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  1. 31. UFMA 2009
    “Os utopianos admiram-se de que seres razoáveis possam se deleitar com a luz incerta e duvidosa de uma pedra ou de uma pérola, quando tem os astros e o sol com que encher os olhos. Encaram como louco aquele que se acredita mais nobre e mais estimável só porque está coberto com uma lã mais fina, lã tirada das costas de carneiro, e que foi usada primeiro por esse animal. Admiram-se que o ouro, inútil por sua própria natureza, tenha adquirido um valor fictício tão considerável que seja mais estimado do que o homem; ainda que somente o homem lhe tenha dado esse valor e dele se utilize, conforme seus caprichos.” (MORE, Thomas. A utopia. Trad. Luís de Andrade, São Paulo: Nova Cultural, 1988. Col. Os Pensadores)   A Utopia, de Thomas More, procura pensar sobre a condição humana e social da Europa renascentista do séc. XVI. Dentro dessa condição humana e social está a problemática do modelo de beleza. Qual a visão do autor sobre esse tema?
  2. 32. UEMA 2014
    Leia o fragmento do poema de Manoel Bandeira “Vou-me embora para Pasárgada”. Vou-me embora para Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolhi. Vou-me embora pra Pasárgada. Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente […]. Fonte: BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. Ao afirmar que se trata de um belo poema, revela-se juízo do tipo
  3. 33. UNEMAT 2014
    Dentro das Ciências Sociais, como nas demais Ciências, encontramos várias correntes filosóficas, entre elas, o Positivismo. Uma das características do Positivismo é:
  4. 34. UNICENTRO 2015
    A Fenomenologia retoma o conceito, cuja origem está em Platão, de “essência” para descrever a aparição do objeto para o conhecimento. No entanto, agora esse conceito perde seu caráter metafísico. Sobre o conceito de “essência” na Fenomenologia, assinale a alternativa correta.
  5. 35. UNICENTRO 2015
    Ora, o estudo desta microfísica (a dinâmica do poder) supõe que o poder nela exercido não seja concebido como uma propriedade, mas como estratégia, que seus efeitos de dominação não sejam atribuídos a uma “apropriação”, mas a disposições, a manobras, a táticas, a técnicas, a funcionamentos; que se desvende nele antes uma rede de relações sempre tensas, sempre em atividade, que um privilégio que se pudesse deter; que lhe seja dado como modelo antes a batalha perpétua que o contrato que faz uma cessão ou uma conquista que se apodera de um domínio. Temos, em suma, que admitir que esse poder se exerce mais do que se possui, que não é “privilégio” adquirido ou conservado da classe dominante, mas o efeito conjunto de suas posições estratégicas – efeito manifestado e às vezes reconduzidos pela dos que são dominados. (MAIA, A. C. Sobre a Analítica do Poder de Foucault. In: Tempo Social. São Paulo: USP, 1995. p.87.)   Em relação a essa caracterização do poder por Foucault, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) O poder é algo natural ao ser humano que, por intermédio da sociedade, é cedido ao Estado. ( ) O poder é retirado das classes dominadas pelas classes dominantes. ( ) A dinâmica do poder é um processo que se assemelha a um jogo com uma grande diversidade de forças e regras atuantes. ( ) As relações de poder se manifestam de forma horizontal como uma rede interligada. ( ) A dominação acontece por uma espécie de reserva de poder.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  6. 36. UNICENTRO 2015
    Sobre a Ética do período homérico, considere as afirmativas a seguir.   I. A não separação entre ética e estética era a característica do pensamento grego primitivo. II. Nesse período não havia um pensamento ético sistematizado, sendo o exemplo dos grandes homens o guia para a ação. III. No período homérico, a compaixão era o elemento que guiava as ações humanas. IV. Era uma ética fundamentalmente racional.   Assinale a alternativa correta.
