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Exercícios de Ciência Moderna

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  1. 61. UNICENTRO 2014
    Segundo a corrente de pensamento positivista, um dos elementos fundamentais para a harmonia social é o fortalecimento dos laços sociais. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, as principais Instituições Sociais que contribuem para a ordem social.
  2. 62. UFPA 2013
    Ao pensar como deve comportar-se um príncipe com seus súditos, Maquiavel questiona as concepções vigentes em sua época, segundo as quais consideravam que o bom governo depende das boas qualidades morais dos homens que dirigem as instituições. Para o autor, “a um homem que quiser fazer profissão de bondade é natural que se arruíne entre tantos que são maus. Assim, é necessário a um príncipe, para se manter, que aprenda a poder ser mau e que se valha ou deixe de valer-se disso segundo a necessidade”. Maquiavel, O Príncipe, São Paulo: Abril cultural, Os Pensadores, 1973, p.69.   Sobre o pensamento de Maquiavel, a respeito do comportamento de um príncipe, é correto afirmar que
  3. 63. UFPA 2010
    Segundo a tradição racionalista, a verdade não reside nas próprias coisas, mas somente no juízo. De acordo com essa concepção de verdade, é lícito afirmar:
  4. 64. UFPA 2009
    Em geral, para filósofos modernos a verdade é entendida como a correspondência entre a ideia e o ideado. De acordo com essa concepção, a verdade se conceitua como o(a)
  5. 65. PUC-PR 2009
    “Ciência e poder do homem coincidem, uma vez que, sendo a causa ignorada, frustra-se o efeito. Pois a natureza não se vence, se não quando se lhe obedece. E o que à contemplação apresenta-se como causa é regra na prática”. Em relação a esse aforismo III do Livro I do Novum Organum de Francis Bacon, considere a alternativa que apresenta a interpretação correta:
  6. 66. PUC-PR 2009
    “Ciência e poder do homem coincidem, uma vez que, sendo a causa ignorada, frustra-se o efeito. Pois a natureza não se vence, se não quando se lhe obedece. E o que à contemplação apresenta-se como causa é regra na prática.” Fonte: BACON. Novum Organum..., São Paulo: Nova Cultural, 1999, p.40.   Tendo em vista o texto acima, assinale a alternativa correta:
  7. 67. PUC-PR 2009
    São de quatro gêneros os ídolos que bloqueiam a mente humana. Para melhor apresentá-los, assinalamos os nomes: Ídolos da Tribo, Ídolos da Caverna, Ídolos do Foro e Ídolos do Teatro.” Fonte: BACON. Novum Organum..., São Paulo: Nova Cultural, 1999, p.33.   É correto afirmar que para Bacon:
  8. 68. UFU 2015
    Para Immanuel Kant,
  9. 69. UFU 2015
    De acordo com a filosofia de Hegel, é INCORRETO afirmar que
  10. 70. UFU 2012
    O texto abaixo comenta a correlação entre ideias e impressões em David Hume.   Em contrapartida, vemos que qualquer impressão, da mente ou do corpo, é constantemente seguida por uma ideia que a ela se assemelha, e da qual difere apenas nos graus de força e vividez. A conjunção constante de nossas percepções semelhantes é uma prova convincente de que umas são as causas das outras; [...]. HUME, D. Tratado da natureza humana. São Paulo: Editora da Unesp/Imprensa Oficial do Estado, 2001. p. 29. Assinale a alternativa que, de acordo com Hume, indica corretamente o modo como a mente adquire as percepções denominadas ideias.
  11. 71. UFU 2011
    A Itália do tempo de Nicolau Maquiavel (1469 – 1527) não era um Estado unificado como hoje, mas fragmentada em reinos e repúblicas. Na obra O Príncipe, declara seu sonho de ver a península unificada. Para tanto, entre outros conceitos, forjou as concepções de virtú e de fortuna. A primeira representa a capacidade de governar, agir para conquistar e manter o poder; a segunda é relativa aos “acasos da sorte” aos quais todos estão submetidos, inclusive os governantes. Afinal, como registrado na famosa ópera de Carl Orff: Fortuna imperatrix mundi (A Fortuna governa o mundo).               Por isso, um príncipe prudente não pode nem deve guardar a palavra dada quando isso se lhe torne prejudicial e quando as causas que o determinaram cessem de existir. MAQUIAVEL, N. “O príncipe”. Coleção os Pensadores. São Paulo: Abril Cultura, 1973, p. 79 - 80. Com base nas informações acima, assinale a alternativa que melhor interpreta o pensamento de Maquiavel.  
  12. 72. UFU 2010
    Em O Discurso sobre o método, Descartes afirma:   Não se deve acatar nunca como verdadeiro aquilo que não se reconhece ser tal pela evidência, ou seja, evitar acuradamente a precipitação e a prevenção, assim como nunca se deve abranger entre nossos juízos aquilo que não se apresente tão clara e distintamente à nossa inteligência a ponto de excluir qualquer possibilidade de dúvida. (REALE, G.; ANTISERI, D. História da filosofia: Do humanismo a Descartes. Tradução de Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 2004. p. 289.)   Após a leitura do texto acima, assinale a alternativa correta.
