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  1. 61. UFSJ 2004
    Reflexões Éticas sobre o DNA-Poder   A possibilidade de revelação do código genético de pessoas vem sendo o centro das preocupações éticas na pesquisa em genética humana. Princípios da bioética, cartas de direitos humanos e reflexões filosóficas sobre a pessoa humana fundamentam o respeito à privacidade genética. Todavia, conhecer o DNA de várias pessoas de certo país equivale a conhecer o DNA médio daquela nação e significa ter acesso ao conhecimento populacional sobre vulnerabilidades e de resistências a microrganismos, a agentes químicos e físicos, a respostas e reações a drogas e medicamentos e, possivelmente, a inferências sobre comportamentos e probabilidades de doenças. (...) Assim, o acesso não autorizado a informações genômicas de pessoas, povos e nações é, do ponto de vista moral, infinitamente mais grave que espionagem de arquivos, leitura de correspondências secretas, prontuários médicos e contas bancárias. (...) Países em desenvolvimento, nos quais grande parte da população não tem condições de mínimo saber sobre o que é o DNA e qual o poder da informação nele contida, têm esta responsabilidade, como responsabilidade de Estado, nas mãos de seus dirigentes e de seus pesquisadores. Ao Estado, cabe o dever de proteção através de legislação pertinente, e, aos pesquisadores, a confiança no pleno exercício da responsabilidade moral em seus trabalhos de pesquisas. Aquela parte da sociedade mundial, tecnicamente desenvolvida e consciente do DNApoder, vem reagindo à realização de testes invasores de privacidade. Reconhece-se ser fundamental estabelecerem-se limites que priorizem a dignidade humana frente ao poder da tecnociência. (...) A vulnerabilidade a agentes químicos de destruição em massa pode depender da variabilidade genética por etnia, à semelhança de tantas outras variações gênicas. Do ponto de vista estratégico e bélico, o que interessa não é o DNA de determinada pessoa mas as variações médias de DNA que caracterizam um povo em determinado país. (AZEVÊDO. Eliane S. Reflexões éticas sobre o DNA-Poder. Trecho extraído do jornal Ideação Magazine. Jornal Filosófico do NEF/UEFS. Feira de Santana: Bahia, junho, Ano I, n° 2, 2003, p. 1) (Nota: a autora é Médica, PhD em Genética, Professora Titular de Bioética da UEFS, Professora Emérita da UFBA.)   Segundo o texto,  
  2. 62. PUC-GO 2016
    Rápido, rápido   Sofro – sofri – de progéria, uma doença na qual o organismo corre doidamente para a velhice e a morte. Doidamente talvez não seja a palavra, mas não me ocorre outra e não tenho tempo de procurar no dicionário – nós, os da progéria, somos pessoas de um desmesurado senso de urgência. Estabelecer prioridades é, para nós, um processo tão vital como respirar. Para nós, dez minutos equivalem a um ano. Façam a conta, vocês que têm tempo, vocês que pensam que têm tempo. Enquanto isso, eu vou escrevendo aqui – e só espero poder terminar. Cada letra minha equivale a páginas inteiras de vocês. Façam a conta, vocês. Enquanto isso, e resumindo:   8h15min – Estou nascendo. Sou o primeiro filho – que azar! – e o parto é longo, difícil. Respiro, e já vou dizendo as primeiras palavras (coisas muito simples, naturalmente: mamã, papá) para grande surpresa de todos! Maior surpresa eles têm quando me colocam no berço – desço meia hora depois, rindo e pedindo comida! Rindo! Àquela hora,   8h45min – eu ainda podia rir.   9h20min – Já fui amamentado, já passei da fase oral – meus pais (ele, dono de um pequeno armazém; ela, de prendas domésticas) já aceitaram, ao menos em parte, a realidade, depois que o pediatra (está aí uma especialidade que não me serve) lhes explicou o diagnóstico e o prognóstico. E já estou com dentes! Em poucos minutos (de acordo com o relógio de meu pai, bem entendido) tenho sarampo, varicela, essas coisas todas.   Meus pais me matriculam na escola, não se dando conta que às 10h40min, quando a sineta bater para o recreio, já terei idade para concluir o primeiro grau. Vou para a escola de patinete; já na esquina, porém, abandono o brinquedo que parece-me então muito infantil. Volto-me, e lá estão os meus pais chorando, pobre gente.   