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  1. 31

    UNICENTRO 2012

    “Faça amor, não faça guerra”.   A expressão, popularizada nos anos 1960, revela

  2. 32

    UFJF 2014

    Leia o texto a seguir.   Em 25 de abril de 1974, desabrochava, em Portugal, a Revolução dos Cravos, ação liderada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) e que depôs o regime do Estado Novo, criado por Antônio Salazar, em 1933. Com a adesão em massa da população, a resistência do regime, enfraquecido militarmente, foi praticamente nula. A população distribuiu cravos vermelhos aos soldados, que os colocaram nos canos de seus fuzis, transformando a flor no símbolo da Revolução de 25 de abril, como também é chamada. Disponível em:  . Acesso em: 6 set. 2014.   Esse movimento marcou o fim da ditadura e

  3. 33

    UNICENTRO 2009

    No processo de independência da Índia, destacou-se a figura de Mahatma Gandhi, que defendia a

  4. 34

    UFT 2014

    "Permanecerá para sempre como uma mancha que não será apagada da história da humanidade o mero fato de que o crime do Apartheid ocorreu. Sem dúvida, as gerações futuras perguntarão: 'Que erro se cometeu para que esse sistema pudesse vigorar depois de ter sido aprovada a Declaração Universal dos Direitos Humanos? Permanecerá para sempre como uma acusação e um desafio a todos os homens e mulheres o fato de que demoramos tanto tempo para bater o pé e dizer 'já basta'". Fonte: MANDELA, Nelson. Discurso ante o Comitê Especial das Nações Unidas contra o Apartheid, 22 de junho de 1990.   Nelson Mandela foi o principal líder negro que lutou contra a política do Apartheid na África do Sul. Um dos principais fatores que determinaram a extinção daquele regime foi a

  5. 35

    UNICAMP 2011

    Para muitos norte-americanos, Vietnã é o nome de uma guerra, não de um país. Os vietnamitas parecem figuras sombrias, sem nome nem rosto, vítimas desamparadas ou agressores cruéis. A história começa apenas quando os Estados Unidos entram em cena.  (Adaptado de Marvin E. Gettleman et. alli (Ed.), Vietnam and America: a documented history. New York: Grove Press, 1995, p. xiii.) Esse desconhecimento dos norte-americanos quanto a seus adversários na Guerra do Vietnã pode ser relacionado ao fato de os norte-americanos 

  6. 36

    UESC 2011

    Vários grupos étnicos compõem a população de 1 bilhão de habitantes da África. Mesmo dentro das duas grandes regiões, a diversidade de povos é grande. Na África Setentrional, predominam os grupos — mediterrâneos brancos — caucasoide e semita, principalmente. Ao sul do Saara, a população negra compreende vários povos — os pigmeus nas selvas equatoriais, os coisans nos desertos e planaltos meridionais, os sudaneses das savanas e os bantos da África Central são os mais numerosos.   Do ponto de vista religioso, o islamismo (predominante no norte) tem o maior número de seguidores no continente, representando 45% da população. O cristianismo (majoritário no Sul) é praticado por cerca de 35% dos africanos. Uma das nações cristãs mais antigas do mundo, a Etiópia, é um destacado representante da religião do continente. A África ainda conta com muitos adeptos entre as inúmeras religiões nativas da população.   A variedade linguística também espelha a heterogeneidade africana. Entre as mais de 2 mil línguas faladas na África, estão os dialetos locais, de raiz africana, que convivem com os idiomas introduzidos pelos colonizadores europeus: inglês, francês e português são os mais comuns. VIDAS Secas. Atualidades e Vestibular+ENEM. São Paulo: Abril, 1. sem. 2010. África.     A África, nos dias atuais, é uma das regiões mais pobres do planeta e enfrenta desafios que se formaram ao longo de séculos de dominação e exploração, a exemplo

  7. 37

    UERJ 1999

    "Quase todos os dias temos a possibilidade de ler um longo artigo sobre a "nova África" e sua habilidade para "jogar novo sangue nas artérias do comércio há muito bloqueadas pela esclerose da corrupção", sem uma só menção aos aspectos sociais da questão. (...) Sabemos, entretanto, que a realidade é menos rósea, que é possível falar de pelo menos duas Áfricas (a pobre e menos pobre) e que a potência da imagem nos lembra quase todo dia que nem tudo que reluz é ouro." ("Jornal do Brasil", 11/10/98)   Apesar da apregoada "renascença africana", os conflitos continuam denominando o panorama daquele continente, que assistiu, em 1996, a confrontos em 14 dos seus 53 países. Essa violência marcante pode ser explicada por motivos que remontam ao processo de colonização europeia no século XIX.   Um desses motivos é:

  8. 38

    FGV 2013

    Não é absurdo pensar que o único tipo de transgressão que o governo nunca previu foi a negação deliberada e prática de sua autoridade [...]. Sob um governo que prende qualquer homem injustamente, o único lugar digno para um homem justo é também a prisão. THOREAU, H. “Desobedecendo”. A desobediência civil e outros ensaios. Trad., Rio de Janeiro: Rocco, 1984, p. 36 e 38.   Henry Thoreau foi um ativista estadunidense do século XIX que influenciou, com suas ideias, diversos movimentos políticos posteriores. Entre eles, podemos identificar

  9. 39

    PUC-RJ 1999

    As alternativas abaixo relacionam características importantes dos países asiáticos e africanos que alcançaram suas independências após a Segunda Guerra Mundial, com EXCEÇÃO de uma:

  10. 40

    PUC-SP 2008

    O século XX já foi definido como um século de guerras e revoluções. Sobre elas, pode-se afirmar que a

  11. 41

    UFMG

    Entre 1961 e 1973, um total de 57.939 norte-americanos morreram no conflito da Indochina, a mais longa e custosa guerra externa na história dos Estados Unidos. A Força Aérea dos EUA jogou sobre o Vietnã uma tonelagem de bombas mais de três vezes superior ao que foi jogado na Alemanha durante a Segunda Guerra. KEYLOR, William R. The twentieth-century world; an international history. New York: Oxford University Press, 1996. p. 375. Considerando-se a Guerra do Vietnã, é CORRETO afirmar que:

  12. 42

    PUC-RS 2008

    Em 1963, fundou-se, em Adis-Abeba, a Organização para a Unidade Africana (OUA), com o objetivo de defender a soberania de seus membros e de auxiliar na completa erradicação do colonialismo na África, logo após o reconhecimento da independência de 17 ex-colônias da França e da Inglaterra. Ficou de fora da OUA, devido a seu regime político, então racista,

  13. 43

    UNICAMP 2011

    Para muitos norte-americanos, Vietnã é o nome de uma guerra, não de um país. Os vietnamitas parecem figuras sombrias, sem nome nem rosto, vítimas desamparadas ou agressores cruéis. A história começa apenas quando os Estados Unidos entram em cena. (Adaptado de Marvin E. Gettleman et. alli (Ed.), Vietnam and America: a documented history. New York: Grove Press, 1995, p. xiii.)   Esse desconhecimento dos norte-americanos quanto a seus adversários na Guerra do Vietnã pode ser relacionado ao fato de os norte-americanos

  14. 44

    UNIMONTES 2009

    O Quênia, país do leste africano que enfrenta uma crise política nos dias atuais, permaneceu como colônia inglesa até 1963. O seu processo de descolonização foi marcado, entre outros elementos, pela

  15. 45

    FUVEST 2001

    Gandhi (1869-1948) conseguiu mobilizar milhões de indianos na luta para tornar o país independente da dominação britânica, recorrendo ao

  16. 46

    UNEMAT 2010

    “[...] Este governo, que começou seu mandato em maio deste ano, identificou cinco principais prioridades para os próximos cinco anos. Elas incluem: criação de trabalho decente, assegurando que toda criança tenha acesso à educação de alto nível, garantindo a todos os sul-africanos acesso a cuidados de saúde de qualidade e a preços acessíveis, o desenvolvimento de nossas áreas rurais, garantindo a segurança alimentar e acelerando a reforma agrária; e, combate ao crime e à corrupção.” (Trecho do pronunciamento do Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, no dia 08/05/2009 em São Paulo - Brasil. www.africadosul.org.br acessado em 12/05/2010).   Considerando o texto acima e a experiência do Apartheid (segregação entre brancos e negros), vivida pela sociedade sul-africana entre os anos de 1948 e 1990, pode-se concluir.

