Exercícios de A Família Real Portuguesa no Brasil

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  1. 1. G1 - IFSC 2015
    Em 1806, o Imperador francês Napoleão Bonaparte anunciou o Bloqueio Continental à Inglaterra, estabelecendo que nenhum país europeu poderia comercializar com os ingleses. O  rei de Portugal, pressionado pela onda liberal da Revolução Francesa e apoiado pela Inglaterra, fugiu para a colônia portuguesa, na América, para esperar a situação se normalizar. Com relação à presença da Família Real portuguesa no Brasil e CORRETO afirmar que:
  2. 2. UNESP 2011
    Artigo 5.° - O comercio de mercadorias inglesas é proibido, e qualquer mercadoria pertencente à Inglaterra, ou proveniente de suas fábricas e de suas colônias é declarada boa presa. (...) Artigo 7.° - Nenhuma embarcação vinda diretamente da Inglaterra ou das colônias inglesas, ou lá tendo estado, desde a publicação do presente decreto, será recebida em porto algum. Artigo 8.° - Qualquer embarcação que, por meio de uma declaração, transgredir a disposição acima, será apresada e o navio e sua carga serão confiscados como se fossem propriedade inglesa. (Excerto do Bloqueio Continental, Napoleão Bonaparte. Citado por Kátia M. de Queirós Mattoso. Textos e documentos para o estudo da história contemporânea (1789-1963), 1977.) Esses artigos do Bloqueio Continental, decretado pelo Imperador da França em 1806, permitem notar a disposição francesa de
  3. 3. CESGRANRIO 2002
    "As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta, as palavras 'Superfino de Londres' saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, louça de barro, mas, acima de tudo, ferragens de Birminghan, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil, além de sedas, crepes e outros artigos da China.” (GRAHAM, Mary. 'Diário de Uma Viagem ao Brasil', in Campos, Raymundo. História do Brasil. São Paulo: Atual, 1991, 2a ed. p 98.) Esta descrição das lojas do Rio de Janeiro, feita por uma inglesa que estava no Brasil em 1821 , justifica-se historicamente pelo(a):
  4. 4. UECE 2010
    Leia o fragmento a seguir atentamente "Em seguida, veio a mãe de D. João, em seus 73 anos, a rainha Maria l. Dizem que quando a carruagem corria para as docas, ela teria gritado: não vá tão depressa, pensarão que estamos fugindo. Ao chegar ao porto, ela teria se recusado a descer..." WILCKEN, Patrick. Império a deriva: a corte portuguesa no Rio de Janeiro (1808- 1821). Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 44-46. O episódio narrado acima está relacionado com a
  5. 5. ENEM 2010
    Eu, o Príncipe Regente, faço saber aos que o presente Alvará virem: que desejando promover e adiantar a riqueza nacional, e sendo um dos mananciais dela as manufaturas e a indústria, sou servido abolir e revogar toda e qualquer proibição que haja a este respeito no Estado do Brasil. Alvará de liberdade para as indústrias (1° de Abril de 1808). In: Bonavides, P.; Amaral, R. Textos políticos da História do Brasil. Vol. 1. Brasília: Senado Federal, 2002 (adaptado). O projeto industrializante de D. João, conforme expresso no alvará, não se concretizou. Que características desse período explicam esse fato?
