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Exercícios de Estética

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  1. 1. ENEM 2012
    Esclarecimento é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo. O homem é o próprio culpado dessa menoridade se a causa dela não se encontra na falta de entendimento, mas na falta de decisão e coragem de servir-se de si mesmo sem a direção de outrem. Tem coragem de fazer uso de teu próprio entendimento, tal é o lema do esclarecimento. A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma tão grande parte dos homens, depois que a natureza de há muito os libertou de uma condição estranha, continuem, no entanto, de bom grado menores durante toda a vida. KANT, I. Resposta à pergunta: o que é esclarecimento? Petrópolis: Vozes, 1985 (adaptado). Kant destaca no texto o conceito de Esclarecimento, fundamental para a compreensão do contexto filosófico da Modernidade. Esclarecimento, no sentido empregado por Kant, representa
  2. 2. UEL 2013
    Leia o texto a seguir. O modo de comportamento perceptivo, através do qual se prepara o esquecer e o rápido recordar da música de massas, é a desconcentração. Se os produtos normalizados e irremediavelmente semelhantes entre si, exceto certas particularidades surpreendentes, não permitem uma audição concentrada, sem se tornarem insuportáveis para os ouvintes, estes, por sua vez, já não são absolutamente capazes de uma audição concentrada. Não conseguem manter a tensão de uma concentração atenta, e por isso se entregam resignadamente àquilo que acontece e flui acima deles, e com o qual fazem amizade somente porque já o ouvem sem atenção excessiva. (ADORNO, T. W. O fetichismo na música e a regressão da audição. In: Adorno et all. Textos escolhidos. São Paulo: Abril Cultural, 1978, p.190. Coleção Os Pensadores.) As redes sociais têm divulgado músicas de fácil memorização e com forte apelo à cultura de massa.
  3. 3. UEL 2015
    Leia os textos a seguir. A arte de imitar está bem longe da verdade, e se executa tudo, ao que parece, é pelo facto de atingir apenas uma pequena porção de cada coisa, que não passa de uma aparição. Adaptado de: PLATÃO. A República. 7.ed. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1993. p.457. O imitar é congênito no homem e os homens se comprazem no imitado. Adaptado de: ARISTÓTELES. Poética. 4.ed. Trad. De Eudoro de Souza. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p.203. Coleção “Os Pensadores”. Com base nos textos, nos conhecimentos sobre estética e a questão da mímesis em Platão e Aristóteles, assinale a alternativa correta.
  4. 4. UEL 2014
    Observe a figura a seguir e responda à(s). A figura mostra Atenas na atualidade. Observam-se as ruínas da Acrópolis – onde ficavam os templos como o Parthenon –, o Teatro de Dionísio e a Asthy – com a Ágora (Mercado/Praça Pública) e as casas dos moradores. Leia o texto a seguir. Para Aristóteles, a boa convivência entre os habitantes da cidade ideal não seria nunca obtida com a mera apathia (ausência de paixões) platônica, mas somente através de uma boa medida entre razão e afetividade. Enfim, a arte não apenas é capaz de nos trazer saber, ela tem também uma função edificante e pedagógica. (FEITOSA, C. Explicando a filosofia com arte. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004, p.123.) Com base na figura, no texto, nos conhecimentos sobre Aristóteles e na ideia de que os espaços do Teatro, da Ágora, dos Templos na cidade de Atenas foram imprescindíveis para a vocação formativa da arte na Grécia Clássica, considere as afirmativas a seguir. I. A catarse propiciada pelas obras teatrais trágicas apresentadas na cidade grega operava uma transformação das emoções e tornava possível que os cidadãos se purificassem e saíssem mais elevados dos espetáculos. II. A obra poética educava e instruía o cidadão da cidade grega, e isso acontecia por consequência da satisfação que este sentia ao imitar os atos dos grandes heróis que eram encenados no teatro. III. O poeta demonstrava o universal como possível ao criar modelos de situações exemplares, que permitem fortalecer o sentimento de comunidade. IV. O belo nas diversas artes, como nos poemas épicos, na tragédia e na comédia, desvinculava--se dos laços morais e sociais existentes na polis, projetando-se em um mundo idealizado. Assinale a alternativa correta.