  7. 37. UNICENTRO 2015
    A cultura relaciona-se com objetos e é um fenômeno do mundo; o entretenimento relaciona-se com pessoas e é um fenômeno da vida. Um objeto é cultural na medida em que pode durar; sua durabilidade é o contrário mesmo da funcionalidade, que é a qualidade que faz com que ele novamente desapareça do mundo fenomênico ao ser usado e consumido. O grande usuário e consumidor de objetos é a própria vida, a vida do indivíduo e a vida da sociedade como um todo. A vida é indiferente à qualidade de um objeto enquanto tal; ela insiste em que toda coisa deve ser funcional, satisfazer alguma necessidade. A cultura é ameaçada quando todos os objetos e coisas seculares, produzidos pelo presente e pelo passado, são tratados como meras funções do processo vital da sociedade, como se aí estivessem somente para satisfazer alguma necessidade. (ARENDT, H. A Crise na Cultura: sua importância social e política. In: ARENDT, H. Entre o Passado e o Futuro. São Paulo: Perpectiva, 2009. p.260.)   Com base nessas reflexões, considere as afirmativas a seguir.   I. Se a sociedade de massas é uma sociedade de consumidores e levando em conta a caracterização da autora sobre a cultura, o termo “cultura de massas” seria contraditório. II. Da mesma forma que tem necessidade do trabalho e da alimentação, a vida tem necessidade da arte. III. A arte deve ser transformada para que todos possam consumi-la. IV. A arte é um dos elementos que garantem a continuidade de um mundo.   Assinale a alternativa correta.
  8. 38. UNICENTRO 2015
    Na Crítica do Juízo de Kant, o prazer estético não se define tanto como aquele que o sujeito experimenta através do objeto, mas como aquele prazer que deriva da constatação de pertencer a um grupo – em Kant, a própria humanidade –, unido pela capacidade de apreciar o belo. Sobre o caráter da Estética em Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) Verdade ou falsidade se aplicam aos juízos estéticos. ( ) Os juízos estéticos são juízos determinantes. ( ) O gosto (estético) não se esgota no gosto individual, mas é algo comunicável. ( ) É possível uma educação estética do ser humano. ( ) Na apreciação da arte, como na política, meus juízos são mediados pelos juízos dos outros.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  9. 39. UNICENTRO 2014
    Leia o texto a seguir.   A civilização tecnológica é definitivamente paradoxal e pensá-la como tal implica estar atento ao duplo sentido imposto pela questão: em primeiro lugar, entender que, efetivamente, as “maravilhas” proporcionadas pela técnica são tanto deslumbrantes como úteis à vida civilizada atual; em segundo, considerar que este deslumbramento, fruto da inteligência humana e impulsionado pela economia de mercado, tem um preço a ser contabilizado, ou seja, o excesso de sucesso da civilização da técnica é problemático, pois nos expõe a riscos imponderáveis, o que levou Hans Jonas a eleger a “heurística do temor” como o sentimento fundador da responsabilidade e essa com força capaz de moldar um imperativo ético para este novo tempo. (FONSÊCA, F. O. Hans Jonas: a tecnologia na senda da responsabilidade ética. In: SANTOS, R; OLIVEIRA, J; ZANCANARO, L. Ética para a civilização tecnológica: em diálogos com Hans Jonas. São Paulo: Centro Universitário São Camilo, 2011. p.250.)   Com base no texto e nos conhecimentos acerca de Hans Jonas, assinale a alternativa correta.
  10. 40. UNICENTRO 2013
    “É escandalosa a tranquilidade do mundo ocidental, tranquilidade baseada na presunção de que essa agradável maneira de viver terá duração indefinida. As consequências das ilusões voluntárias de antes e após 1914 não terão ensinado ao que leva essa irresponsabilidade política e moral? Nossa época vive entre dois abismos. Compete-nos escolher: deixar-nos tombar no abismo da ruína do homem e do universo, com a consequente extinção de toda vida terrena, ou cobrar ânimo para nos transformarmos, dando surgimento ao homem autêntico, ante o qual se abrirão possibilidades infinitas.” (JASPERS, 1973, p. 147).   Em tal contexto, qual o papel da filosofia?
