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Exercícios de Filosofia Helenística

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  1. 1. UFPB 2008
    O filme Alexandre representou a vida do famoso imperador da Macedônia que constituiu um grande império, incluindo a Grécia, o Egito, a Síria, a Pérsia, indo até as fronteiras com a Índia. Alexandre foi educado pelo filósofo Aristóteles e o seu registro memorável na História deve-se, além de seus feitos militares, à difusão da cultura grega nas regiões do Oriente por ele conquistadas. Esse processo histórico-cultural, conhecido como helenismo, caracterizou-se pelo(a):
  2. 2. ENEM 2014
    Alguns dos desejos são naturais e necessários; outros, naturais e não necessários; outros, nem naturais nem necessários, mas nascidos de vã opinião. Os desejos que não nos trazem dor se não satisfeitos não são necessários, mas o seu impulso pode ser facilmente desfeito, quando é difícil obter sua satisfação ou parecem geradores de dano. EPICURO DE SAMOS. Doutrinas principais. In: SANSON, V. F. textos de filosofia. Rio de Janeiro: Eduff, 1974. No fragmento da obra de Epicuro, o homem tem como fim:
  3. 3. ENEM 2017
    XI. Jamais, a respeito de coisa alguma, digas: "Eu a perdi", mas sim: "Eu a restitui". O filho morreu? Foi restituído. A mulher morreu? Foi restituída. “A propriedade me foi subtraída”, então também foi restituída. “Mas quem a subtraiu é mau”. O que te importa por meio de quem aquele que te dá a pede de volta? Na medida em que ele der, faz uso do mesmo modo de quem cuida das coisas de outrem. Do mesmo modo como fazem os que se instalam em uma hospedaria. EPICTETO.Encheirídion. In: DINUCCI, A.Introdução ao Manual de Epicteto. São Cristóvão: UFS, 2012 (adaptado).   A característica do estoicismo presente nessa citação do filósofo grego Epicteto é
  4. 4. UFF 2010
    Filosofia O mundo me condena, e ninguém tem pena Falando sempre mal do meu nome Deixando de saber se eu vou morrer de sede Ou se vou morrer de fome Mas a filosofia hoje me auxilia A viver indiferente assim Nesta prontidão sem fim Vou fingindo que sou rico Pra ninguém zombar de mim Não me incomodo que você me diga Que a sociedade é minha inimiga Pois cantando neste mundo Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo Quanto a você da aristocracia Que tem dinheiro, mas não compra alegria Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente Que cultiva hipocrisia. Assinale a sentença do filósofo grego Epicuro cujo significado é o mais próximo da letra da canção “Filosofia”, composta em 1933 por Noel Rosa, em parceria com André Filho.
  5. 5. UEG 2011
    Em meados do século IV a.C., Alexandre Magno assumiu o trono da Macedônia e iniciou uma série de conquistas e, a partir daí, construiu um vasto império que incluía, entre outros territórios, a Grécia. Essa dominação só teve fim com o desenvolvimento de outro império, o romano. Esse período ficou conhecido como helenístico e representou uma transformação radical na cultura grega. Nessa época, um pensador nascido em Élis, chamado Pirro, defendia os fundamentos do ceticismo. Ele fundou uma escola filosófica que pregava a ideia de que:
  6. 6. ENEM 2016
    Pirro afirmava que nada é nobre nem vergonhoso, justo ou injusto, e que, da mesma maneira, nada existe do ponto de vista da verdade, que os homens agem apenas segundo a lei e o costume, nada sendo mais isto do que aquilo. Ele levou uma vida de acordo com esta doutrina, nada procurando evitar e não se desviando do que quer que fosse, suportando tudo, carroças, por exemplo, precipícios, cães, nada deixando ao arbítrio dos sentidos. LAÉRCIO, D. Vidas e sentenças dos filósofos ilustres. Brasília: Editora UnB, 1988. O ceticismo, conforme sugerido no texto, caracteriza-se por:
  7. 7. UFSJ 2011
    Sobre o ceticismo, é CORRETO afirmar que
  8. 8. UFSJ 2013
    Sobre a ética na Antiguidade, é CORRETO afirmar que
  9. 9. UFSM 2013
    A economia verde contém os seguintes princípios para o consumo ético de produtos: a matéria-prima dos produtos deve ser proveniente de fontes limpas e não deve haver desperdício dos produtos. O Estado, entretanto, não impõe, até o presente momento, sanções àqueles cidadãos que não seguem esses princípios. Considere as seguintes afirmações: I. Esses princípios são juízos de fato. II. Esses princípios são, atualmente, uma questão de moralidade, mas não de legalidade. III. A ética epicurista, a exemplo da economia verde, propõe uma vida mais moderada. Está(ão) correta(s)
  10. 10. UNISC
    Nas suas Meditações, o filósofo estoico Marco Aurélio escreveu: “Na vida de um homem, sua duração é um ponto, sua essência, um fluxo, seus sentidos, um turbilhão, todo o seu corpo, algo pronto a apodrecer, sua alma, inquietude, seu destino, obscuro, e sua fama, duvidosa. Em resumo, tudo o que é relativo ao corpo é como o fluxo de um rio, e, quanto á alma, sonhos e fluidos, a vida é uma luta, uma breve estadia numa terra estranha, e a reputação, esquecimento. O que pode, portanto, ter o poder de guiar nossos passos? Somente uma única coisa: a Filosofia. Ela consiste em abster-nos de contrariar e ofender o espírito divino que habita em nós, em transcender o prazer e a dor, não fazer nada sem propósito, evitar a falsidade e a dissimulação, não depender das ações dos outros, aceitar o que acontece, pois tudo provém de uma mesma fonte e, sobretudo, aguardar a morte com calma e resignação, pois ela nada mais é que a dissolução dos elementos pelos quais são formados todos os seres vivos. Se não há nada de terrível para esses elementos em sua contínua transformação, por que, então, temer as mudanças e a dissolução do todo?” Considere as seguintes afirmativas sobre esse texto: I. Marco Aurélio nos diz que a morte é um grande mal. II. Segundo Marco Aurélio, devemos buscar a fama, a riqueza e o prazer. III. Segundo Marco Aurélio, conseguindo fama, podemos transcender a finitude da vida humana. IV. Para Marco Aurélio, a filosofia é valiosa porque nos permite compreender que a morte é parte de um processo da natureza e assim evita que nos angustiemos por ela. V. Para Marco Aurélio, só a fé em Deus e em Cristo pode libertar o homem do temor da morte. VI. Para Marco Aurélio, o homem participa de uma realidade divina. Assinale a alternativa correta.
  11. 11. UENP 2010
    Julgue as afirmações sobre a filosofia helenista. I. É o último período da filosofia antiga, quando a polis grega desaparece em razão de invasões sucessivas, por persas e romanos, sendo substituída pela cosmopolis, categoria de referência que altera a percepção de mundo do grego, principalmente no tocante à dimensão política. II. É um período constituído por grandes sistemas e doutrinas que apresentam explicações totalizantes da natureza, do homem, concentrando suas especulações no campo da filosofia prática, principalmente da ética. III. Surgem nesse período a filosofia estoica, o epicurismo, o ceticismo e o neoplatonismo. Estão corretas as afirmativas:
  12. 12. UENP 2010
    Sobre as escolas éticas do período helenístico, da antiguidade clássica da Filosofia Grega, associe a primeira com a segunda coluna e assinale e alternativa correta.