10h20min – Não posso esperar o recreio; peço licença à professora e saio. Vou ao banheiro; a seiva da vida circula impaciente em minhas veias. Manipulo-me. Meu desejo tem nome: Mara, da oitava série. Por enquanto é mais velha do que eu. Lá pelas onze horas poderia namorá-la – mas então, já não estarei no colégio. Ali, me foge o doce pássaro da juventude. [...] (SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. 6. ed. São Paulo: Global, 2003. p. 54-55.)     O texto fala sobre a aceleração da vida. A sociedade atual vivencia a potencialidade da evolução que prolonga a vida e que, ao mesmo tempo, leva a sua banalização. Os avanços da tecnologia e da ciência, por exemplo, geraram um aumento da expectativa de vida da população. Mas a sociedade, não sabendo lidar com a população da terceira idade, começou a rever os aspectos dessa nova vida, e pesquisas surgiram para amenizar e conciliar essa atual realidade. Os processos atuais que aceleram a modernização de uma parte da sociedade aceleram também a exclusão de outros. Na verdade, ao fazermos escolhas, somos responsáveis por elas e por seus impactos sobre nós mesmos, e sobre toda a humanidade. Como afirma o filósofo parisiense, estamos “condenados a ser livres”, pois ele associa liberdade a responsabilidade. Ao unir as duas, ele assegura que essa é a filosofia mais otimista possível, pois, apesar de assumirmos a responsabilidade pelo impacto de nossas ações sobre os outros, podemos optar por exercer um controle estrito sobre o modo como moldamos nosso mundo e a nós mesmos.   Entre as alternativas a seguir, marque a que corresponde corretamente ao nome desse filósofo:
  3. 63. UPE 2016
    Se a filosofia deve ser, ao mesmo tempo, totalização do saber, método, ideia reguladora, arma ofensiva e comunidade de linguagem; se essa ‘visão do mundo’ é também um instrumento que trabalha as sociedades carcomidas; se essa concepção singular de um homem ou de um grupo de homens torna-se a cultura e, por vezes, a natureza de toda uma classe, fica bem claro que as épocas de criação filosófica são raras. SARTRE, Jean Paul. Questão de Método. São Paulo: Difel, 1979.    A ideia filosófica de Sartre, no texto acima, considera como o mais alto grau de conhecimento: 
  4. 64. UPE 2012
    Sobre o pensamento filosófico, analise o texto a seguir:   Que representa a filosofia? – é uma das raras possibilidades de existência criadora. Seu dever inicial é tornar as coisas mais refletidas, mais profundas. HEIDEGGER. M. Apud: BUZZI, Arcângelo. Introdução ao pensar: o ser, o conhecimento, a linguagem, 1991, p. 147.   Coloque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, em acordo com o pensamento expresso no texto.   ( ) O pensar filosófico busca a verdade nas diversas significações do ser verdadeiro. Busca e possui o significado e a substância da verdade única. ( ) O pensamento filosófico se distingue do conhecimento científico pela sua dimensão de profundidade e radicalidade. ( ) A filosofia deseja conhecer as raízes da realidade, penetrando nela, no mais íntimo e investigando-lhe o sentido, o valor, a finalidade. ( ) O pensar filosófico é caracterizado pela busca cessante do sentido último das coisas e também por ser um saber particular acerca das questões fundamentais. ( ) A filosofia não é sophia em si mesma, nem ciência e sabedoria ao mesmo tempo. É o desejo, a procura, o amor dessa sophia.   Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
  5. 65. UPE 2011
    A filosofia se dirige ao indivíduo. Dá lugar à livre comunidade dos que, movidos pelo desejo de verdade, confiam uns nos outros (JASPERS, Karl. São Paulo, 1999, p. 138). Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que a filosofia
  6. 66. UPE 2012
