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  1. 91. UFU 1999
    Segundo Jean Paul Sartre, filósofo existencialista contemporâneo, liberdade é I- escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo. II- aceitar o que a existência determina como caminho para a vida do homem. III- sempre uma decisão livre, por mais que se julgue estar sob o poder de forças externas. IV- estarmos condenados a ela, pois é a liberdade que define a humanidade dos humanos. Assinale
  2. 92. UFU 2004
    O nada, impensado para Parmênides, encontrou em Sartre valor ontológico, pois o nada é o ponto de partida da existência humana, uma vez que não há nenhuma anterioridade à existência, nem mesmo uma essência. Esta tese apareceu no livro O Ser e o Nada. Tal afirmação encontra-se também em outro livro, O existencialismo é um humanismo, no qual está escrito: “Porém, se realmente a existência precede a essência, o homem é responsável pelo que é. Desse modo, o primeiro passo do existencialismo é o de pôr todo homem na posse do que ele é, de submetê-lo à responsabilidade total de sua existência.” SARTRE, J.P. O existencialismo é um humanismo. Trad. de Rita Correia Guedes. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 6. Coleção .Os Pensadores.. A responsabilidade para Sartre diz respeito
  3. 93. UFU 2006
    “(...) não encontramos, já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. Assim, não teremos nem atrás de nós, nem na nossa frente, no reino luminoso dos valores, nenhuma justificativa e nenhuma desculpa. Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz”. SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. 3ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 9.   Tomando o texto acima como referência, assinale a alternativa correta.
  4. 94. UPE 2013
    O objetivo da política pode ser resumido em uma frase: Com liberdade política, o homem se torna autenticamente ele próprio, livre para ordenar os negócios internos da nação e para afirmar-se face ao exterior. A política pretende subjugar a violência por meio do debate, do pacto, da busca de uma vontade comum através de caminhos legais. JASPERS, Karl. Introdução ao pensamento filosófico, 1999, p.69.   Com relação a esse assunto, assinale com V as afirmativas Verdadeiras e com F as Falsas.   (     ) Liberdade política consiste no direito do cidadão em tomar parte na organização e no exercício do governo; também em votar e ser votado, desde que preenchidas as exigências legais. (     ) O conceito moderno de política está ligado estritamente ao poder. O exercício do poder, entretanto, está estritamente vinculado à Antiguidade. (     ) As dimensões intersubjetiva e social são iniludíveis. Estes são dois dos elementos que constituem o campo da significação política. (     ) Na concepção crítica do pensamento liberal burguês, a liberdade tem como ponto de partida a liberdade individual e não o interesse coletivo. (     ) Desde sua origem, o pensamento filosófico não cessou de refletir sobre a dimensão do fenômeno político, elaborando teorias para explicar sua origem, sua finalidade e suas formas.   Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
  5. 95. UFSM 2013
    Os filósofos Ame Naess e George Sessions propuseram, em 1984, diversos princípios para uma ética ecológica profunda, entre os quais se encontra o seguinte:   O bem-estar e o florescimento da vida humana e não humana na Terra têm valor em si mesmos. Esses valores são independentes da utilidade do mundo não humano para finalidades humanas.   Considere as seguintes afirmações:   I. A ética kantiana não se baseia no valor de utilidade das ações. II. “Valor intrínseco” é um sinônimo para “valor em si mesmo”. III. A ética utilitarista rejeita a concepção de que as ações têm valor em si mesmas.   Está(ão) correta(s) 
  6. 96. UENP 2010
    TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Entrevista com Jean-Pierre Vernant   O francês Jean-Pierre Vernant é considerado o maior helenista vivo. Nome familiar aos estudantes de filosofia, o autor francês tem vários livros publicados em português, entre eles Universo, os Deuses, os Homens (Cia. das Letras), As Origens do Pensamento Grego (Bertrand Brasil), A Morte nos Olhos (Zahar), Mito e Sociedade na Grécia Antiga (José Olympio), Mito e Tragédia na Grécia Antiga (Perspectiva). Sai agora no Brasil outro volume fundamental, Entre Mito & Política, antologia de textos, uma espécie de "suma" de toda uma vida de pesquisador. Nascido em 1914, Vernant participou ativamente da Resistência francesa e nunca abandonou sua vocação de militante. Fato que contrasta, em aparência, com o clichê do intelectual isolado em sua torre de marfim. Ao contrário, Vernant, que carrega a justa fama de ter colocado os estudos helênicos em outro nível, poderia lembrar que foi na Grécia antiga que o ser humano foi definido como animal político. No novo livro, ele trafega entre mito e política com dupla mão de direção: investigando o que há de político no mito e o que há de mítico na política. Tudo muito atual, embora às vezes ele fale de fatos e gente de 2.500 anos atrás. Na verdade, Vernant olha o passado para melhor entender o presente.   