  13. 13. ENEM 2018
    A quem não basta pouco, nada basta. EPICURO. Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1985.   Remanescente do período helenístico, a máxima apresentada valoriza a seguinte virtude:
  14. 14. PUC-GO 2015
    [...] Arandir (numa alucinação) – Dália, faz o seguinte. Olha o seguinte: diz à Selminha. (violento) Diz que, em toda minha vida, a única coisa que salva é o beijo no asfalto. Pela primeira vez. Dália, escuta! Pela primeira vez, na vida! Por um momento, eu me senti bom! (furioso) Eu me senti quase, nem sei! Escuta, escuta! Quando eu te vi no banheiro, eu não fui bom, entende? Desejei você. Naquele momento, você devia ser a irmã nua. E eu desejei. Saí logo, mas desejei a cunhada. Na praça da Bandeira, não. Lá, eu fui bom. É lindo! É lindo, eles não entendem. Lindo beijar quem está morrendo! (grita) Eu não me arrependo! Eu não me arrependo!   Dália – Selminha te odeia! (Arandir volta para a cunhada, cambaleante. Passa a mão na boca encharcada.)   Arandir (com voz estrangulada) – Odeia. (muda de tom) Por isso é que recusou. Recusou o meu beijo. Eu quis beijar e ela negou. Negou a boca. Não quis o meu beijo.   Dália – Eu quero!   Arandir (atônito) – Você?   Dália (sofrida) – Selminha não te beija, mas eu.   Arandir (contido) – Você é uma criança. (Dália aperta entre as mãos o rosto de Arandir.)   Arandir – Dália. (Dália beija-o, de leve, nos lábios.)   Dália – Te beijei.   Arandir (maravilhado) – Menina!   Dália (quase sem voz) – Agora me beija. Você. Beija.   Arandir (desprende-se com violência) – Eu amo Selminha!   Dália (desesperada) – Eu me ofereço e. Selminha não veio e eu vim.   Arandir – Dália, eu mato tua irmã. Amo tanto que. (muda de tom) Eu ia pedir. Pedir à Selminha para morrer comigo.   Dália – Morrer?   Arandir (desesperado) – Eu e Selminha! Mas ela não veio!   Dália (agarra o cunhado. Quase boca com boca, sô- frega) – Eu morreria.   Arandir – Comigo?   Dália (selvagem) – Contigo! Nós dois! Contigo! Eu te amo! [...] (RODRIGUES, Nelson. O beijo no asfalto. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. p. 98-100.)     O texto faz menção a desejo. É curioso observar como o ato de desejar está sempre presente na vida humana desde o nascimento. O desejo de se descobrir, o desejo de viver, o desejo de passar no vestibular, o desejo de ser feliz e o desejo de ter. O desejo é força propulsora que nos move. Nada nos empurra mais à ação que a vontade de possuir. O capitalismo, sabendo dessa nossa fraqueza de querer possuir, acabou por se apoderar dela. Ele lucra cada dia mais com o consumismo dos indivíduos. Esse consumo alicerçado numa fome insaciável de comprar nasce muitas vezes no subconsciente do homem, com a alienação imposta pela chamada “indústria cultural”. A ideia de que o consumo não é desejo natural, mas antinatural, está alicerçada na filosofia de um filósofo grego da antiguidade. Ele defende que o maior prazer só é alcançável por meio do conhecimento, da amizade e de uma vida moderada, livre do medo e da dor. E que o homem sábio busca a realização dos desejos naturais e necessários, combate os desejos antinaturais e artificiais e evita com todas as suas forças os desejos dispensáveis.   Marque a alternativa que apresenta o autor desse pensamento:
  15. 15. UNICAMP 2014
    A dúvida é uma atitude que contribui para o surgimento do pensamento filosófico moderno. Neste comportamento, a verdade é atingida através da supressão provisória de todo conhecimento, que passa a ser considerado como mera opinião. A dúvida metódica aguça o espírito crítico próprio da Filosofia. BORNHEIM, G. A., Introdução ao filosofar. Porto Alegre: Editora Globo, 1970, p. 11 (adaptado).  O texto aponta para uma tese amplamente aceita pelos filósofos na Modernidade. Podemos tomar como característica desta tese a noção de que 
  16. 16. UNICENTRO 2011
    As principais escolas filosóficas, na Grécia Antiga, a partir do século III a.C., são o estoicismo e o epicurismo, que buscavam a realização moral do indivíduo, e, como quase todas as escolas da Antiguidade, concebem que o homem deve buscar a sabedoria e a felicidade.   O principio da ética epicurista está relacionado com a
  17. 17. UFLA 2014