    Atente ao texto a seguir sobre Liberdade e Responsabilidade:   É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. (Jean Paul Sartre).   Com relação a esse assunto, analise os itens abaixo:   I. O termo responsabilidade pode ser sinônimo de ‘cumprimento de dever’. Assim, é responsável quem cumpre com seus deveres. Em filosofia, responsabilidade constitui a consequência necessária – o corolário – da liberdade. II. No âmbito das experiências cotidianas, o conceito de liberdade pode ser entendido como possibilidade, ausência de interferência e realização de uma necessidade. III. O homem tem capacidade de discernimento, o que lhe possibilita fazer escolhas voluntárias, autônomas e independentes de qualquer pressão interna ou externa. IV. O mundo explicado pelo princípio do determinismo é o mundo da liberdade, e não o da necessidade. V. A teoria da liberdade incondicional enfatiza que o homem não tem o poder de escolher um ato moral; ele é dependente das forças que o constrangem.   Assinale a alternativa que contém os itens CORRETOS.
  7. 67. UNIMONTES 2012
    O filósofo alemão Edmund Husserl diz que ele sabe o que é filosofia, ao mesmo tempo que não sabe. Isto é, a explicitação do que é a filosofia já é uma questão filosófica. A presente afirmação indica que a filosofia não é um saber acabado. Das alternativas abaixo, marque a mais próxima da atitude filosófica.
  8. 68. UNIMONTES 2013
    A fenomenologia surgiu a partir da preocupação com o transcendental, isto é, a busca das condições a priori de possibilidade da filosofia como ciência rigorosa. É o conhecimento do que aparece ou se manifesta à consciência, em conformidade com a estrutura da própria consciência. A fenomenologia surgiu a partir da preocupação de
  9. 69. UNIMONTES 2015
    A fenomenologia surgiu no final do século XIX, com Franz Brentano, cujas principais ideias foram desenvolvidas por Edmund Husserl (1859 – 1958). A fenomenologia parte de um postulado básico que tem a pretensão de superar o racionalismo e o empirismo. Qual é a denominação do postulado básico da fenomenologia? Marque a alternativa CORRETA.
  10. 70. UNIMONTES 2013
    Georges Gusdorf (1912-2000) foi um filósofo francês que pensou sobre o papel e a importância do professor em uma sociedade. Gusdorf entende que o adolescente anseia pela liberdade. A liberdade, por sua vez, não é uma dádiva, mas conquista. Com relação à liberdade na adolescência, podemos afirmar:  
  11. 71. PUC-PR 2016
    Hans Jonas, na obra “O Princípio Responsabilidade”, formulou um novo e característico imperativo categórico, relacionado a um novo tipo de ação humana: “Age de tal forma que os efeitos de tua ação sejam compatíveis com a permanência de uma vida humana autêntica sobre a terra” (JONAS, 2006, p. 48). A este respeito, assinale a alternativa CORRETA. 
  12. 72. UFU 2002
    Liberdade, para Jean-Paul Sartre (1905-1980), seria assim definida:
  13. 73. UFU 2001
    Para Sartre (1905-1980) o homem a todo momento está escolhendo o caminho a seguir em sua existência, e esta escolha tem valor porque é feita entre outras inúmeras possibilidades; esta situação é de angústia, mas, uma vez feita a escolha, a angústia passa a ser a autonomia do querer. A situação existencialista da escolha, tal como foi descrita, implica
  14. 74. UFSJ 2007
    Leia o trecho abaixo. “O encontro com outrem é imediatamente minha responsabilidade por ele. A responsabilidade pelo próximo é, sem dúvida, o nome grave do que se chama amor do próximo, amor sem Eros, caridade, amor em que o momento ético domina o momento passional, amor sem concupiscência”. (Emmanuel Lévinas, Entre Nós, p. 143, Petrópolis: Vozes, 2005). Para o autor, o amor ao próximo refere-se 
  15. 75. UFU 2008
    Considere o texto a seguir.   Dostoiévski escreveu: “Se Deus não existisse, tudo seria permitido”. Eis o ponto de partida do existencialismo. De fato, tudo é permitido se Deus não existe, e, por conseguinte, o homem está desamparado porque não encontra nele próprio nem fora dele nada a que se agarrar. Para começar, não encontra desculpas. SARTRE, Jean-Paul. O Existencialismo é um humanismo. Trad. De Rita Correia Guedes. São Paulo: Nova Cultural, 1987. p. 9.   Tomando o texto acima como referência, marque a alternativa correta.