  5. 5. UNIOESTE 2013
    “A imitação do belo na natureza concerne ou bem a um objeto único ou então reúne as notas de diversos objetos particulares e faz delas um único todo. O primeiro processo implica fazer uma cópia semelhante, um retrato; é o caminho que conduz às formas e figuras dos holandeses. O segundo é o caminho que leva ao belo universal e suas imagens ideais; esse foi o caminho seguido pelos gregos. […] [As] numerosas ocasiões de observar a natureza levaram os artistas gregos a ir ainda mais longe: começaram a formar certos conceitos universais – tanto a partir de partes isoladas do corpo, como de suas proporções de conjunto – que se erguiam acima da própria natureza; o seu modelo original, ideal, era a natureza espiritual concebida tão só pelo entendimento”. Winckelmann. Considerando o texto acima e que Winckelmann refere-se aos pintores holandeses do século XVII e aos escultores gregos antigos, seguem as afirmativas abaixo: I. Os gregos, ao observarem a natureza, conseguiam captar algo pelo entendimento que, apenas pela observação visual, não seria possível. II. Os holandeses, ao imitarem a natureza, captavam apenas as características visuais de um objeto particular. III. O belo universal pode ser visto nos quadros pintados pelos holandeses. IV. As obras gregas estavam constituídas apenas com aquilo que era visto em um objeto particular. V. A imitação do belo na natureza só pode ocorrer pela maneira que os gregos faziam suas obras. Das afirmativas feitas acima
  6. 6. UNESP 2013
    Uma obra de arte pode denominar-se revolucionária se, em virtude da transformação estética, representar, no destino exemplar dos indivíduos, a predominante ausência de liberdade, rompendo assim com a realidade social mistificada e petrificada e abrindo os horizontes da libertação. Esta tese implica que a literatura não é revolucionária por ser escrita para a classe trabalhadora ou para a “revolução”. O potencial político da arte baseia-se apenas na sua própria dimensão estética. A sua relação com a práxis (ação política) é inexoravelmente indireta e frustrante. Quanto mais imediatamente política for a obra de arte, mais reduzidos são seus objetivos de transcendência e mudança. Nesse sentido, pode haver mais potencial subversivo na poesia de Baudelaire e Rimbaud que nas peças didáticas de Brecht. (Herbert Marcuse. A dimensão estética, s/d.) Segundo o filósofo, a dimensão estética da obra de arte caracteriza-se por
  7. 7. UNIOESTE 2012
    “O nascimento da estética como disciplina filosófica está indissoluvelmente ligado à mutação radical que intervém na representação do belo quando este é pensado em termos de gosto, portanto, a partir do que no homem irá logo aparecer como a essência mesma da subjetividade, como o mais subjetivo do sujeito. Com o conceito de gosto, efetivamente, o belo é ligado tão intimamente a subjetividade humana que se define, no limite, pelo prazer que proporciona, pelas sensações ou pelos sentimentos que suscita em nós. (…) Com o nascimento do gosto, a antiga filosofia da arte deve, portanto, ceder lugar a uma teoria da sensibilidade”. Luc Ferry. Assinale a alternativa que não está relacionada com a Estética como disciplina filosófica.