  11. 41. UNICENTRO 2013
    Leia o enunciado a seguir, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma nas assertivas e assinale a alternativa com a sequência correta.   “Um filósofo alemão do século XIX, Hegel, criticou o inatismo, o empirismo e o kantismo. A todos endereçou a mesma crítica, qual seja, a de não haverem compreendido o que há de mais fundamental e de mais essencial à razão: a razão é histórica.” (CHAUI, M. Convite à filosofia, Editora Ática: São Paulo, 1994 - p. 80).   ( ) A fenomenologia aproxima-se da tese hegeliana, pois admite que as formas e os conteúdos da razão mudam no tempo e com o tempo, ou seja, transformam-se por causa do tempo. ( ) A fenomenologia afasta-se da tese hegeliana, pois não admite que as formas e os conteúdos da razão mudem no tempo e com o tempo. Elas se enriquecem e se ampliam no tempo, mas não se transformam por causa do tempo. ( ) Diferentemente da fenomenologia, os filósofos que criaram a chamada Escola de Frankfurt ou Teoria Crítica, adotaram a tese hegeliana, mas com uma modificação fundamental. Os filósofos dessa Escola, como Theodor Adorno, Max Horkheimer e Herbert Marcuse, têm uma formação marxista e, por isso, recusam a ideia hegeliana de que a história é obra da própria razão, sem que esta seja condicionada ou determinada pelas condições sociais, econômicas e políticas. ( ) Nos anos 60, desenvolveu-se, sobretudo na França, uma corrente científica (iniciada na linguística e na antropologia social) chamada estruturalismo. Para os estruturalistas, o mais importante não é a mudança ou a transformação de uma realidade no tempo, mas a estrutura ou a forma que ela tem no presente. O estruturalismo científico desconsidera, assim, a posição filosófica do tipo hegeliana, tendo maior afinidade com a kantiana.
  12. 42. UNICENTRO 2012
    Sobre a crise da razão, analise as afirmativas, marcando com V as verdadeiras e com F, as falsas.   ( ) A crise da razão é também uma crise da subjetividade. ( ) A Filosofia dos frankfurtianos não se insere no contexto da crise da razão. ( ) A descrença na razão iluminista é um dos pilares da crise da razão ocidental. ( ) A Fenomenologia é uma filosofia gestada no contexto da crise da razão ocidental. ( ) O pensamento de Foucault não se insere no contexto da crise da razão ocidental.   Após análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
  13. 43. UNICENTRO 2011
    Michel Foucault afirmou que vivemos em uma sociedade na qual o poder exercido pode receber o nome de panoptismo, que consiste em uma forma de poder que
  14. 44. UNICENTRO 2011
    Para o filósofo Michel Foucault, o século XIX inaugurou uma série de instituições que passaram a se alinhar ao exercício de poder, até então exclusivo do judiciário. Dentre elas, esse autor enumera a escola, o asilo, a polícia, o hospital.   A função dessas instituições, segundo Foucault, consiste em
  15. 45. UNICENTRO 2010
    Qual dos argumentos abaixo caracteriza corretamente a relação conceitual entre existencialismo e liberdade, no pensamento de Jean-Paul Sartre (1905-1980)?
  16. 46. UEMA 2011
    O tema da liberdade é discutido por muitos filósofos. No existencialismo francês, Jean-Paul Sartre, particularmente, compreende a liberdade enquanto escolha incondicional. Entre as afirmações abaixo, a única que está de acordo com essa concepção de liberdade humana é:
  17. 47. UNIMONTES 2010
    A primeira grande teoria filosófica da liberdade é exposta por Aristóteles em sua obra Ética a Nicômoco e, com variantes, permanece através dos séculos, chegando até o século XX, quando foi retomada por Sartre. Nessa concepção, a liberdade se opõe ao que é condicionado externamente (necessidade) e ao que acontece sem escolha deliberada (contingência). (CHAUI, M. Convite à Filosofia, São Paulo: Ética, 1998, p. 360) São escritos do filósofo Jean-Paul Sartre, que retomam a temática da liberdade, todos os que se encontram na alternativa
  18. 48. UNIMONTES 2010
    De todas as formas de expressão artística, a literatura talvez seja a que mais se aproxime da filosofia. Claro que se há de ter um certo cuidado quanto a essa afirmação. Mas ela se justifica pelo fato de ambas terem em comum o domínio da linguagem escrita. Filósofos e literatos se valem do ato de escrever. Os primeiros escrevem com o intuito de criar conceitos sobre as coisas, conforme expressam Gilles Deleuze e Félix Guattari em O que é a filosofia?, e os segundos escrevem a fim de criar imagens, de dar vazão aos “mundos sonhados” e à reinvenção da vida, pois, afinal, a arte é o mundo uma vez mais, como bem definiu o frankfurtiano Theodor W. Adorno. (ROCHA, Antonio Wagner Veloso. Cyro dos Anjos e a Filosofia: Os fundamentos para uma compreensão da literatura como experiência estética. Em A Criação Literária. Montes Claros: Poiesis, V. 6, nº. 1, 2007.) Na perspectiva de Antonio Wagner Veloso Rocha, a informação estética, ao contrário da informação semântica, não é necessariamente lógica. A informação estética continua a existir em uma obra de arte, mesmo em ambiente em que não há nenhum receptor apto a recebê-la. A informação estética continua a existir na obra de arte. Assinale a alternativa mais coerente com a perspectiva do referido pensador.  