  16. 76. UFU 2014
    Mas se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço do existencialismo é o de pôr todo homem no domínio do que ele é e de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens. [...] Assim, a nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque ela envolve toda a humanidade. SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Trad. Vergílio Ferreira. Lisboa: Presença, 1970. Apud ARANHA, M. L. de Arruda e MARTINS, M. H. Pires. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.   Conforme o texto, é correto afirmar que, para o existencialismo,
  17. 77. ENEM PPL 2012
    Pode-se viver sem ciência, pode-se adotar crenças sem querer justificá-las racionalmente, pode-se desprezar as evidências empíricas. No entanto, depois de Platão e Aristóteles, nenhum homem honesto pode ignorar que uma outra atitude intelectual foi experimentada, a de adotar crenças com base em razões e evidências e questionar tudo o mais a fim de descobrir seu sentido último. ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2002.   Platão e Aristóteles marcaram profundamente a formação do pensamento Ocidental. No texto, é ressaltado importante aspecto filosófico de ambos os autores que, em linhas gerais, refere-se à 
  18. 78. UFU 2011
    Jean-Paul Sartre (1905 – 1980) encontrou um motivo de reflexão sobre a liberdade na obra de Dostoiévski Os irmãos Karamazov: “se Deus não existe, tudo é permitido”. A partir daí teceu considerações sobre esse tema e algumas consequências que dele podem ser derivadas.               [...] tudo é permitido se Deus não existe e, por conseguinte, o homem está desamparado porque não encontra nele próprio nem fora dele nada a que se agarrar. Para começar, não encontra desculpas. [...] Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 9 (coleção “Os Pensadores”). Com base em seus conhecimentos sobre a filosofia existencialista de Sartre e nas informações acima, assinale a alternativa correta.   
  19. 79. UFU 2012
    Leia o excerto abaixo e assinale a alternativa que relaciona corretamente duas das principais máximas do existencialismo de Jean-Paul Sartre, a saber:   i. “a existência precede a essência” ii. “estamos condenados a ser livres”   Com efeito, se a existência precede a essência, nada poderá jamais ser explicado por referência a uma natureza humana dada e definitiva; ou seja, não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. Por outro lado, se Deus não existe, não encontramos já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. [...] Estamos condenados a ser livres. Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. SARTRE, Jean-Paul. O Existencialismo é um Humanismo. 3ª. ed. S. Paulo: Nova Cultural, 1987.
