Exercícios de Absolutismo

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  1. 1. UNIFESP 2009
    "O fim último, causa final e desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o dominio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela misera condição de guerra que é a consequência necessária (conforme se mostrou) das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visivel capaz de os manter em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis de natureza.” (Thomas Hobbes (1588-1679). 'Leviatã'. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1979.) "O principe não precisa ser piedoso, fiel, humano, integro e religioso, bastando que aparente possuir tais qualidades (...). O principe não deve se desviar do bem, mas deve estar sempre pronto a fazer o mal, se necessário." (Nicolau Maquiavel (1469-1527). 'O Príncipe'. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1986.) Os dois fragmentos ilustram visões diferentes do Estado moderno. É possivel afirmar que:
  2. 2. UNIOESTE 2012
    "Três razões fazem ver que este governo é o melhor. A primeira, é que é o mais natural e se perpetua por si próprio... A segunda razão... é que esse governo é o que interessa mais na conservação do Estado e dos poderes que o constituem: o principe, que trabalha para o seu Estado, trabalha para os seus filhos... A terceira razão tira-se da dignidade das casas reais... O trono real não é trono de um homem, mas o trono de Deus... O rei vê mais longe e de mais alto... e deve-se obedecer-se-lhe sem murmura, pois o murmúrio é uma disposição para sedição". BOSSUET, Jaques-Benigne. Política Tirada da Sagrada Escritura. In: FREITAS, Gustavo de. 900 Textos e Documentos de História. Lisboa, Plátano Editora, s/d. p.201. No trecho acima, Bossuet justificou uma forma de organização do Estado europeu na Idade Moderna, em relação a qual é correto afirmar que
  3. 3. UEMG 2013
    O Absolutismo como forma de governo esteve presente na península Ibérica, na França e na Inglaterra, tendo impactado e influenciado as maiores economias de seu tempo. Seus pensadores mais conhecidos e suas teorias foram:
  4. 4. UEPB 2014
    A frase no quadro abaixo teria sido dita por Luís XIV e muitojá se discutiu se o "Rei-Sol" francês a teria realmente pronunciado, em que pese ela simbolizar o espírito do absolutismo, em que a glória do rei e o bem do Estado eram princípios inseparáveis. Analise as assertivas abaixo: I. O reinado de Luís XIV durou mais de 50 anos, fundado no absolutismo monárquico. O rei controlava a política e os assuntos do Estado, a economia, a sociedade e até mesmo o modo da nobreza se vestir. Ele incentivava as artes, pois as considerava, também, assunto de Estado. II. O poder absoluto e a centralização administrativa eram objetivos de Luís XIV. EIe fez o Estado francês se tomar ateu e Iaico. A ideia era acabar com a influência que a Igreja Católica tinha no meio da nobreza para que o rei não tivesse que perder fatias de seu próprio poder. III. Luís XIV seguia a tradição da dinastia capetiana adepta da ideia do "rei que faz alguma coisa" (para não dizer do rei que faz tudo!). Após a coroação, ele anunciou que comandaria o Estado por si mesmo e que solicitaria a opinião de seus ministros apenas quando julgasse necessário. IV. Luís XIV fez uma reorganização administrativa, econômica, política e militar e se dedicou a coisas como a fortiflcação das regiões fronteiriças, o fortalecimento da marinha de guerra, a criação de academias e a elaboração do primeiro mapa da França. A construção do Palácio de Versalhes, uma vitrine cultural, científica e política da França, foi por ele acompanhada de perto. Assinale a alternativa correta:
  5. 5. FGV 2014