  8. 8. UNESP 2015
    A fonte do conceito de autonomia da arte é o pensamento estético de Kant. Praticamente tudo o que fazemos na vida é o oposto da apreciação estética, pois praticamente tudo o que fazemos serve para alguma coisa, ainda que apenas para satisfazer um desejo. Enquanto objeto de apreciação estética, uma coisa não obedece a essa razão instrumental: enquanto tal, ela não serve para nada, ela vale por si. As hierarquias que entram em jogo nas coisas que obedecem à razão instrumental, isto é, nas coisas de que nos servimos, não entram em jogo nas obras de arte tomadas enquanto tais. Sendo assim, a luta contra a autonomia da arte tem por fim submeter também a arte à razão instrumental, isto é, tem por fim recusar também à arte a dimensão em virtude da qual, sem servir para nada, ela vale por si. Trata-se, em suma, da luta pelo empobrecimento do mundo. (Antônio Cícero. “A autonomia da arte”. Folha de São Paulo, 13.12.2008. Adaptado.) De acordo com a análise do autor,
  9. 9. UEL 2011
    Leia os textos a seguir.     [...] seria possível reconstituir a história da arte a partir do confronto de dois polos, no interior da própria obra de arte, e ver o conteúdo dessa história na variação do peso conferido seja a um polo, seja a outro. Os dois polos são o valor de culto da obra e seu valor de exposição. [...] À medida que as obras de arte se emancipam do seu uso ritual, aumentam as ocasiões para que elas sejam expostas. (p. 172). (BENJAMIN, W. “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica - Primeira versão”. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o pensamento de Walter Benjamin, é correto afirmar:
  10. 10. UFSJ 2013
    O romantismo, movimento cultural que se iniciou no final do século XVIII e início do século XIX, influenciou diretamente a filosofia no  
  11. 11. UFSM 2012
    Tolstoi apelava para a moral por achar óbvio que o fato de gostarmos de uma obra de arte ou a apreciarmos de um jeito ou de outro era uma questão exclusivamente subjetiva. Qualquer tentativa de prescrever padrões objetivos de gosto está condenada ao fracasso. Mas havia um modo de julgar objetivamente uma obra de arte: quanto ao seu conteúdo moral. Assim, por exemplo, ao avaliar se um romance é bom ou ruim, estamos apenas manifestando as nossas opiniões. Mas quando indagamos se o romance transmite uma mensagem moralmente virtuosa, podemos chegar a uma conclusão com que todos os julgadores sensatos podem concordar. Esse argumento é importante, porque tem consequências para a subvenção pública da arte. Tolstoi achava injustificável subvencionar as artes se o valor delas estava apenas no prazer que proporcionavam. Por que subsidiar alguns prazeres, como a ópera e a dança, e não outros, como a bebida?   Considere as seguintes afirmativas:   I. Segundo o texto, o conteúdo moral de uma obra de arte é uma questão objetiva. II. Segundo o texto, o conteúdo estético de uma obra de arte não é uma questão subjetiva. III. Segundo o texto, o Estado deve subvencionar a bebida.   Está(ão) correta(s)  
  12. 12. UNIOESTE 2012
    “Conta-se que um funcionário da alfândega americana, nada sensível à arte moderna ou pouco informado sobre as tendências vanguardistas, teria recusado isentar o Oiseau dans l’espace [O pássaro no espaço], obra do escultor Brancusi, dos direitos de importação normalmente reduzidos, aplicáveis à obra de arte. O objeto foi taxado em 40% de seu valor, como qualquer objeto utilitário. Aconteceu em 1922. O tribunal acabou por dar razão ao artista somente seis anos mais tarde”. Marc Jimenez   Esse fato real é um exemplo limite e, sobre ele, seguem as seguintes afirmações:   I. A perplexidade do funcionário da alfândega diante de algo “não identificável” decorre do fato de que a arte contemporânea não segue regras, convenções e critérios que permitam o exercício do julgamento do gosto e a avaliação das obras fundamentados em referenciais seguros e tradicionais. II. A arte contemporânea solicita a atenção daqueles que se ocupam da estética porque é a manifestação de algo que dá o que pensar uma vez que ela é uma maneira de romper com a vida cotidiana e com o senso comum, bem como estimula a reflexão sobre a arte. III. O desaparecimento de qualquer norma e critério que possam ser considerados universais tornou impossível a experiência estética e demarca o fim do ramo da Filosofia que se ocupa das questões tradicionalmente ligadas à arte tais como o belo, o feio, o gosto, os estilos e as teorias da criação e da percepção artísticas, nomeada Estética. IV. A impressão do funcionário da alfândega é coerente com a perspectiva estética do filósofo David Hume que compreendia ser a beleza algo pessoal uma vez que o belo não está nos objetos, mas nas condições de recepção do sujeito.   Das afirmações acima  