  20. 80. UFSM 2015
    O biólogo Edward Wilson sustenta que a teoria da evolução explica não apenas a evolução das características físicas predominantes em uma espécie, mas também a evolução de traços sociais (como a divisão social do trabalho, a evolução da linguagem e da moralidade). Se isso é verdade, então aquilo que hoje tendemos a considerar moralmente correto pode ser um produto de nosso passado evolutivo. Se nosso passado evolutivo tivesse sido diferente, é possível que nossa sensibilidade moral hoje também fosse diferente.   Observe as afirmações a seguir, considerando as que são compatíveis com o enunciado da questão.   I. O fato de hoje tendermos a valorizar atos de bondade e compaixão e a desvalorizar atos de crueldade é um traço biológico de nossa espécie que deve ter trazido vantagens adaptativas aos nossos antepassados. II. Há um conjunto de normas morais que não mudam e que sempre foram adotadas universalmente. III. A evolução moral está correlacionada com a capacidade adaptativa dos indivíduos e grupos ao ambiente em que vivem.   Está(ão) correta(s) 
  21. 81. UEMA 2009
    Estabeleça a associação entre as possibilidades do conhecimento (COLUNA I) e a(s) sua(s) característica(s) (COLUNA II).   COLUNA I (1) Dogmatismo (2) Ceticismo (3) Criticismo (4) Pragmatismo   COLUNA II ( ) Caracteriza-se pela atitude de conhecimento que consiste em acreditar estar de posse da certeza ou da verdade antes de fazer a crítica da faculdade de conhecer. ( ) Posição epistemológica segundo a qual o espírito humano nada pode conhecer com certeza; conclui pela suspensão do juízo e pela incerteza permanente. ( ) Caracteriza-se por afirmar que não é possível conhecer as coisas tais como são em si, apenas podemos conhecer os fenômenos, aquilo que aparece. ( ) Posição epistemológica que afirma que o intelecto é dado ao homem não para investigar e conhecer a verdade, mas sim para orientar-se na realidade.   Marque a opção que contempla a seqüência CORRETA das associações de cima para baixo.  
  22. 82. UFU 2015
    A respeito da filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre, é correto afirmar que:
  23. 83. UFSJ 2007
    No enunciado “O rosto de outrem seria o próprio começo da filosofia”, (Emmanuel Lévinas, Entre Nós, Filosofia, Justiça e Amor, p. 143, Petrópolis: Vozes, 2005),   Lévinas quer afirmar que o rosto 
  24. 84. ENEM PPL 2012
    Assentado, portanto, que a Escritura, em muitas passagens, não apenas admite, mas necessita de exposições diferentes do significado aparente das palavras, parece-me que, nas discussões naturais, deveria ser deixada em último lugar. GALILEI, G. Carta a Dom Benedetto Castelli. In: Ciência e fé: cartas de Galileu sobre o acordo do sistema copernicano com a Bíblia. São Paulo: Unesp, 2009 (adaptado).   O texto, extraído da carta escrita por Galileu (1564-1642) cerca de trinta anos antes de sua condenação pelo Tribunal do Santo Ofício, discute a relação entre ciência e fé, problemática cara no século XVII. A declaração de Galileu defende que
  25. 85. UFU 2000
    Sartre fundou um existencialismo ateu. Para este filósofo, não há um Deus que cria o homem e ordena-lhe a vida segundo um fim prévio. Sobre o existencialismo de Sartre as afirmativas abaixo são corretas, EXCETO
  26. 86. UPE 2013
    Atente ao texto a seguir sobre a dimensão ético-política:   Fala-se hoje, em toda parte e no Brasil, numa “crise” dos valores morais. O sentimento dessa crise expressa-se na linguagem cotidiana, quando se lamenta o desaparecimento do dever-ser, do decoro e da compostura nos comportamentos dos indivíduos e na vida política, ao mesmo tempo em que os que assim julgam manifestam sua própria desorientação em face de normas e regras de conduta cujo sentido parece ter se tornado opaco. CHAUÍ, Marilena. Ética. 1994, p. 345.   Com relação a esse assunto, analise os itens a seguir:   I. A ética é um sistema ideal de grande nobreza na teoria, mas inaproveitável na prática. II. A ética é algo inteligível somente no contexto da religião, pois, nesse contexto, a consciência religiosa responde quanto aos fundamentos dos princípios morais. III. A moral regulamenta as relações mútuas entre os indivíduos e entre estes e a comunidade, enquanto a política abrange as relações entre grupos humanos (classes, povos ou nações). IV. O homem pode renunciar à moral, porque esta não corresponde a uma necessidade social; de igual modo, pode renunciar à política, porque esta não responde a uma necessidade social. V. A realização da moral como concretização de certos princípios coloca a necessidade de relacioná-los com as condições sociais às quais se referem, com as aspirações e interesses que os inspiram e com o tipo concreto de relações humanas que pretendem regulamentar.   Estão CORRETOS
