Exercícios de Baixa Idade Média - Monarquias Nacionais

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  1. 1. PUCPR 2010
    A peste negra matou mais da metade da população europeia em meados do século XIV. Causada pela bactéria Yersinia pestis, a doença representou uma ameaça às áreas mais pobres e infestadas de ratos. A partir do contexto das adversidades vividas na Europa desse período, marque a alternativa CORRETA:
  2. 2. FUVEST 1999
    A peste, a fome e a guerra constituíram os elementos mais visíveis e terríveis do que se conhece como a crise do século XIV. Como consequência dessa crise, ocorrida na Baixa Idade Média,
  3. 3. UFRN 2003
    Em 1215, os grandes senhores feudais da Inglaterra impuseram ao rei João a assinatura da Magna Carta, na qual o obrigavam a reconhecer os antigos direitos da nobreza. Em um dos seus trechos, o rei João admitia que         ...para melhor pacificação da Nossa disputa com os barões, [...] Ihes concedemos a garantia seguinte: os Barões que elejam, entre seus pares no Reino, vinte e cinco, segundo a sua vontade, e estes vinte e cinco devem cumprir a paz e as liberdades que Nós lhes concedemos e confirmamos pelo documento presente... FRISCHAUER, Paul. Está escrito: documentos que assinalaram épocas. São Paulo: Melhoramentos, 1972. p. 199. A Magna Carta, apesar de ser um estatuto jurídico tipicamente feudal, posteriormente veio a se tornar importante documento para garantir liberdades a todas as categorias sociais, na medida em que:
  4. 4. MACKENZIE 1996
    Sobre a Carta Magna inglesa de 1215,é correto afirmar que:
  5. 5. PUCMG 2004
    O estabelecimento do Estado nacional moderno no ocidente europeu, durante a transição feudaI/capitalista, foi profundamente marcado pelo advento de monarquia absoluta e caracterizava-se, EXCETO:
  6. 6. FGV 1995
    A Europa ocidental no século XIV sofreu transformações, que decorreram, entre outros fatores, no plano político, da:
  7. 7. UEL 2009
    [...] O rei fora um aliado forte das cidades na luta contra os senhores. Tudo o que reduzisse a força dos barões fortalecia o poder real. Em recompensa pela sua ajuda, os cidadão estavam prontos a auxiliá-Io com empréstimos em dinheiro. Isso era importante, porque com o dinheiro o rei podia dispensar a ajuda militar de seus vassalos. Podia contratar e pagar um exército pronto, sempre a seu serviço, sem depender da lealdade de um senhor. Seria também um exército melhor, porque tinha uma única ocupação: lutar. Os soldados feudais não tinham preparo, nem organização regular que lhes permitisse atuar em conjunto, com harmonia. Por isso, um exército pago para combater, bem treinado e disciplinado, e sempre pronto quando dele se necessitava, constituía um grande avanço. (HUBERMAN, L. "História da riqueza do homem". Rio de Janeiro: Zahar, 1977. p. 80 81.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, é correto afirmar. I A organização de exércitos sob o comando do rei contribui para o processo de formação dos Estados Nacionais. II A decadência da burguesia possibilitou o fortalecimento do poder real e a constituição dos Estados Nacionais europeus. III A teoria política do período sacralizou a figura do monarca, já que afirmava serem os reis escolhidos por Deus para exercer o governo. IV Com os Estados Nacionais constituídos, a Igreja continuou a ocupar um espaço importante dentro dos reinados, baseada na autoridade suprema do Papa. Assinale a alternativa correta:
  8. 8. UFV 2000
    Na transição do feudalismo ao capitalismo, algumas précondições históricas e um conjunto de fatores se fizeram necessários. Das alternativas abaixo, assinale a que expressa o fator que NÃO esteve presente na desagregação do sistema feudal e na consequente constituição do sistema capitalista:
  9. 9. UNESP 2004
    A respeito da formação das Monarquias Nacionais europeias na passagem da Idade Média para a Época Moderna, é correto afirmar que:
  10. 10. UNESP 1994
    No Século XIII, os barões ingleses, contando com o apoio de alguns mercadores e religiosos, sublevaram-se contra as pesadas taxas e outros abusos. O rei João Sem Terra acabou aceitando as exigências dos vassalos sublevados e assinou a Magna Carta. Pode-se afirmar que o documento apresenta importante legado do Mundo Medieval porque:
  11. 11. UNIRIO
    O Absolutismo monárquico manifestou-se de formas variadas, entre os séculos XVI e XVIII na Europa, através de um conjunto de práticas e doutrinas político-econômicas que fundamentavam a atuação do Estado Nacional Absoluto. Dentre essas práticas e doutrinas, pode-se identificar a  