  13. 73. UFU 2009
    No texto que se segue, Marilena Chauí comenta a estrutura da sensibilidade em Kant.   “A forma da sensibilidade é o que nos permite ter percepções, isto é, a forma é aquilo sem o que não pode haver percepção, sem o que a percepção seria impossível.” CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995. p. 78.                                 Marque a alternativa que explicita corretamente a forma da sensibilidade para Kant.
  14. 74. UFU 2008
    Leia atentamente o texto a seguir.   A partir dessa intuição primeira (a existência do ser que pensa), que é indubitável, Descartes distingue os diversos tipos de ideias, percebendo que algumas são duvidosas e confusas e outras são claras e distintas. ARANHA, M. L. de A.; MARTINS, M. H. P. Filosofando. Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1993. p. 104.     A primeira ideia clara e distinta encontrada por Descartes no trajeto das meditações é
  15. 75. UFU 2008
    Leia atentamente o texto a seguir sobre a teoria do hábito em David Hume.   E é certo que estamos aventando aqui uma proposição que, se não é verdadeira, é pelo menos muito inteligível, ao afirmarmos que, após a conjunção constante de dois objetos – calor e chama, por exemplo, ou peso e solidez –, é exclusivamente o hábito que nos faz esperar um deles a partir do aparecimento do outro. HUME, D. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral. São Paulo: Editora UNESP, 2004. p. 75.   Com base na Teoria de Hume e no texto acima, marque a alternativa INCORRETA, ou seja, aquela que de modo algum pode ser uma interpretação adequada desse texto.
  16. 76. UFU 2007
    “Mas, logo em seguida, adverti que, enquanto eu queria assim pensar que tudo era falso, cumpria necessariamente que eu, que pensava, fosse alguma coisa. E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa que todas as mais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de a abalar, julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da Filosofia que procurava.” DESCARTES. R. Discurso do método. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 46. Considerando a citação acima, é correto afirmar que
  17. 77. UFU 2006
    Leia com atenção o texto abaixo e assinale a alternativa correta.   “De sorte que, após ter pensado bastante nisto e de ter examinado cuidadosamente todas as coisas, cumpre enfim concluir e ter por constante que esta proposição, eu sou, eu existo, é necessariamente verdadeira todas as vezes que a enuncio ou que a concebo em meu espírito.” DESCARTES. Meditações Metafísicas. Nova Cultural: São Paulo, 1988, p. 47.   Segundo Descartes, podemos dizer que a ideia da existência do eu ou do cogito (eu penso)
  18. 78. UFU 2006
    Analise a seguinte afirmação de Maquiavel.   “Eu sei que cada qual reconhecerá que seria muito de louvar que um príncipe possuísse, entre todas as qualidades referidas, as que são tidas como boas; mas a condição humana é tal, que não consente a posse completa de todas elas, nem ao menos a sua prática consistente; é necessário que o príncipe seja tão prudente que saiba evitar os defeitos que lhe arrebatariam o governo e praticar qualidades próprias para lhe assegurar a posse deste, se lhe é possível; mas, não podendo, com menor preocupação, pode-se deixar que as coisas sigam seu curso natural.”  MAQUIAVEL, N. O príncipe. Trad. de Lívio Xavier. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 64.   Assinale a alternativa correta.