  6. 6. PUC-CAMP 2004
    " 'A 3 de setembro de 1825, partimos do Rio de Janeiro. Um vento fresco ajudou-nos a vencer, em 24 horas, a travessia de 70 léguas, até Santos, e isto significou dupla vantagem, porque a embarcação conduzia, também, 65 negros novos, infeccionados por sarna da cabeça aos pés'. Assim começa o mais vivo, completo e bem documentado relato da famosa Expedição de Langsdorff, que na sua derradeira e longa etapa, entre 1825 e 1829, percorreu o vasto e ainda bravio interior do Brasil, por via terrestre e fluvial - do Tietê ao Amazonas. Seu autor é um jovem francês de 21 anos, Hércules Florence, no cargo de desenhista topográfico. Encantado com as maravilhas das terras brasileiras e com seu povo hospitaleiro, Hércules Florence permaneceu aqui, ao término da expedição, escolhendo a então Vila de São Carlos, como Campinas foi conhecida até 1842, para viver o resto de sua vida. Florence morreu em 27 de março de 1879 (...)." (Revista: Scientific American Brasil, n. 7, São Paulo: Ediouro, 2002. p. 60) Muitos franceses, principalmente professores, cientistas, arquitetos, escultores e pintores vieram ao Brasil no século XIX a partir da instalação da Corte portuguesa no Rio de Janeiro. Pode-se explicar a presença desses franceses no país com o argumento de que
  7. 7. ENEM 2014
    A transferência da corte trouxe para a América portuguesa a família real e o governo da Metrópole. Trouxe também, e sobretudo, boa parte do aparato administrativo português. Personalidades diversas e funcionários régios continuaram embarcando para o Brasil atrás da corte, dos seus empregos e dos seus parentes após o ano de 1808. NOVAIS, F. A.; ALENCASTRO, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1997. Os fatos apresentados se relacionam ao processo de independência da América portuguesa por terem:
  8. 8. FUVEST 2012
    Fui a terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como celeiros e armazéns não diferentes do que chamamos na Inglaterra de armazéns italianos, de secos e molhados, mas, em geral, os ingleses aqui vendem suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou franceses. (...) As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, louça de barro, mas, acima de tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil. Maria Graham. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo, Edusp, 1990, p. 230 (publicado originalmente em 1824). Adaptado. Esse trecho do diário da inglesa Maria Graham refere-se à sua estada no Rio de Janeiro em 1822 e foi escrito em 21 de janeiro deste mesmo ano. Essas anotações mostram alguns efeitos
  9. 9. MACKENZIE 1996
    A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil beneficiou:
  10. 10. UEL 2007
    A transferência da Corte de D. João VI para a colônia portuguesa teve apoio do governo britânico, uma vez que:
  11. 11. ENEM PPL 2013
    A vinda da família real deslocou definitivamente o eixo da vida administrativa da Colônia para o Rio de Janeiro, mudando também a fisionomia da cidade. A presença da Corte implicava uma alteração do acanhado cenário urbano da Colônia, mas a marca do absolutismo acompanharia a alteração. FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995 (fragmento). As transformações ocorridas na cidade do Rio de Janeiro em decorrência da presença da Corte estavam limitadas à superfície das estruturas sociais porque
  12. 12. UNIMONTES 2009
    A abertura dos portos brasileiros, em 1808, produziu, entre outros efeitos, o/a
  13. 13. UNAMA 2013
    Os primeiros atos da regência Joanina no Brasil resultaram do movimento – definido pelas guerras napoleônicas – destacando-se a abertura dos portos às nações amigas (em 28 de janeiro de 1808) que quebrou o fim de monopólio comercial característico da condição de colônia. (NEVES, Lucia Bastos Pereira das. A vida política. In SILVA, Alberto da Costa e (org.) Crise colonial e independência (1808-1830) Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, p.78).   O ato acima descrito trouxe para Portugal continental um (a)
  14. 14. UFV 2011
    Leia o texto abaixo:   Vários historiadores têm procurado entender a originalidade da monarquia brasileira vinculando-a à chegada da família real ao Brasil em 1808. De fato, é no mínimo inusitado pensar numa colônia sediando a capital de um império. Chamada por Maria Odila Leite da Silva Dias de a “internalização da metrópole”, a instalação no Brasil da corte portuguesa, que fugia das tropas napoleônicas, significou não apenas um acidente fortuito, mas antes um momento angular da história nacional e de um processo singular de emancipação. (SCHWARCZ, Lilia Moritz. Nasce um império nos trópicos. In: As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 35.)   Sobre o processo de “internalização da metrópole” e a construção do Estado Nacional, é INCORRETO afirmar que:
  15. 15. UFLA 2013
    “O Marechal Junot, da Infantaria francesa, entrou em Lisboa junto com a chuva. Uma chuva fina, matinal, que agulhava os ossos. A corte tinha de fugir, conforme o combinado com a Inglaterra. [...] E D. João? Corria que já embarcara. [...] Agora é a vez da rainha-mãe. [...] Achavam que a coitada não percebia nada. A chuva, contudo, acordou-lhe a razão. Começou a berrar. – Não corram tanto! Acreditarão que estamos fugindo. Por que fugir sem ter combatido?” Fonte: SANTOS, Joel Rufino dos. História do Brasil. SP: Marco Editorial. 1979. p. 77. (Adaptado).   O texto acima trata de um episódio importante no processo de independência do Brasil: a fuga da corte portuguesa. Sobre esse episódio, é CORRETO afirmar:
  16. 16. UNICENTRO 2009
    A independência do Brasil foi um processo lento, maturado no início do século XIX, até a ruptura política com Portugal. Para esse processo, concorreu
  17. 17. UNICENTRO 2015
    A presença da Corte portuguesa no Brasil, entre 1808 e 1821, no âmbito político-econômico, provocou
  18. 18. UFG 2008
    “Não corram tanto ou pensarão que estamos fugindo! “ REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL. Rio de Janeiro, ano 1, n. 1, jul. 2005, p. 24.   "Preferindo abandonar a Europa, D. João procedeu com exato conhecimento de si mesmo. Sabendo-se incapaz de heroísmo, escolheu a solução pacífica de encabeçar o êxodo e procurar no morno torpor dos trópicos a tranquilidade ou o ócio para que nasceu." MONTEIRO, Tobias. História do Império: a elaboração da Independência. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1981. p. 55. [Adaptado].   O embarque da família real para o Brasil, em 1807, deu origem a contraditórias narrativas. A primeira frase, atribuída à rainha D. Maria I, tornou-se popular, passando a constituir uma versão narrativa ainda vigorosa. Nos anos de 1920, os estudos sobre a Independência refizeram o percurso do embarque, assegurando uma interpretação republicana sobre esse acontecimento, tal como exemplificado no segundo trecho, do jornalista e historiador Tobias Monteiro.   Pode-se inferir que essa versão narrativa em torno do embarque pretendia
  19. 19. PUC-SP
    21 de janeiro de 1822 – Fui à terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como seleiros e armazéns, de secos e molhados; mas, em geral, os ingleses aqui vendem as suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou franceses. Quanto a alfaiates, penso que há mais ingleses do que franceses, mas poucos de uns e outros. Há padarias de ambas as nações (...). As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, (...), mas, acima de tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil, além de sedas, crepes e outros artigos da China. Mas qualquer cousa comprada a retalho numa loja inglesa ou francesa é, geralmente falando, muito cara. ( GRAHAM, Maria. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo: Edusp, 1990).   O texto acima, de Maria Graham, uma inglesa que esteve no Brasil em 1821, remete-nos a um contexto que engloba:
  20. 20. UNESP 2013
    Leia o texto para responder à questão.     Com a vinda da Corte, pela primeira vez, desde o início da colonização, configuravam-se nos trópicos portugueses preocupações próprias de uma colônia de povoamento e não apenas de exploração ou feitoria comercial, pois que no Rio teriam que viver e, para sobreviver, explorar “os enormes recursos naturais” e as potencialidades do Império nascente, tendo em vista o fomento do bem-estar da própria população local. (Maria Odila Leite da Silva Dias. A interiorização da metrópole e outros estudos, 2005.)     A vinda da Corte portuguesa para o Brasil, ocorrida em 1808 e citada no texto, foi provocada, sobretudo
  21. 21. UECE 1996
    Com a vinda da família Real portuguesa para o Brasil (1808), muitas mudanças se verificaram na estrutura da capital, Rio de Janeiro. Sobre estes melhoramentos, pode-se afirmar corretamente que:
  22. 22. UNIPAM 2011
    “Entre os séculos 17 e 18, podemos observar que algumas revoltas foram fruto da incompatibilidade de interesses existentes entre os colonos e os portugueses. Algumas vezes, a situação de conflito não motivou uma ruptura radical com a ordem vigente, mas apenas a manifestação por simples reformas que se adequassem melhor aos interesses locais.” (FIGUEIREDO, Luciano. Rebeliões no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005). Todas as rebeliões apresentadas abaixo correspondem a episódios localizados e limitados a contestar aspectos específicos da colonização. Assinale a alternativa que contém o único movimento que colocou em xeque o sistema colonial português.
