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ESPM 2006

A morte do livro

Ferreira Gullar

 

A morte do livro como veículo da literatura já foi profetizada várias vezes, na chamada época moderna. E não por inimigos da literatura, mas pelos escritores mesmos. Até onde me lembro, o primeiro a fazer essa profecia foi nada menos que o poeta Guillaume Apollinaire, no começo do século 20.

(...) De qualquer modo, Apollinaire, que foi um bom poeta, revelara-se um mau profeta, já que os poetas continuaram a se valer do livro para difundir seus poemas enquanto o disco veio servir mesmo foi aos cantores e compositores de canções populares, que são de fato os aedos modernos. [...]

Ferreira Gullar. Folha de S.Paulo, 19/03/2006.


No trecho "De qualquer modo, Apollinaire, que foi um bom poeta, revelara-se um mau profeta, já que os poetas continuaram a se valer do livro para difundir seus poemas", o conector em destaque só não possui o mesmo valor semântico de

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