    O paradoxo aparente do absolutismo na Europa ocidental era que ele representava fundamentalmente um aparelho de proteção da propriedade dos privilégios aristocráticos, embora, ao mesmo tempo, os meios pelos quais tal proteção era concedida pudessem assegurar simultaneamente os interesses básicos das classes mercantis e manufatureiras nascentes. Essencialmente, o absolutismo era apenas isto: um aparelho de dominação feudal recolocado e reforçado, destinado a sujeitar as massas camponesas à sua posição tradicional. Nunca foi um árbitro entre a aristocracia e a burguesia, e menos ainda um instrumento da burguesia nascente contra a aristocracia: ele era a nova carapaça política de uma nobreza atemorizada. (Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista. p. 18 e 39. Adaptado) Segundo Perry Anderson, o Estado absolutista
  6. 6. FGV 1996
    Acerca do Absolutismo na Inglaterra, NÃO é possível afirmar que:
  7. 7. ESPM 2014
    A França no século XVI viveu mergulhada em uma instabilidade que envolvia aspecfitos políticos e religiosos, como foi exemplo o infame massacre da Noite de São Bartolofimeu, em 1572. Com a intenção de pacificar o país, o rei Henrique IV promulgou o Edito de Nantes pelo qual:
  8. 8. UFAL 1999
    Algumas das principais características do reinado de Luis XIV, o Rei Sol, foram:
  9. 9. ENEM 2012
    Charge anônima. BURKE, P. A fabricação do rei. Rio de Janeiro: Zahar, 1994. (Foto: Enem) Na França, o rei Luís XIV teve sua imagem fabricada por um conjunto de estratégias que visavam sedimentar uma determinada noção de soberania. Neste sentido, a charge apresentada demonstra
  10. 10. MACKENZIE 1997
    O Rei Henrique VIII, aclamado defensor da fé pela Igreja Católica, rompeu com o Papa Clemente VII em 1534, por
  11. 11. Espcex (Aman) 2015
    O absolutismo desenvolveu-se no ocidente europeu durante a Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), favorecido, principalmente, pela(o)(s):
  12. 12. PUC-CAMPINAS
    Leia o texto de um clássico da teoria política. "Daqui nasce um dilema: é melhor ser amado que temido, ou o inverso? Respondo que seria preferível ser ambas as coisas, mas, como é muito difícil conciliá-las, parece-me muito mais seguro ser temido do que amado, se só se puder ser uma delas." No texto estão explícitas algumas ideias presentes no período de formação do Estado Moderno. O autor escreve numa região convulsionada por crises políticas, ameaças externas e ausência de unidade nacional. O autor, a obra, o país e o tipo de Estado, que o mesmo defendia, são, respectivamente:
  13. 13. UFF 2010
    De acordo com o filósofo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), em seu estado natural, os seres humanos são livres, competem e lutam entre si. Mas como têm em geral a mesma força, o conflito se perpetua através das gerações, criando um ambiente de tensão e medo permanentes. Para Hobbes, criar uma sociedade submetida à lei e na qual os seres humanos vivam em paz e deixem de guerrear entre si, pressupõe que todos os homens renunciem a sua liberdade original e deleguem a um só deles (o soberano) o poder completo e inquestionável. A modalidade de governo que desempenhou importante papel na Filosofia Política Moderna e que é associada à teoria política de Hobbes é a/o:
  14. 14. UFRN 2004
    E como disse ter sido necessário, para que conhecesse a virtude de Moisés, que o povo de Israel estivesse escravizado no Egito; [...] - assim, presentemente, querendo-se conhecer o valor de um príncipe italiano, seria necessário que a Itália chegasse ao ponto em que se encontra agora. Que estivesse mais escravizada do que os hebreus, mais oprimida do que os persas, mais desunida que os atenienses, sem chefe, sem ordem, batida, espoliada, lacerada, invadida, e que houvesse, enfim, suportado toda sorte de calamidades. [...] Assim, tendo ficado como sem vida, espera a Itália aquele que lhe possa curar as feridas e ponha fim ao saque da Lombardia, aos tributos do reino de Nápoles e da Toscana, e que cure as suas chagas já há muito apodrecidas.[...] Vê-se, ainda, que se acha pronta e disposta a seguir uma bandeira, uma vez que haja quem a levante. MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p. 107-108. Considerando o fragmento acima e o momento histórico dessa obra, é possível inferir que Maquiavel  
  15. 15. PUC-RJ 1998