  23. 23. ENEM PPL 2014
    TEXTO I O príncipe D. João VI podia ter decidido ficar em Portugal. Nesse caso, o Brasil com certeza não existiria. A Colônia se fragmentaria, como se fragmentou a parte espanhola da América. Teríamos, em vez do Brasil de hoje, cinco ou seis países distintos. José Murilo de Carvalho TEXTO II Há no Brasil uma insistência em reforçar o lugar-comum segundo o qual foi D. João VI o responsável pela unidade do país. Isso não é verdade. A unidade do Brasil foi construída ao longo do tempo e é, antes de tudo, uma fabricação da Coroa. A ideia de que era preciso fortalecer um Império com os territórios de Portugal e Brasil começou já no século XVIII. Evaldo Cabral de MeIlo. 1808 – O primeiro ano do resto de nossas vidas. Folha de S. Paulo, 25 nov. 2007(adaptado).   Em 2008, foi comemorado o bicentenário da chegada da família real portuguesa ao Brasil. Nos textos, dois importantes historiadores brasileiros se posicionam diante de um dos possíveis legados desse episódio para a história do país. O legado discutido e um argumento que sustenta a diferença do primeiro ponto de vista para o segundo estão associados, respectivamente, em:
  24. 24. UNB
    No tocante às transformações verificadas no Brasil durante a crise do sistema colonial, julgue os itens seguintes.    (1) As críticas ao absolutismo feitas na Europa assumiram, no Brasil, o sentido de críticas ao sistema colonial. (2) Em princípio, a Coroa funcionava como mediadora dos conflitos entre seus súditos, como no caso das divergências entre os produtores no Brasil e os comerciantes de Portugal. (3) Chegando ao Brasil, uma das primeiras medidas tomadas por D. João foi a abertura dos portos brasileiros ao comércio direto estrangeiro. (4) A invasão francesa na Península Ibérica e a transferência da corte portuguesa para o Brasil pouco modificaram as relações entre metrópole e colônia.  
  25. 25. PUC-RJ 2008
    Sobre as transformações político-sociais e econômicas ocorridas durante a permanência da Corte portuguesa no Brasil (1808-1821), estão corretas as afirmações abaixo, À EXCEÇÃO DE:  
  26. 26. UNIMONTES 2011
    Em 1808, chega ao Rio de Janeiro a família real portuguesa, iniciando-se um processo de mudanças que vai culminar com a separação do Brasil do domínio português. O chamado “período Joanino” (1808-1821) assinala uma série de eventos que contribuíram para a superação da dominação colonial metropolitana. Apesar das mudanças promovidas, D. João VI também enfrentou movimentos de contestação a suas políticas. Pode ser considerada uma reação, ocorrida no Brasil, à política joanina:
  27. 27. UNIFENAS 2017
    Em março de 1817, um grupo de revolucionários assumiu o poder na província, declarando-a uma república separada do Brasil. Foi o conflito interno mais grave ocorrido durante a permanência da Família Real portuguesa no Brasil. O movimento tinha forte inspiração republicana e separatista. Três meses depois tropas portuguesas reprimiram o movimento e os principais líderes foram fuzilados. (Eduardo Bueno, Brasil Uma História, Leya, SP, 2012, p. 157). Assinale a alternativa que indica o nome do movimento ao qual o texto faz referência. 
  28. 28. FEI
    O ato de D. João VI, proclamando a abertura dos portos do Brasil, na verdade garantia direitos preferenciais ao comércio inglês, que:
  29. 29. UPE 2014
    A instalação do aparelho de Estado português no Rio, proclamando a intenção de fundar um grande Império Luso-brasileiro que recuperasse a posição de Portugal no sistema de equilíbrio europeu, deu seguramente inflexão imprevista à emancipação da América Portuguesa. (MELLO, Evaldo Cabral de. A outra independência: O federalismo pernambucano de 1817 a 1824. São Paulo: Editora 34, 2004, p. 27.)   Sobre a realidade apresentada no texto, assinale a alternativa CORRETA.
  30. 30. Espcex (Aman) 2015
    No início do século XIX, Napoleão Bonaparte ordenou a ocupação de Portugal, motivando com isso a fuga da família real portuguesa para o Brasil. Esse evento desencadeou primeiramente a(o)
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