    “Segundo Aristóteles, a filosofia, espanto admirativo, é contemplação ou saber teórico, especulação ou saber especulativo. O espanto admirativo desperta nosso desejo natural de conhecer e é para nós causa de prazer, pois todo desejo busca o prazer. A filosofia é desejo de conhecer e prazer no conhecimento.” Fonte: CHAUÍ, M. Introdução à História da Filosofia: Dos Pré-Socráticos a Aristóteles, vol. 1. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 329. (Adaptado)   Segundo o texto, a filosofia é algo agradável para o ser humano. Apesar de dizer respeito ao prazer, a filosofia representa a busca humana pelo conhecimento, e, por isso, ela se caracteriza principalmente pelo uso da seguinte faculdade:
  18. 18. UNICENTRO 2012
    A alternativa que corresponde à periodização do tempo histórico da Filosofia antiga grega é a
  19. 19. UNICENTRO 2016
    O helenismo, nome que identifica a fusão da cultura grega com a cultura oriental, contribuiu para a formação de novas doutrinas filosóficas, que foram adotadas pela cultura ocidental, como o ceticismo. Essa doutrina
  20. 20. UFMA 2009
    “Embora esses dogmas pertençam à religião, os utopianos pensam que a razão pode induzir, por si mesma, a crer neles e aceitá-los. Não hesitam em declarar que, na ausência desses princípios, fora preciso ser estúpido para não procurar o prazer por todos os meios possíveis, criminosos ou legítimos. A virtude consistiria, então, em escolher, entre duas volúpias, a mais deliciosa, a mais picante; e em fugir dos prazeres que se seguissem dores mais vivas do que o gozo que tivessem proporcionado” (MORE, Thomas. A utopia. Trad. Luís de Andrade, São Paulo: Nova Cultural, 1988. Col. Os Pensadores)   A questão sobre a natureza da felicidade humana e a possibilidade de sua realização é uma das principais questões estudadas pela filosofia grega antiga, sendo discutida no interior de uma ética e relacionada a noções de virtude e de justiça. Sabe-se que uma das características principais do humanismo, presente no pensamento renascentista, é justamente a releitura dos filósofos antigos, buscando integrá-los à concepção cristã de vida. A concepção ética do povo utopiano, descrita na obra A utopia, de Thomas More pode ser considerada, em suas linhas gerais, uma revalorização de que corrente filosófica grega?
  21. 21. UNICENTRO 2014
    Tendo como referência as diversas concepções éticas, relacione o conceito central da moralidade, na coluna superior, com o nome do filósofo que a concebeu, na coluna inferior.   (I) Felicidade como autorrealização. (II) Cumprimento do dever. (III) Aptidão para a solução pacífica dos conflitos. (IV) Felicidade como prazer.   (A) Aristóteles. (B) Epicuro. (C) Kant. (D) Habermas.   Assinale a alternativa que contém a associação correta.
  22. 22. UNICENTRO 2010
    Sobre o conceito de ética, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s)   I. Para Aristóteles, as ações humanas não são como as operações naturais. Na natureza cada ser segue necessariamente as exigências impostas por sua matéria e por sua forma, ou seja, o acidente é secundário. Em relação às ações humanas dá-se exatamente o contrário, nelas o acidente predomina, pois embora o homem possua vontade e poder de escolher a ação que deseja realizar, ele também se engana e pode não alcançar aquilo que almejou. II. A ética epicurista é basicamente um hedonismo. O motor e a meta da vida humana são identificados ao prazer. Prazer, mas prazer com medida e senso de limite. O hedonismo epicurista alia prazer e serenidade. III. A primeira e mais importante idéia geral do estoicismo é a exaltação da natureza, daí o primeiro princípio da ética estóica: todos devem viver em conformidade com a natureza. Nisto resume-se a virtude. Pautar a vida segundo as prescrições da natureza significa, para os estóicos, servir ao interesse geral da coletividade, antes que seu próprio. IV. O pensamento ético-teológico de São Tomás de Aquino afasta-se inteiramente do aristotelismo. O primeiro e inabalável postulado do sistema tomista é o de que o homem não foi dotado pelo Criador da capacidade de separar a verdade do erro, por isso o juízo ético está absolutamente ligado aos sentimentos e emoções.