  17. 47

    ENEM PPL 2009

    A Guerra do Vietnã, polêmico e violento conflito armado da segunda metade do século XX, envolveu as guerrilhas do Vietnã do Sul e o governo comunista do Vietnã do Norte. O conflito atingiu maiores proporções com a participação dos Estados Unidos da América (EUA) ao lado das tropas do Vietnã do Sul. Entretanto, foi também uma guerra com imagens, que divulgavam, amplamente e de forma crua, o sofrimento da população civil — crianças com os corpos queimados por napalm, mulheres violentadas, velhos feridos — e de jovens soldados americanos mutilados ou mortos e ensacados. Considerando-se o fato histórico descrito, é possível inferir que 

  18. 48

    UFRGS 2014

    Considere as afirmações abaixo, sobre o regime do apartheid , vigente na África do Sul entre 1948 e 1994.  I - Foi estabelecido em 1948, pelo Partido Nacional, vinculado aos brancos descendentes de holandeses, e teve por característica principal a rígida segregação racial entre brancos e negros. II - Teve como principal força de oposição o Congresso Nacional Africano (CNA), liderado por Nelson Mandela, considerado culpado de traição pelo regime em 1963 e, por isso, preso até 1991.  III - Ocupou e transformou Angola em um protetorado, durante a guerra civil naquele país.    Quais estão corretas?

  19. 49

    MILTON CAMPOS 2012

    Leia o texto.   “As diferentes formas de imperialismo e de colonização se sobrepõem e se interpenetram. O mesmo ocorre com os chamados fenômenos de descolonização e de independência dos povos que se libertaram. Em sua maioria, eles se emanciparam entre 1945 e 1965.” (FERRO, Marc. História das Colonizações: das conquistas às independências - séculos XIII a XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.38.)   As formas de emancipação no período citado se “sobrepõem e se interpenetram”, pois

  20. 50

    UFF 2011

    Ao se referir à sociedade da então colônia portuguesa Guiné Bissau, o historiador Armando Castro afirmou:   “As autoridades coloniais utilizam, para os castigos corporais, a palmatória, o chicote e a vergasta. Nas transações, os brancos praticam correntemente o roubo: roubo nos preços, nas quantidades, nas qualidades. Vai-se, nesta sociedade colonialista, até o desprezo total pela vida dos africanos. Morrem no trabalho de abate das árvores, na recolha do coconote e nos trabalhos públicos ou afogam-se nos pântanos, quando se fazem as secagens, etc. Há alguns anos, dezenas de trabalhadores africanos encontraram a morte nos trabalhos dos pântanos de Bissau. A mulher africana é vítima de numerosos crimes: violações, prostituição, etc.” CASTRO, A. O Sistema Colonial Português em África (meados do século XX). 2ª ed. Lisboa: Caminho, 1980, p. 366.   O texto acima mostra as consequências do processo de colonização. Ao se juntarem as duas pontas, colonização e descolonização, pode-se afirmar sobre a descolonização que

  21. 51

    UNB 2013

    Para grande parte da Europa continental e da Ásia, o século XX foi um tempo de guerra praticamente contínuo: guerra continental, guerra colonial, guerra civil. A guerra, no século passado, significou ocupação, deslocamentos, privação, destruição e assassinato em massa. Os países derrotados nas guerras frequentemente perderam população, território, segurança e independência. Até os países que emergiram formalmente vitoriosos passaram por experiências similares e costumam lembrar-se da guerra praticamente tanto quanto os vencidos. E surgiram, com frequência surpreendente, países que ganharam a guerra, mas “perderam a paz”. Os Estados Unidos da América (EUA) escaparam de tudo isso. Os norte-americanos viveram o século XX sob uma luz muito mais favorável. Tony Judt. Reflexões sobre um século esquecido (1901-2000). Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 18-9 (com adaptações).     Tendo o texto como referência inicial e considerando aspectos marcantes da História mundial contemporânea, assinale a opção correta.

  22. 52

    UFF 2003

    O imperialismo foi marcado por variadas formas de opressão, com o objetivo de facilitar a introdução de valores europeus, entendidos como superiores. Os diversos processos de independência tornaram-se herdeiros de uma história de desconfiança e menosprezo entre os povos submetidos, revelando - ao menos em parte - as estratégias bem sucedidas dos dominadores. Nesse sentido, os recentes conflitos envolvendo a Índia e o Paquistão são, hoje, a face mais visível de uma luta intensificada quando da Independência dos dois países, em 1947. Identifique a opção que se refere, incorretamente, à problemática mencionada acima.