  19. 49. UNIMONTES 2011
    Podemos dizer que o ser humano se faz pelo trabalho, porque, ao mesmo tempo em que produz coisas, torna-se humano, constrói a própria subjetividade, desenvolve a imaginação, aprende a se relacionar com os demais, a enfrentar conflitos, a exigir de si mesmo a superação das dificuldades. Com relação ao trabalho, de uma perspectiva marxista-existencial, podemos afirmar:
  20. 50. UNCISAL 2013
    No mundo em que vivemos, onde nos defrontamos com o “corre-corre”, a concorrência e a ambição, necessitamos desenvolver cada vez mais a capacidade de argumentar, de discutir, de interpretar e de nos posicionarmos para termos condições de conviver com essas situações, fazendo presente nas nossas vidas o sentido ético e o respeito para com as pessoas e o meio. Com isso, seremos capazes de nos desenvolvermos como indivíduos mais equilibrados, mais felizes e mais satisfeitos, criando um clima de solidariedade maior, de amizade e respeito pelo outro. http://www.nuep.org.br/jor001.php?jor=122 Comparando os vários tipos de conhecimento associados ao tema acima exposto, qual a opção correta?
  21. 51. UNIOESTE 2016
    “Que significa dizer que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiro existe, se encontra, surge no mundo, e que se define depois. O homem, tal como o existencialista o concebe, se não é definível, é porque de início ele não é nada. Ele só será em seguida, e será como se tiver feito. Assim, não há natureza humana, pois não há Deus para concebê-la. O homem é não apenas tal como ele se concebe, mas como ele se quer, e como ele se concebe depois da existência, como ele se quer depois desse impulso para a existência, o homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo. Tal é o primeiro princípio do existencialismo. É também o que se chama a subjetividade, e que nos reprovam sob esse mesmo nome (…). “Mas, se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que ele é. Assim, o primeiro passo do existencialismo é colocar todo homem de posse daquilo que ele é e fazer cair sobre ele a responsabilidade total por sua existência. E, quando nós dizemos que o homem é responsável por si mesmo, não queremos dizer que o homem é responsável por sua estrita individualidade, mas que ele é responsável por todos os homens” (SARTRE. O existencialismo é um humanismo. In: SEED-PR. Antologia de textos filosóficos: 619-620). Considerando os excertos da obra O existencialismo é um humanismo, assinale a alternativa que está de acordo com o pensamento de Sartre.