  23. 23. UNIMONTES 2013
    Para Epicuro (341 – 270 a.C), a morte nada significa porque ela não existe para os vivos, e os mortos não estão mais aqui para explicá-la. De fato, quando pensamos em nossa própria morte, podemos nos imaginar mortos, mas não sabemos o que é a experiência do morrer. Epicuro lamenta que
  24. 24. UNIOESTE 2011
    Considerando-se as primeiras linhas das Meditações sobre a filosofia primeira de René Descartes: “Há já algum tempo dei-me conta de que, desde meus primeiros anos, recebera muitas falsas opiniões por verdadeiras e de que aquilo que depois eu fundei sobre princípios tão mal assegurados devia ser apenas muito duvidoso e incerto; de modo que era preciso tentar seriamente, uma vez em minha vida, desfazer-me de todas as opiniões que recebera até então em minha crença e começar tudo novamente desde os fundamentos, se eu quisesse estabelecer alguma coisa de firme e de constante nas ciências. (...) Agora, pois, que meu espírito está livre de todas as preocupações e que obtive um repouso seguro numa solidão tranquila, aplicar-me-ei seriamente e com liberdade a destruir em geral todas as minhas antigas opiniões” é correto afirmar sobre a teoria do conhecimento cartesiana que
  25. 25. UNICENTRO 2013
    Leia o texto a seguir. Se a tradição filosófica inglesa gera o Empirismo de Bacon, outra concepção de mundo, igualmente calcada na razão mas sob outra ótica, vai se desenvolver nos primórdios da Modernidade: o racionalismo de René Descartes. Já ao início de seu Discurso do Método, Descartes deixa transparecer uma nova atitude frente à existência e à pretensão de conhecimento que o ser humano tem no que tange a elas. (HANSEN, G. L. Modernidade, utopia e trabalho. Londrina: Edições CEFIL, 1999. p.44.) Com base no texto e em relação ao racionalismo cartesiano, considere as afirmativas a seguir. I. Enaltece o conhecimento proveniente da razão independente da experiência. II. Destaca a capacidade da racionalidade humana e a subjetividade autônoma. III. Exalta as emanações divinas como condição necessária do conhecimento. IV. Aceita a dúvida como condição metodológica para se chegar à certeza. Assinale a alternativa correta.
  26. 26. UFSJ 2011
    Sobre o ceticismo, é CORRETO afirmar que 
  27. 27. UNB 2013
    Ora, entre os antigos, normas de vida e exercícios espirituais formavam a essência da “filosofia”, não da religião, e a religião estava mais ou menos separada das ideias sobre a morte e o além. Havia seitas, que eram filosóficas, pois a filosofia era a matéria de seitas que propunham convicções e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um indivíduo se tornava estoico ou epicurista e se conformava mais ou menos a suas convicções. Paul Veyne. O Império Romano In: Philippe Ariès e Georges Duby. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 201 (com adaptações).     Das informações do texto depreende-se que o saber filosófico
  28. 28. UEMA 2009
    Estabeleça a associação entre as possibilidades do conhecimento (COLUNA I) e a(s) sua(s) característica(s) (COLUNA II).   COLUNA I (1) Dogmatismo (2) Ceticismo (3) Criticismo (4) Pragmatismo   COLUNA II ( ) Caracteriza-se pela atitude de conhecimento que consiste em acreditar estar de posse da certeza ou da verdade antes de fazer a crítica da faculdade de conhecer. ( ) Posição epistemológica segundo a qual o espírito humano nada pode conhecer com certeza; conclui pela suspensão do juízo e pela incerteza permanente. ( ) Caracteriza-se por afirmar que não é possível conhecer as coisas tais como são em si, apenas podemos conhecer os fenômenos, aquilo que aparece. ( ) Posição epistemológica que afirma que o intelecto é dado ao homem não para investigar e conhecer a verdade, mas sim para orientar-se na realidade.   Marque a opção que contempla a seqüência CORRETA das associações de cima para baixo.  
  29. 29. UNB 2013
    Ora, entre os antigos, normas de vida e exercícios espirituais formavam a essência da “filosofia”, não da religião, e a religião estava mais ou menos separada das ideias sobre a morte e o além. Havia seitas, que eram filosóficas, pois a filosofia era a matéria de seitas que propunham convicções e normas de vida a quem elas pudessem interessar; um indivíduo se tornava estoico ou epicurista e se conformava mais ou menos a suas convicções. Paul Veyne. O Império Romano In: Philippe Ariès e Georges Duby. História da vida privada: do Império Romano ao ano mil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010 p. 201 (com adaptações).     Com relação ao assunto tratado no texto acima, assinale a opção correta.
  30. 30. UFSJ 2006
    "Suponho, portanto, que todas as coisas que vejo são falsas; persuado-me de que jamais existiu de tudo quanto minha memória referta de mentiras me representa; penso não possuir nenhum sentido; creio que o corpo, a figura, a extensão, o movimento e o lugar são apenas ficções de meu espírito. O que poderá, pois, ser considerado verdadeiro?". (DESCARTES, R. Meditação Segunda. In. Meditações. São Paulo: Abril Cultural, 1979, p. 91 (Coleção Pensadores)). Considerando o trecho acima, Descartes
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