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G1 - CPS 2006

Leia o texto e o relacione com a "Cena de Carnaval" pintada por Debret.

 O Carnaval brasileiro foi, até meados do século dezenove, o Entrudo "brutal e alegre" introduzido pelos colonizadores portugueses. Durante os seus festejos, as pessoas atiravam, umas nas outras, água, farinha, fuligem, molhando famílias e ruas inteiras, em plena batalha. Criados carregavam latas para suprimento dos patrões empenhados nessa guerra. Na época em que o pintor francês Debret esteve no Brasil (de 1816 a 1830), durante o entrudo usavam-se as seringas d'água, o polvilho branco para atirar ou esfregar nas pessoas e outras formas mais doces de brincar, como as batalhas de "limões-de-cheiro", privilégio das classes dominantes. Esses limões eram feitos de cera, no formato da fruta, cheios de água perfumada, e preparados pelas escravas para seus proprietários - ou para uso da sua própria família ou para comercializá-los.

        (Adaptado de Jean Baptiste Debret, "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil", publicado na França em 1839)

Dentre as afirmações feitas a seguir, assinale aquelas que podem ser observadas na cena de Carnaval que Debret pintou:

 

I - A escrava que segura a cesta de alimentos para o abastecimento da casa de seu proprietário está fantasiada de baiana.

II - Dentro do armazém, uma escrava, com a face recoberta pelo polvilho, prepara-se para atirar um limão, provavelmente em quem a recobriu.

III - Não se vê indício da utilização de outro recurso para a brincadeira além dos limões-de-cheiro e do polvilho.

IV - Alguns limões-de-cheiro, pertencentes aos senhores brancos e usados às escondidas, proporcionavam aos escravos alguns momentos de diversão.

 

Pode-se constatar na cena somente

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