  19. 79. UFU 2014
    Considere as questões que Immanuel Kant lança ao seu leitor nas primeiras páginas da Estética Transcendental.   Que são então o espaço e o tempo? São entes reais? Serão apenas determinações ou mesmo relações de coisas, embora relações de espécie tal que não deixariam de subsistir entre as coisas, mesmo que não fossem intuídas? Ou serão unicamente dependentes da forma da intuição e, por conseguinte, da constituição subjetiva do nosso espírito, sem a qual esses predicados não poderiam ser atribuídos a coisa alguma?  KANT. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1994, p. 64.   Sobre as noções kantianas de tempo e espaço é correto afirmar que essas noções são as formas
  20. 80. UFU 2014
    Segundo David Hume, é correto afirmar que o princípio de causalidade é
  21. 81. UFU 2014
    Os princípios práticos se dividem em dois grandes grupos, que Kant chama, respectivamente, de ‘máximas’ e ‘imperativos’. [...] Os imperativos são os princípios práticos objetivos, isto é, válidos para todos. Os imperativos são “mandamentos” ou “deveres”, ou seja, regras que expressam uma necessidade objetiva da ação, o que significa que, “se a razão determinasse completamente a vontade, a ação ocorreria segundo tal regra” ao passo que a intervenção de fatores emocionais e empíricos podem desviar esta vontade. REALE,G., DARIO, A. História da Filosofia, vol. II. São Paulo: Paulus, 1990, p. 903 (adaptado)   Para Kant, é correto afirmar que os imperativos
  22. 82. UNESP 2015
    IHU On-Line – A medicalização de condutas classificadas como “anormais” se estendeu a praticamente todos os domínios de nossa existência. A quem interessa a medicalização da vida? Sandra Caponi – A muitas pessoas. Em primeiro lugar ao saber médico, aos psiquiatras, mas também aos médicos gerais e especialistas. Interessa muito especialmente aos laboratórios farmacêuticos que, desse modo, podem vender seus medicamentos e ampliar o mercado de consumidores de psicofármacos de modo quase indefinido. Porém, esse interesse seria irrelevante se não existisse uma demanda social que aceita e até solicita que uma ampla variedade de comportamentos cotidianos ingresse no domínio do patológico. Um exemplo bastante óbvio é a escola. Crianças com problemas de comportamento mais ou menos sérios hoje recebem rapidamente um diagnóstico psiquiátrico. São medicadas, respondem à medicação e atingem o objetivo social procurado. Essas crianças que tomam ritalina ou antipsicóticos ficam mais calmas, mais sossegadas, concentradas e, ao mesmo tempo, mais tristes e isoladas.  (www.ihuonline.unisinos.br. Adaptado.)     Podemos considerar como uma importante implicação filosófica da medicalização da vida
  23. 83. UFU 2000
    Leia com atenção o fragmento que se segue, extraído de um dos maiores clássicos do pensamento político moderno: "A diminuição do amor à pátria, a ação do interesse particular, a imensidão dos Estados, as conquistas, os abusos do Governo fizeram com que se imaginasse o recurso dos deputados ou representantes do povo nas assembleias da nação. É o que em certos países ousam chamar de Terceiro Estado. Desse modo, o interesse particular das duas ordens é colocado em primeiro e segundo lugares, ficando o interesse público em terceiro." O autor dessas palavras foi
  24. 84. UFU 1998
    Para Rousseau, o contrato não faz o povo perder a soberania, pois não é criado um Estado separado do próprio povo. Isto é possível, porque
  25. 85. UFU 2000
    A filosofia política de Thomas Hobbes combatia as tendências liberais de sua época. Hobbes sustentava que o poder resultante do pacto político deveria ser   I. ilimitado, julgando sobre o justo e o injusto, acima do bem e do mal e em que a alienação do súdito ao soberano deveria ser total. II. dividido entre o rei e o parlamento, superando as discórdias e disputas em favor do bem comum da coletividade. III. absoluto, podendo utilizar a força das armas para manter a soberania e o silêncio dos súditos. Assinale a alternativa correta.
  26. 86. UFU 2000
    Sobre a filosofia de Descartes, pode-se afirmar, com certeza, que as suas mais importantes consequências foram   I. a afirmação do caráter absoluto e universal da razão que, através de suas próprias forças, pode descobrir todas as verdades possíveis. II. a adoção do Método Matemático, que permite estabelecer cadeias de razões. III. a superação do dualismo psicofísico, isto é, a dicotomia entre corpo e consciência. Assinale a alternativa correta.
  27. 87. UFU 2000
    Descartes (1596-1650) é importante para a Filosofia Moderna porque foi quem superou o ceticismo da filosofia do século XVI. Embora tenha se servido do recurso dos céticos - a dúvida -, Descartes utilizou este recurso para atingir a ideia clara e distinta, algo evidente e, portanto, irrefutável. Com base neste argumento,   I. a evidência não diz respeito à clareza e à distinção das coisas; II. a análise é o procedimento que deve ser realizado para dividir as dificuldades até a sua menor parte; III. a enumeração é a primeira regra do método para a investigação da verdade; IV. a síntese proporciona a ordem para os raciocínios, desde o mais simples até o mais complexo. Estão corretas as afirmações:
  28. 88. UFU 1998
    Na sua obra “Crítica da Razão Pura”, Kant formulou uma síntese entre sujeito e objeto, mostrando que, ao conhecermos a realidade do mundo, participamos da sua construção mental. Segundo Kant, esta valorização do sujeito (possuidor de categorias apriorísticas) no ato de conhecimento, representou, na Filosofia, algo comparável à
  29. 89. UFU 1999
    Kant, filósofo alemão do séc. XVIII, realiza uma "revolução copernicana", ao afirmar que   I. o sujeito do conhecimento é a própria razão universal e não uma subjetividade pessoal e psicológica, pois é sujeito conhecedor. II. por ser inata e não depender da experiência para existir, a razão, do ponto de vista do conhecimento, é anterior à experiência; sua estrutura é a "priori". III. a experiência determina o conhecimento para a razão e fornece a forma (universal e necessária) do conhecimento.   Assinale
  30. 90. UFU 1999
    Para Rousseau, filósofo suíço do século XVIII, o contrato social deve originar-se do consentimento. Sendo assim,
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