  23. 53

    PUC-SP 2016

    “No primeiro quartel do século XX, o intercâmbio entre africanos e negros da diáspora ocorreu de diversas formas. De um lado, por meio do retorno de afrodescendentes, principalmente da América do Norte, para a Libéria, mas também das Antilhas e Brasil para diversas regiões da África. De outro, através da saída de jovens pertencentes à elite africana para ingressar nas universidades dos Estados Unidos e da Europa.” Regina Claro. Olhar a África. Fontes visuais para a sala de aula. São Paulo: Hedra, 2012, p. 151.     O impacto do fenômeno apresentado no texto manifestou-se, entre outros fatores, no

  24. 54

    UFPEL 2007

    "A primeira coisa, portanto, é dizer-vos a vós mesmos: 'Não aceitarei mais o papel de escravo. Não obedecerei às ordens como tais, mas desobedecerei quando estiverem em conflito com minha consciência'. O assim chamado patrão poderá surrar-vos e tentar forçarvos a servi-lo. Direis: 'Não, não vos servirei por vosso dinheiro ou sob ameaça'. Isso poderá implicar sofrimentos. Vossa prontidão em sofrer acenderá a tocha da liberdade, que não pode jamais ser apagada." PAZZINATO, Alceu L. e SENISE, Maria Helena V. História Moderna e Contemporânea, São Paulo: Ática, 2002.   O texto caracteriza a política de Desobediência Civil defendida por:

  25. 55

    UFRGS 2014

    A África começou a ser mais intensamente explorada pelas nações europeias nos fins do século XIX, por liderança do Rei Leopoldo II, da Bélgica, em busca dos produtos da floresta tropical. Ao sul, metais nobres e diamantes motivaram a forte presença da colonização inglesa, que se arrastou por quase todo o século XX.     O texto acima diz respeito

  26. 56

    UNIR 2011

    No ano de 2010, a África do Sul organizou a Copa do Mundo de Futebol, oportunidade para o país demonstrar ao mundo que o processo de superação do Apartheid encontra-se bastante avançado. Sobre o regime de segregação racial que marcou a sociedade sul-africana entre os anos de 1948 e 1994, assinale a afirmativa correta.

  27. 57

    UEFS 2015

    Por sua vez, o gigantesco Império Britânico começou a se desfazer em 1947, com a retirada dos ingleses do subcontinente indiano. Formaram-se no território dois Estados independentes, divididos por fatores étnicos e religiosos: a Índia, povoada essencialmente por hindus, e o Paquistão, de população basicamente muçulmana. Este último dividiu-se, e, em 1970, sua porção oriental formou a República de Bangladesh. (BRAICK: MOTA, 2010, p. 122).   O texto, que fala sobre o Império Britânico, e os conhecimentos sobre a desagregação do Império Romano permitem colocar como ponto de semelhança entre os dois fatos históricos, entre outros,

  28. 58

    UFSCAR 2002

    No processo de luta pela independência da Índia do domínio britânico, Mahatma Gandhi preconizava a libertação através da desobediência civil e da revolução pacífica. Isto significava

  29. 59

    UNICENTRO 2006

    Sobre o continente africano, considere as afirmativas a seguir. I. Apresenta importantes disparidades em suas realidades sociais, políticas e econômicas, além de uma diversificação relevante em sua constituição físico-natural. II. A chamada África Branca, assim denominada pela alvura de seus areais, estende-se do deserto do Saara à África do Sul. III. Em virtude do baixo custo da mão-de-obra, emerge como o segundo continente em atração de investimentos, perdendo apenas para a Ásia. IV. É severamente penalizado por conflitos internos, ainda que o processo de descolonização tenha sido deflagrado no século XX.   Estão corretas apenas as afirmativas:

  30. 60

    FUVEST 2011

    África vive (...) prisioneira de um passado inventado por outros. Mia Couto, Um retrato sem moldura, In: HERNANDEZ, Leila, A África na sala de aula. São Paulo: Selo Negro, p.11, 2005. A frase se justifica porque

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