A civilização da Grécia antiga é comumente sintetizada entre nós numa fórmula: o milagre grego. O sr. aceita isso? Vernant - Absolutamente não! Essa ideia, expressa por Renan e amplamente retomada depois dele, segundo a qual a Grécia, e somente a Grécia, teria inventado a razão, o pensamento científico, a filosofia e todos os grandes valores universais, parece-me inaceitável. É verdade que, por volta do século 7.º antes de nossa era, houve um conjunto de fenômenos complexos. Em primeiro lugar, a passagem de uma civilização oral para uma cultura escrita e de uma palavra poética e profética - a de Homero e Hesíodo - para um discurso lógico e demonstrativo - o de Platão e Aristóteles. Ao mesmo tempo, o antigo sistema de governo, mantido por um rei ou por um grupo aristocrático, dá lugar à organização da cidade (polis), na qual todos os cidadãos podem discutir igualmente e concorrer à decisão coletiva. No seio desse duplo processo cultural e político, é impossível discernir onde está a causa e o efeito. Entretanto, o triunfo do logos na era clássica foi desfavorável aos gregos, cuja civilização não tem, portanto, nada de miraculosa: na realidade, não tentavam compreender o que contradiz a esse princípio lógico de identidade, particularmente os fenômenos exteriores, que não se prestam a demonstrações nem ao cálculo. É por isso que não existiu na realidade uma física grega, por causa da ausência da experimentação e da aplicação do cálculo à realidade.   O surgimento e a afirmação do discurso lógico não deveriam levar ao desaparecimento do mito? Vernant - Mythos significa apenas relato, narração, embora, entre os gregos, os termos mythos e logos não se oponham entre si. Essa palavra serve hoje para designar, na história do pensamento grego, uma tradição transmitida oralmente e que não se insere na ordem do racional. Observe que os mythoi (mitos) não são um apanágio dos gregos. Nossa ciência atual está repleta de mithos: por acaso o big-bang original de nossos cientistas seria muito diferente do chaos (caos) evocado por Hesíodo, esse camponês da Beócia do século 8.º antes de Cristo? As narrativas da origem transmitidas pelos mitos continuam inteiramente atuais na Grécia clássica, porque respondem a desafios relacionados com a identidade: o grego sabe de onde é porque conhece de cor todas essas histórias. Além disso, essas narrativas transmitem modos de ser e de comportar-se. Em Homero, aprende-se a trabalhar, a navegar, a fazer a guerra e a morrer - afirmava Platão. A tradição mitológica define assim um estilo exemplar de existência, nos planos moral e estético, que para os gregos se confundem.   A mitologia assim descrita exprime o essencial da religião grega? Vernant - Não. Apenas em parte. Naturalmente, ela se refere a deuses aos quais devem ser rendidas honras, junto aos quais os humanos se sentem inferiores ao nada e cujo brilho divino não chega até os mortais porque estes não são dignos. Mas a religião está relacionada também com a prática, com rituais que acompanham e ordenam todos os gestos da existência. De fato, a religião está em toda a parte, no modo de comer, de entrar e sair, de se reunir na "agorá". Nada separa a esfera religiosa da esfera civil: o religioso é político, o político é religioso. Na vida coletiva, a irreligião é inconcebível. O Estado de São Paulo, Caderno 2, 05/08/2001   Pierre Vernant é um grande estudioso da mitologia. De acordo com o seu pensamento, assinale a alternativa incorreta. 
  7. 97. UNICENTRO 2015
    Sobre os conceitos de autonomia, livre-arbítrio e liberdade, considere as afirmativas a seguir.   I. Nas Grécia pré-platônica, a liberdade era manifestada na atividade política. Já a autonomia compreendia um conjunto de regras autoimpostas que determinavam certo estilo de vida. Essas atividades ora eram relacionadas, ora mantinham-se separadas. II. Na Idade Moderna, as recém-descobertas “leis da natureza” precisaram ser conciliadas com o dogma cristão do livre-arbítrio. III. Para Kant, na época do Iluminismo, o homem se reconhece como artífice e responsável pela saída de sua “menoridade”. IV. Para Sartre, a liberdade é estabelecida por um processo racional.   Assinale a alternativa correta.
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