  12. 12. PUC-SP 1999
    O fim último, causa final e desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o domínio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual os vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com uma vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela miséria condição de guerra que é a conseqüência necessária (conforme se mostrou) das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis de natureza (...) (Hobbes, T. "Das causas, geração e definição de um Estado". In: Leviatã. São Paulo: Abril Cultural, 2. ed.,1979, p. 103.) Considerando o fragmento anterior, pode-se dizer que Thomas Hobbes, pensador inglês do séc.XVII, defende a noção de que  
  13. 13. FGV-RJ 2015
    Da mesma forma que a Terra Santa, ainda que com identidade menor, a Península Ibérica possibilitava a reunião das ideias de paz (luta no exterior da Cristandade), de Guerra Santa (engrandecimento da Igreja em terra anteriormente cristã) e de peregrinação (corpo santo apostólico em Santiago de Compostela). A Reconquista revelou-se especialmente atraente, o que é significativo, para o centro-sul francês (...) cujos cavaleiros foram os mais constantes participantes ultramontanos da luta antimoura na Península. FRANCO JÚNIOR, Hilário. Peregrinos, monges e guerreiros. Feudo-clericalismo e religiosidade em Castela Medieval. São Paulo: Hucitec, 1990, p. 161.   Sobre a Reconquista Ibérica, é correto afirmar que se trata de
  14. 14. UNICAMP 2014
    À medida que as maneiras se refinam, tornam-se distintivas de uma superioridade: não é por acaso que o exemplo parece vir de cima e, logo, é retomado pelas camadas médias da sociedade, desejosas de ascender socialmente. É exibindo os gestos prestigiosos que os burgueses adquirem estatuto nobre. O ser de um homem se confunde com a sua aparência. Quem age como nobre é nobre. (Adaptado de Renato Janine Ribeiro, A Etiqueta no Antigo Regime. São Paulo: Editora Moderna, 1998, p. 12.)   O texto faz referência à prática da etiqueta na França do século XVIII. Sobre o tema, é correto afirmar que:
  15. 15. UFU 2014
    Entre os anos de 1789 e 1801, as autoridades de Lisboa viram-se diante de problemas sem precedentes. De várias regiões da sua colônia americana chegavam notícias de desafeição ao Trono, o que era sobremaneira grave. A preocupante novidade residia no fato de que os objetos das manifestações de desagrado, frequentes desde os primeiros séculos da colonização, deslocavam-se, nitidamente, de aspectos particulares de ações do governo para o plano mais geral da organização do Estado. O que se percebe, agora, nos transbordamentos da fronteira da legalidade estrita, é que a própria forma de organização do poder se torna o alvo das críticas, e a sua substituição por outra afirma-se como o objetivo que move os homens. JANCSÓ, István. “A sedução da liberdade: cotidiano e contestação política no final do século XVIII” In: SOUZA, Laura de Mello e. História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p.388-389, (adaptado)   Ao analisar os eventos ocorridos na América portuguesa no final do século XVIII, os historiadores buscam integrá-los ao quadro geral de transformações pelas quais passava o Império luso. Assim as “desafeições ao Trono”
  16. 16. MACKENZIE 2015
    Como a maioria dos estudiosos rigorosos, não considero a ‘nação’ como uma entidade social originária ou imutável. A ‘nação’ pertence exclusivamente a um período particular e historicamente recente. (...) Por essa razão as nações são, do meu ponto de vista, fenômenos duais, construídos essencialmente pelo alto, mas que, no entanto, não podem ser compreendidas sem ser analisadas de baixo, ou seja, em termos de suposições, esperanças, necessidades, aspirações e interesses das pessoas comuns, as quais não são necessariamente nacionais e menos ainda nacionalistas. Eric J. Hobsbawm. Nações e nacionalismo desde 1780. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002, pp.19-20     Na visão do autor, o conceito de “nação”
  17. 17. MACKENZIE 2014
    Thomas Hobbes, em sua obra Leviatã, discute a origem da autoridade do soberano, negando sua origem divina, contrapondo a ideia de que o soberano nasce da vontade dos homens. Essa forma de governo que marcou a Idade Moderna foi
  18. 18. PUC-RJ 2016
    Durante o século XVII, a Europa Ocidental presenciou mudanças políticas importantes na forma de organização dos Estados. A centralização política do século XVI deu lugar à política absolutista.     Assinale a alternativa que define a política absolutista do século XVII de modo CORRETO.