  27. 87. UNIOESTE 2013
    “Quando dizemos que o homem se escolhe a si mesmo, queremos dizer que cada um de nós se escolhe a si próprio; mas com isso queremos também dizer que, ao escolher-se a si próprio, ele escolhe todos os homens. Com efeito, não há de nossos atos um sequer que, ao criar o homem que desejamos ser, não crie ao mesmo tempo uma imagem do homem como julgamos que deve ser. Escolher isto ou aquilo é afirmar ao mesmo tempo o valor do que escolhemos, porque nunca podemos escolher o mal, o que escolhemos é sempre o bem, e nada pode ser bom para nós sem que o seja para todos. Se a existência, por outro lado, precede a essência e se quisermos existir, ao mesmo tempo em que construímos a nossa imagem, esta imagem é válida para todos e para a nossa época. Assim, a nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque ela envolve toda a humanidade”. Sartre.   Considerando o texto citado e o pensamento sartreano, é INCORRETO afirmar que 
  28. 88. UEL 2011
    Leia o texto a seguir.               Platão, em A República, tem como objetivo principal investigar a natureza da justiça, inerente à alma, que, por sua vez, manifesta-se como protótipo do Estado ideal. Os fundamentos do pensamento ético-político de Platão decorrem de uma correlação estrutural com constituição tripartite da alma humana. Assim, concebe uma organização social ideal que permite assegurar a justiça. Com base neste contexto, o foco da crítica às narrativas poéticas, nos livros II e III, recai sobre a cidade e o tema fundamental da educação dos governantes.             No Livro X, na perspectiva da defesa de seu projeto ético-político para a cidade fundamentada em um logos crítico e reflexivo que redimensiona o papel da poesia, o foco desta crítica se desloca para o indivíduo ressaltando a relação com a alma, compreendida em três partes separadas, segundo Platão: a racional, a apetitiva e a irascível.   Com base no texto e na crítica de Platão ao caráter mimético das narrativas poéticas e sua relação com a alma humana, é correto afirmar:  
  29. 89. ENEM 2010
    A lei não nasce da natureza, junto das fontes frequentadas pelos primeiros pastores: a lei nasce das batalhas reais, das vitórias, dos massacres, das conquistas que têm sua data e seus heróis de horror: a lei nasce das cidades incendiadas, das terras devastadas; ela nasce com os famosos inocentes que agonizam no dia que está amanhecendo. FOUCAULT. M. Aula de 14 de janeiro de 1976. In. Em defesa da sociedade. São Paulo: Martins Fontes. 1999     O filósofo Michel Foucault (séc. XX) inova ao pensar a política e a lei em relação ao poder e à organização social. Com base na reflexão de Foucault, a finalidade das leis na organização das sociedades modernas é
  30. 90. UNESP 2016
    O mundo seria ordenado demais, harmonioso demais, para que se possa explicá-lo sem supor, na sua origem, uma inteligência benevolente e organizadora. Como o acaso poderia fabricar um mundo tão bonito? Se encontrassem um relógio num planeta qualquer, ninguém poderia acreditar que ele se explicasse unicamente pelas leis da natureza, qualquer um veria nele o resultado de uma ação deliberada e inteligente. Ora, qualquer ser vivo é infinitamente mais complexo do que o relógio mais sofisticado. Não há relógio sem relojoeiro, diziam Voltaire e Rousseau. Mas que relógio ruim o que contém terremotos, furacões, secas, animais carnívoros, um sem-número de doenças – e o homem! A história natural não é nem um pouco edificante. A história humana também não. Que Deus após Darwin? Que Deus após Auschwitz? (André Comte-Sponville. Apresentação da filosofia, 2002. Adaptado.)     Sobre os argumentos discorridos pelo autor, é correto afirmar que a existência de Deus é
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