  22. 52. UNIOESTE 2012
    “O que significa aqui o dizer-se que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. (...) O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência; o homem não é mais que o que ele faz. (...) Assim, o primeiro esforço do existencialismo é o de pôr todo o homem no domínio do que ele é e de lhe atribuir a total responsabilidade de sua existência. (...) Quando dizemos que o homem se escolhe a si, queremos dizer que cada um de nós se escolhe a si próprio; mas com isso queremos também dizer que, ao escolher-se a si próprio, ele escolhe todos os homens. Com efeito, não há de nossos atos um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser”. Sartre. Considerando a concepção existencialista de Sartre e o texto acima, é INCORRETO afirmar que
  23. 53. UNIOESTE 2011
    “Só pelo fato de que tenho consciência dos motivos que solicitam minha ação, esses motivos já são objetos transcendentes para minha consciência, estão fora; em vão buscaria agarrar-me a eles, escapo disto por minha existência mesma. Estou condenado a existir para sempre além de minha essência, além dos móveis e dos motivos de meu ato: estou condenado a ser livre. Isto significa que não se poderia encontrar para a minha liberdade outros limites senão ela mesma, ou, se se prefere, não somos livres de cessar de ser livres. (...) O sentido profundo do determinismo é o de estabelecer em nós uma continuidade sem falha da existência em si. (...) Mas em vez de ver transcendências postas e mantidas no seu ser por minha própria transcendência, supor-se-á que as encontro surgindo no mundo: elas vêm de Deus, da natureza, da ‘minha’ natureza, da sociedade. (...) Essas tentativas abortadas para sufocar a liberdade – elas desmoronam quando surge, de repente, a angústia diante da liberdade – mostram bastante que a liberdade coincide no fundo com o nada que está no coração do homem”. Sartre. Com base no texto e no pensamento de Jean-Paul Sartre, seguem as seguintes afirmativas: I. No homem, a existência precede a essência. II. Em sua essência, o homem é um ser determinado quer seja, ou por Deus, ou pela natureza, ou pela sociedade. III. Os limites da minha liberdade são estabelecidos pelos valores religiosos, estéticos, políticos e sociais. IV. “O homem não está livre de ser livre”, pois não é possível “cessar de ser livre”. V. A liberdade humana, em suas escolhas, se orienta por valores objetivos e pré-determinados. Assinale a alternativa correta.
  24. 54. UNIMONTES 2014
    Estabelecemos valor em nossas ações. Julgamos, ponderamos, planejamos. Afirmamos que determinado indivíduo é alto ou baixo, que tal pessoa possui bom gosto, que fulano é um artista nato, que determinada música possui melodia refinada, que a letra de uma canção “é demais”. Reprovamos a atitude de um personagem de novela ou enaltecemos o comportamento de um jogador de futebol. Ao agirmos, diariamente, somos orientados por
  25. 55. UNIOESTE 2009
    Jean-Paul Sartre é um dos filósofos mais representativos do Existencialismo, com sua defesa incondicional da liberdade e do sentido ético da existência do ser humano. Assinale a alternativa que NÃO corresponde à concepção de liberdade deste filósofo.
  26. 56. UFSJ 2004
    Reflexões Éticas sobre o DNA-Poder   A possibilidade de revelação do código genético de pessoas vem sendo o centro das preocupações éticas na pesquisa em genética humana. Princípios da bioética, cartas de direitos humanos e reflexões filosóficas sobre a pessoa humana fundamentam o respeito à privacidade genética. Todavia, conhecer o DNA de várias pessoas de certo país equivale a conhecer o DNA médio daquela nação e significa ter acesso ao conhecimento populacional sobre vulnerabilidades e de resistências a microrganismos, a agentes químicos e físicos, a respostas e reações a drogas e medicamentos e, possivelmente, a inferências sobre comportamentos e probabilidades de doenças. (...) Assim, o acesso não autorizado a informações genômicas de pessoas, povos e nações é, do ponto de vista moral, infinitamente mais grave que espionagem de arquivos, leitura de correspondências secretas, prontuários médicos e contas bancárias. (...) Países em desenvolvimento, nos quais grande parte da população não tem condições de mínimo saber sobre o que é o DNA e qual o poder da informação nele contida, têm esta responsabilidade, como responsabilidade de Estado, nas mãos de seus dirigentes e de seus pesquisadores. Ao Estado, cabe o dever de proteção através de legislação pertinente, e, aos