  19. 19. PUC-RJ 2016
    O nacionalismo, como ideia, teve vários significados ao longo de sua história. Sobre sua trajetória no século XIX, é CORRETO afirmar que:
  20. 20. UEL 2016
    A organização do mundo medieval, concebida como harmônica, foi rompida no decorrer dos séculos X ao XV por um complexo processo histórico constituído por transformações e criações que mudaram a Europa Ocidental.   Em relação à criação das monarquias ibéricas nesse contexto, considere as afirmativas a seguir.   I. A nobreza portuguesa lutou de forma unificada contra o reino de Castela pela independência de Portugal, apoiando-se no retorno do Rei Dom Sebastião I.   II. A reconquista da região ibérica, no século XIII, teve início com o Papa Urbano VII ao conceder o reino de Navarra a Dom Afonso Henrique.   III. A reconquista espanhola equilibrou-se em uma centralização política, mas sem atingir uma unificação cultural pelas diversas identidades de seus habitantes.   IV. Em Portugal, a Revolução de Avis, composta majoritariamente pelas camadas burguesas, fortaleceu a unificação política do reino.     Assinale a alternativa correta.
  21. 21. UNESP 2009
    (...) O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve-se acreditar que ele vê melhor, e deve obedecer-se-lhe sem murmurar, pois o murmúrio é uma disposição para a sedição. (Jacques-Bénigne Bossuet (1627-1704), Política tirada da Sagrada Escritura.apud Gustavo de Freitas, 900 textos e documentos de História)   Com base no texto, assinale a alternativa correta.
  22. 22. PUC-PR 2015
    O Estado Absoluto da Idade Moderna apresentou um caráter ambíguo, refletindo o sentido de transição do período. De um lado, foi um “Estado feudal transformado” com a burocracia administrativa, formada em grande parte pelos senhores feudais, que mantinham valores e privilégios seculares; de outro, um dinâmico agente mercantil, unificando mercados, eliminando barreiras internas que entravavam o comércio, uniformizando moedas, pesos e leis, além de empreender conquistas de novos mercados. Entretanto, nascido da aliança do rei com a burguesia na Baixa Idade Média, da necessidade socioeconômica e da política da época, acabou se tornando parasitário e aristocrático, necessitando cada vez mais de uma crescente tributação. Em fins da Idade Moderna, o poderio e o esplendor dos reis absolutistas opunham-se ao empreendimento burguês, à lucratividade e à capitalização em curso, levando ao processo das revoluções burguesas que, ao derrubar os monarcas absolutistas, inaugurariam o mundo contemporâneo. Com base no exposto, assinale a alternativa que caracteriza o Estado Absolutista em suas instituições políticas e econômicas.
  23. 23. PUC-RJ 2015
    Thomas Mun (1571-1641) foi um mercador inglês, sócio e alto funcionário da Companhia das Índias Orientais. Em um escrito de 1630, avaliou as políticas econômicas dos reinos europeus e sugeriu meios para gerar riqueza.   “Em todos os lugares assim que se vê transportar dinheiro para fora do país, escutam-se os lamentos daqueles que gritam que dinheiro perdido é razão de miséria e ruína. (...) Eu não creio que haja quem queira ou possa me contradizer quando afirmo que, não tendo nós minas, não temos outro modo de obter dinheiro a não ser o de traficar naqueles países que as têm. Ora, pode-se traficar de três maneiras nestes países: ou levando nossas mercadorias para trocá-las por aquelas que não possuímos; ou vendê-las por pelo menos uma parte em dinheiro vivo; ou levando conosco dinheiro, para comprá-las, de modo que transportando-as alhures e vendendo-as, possamos obter algum dinheiro. A primeira não nos dá dinheiro. A segunda gera bem pouco dinheiro, pois são poucas as nações que querem comprar as nossas mercadorias pagando à vista. De modo que apenas na terceira maneira de traficar, podemos esperar obter muitos ganhos.” Traduzido e adaptado de Thomas Mun. England’s Treasure by Forraign Trade. (1664). New York, Macmillan & Co. 1895, p. 65.   Sobre os pressupostos mercantilistas utilizados pelo autor para defender as suas posições em matéria econômica, é correto afirmar que:
  24. 24. UFRGS 2016
    Em relação à história da Europa moderna, assinale a alternativa correta.
