de um cátion. Assim como os ânions, é fácil de diferenciá-los pelo sinal ocupado no final da fórmula química: Na+, H+ e C+.

Caso tenha dúvidas, compostos maiores também podem ser ionizados. Os polimoleculares seguem o mesmo princípio dos anteriores, como no exemplo H3O+.

O processo de ionização é um fator importante não só para os estudos, mas representa parte importante da tecnologia eletrônica que temos hoje em dia. Baterias e pilhas são exemplo do uso da diferenciação eletrônica pela indústria.

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