  13. 13. UFPA 2012
    “O texto monólogo de M. Melamed é uma crítica mordaz às sociedades do controle[...] Para o poeta[...] regurgitar esse excesso é retomar e reverter nossa talvez única vanguarda, a antropofágica. Não se trata mais de deglutir as vanguardas europeias para criar uma arte brasileira, mas de expelir as informações para refletir sobre o que de fato interessa devorar, repensando nossa condição de consumidores da cultura”. FERNANDES, S. “Antropofagia devastadora”, in Bravo, nº 89. São Paulo: Abril Cultural, p. 57.   Considerando-se o texto, a proposta estética do artista consiste em   
  14. 14. UNICENTRO 2012
    Em relação às funções da Arte, analise as afirmativas e marque com V as verdadeiras e com F, as falsas.   (     ) A arte nunca é utilizada para fins não artísticos. (     ) O naturalismo foi muito importante na Grécia clássica. (     ) A arte barroca foi utilizada como forma de manutenção dos fiéis à Igreja Católica. (     ) As três principais funções da arte são: pragmática ou utilitária, naturalista e formalista. (     ) As obras de arte, desde a antiguidade até os dias atuais, sempre exerceram as mesmas funções.   A partir da análise dessas afirmativas, a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a  
  15. 15. UNIOESTE 2011
    “Existe sempre um aspecto inteligível na experiência estética da arte que não deve ser negligenciado. Sem a interpretação daquele que vê ou ouve, sem a construção de sentido por aquele que percebe, não há beleza ou obra de arte”. Charles Feitosa.   A partir da citação acima é correto afirmar que  
  16. 16. UNB 2011
    Temos que repudiar a ideia de que só com palavras se pensa, pois que pensamos também com sons e imagens, ainda que de forma subliminar, inconsciente, profunda! Temos que repudiar a ideia de que existe uma só estética, soberana, à qual estamos submetidos — tal atitude seria nossa rendição ao pensamento único, à ditadura da palavra — e que, como sabemos, é ambígua. O pensamento sensível, que produz arte e cultura, é essencial para a libertação dos oprimidos, amplia e aprofunda sua capacidade de conhecer. Só com cidadãos que, por todos os meios simbólicos (palavras) e sensíveis (som e imagem), se tornam conscientes da realidade em que vivem e das formas possíveis de transformá-la, só assim surgirá, um dia, uma real democracia. Augusto Boal. A estética do oprimido. Rio de Janeiro: Garamond, 2009, p. 16.   Augusto Boal, um dos expoentes do Teatro de Arena de São Paulo, atuou como diretor, dramaturgo e pesquisador, e notabilizou-se com a criação do Teatro do Oprimido, um método dinâmico que visa à democratização dos meios de produção teatrais. Considerando essas informações e o texto acima, assinale a opção correta.  
  17. 17. UNICENTRO 2010
    Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.   I. Hoje, a arte já pode ser pensada dentro de uma teoria da linguagem. Portanto, não se trata mais de pensar a filosofia da arte, visando alcançar uma ideia de arte, mas de analisar uma teoria da arte, isto é, um conceito de arte. II. Hoje, tanto o criador quanto o receptor – artista e intérprete de textos estéticos – devem ser “iniciados” nos códigos e técnicas utilizadas pelo jogo de produção artística. Por isso é que se diz que a arte contemporânea é uma arte “para iniciados”. III. A obra de arte, hoje, permanece falando sobre os símbolos da experiência vivida do homem, expressando a ligação imediata entre a consciência humana e a transcendência. O fio condutor dessa experiência estética é o “vivido coletivo”, isto é, aquela encantação que nos põe em contato com o ponto mais elevado da nossa compreensão do sentido da vida e da morte. IV. A construção artística, hoje, pode ser discutida e analisada em termos de uma teoria dos signos ou de uma teoria do discurso. Neste caso, um objeto pode ser considerado artístico quando é portador de um “discurso de arte”.  