  25. 25. UFF 2010
    A DESCOBERTA DA AMÉRICA E A BARBÁRIE DOS CIVILIZADOS – A conquista da América pelos europeus foi uma tragédia sangrenta. A ferro e fogo! Era a divisa dos cristianizadores. Mataram à vontade, destruíram tudo e levaram todo ouro que havia. Outro espanhol, de nome Pizarro, fez no Peru coisa idêntica com os incas, um povo de civilização muito adiantada que lá existia. Pizarro chegou e disse ao imperador inca que o papa havia dado aquele país aos espanhóis e ele viera tomar conta. O imperador inca, que não sabia quem era o papa, ficou de boca aberta, e muito naturalmente não se submeteu. Então Pizarro, bem armado de canhões conquistou e saqueou o Peru.       – Mas que diferença há, vovó, entre estes homens e aquele Átila ou aquele Gengis-Cã que marchou para o ocidente com os terríveis tártaros, matando, arrasando e saqueando tudo?         – A diferença única é que a história é escrita pelos ocidentais e por isso torcida a nosso favor. Vem daí considerarmos como feras aos tártaros de Gengis-Cã e como heróis com monumentos em toda parte, aos célebres “conquistadores” brancos. A verdade, porém, manda dizer que tanto uns como outros nunca passaram de monstros feitos da mesmíssima massa, na mesmíssima forma. Gengis-Cã construiu pirâmides enormes com cabeças cortadas aos prisioneiros. Vasco da Gama encontrou na Índia vários navios árabes carregados de arroz, aprisionou-os, cortou as orelhas e as mãos de oitocentos homens da equipagem e depois queimou os pobres mutilados dentro dos seus navios. Monteiro Lobato, História do mundo para crianças. Capítulo LX   O texto de Monteiro Lobato expressa a dificuldade de definirmos quem é civilizado e quem é bárbaro. Mas isso à parte, pensando a atuação europeia nos séculos XVI e XVII nas áreas americanas, um número razoável dessas visões equivocadas justificou o avanço espanhol e a destruição dos astecas, maias e incas explicados por:  
  26. 26. UFU 2007
    Relacione o poema abaixo ao contexto histórico europeu dos séculos XVII e XVIII e assinale a alternativa correta. O SILÊNCIO DE PASCAL “O silêncio desses espaços infinitos me apavora” Os pensamentos estraçalhados de Pascal São a crise de uma consciência excepcional No limiar de uma nova era O místico Pascal Contempla o céu estrelado Numa vã espera de vozes O céu calou-se Estamos sós no infinito Deus nos abandonou “Daquela estrela à outra A noite se encarcera Em turbinosa vazia desmesura Daquela solidão de estrela” (Leopardi via Haroldo de Campos) Nenhum UFO No close contact of the third kind [nenhum contato imediato de terceiro grau] A solidão “cósmica” de Pascal É o pendant do vazio De sua classe social Cuja hegemonia está para terminar Os germes da revolução francesa Que vai derrubar a nobreza E colocar a burguesia no poder Já estão no ar Pascal ouve nos céus O tremendo silêncio. Paulo Leminski. O silêncio de Pascal. Apud: ARANHA, M. L. A. & MARTINS, M. H. P. Filosofando. São Paulo: Editora Moderna, 1986. p. 140.  
  27. 27. UFT 2014
    “O Mercantilismo resulta numa exaltação do espírito de empresa e trabalho criador. Realiza assim, em relação aos ideais pregados pela cultura medieval, uma verdadeira subversão das hierarquias e dos valores. É levado a lutar contra os preconceitos nobiliários, a ociosidade, o gosto da função pública, mantido pela venalidade e hereditariedade dos ofícios”. FONTE: DEYON, Pierre. O Mercantilismo. SP: Perspectiva, 1992, p. 54.   O Mercantilismo tinha como princípio básico:
  28. 28. UNEMAT 2006
    Assinale a alternativa que define “Absolutismo”-sistema político típico da Idade Moderna.
  29. 29. UNEMAT 2006
    Pode-se classificar a sociedade da Europa Ocidental (França e Inglaterra) às vésperas da Revolução Francesa de 1789 de:
  30. 30. UNEMAT 2007
    Leia, analiticamente, as recomendações do conselheiro P. W. von Hornick para o enriquecimento do reino austríaco no século XVII.   “[...] ouro e prata, uma vez no país, sejam estes provenientes das minas do país ou obtidos de países estrangeiros por meio de indústria, não devem em caso algum [...] ser levados embora, nem tampouco deve ser permitido que sejam enterrados em cofres ou caixas fortes; mas devem ficar perpetuamente em circulação.   [...] os habitantes do país deveriam fazer todo esforço de limitar os seus luxos aos produtos domésticos [do país] e [...] dispensar os produtos estrangeiros o quanto possível”. Apud Carvalho, Delgado D. História documental moderna, conteporânea. Rio Janeiro.Record, 1976, p.102.   Estas orientações referem-se a uma doutrina econômica administrativa da Era Moderna. Assinale a alternativa CORRETA.
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