pesquisadores, a confiança no pleno exercício da responsabilidade moral em seus trabalhos de pesquisas. Aquela parte da sociedade mundial, tecnicamente desenvolvida e consciente do DNApoder, vem reagindo à realização de testes invasores de privacidade. Reconhece-se ser fundamental estabelecerem-se limites que priorizem a dignidade humana frente ao poder da tecnociência. (...) A vulnerabilidade a agentes químicos de destruição em massa pode depender da variabilidade genética por etnia, à semelhança de tantas outras variações gênicas. Do ponto de vista estratégico e bélico, o que interessa não é o DNA de determinada pessoa mas as variações médias de DNA que caracterizam um povo em determinado país. (AZEVÊDO. Eliane S. Reflexões éticas sobre o DNA-Poder. Trecho extraído do jornal Ideação Magazine. Jornal Filosófico do NEF/UEFS. Feira de Santana: Bahia, junho, Ano I, n° 2, 2003, p. 1) (Nota: a autora é Médica, PhD em Genética, Professora Titular de Bioética da UEFS, Professora Emérita da UFBA.)   De acordo com o texto,
  27. 57. UFSJ 2004
    Considere o seguinte trecho. “A Criatividade é a aptidão de criar ao mesmo tempo o problema e sua solução, em todo caso a de cerrar formas constituídas de elementos disparatados, fragmentos de pensamento, átomos de raciocínio, que denominaremos: Semantemas. Aqui retomamos o quadro da teoria da Informação definindo a Criatividade como: a aptidão particular do espírito no sentido de rearranjar os elementos do ‘Campo de consciência’ de um modo original e suscetível de permitir operações em um ‘campo fenomenal’ qualquer”. (MOLES, Abraham A. A criação científica. São Paulo: Perspectiva, 1998. p. 59) De acordo com o texto,
  28. 58. UFSJ 2004
    Na formação do espírito científico, o primeiro obstáculo é experiência primeira, a experiência colocada antes e acima da crítica – crítica esta que é, necessariamente, elemento integrante do espírito científico. Já que a crítica não pode intervir de modo explícito, a experiência primeira não constitui, de forma alguma, uma base segura. Vamos fornecer inúmeras provas da fragilidade dos conhecimentos primeiros, mas desejamos, desde já, mostrar nossa nítida oposição a essa filosofia fácil que se apóia no sensualismo mais ou menos declarado, mais ou menos romanceado, e que afirma receber suas lições diretamente do dado claro, nítido, seguro, constante, sempre ao alcance do espírito totalmente aberto. Eis, portanto, a tese filosófica que vamos sustentar: o espírito científico deve formar-se contra a natureza, contra o que é, em nós e fora de nós, o impulso e a informação da Natureza, contra o arrebatamento natural, contra o fato colorido e corriqueiro. O espírito científico deve formar-se enquanto se reforma”. (BACHELAR, Gaston. A Formação do espírito científico. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996. p. 29) De acordo com o texto, na formação do espírito científico,
  29. 59. UFSJ 2004
    “O ser em relação aos outros não é apenas uma relação de ser autônomo e irredutível: enquanto ‘ser-com’ ela é uma relação que, como o ser do ser-aí, já está aí. É indiscutível que um intenso conhecimento pessoal mútuo, fundado no ser-com, depende freqüentemente de até onde cada ser-aí conhece-se a si mesmo na ocasião; mas isto quer dizer que esse conhecimento depende apenas de até onde o essencial ser-com-os-outros de alguém o tem tornado transparente e não o tem disfarçado. Isso é possível somente se o ser-aí, enquanto sendo-no-mundo, já é com os outros. A ‘empatia’ não é o constitutivo primeiro do ser-com; unicamente enquanto fundada no ser-com a empatia pode tornar-se possível. Ela recebe sua motivação da insociabilidade dos modos dominantes de ser-com”. (HEIDEGGER, Martin. Todos nós... ninguém. Um enfoque fenomenológico do social. São Paulo: Moraes, 1981. p. 46) De acordo com Heidegger,
  30. 60. ENEM - 3 APLICACAO 2014
    O Ministério da Verdade - ou Miniver, em Novilíngua - era completamente diferente de qualquer outro objeto visível. Era uma enorme pirâmide de alvíssimo cimento branco, erguendo-se terraço sobre terraço, trezentos metros sobre o solo. De onde Winston conseguia ler, em letras elegantes colocadas na fachada, os três lemas do Partido: GUERRA É PAZ; LIBERDADE É ESCRAVIDÃO; IGNORÂNCIA É FORÇA.  ORWELL, G. 1984. São Paulo: Nacional, 1984.   Na referida obra ficcional, o autor critica regimes existentes ao longo do século XX. O mecanismo de dominação social utilizado pela instituição descrita no texto promoveria
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