  18. 18. UFMA 2008
    “Uma das funções pedagógicas da arte se condensa na ideia de que ela faz conhecer o que é intraduzível pela linguagem discursiva.” SOUZA, Sonia Maria Ribeiro. Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995.   Partindo desse fragmento, é correto afirmar que:    
  19. 19. UNIOESTE 2011
    “No curso dos séculos, reconheceu-se a existência de coisas belas e agradáveis e de coisas ou fenômenos terríveis, apavorantes e dolorosos (...) No século XVIII o universo do prazer estético divide-se em duas províncias, a do Belo e a do Sublime (...) Tudo aquilo que pode despertar ideias de dor e perigo, isto é, tudo aquilo que seja, em certo sentido, terrível ou que diga respeito a objetos terríveis, ou que atue de modo análogo ao terror é uma fonte de Sublime, ou seja, é aquilo que produz a mais forte emoção que o espírito é capaz de sentir (...) [Mas, o terror] só é deleitável quando há um distanciamento da coisa que faz medo, donde, uma espécie de desinteresse em relação à ela. Dor e terror são causa de Sublime se não são realmente nocivos”. Umberto Eco.   Acerca do Sublime é correto afirmar que
  20. 20. UNESP
    É certo que na vida cotidiana estamos acostumados a falar de belas cores, de um belo céu, de um belo rio, como também de belas flores, de belos animais e, ainda mais, de belos seres humanos, embora não queiramos aqui entrar na discussão acerca da possibilidade de se poder atribuir a tais objetos a qualidade da beleza e de colocar o belo natural ao lado do belo artístico. Mas pode-se desde já afirmar que o belo artístico está acima da natureza. Pois a beleza artística é a beleza nascida e renascida do espírito e, quanto mais o espírito e suas produções estão colocadas acima da natureza e seus fenômenos, tanto mais o belo artístico está acima da beleza da natureza. Sob o aspecto formal, mesmo uma má ideia, que porventura passe pela cabeça dos homens, é superior a qualquer produto natural, pois em tais ideias sempre estão presentes a espiritualidade e a liberdade.   (G.W.F. Hegel, Cursos de Estética, vol.1, São Paulo, Edusp, 2001) De acordo com texto apresentado, pode-se concluir que
  21. 21. UFPA 2010
    A obra de arte é uma interpretação simbólica que dá sentido ao real, ao reorganizá-lo; fato análogo ao que ocorre com o objeto do conhecimento, cuja compreensão advém dos sentidos.   De acordo com essa concepção, é lícito afirmar que toda obra de arte é uma representação
  22. 22. UFPA 2012
    O pensamento liberal concebe, de acordo com o direito supostamente natural, o direito à propriedade, fruto do trabalho, como um bem indispensável à conservação da vida, cabendo ao Estado apenas a garantia, por meio de lei, de sua posse. Já o pensamento marxista concebe o Estado como a expressão política dos interesses econômicos da classe dominante.   A respeito da distinção entre as concepções marxista e liberal, julgue as afirmativas:   I. Há relação entre política e economia, de acordo com o pensamento liberal. II. A relação entre política e economia supostamente não existe, de acordo com o pensamento liberal. III. Existe uma relação intrínseca entre política e economia, de acordo com o pensamento marxista. IV. Reconhece-se uma relativa autonomia da economia em relação à política, no pensamento marxista.   As afirmativas corretas são
  23. 23. UFPA 2008
    A filosofia moral aborda os fundamentos da ação humana tanto sob o aspecto legal quanto moral. Sobre a especificidade desses dois aspectos, é correto afirmar:
  24. 24. UNB 2011
    Temos que repudiar a ideia de que só com palavras se pensa, pois que pensamos também com sons e imagens, ainda que de forma subliminar, inconsciente, profunda! Temos que repudiar a ideia de que existe uma só estética, soberana, à qual estamos submetidos — tal atitude seria nossa rendição ao pensamento único, à ditadura da palavra — e que, como sabemos, é ambígua. O pensamento sensível, que produz arte e cultura, é essencial para a libertação dos oprimidos, amplia e aprofunda sua capacidade de conhecer. Só com cidadãos que, por todos os meios simbólicos (palavras) e sensíveis (som e imagem), se tornam conscientes da realidade em que vivem e das formas possíveis de transformá-la, só assim surgirá, um dia, uma real democracia. Augusto Boal. A estética do oprimido. Rio de Janeiro: Garamond, 2009, p. 16.   Platão avalia o valor das produções da escultura e da pintura em função do conceito de um conhecimento verdadeiro, isto é, de uma conformidade com a ideia e acaba, necessariamente, delimitando, de maneira bastante restrita, o círculo das produções artísticas que ele podia, de seu ponto de vista, aprovar. Relacionando essa interpretação de Platão ao que propõe Augusto Boal no texto precedente, é correto afirmar que  
  25. 25. UFMA 2009
    “Os utopianos admiram-se de que seres razoáveis possam se deleitar com a luz incerta e duvidosa de uma pedra ou de uma pérola, quando tem os astros e o sol com que encher os olhos. Encaram como louco aquele que se acredita mais nobre e mais estimável só porque está coberto com uma lã mais fina, lã tirada das costas de carneiro, e que foi usada primeiro por esse animal. Admiram-se que o ouro, inútil por sua própria natureza, tenha adquirido um valor fictício tão considerável que seja mais estimado do que o homem; ainda que somente o homem lhe tenha dado esse valor e dele se utilize, conforme seus caprichos.” (MORE, Thomas. A utopia. Trad. Luís de Andrade, São Paulo: Nova Cultural, 1988. Col. Os Pensadores)   A Utopia, de Thomas More, procura pensar sobre a condição humana e social da Europa renascentista do séc. XVI. Dentro dessa condição humana e social está a problemática do modelo de beleza. Qual a visão do autor sobre esse tema?