    No que se refere às singularidades da sociedade francesa do chamado Antigo Regime, são corretas as afirmações abaixo, com EXCEÇÃO de:
  16. 16. UNAERP 1996
    A política externa de Luís XIV, o Rei Sol, teve como principal característica:
  17. 17. PUC-MG 1999
    Oriundo da crise do feudalismo, o Estado Absolutista representou a organização política dominante na sociedade europeia entre os séculos XV e XVIII, podendo ser caracterizado pela:
  18. 18. UNIRIO 1999
    "Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada"  (BANDEIRA, Manoel. "Vou-me embora pra Pasárgada". In: VOU-ME EMBORA PRA PASÁRGADA E OUTROS POEMAS. Rio de Janeiro, Ediouro, 1997.)   O reino imaginário de Pasárgada e os privilégios dos amigos do rei podem ser comparados à situação da nobreza europeia com a formação das Monarquias Nacionais Modernas. A razão fundamental do apoio que esta nobreza forneceu ao rei, no intuito de manter-se "amiga" do mesmo, conservando inúmeras regalias, pode ser explicada pela (o):
  19. 19. PUC-PR 1997
    As Guerras Civis Religiosas do século XVI na França favoreceram o fortalecimento do poder absoluto dos monarcas da dinastia Bourbon, que reinaram do século XVI ao XVIII e parte do XIX. Assinale a única alternativa errada no que se refere ao absolutismo real na França:
  20. 20. MACKENZIE 1999
    “... herdara uma nação dividida pelos conflitos religiosos, sociais (Frondas) e externos (Guerra dos Trinta Anos). Seu reinado submeteu a nobreza, recolhendo-a ao seu grandioso Palácio, onde se desenvolveram paralelamente o Barroco e o Classicismo..." (Cláudio Vicentino - adaptado)   O fragmento de texto relaciona-se:
  21. 21. MACKENZIE 1997
    O florentino Nicolau Maquiavel (1469 - 1527) rompeu com a religiosidade medieval, estabelecendo nítida distinção entre a moral individual e a moral pública. Em seu livro "O Príncipe" preconizava que:
  22. 22. FAAP 1996
    Principalmente a partir do século XVI vários autores passam a desenvolver teorias, justificando o poder real. São os legistas que, através de doutrinas leigas ou religiosas, tentam legalizar o Absolutismo. Um deles é Maquiavel: afirma que a obrigação suprema do governante é manter o poder e a segurança do país que governa. Para isso deve usar de todos os meios disponíveis, pois que "os fins justificam os meios." Professou suas ideias na famosa obra:
  23. 23. CESGRANRIO 1990
    A frase de Luiz XIV, "L'Etat c'est moi" (O Estado sou eu), como definição da natureza do absolutismo monárquico, significava:
  24. 24. PUC-SP 1997
    "O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele vê melhor..."  (Jacques Bossuet.)   Essas afirmações de Bossuet referem-se ao contexto:
  25. 25. UFMG 2010
    Considerando-se as características do Antigo Regime, é  INCORRETO afirmar que
  26. 26. UFMG 2003
    "Há, porém, duas maneiras de tornar-se príncipe o homem comum, as quais não podem ser inteiramente atribuídas ou à sorte ou ao merecimento, e não me parece que deva deixá-las de lado, embora de uma delas se possa mais extensamente falar no lugar em que se discorrer sobre as repúblicas. São elas: quando, por qualquer forma criminosa ou nefanda, se ascende ao principado; e quando, mediante o favor dos seus concidadãos, torna-se alguém príncipe de sua pátria."    As ideias contidas nesse trecho, influentes no processo de formação dos Estados nacionais na Europa Ocidental,  podem ser associadas a
  27. 27. UFMG 1997
    Todas as alternativas apresentam fatores que caracterizaram os Estados Nacionais formados a partir do século XV, EXCETO:
  28. 28. UNESP 1993
    O início da Época Moderna está ligado a um processo geral de transformações humanística, artística, cultural e política. A concentração do poder promoveu um tipo de Estado. Para alguns pensadores da época, que procuraram fundamentar o Absolutismo:
  29. 29. CESGRANRIO
    Assinale a opção que expressa corretamente uma prática dos Estados Modernos Absolutos europeus nos séculos XV - XVIII:
  30. 30. FEI
    A famosa frase atribuída a Luis XIV: "O Estado sou eu", define:
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