  26. 26. UEMA 2016
    Asa Branca   Quando oiei a terra ardendo Qual fogueira de São João Eu perguntei a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação.   Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d’água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão. (...) GONZAGA, Luiz e TEIXEIRA, Humberto. RCA, 1997.   Os versos de Asa Branca mostram a realidade típica da região nordeste do Brasil, qual seja: a seca. Desse modo, a arte poética, a ciência e a filosofia, apesar de suas diferenças, possuem um veículo comum para expressar a visão de mundo. Esse veículo é conhecido como
  27. 27. UEMA 2014
    O compositor Zé Ramalho, em seu poema musical “Vida de Gado”, apresenta a seguinte forma de vida: "Vocês que fazem parte dessa massa, Que passa nos projetos, do futuro É duro tanto ter que caminhar E dar muito mais, do que receber. E ter que demonstrar, sua coragem A margem do que possa aparecer. E ver que toda essa engrenagem Já sente a ferrugem lhe comer. Eh, ô ô, vida de gado Povo marcado, ê Povo feliz Eh, ô ô, vida de gado Povo marcado, ê Povo feliz […]" Fonte: RAMALHO, Zé. Vida de Gado. Disponível em: . Acesso em: 12 ago. 2013. A forma de vida cantada pelo eu-poético em 'Vida de gado' revela a atitude de um povo diante das questões de vida. Pode-se relacionar a atitude cantada ao conceito de alienação, na perspectiva filosófica. Um comportamento alienado significa que uma pessoa está
  28. 28. UEMA 2014
    Leia o fragmento do poema de Manoel Bandeira “Vou-me embora para Pasárgada”. Vou-me embora para Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolhi. Vou-me embora pra Pasárgada. Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente […]. Fonte: BANDEIRA, Manuel. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. Ao afirmar que se trata de um belo poema, revela-se juízo do tipo
  29. 29. UNICENTRO 2015
    Em relação à estética de Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) Gênio é a disposição de ânimo pela qual a natureza fornece regra à arte. ( ) O gênio cria uma segunda natureza, para além da natureza mecânica. ( ) O gênio, quando liberto do gosto, produz grandes obras artísticas. ( ) O juízo artístico pensa a natureza como arte, ou seja, estabelece finalidades na natureza. ( ) O juízo estético é pautado pela essência universal do belo.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  30. 30. UNICENTRO 2015
    Leia o texto a seguir.   Sabe-se que o tempo estatístico médio de permanência de um espectador diante de cada quadro de uma exposição se mede mais em segundos do que em minutos. Tal circunstância magoa profundamente qualquer artista. Ser artista significa aspirar ao juízo estético competente que liberta dessa humilhação e permite que se faça justiça à sua própria obra: não apenas em termos de “eu gosto”, mas em termos de “sim, a obra é grandiosa”. É certo que o relativismo genérico do gosto é condição de existência da arte moderna, mas é certo que os artistas não o suportam, por mais que o defendam. Se não quisessem mais do que encarnar qualquer gosto, nem precisariam manifestar-se. (Adaptado de: TÚRCKE, C. O Belo Irresolvido: Kant e a tirania do relativismo na arte. In: CERÓN, I.; REIS, P. (orgs.) Kant – Crítica e Estética na Modernidade. São Paulo: SENAC, 1999. p.80.)   Sobre essa situação, considere as afirmativas a seguir.   I. O gosto estético transita entre a subjetividade e a intersubjetividade. II. O texto reflete a antinomia do gosto: é um contrassenso brigar pelo gosto, pois cada um tem o seu; é necessário defender um gosto, pois ele é passível de anuência universal. III. O texto compreende o caráter social da obra de arte, que faz do artista uma figura central na vida política. IV. Tal como na ciência, é possível estabelecer métodos para que a verdade da obra – a beleza – seja atingida.   Assinale a alternativa correta
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