Exercícios de Independência da América Espanhola

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  1. 1. UNESP 2014
    Sobre as lutas pela independência na América Hispânica, é correto afirmar que 
  2. 2. ACAFE 2014
    Sobre o processo de descolonização da América espanhola e o seu contexto, analise as afirmações a seguir. I. Com a liderança dos chapetones, os cabildos declararam sua autonomia em relação à Espanha. II. O contexto das guerras napoleônicas contribuiu para a revolta criolla contra a metrópole. III. A independência dos Estados Unidos da América estimulou os movimentos emancipatórios da América espanhola, influenciados pela ideologia iluminista. lV. Influenciado pelo movimento de independência de 1822 no Brasil, os países emergentes da América espanhola, em sua maioria, adotaram a monarquia hereditária. V. A Santa Aliança, com a liderança da Espanha, enviou navios de combate numa tentativa de impedir os movimentos de emancipação na bacia do Rio da Prata. Todas as afirmações corretas estão em: 
  3. 3. UNESP 2013
    Leia. É uma ideia grandiosa pretender formar de todo o Novo Mundo uma única nação com um único vínculo que ligue as partes entre si e com o todo. Já que tem uma só origem, uma só língua, mesmos costumes e uma só religião, deveria, por conseguinte, ter um só governo que confederasse os diferentes Estados que haverão de se formar; mas tal não é possível, porque climas remotos, situações diversas, interesses opostos e caracteres dessemelhantes dividem a América. (Simón Bolívar. Carta da Jamaica [06.09.1815]. Simón Bolívar: política, 1983.) O texto foi escrito durante as lutas de independência na América Hispânica. Podemos dizer que, 
  4. 4. UFRGS 2015
    Leia o segmento abaixo. Nenhum dos grupos em disputa pelo poder pretendia modificar a estrutura econômica e social herdada da colônia. Assim, os novos países permaneceram predominantemente agrários, com base no latifúndio; mantiveram as relações produtivas pré-capitalistas, inclusive com o crescimento do trabalho compulsório (servil, semisservil e escravo). WASSERMAN, Claudia. História Contemporânea da América Latina, 1900-1930. Porto Alegre: Editora da Universidade, 1992. p. 9-10. O segmento faz referência a um contexto histórico da América Latina. Assinale a alternativa que representa esse contexto. 
  5. 5. UNESP 2015
    Era o fim. O general Simón José Antonio de La Santísima Trinidad Bolívar y Palacios ia embora para sempre. Tinha arrebatado ao domínio espanhol um império cinco vezes mais vasto que as Europas, tinha comandado vinte anos de guerras para mantê-lo livre e unido, e o tinha governado com pulso firme até a semana anterior, mas na hora da partida não levava sequer o consolo de acreditarem nele. O único que teve bastante lucidez para saber que na realidade ia embora, e para onde ia, foi o diplomata inglês, que escreveu num relatório oficial a seu governo: “O tempo que lhe resta mal dá para chegar ao túmulo.” MÁRQUEZ, Gabriel García. O general em seu labirinto, 1989. O perfil de Simón Bolívar, apresentado no texto, acentua alguns de seus principais feitos, mas deve ser relativizado, uma vez que Bolívar 
  6. 6. UEL 2009
    Baseado nos conhecimentos sobre a formação dos Estados Nacionais americanos, assinale a alternativa correta: 
  7. 7. UFRGS 1996
    Que elementos caracterizam a formação histórica dos Estados latino-americanos? 
  8. 8. FGV-RJ 2010
    A primeira tentativa de emancipação das antigas colônias espanholas na América foi liderada pelo padre Miguel Hidalgo em 1810. Tal movimentação acabou também combatida por grande parte das elites criollas do Vice-reino da Nova Espanha (México e Guatemala) porque: 
  9. 9. UFMG 1997
    Todas as alternativas apresentam características do caudilhismo, EXCETO 
  10. 10. UECE 2016
    O Congresso Nacional de Lima, a capital do Peru, situa-se na Praça Bolívar. A principal praça de Bogotá, capital da Colômbia, tem o mesmo nome: Praça Bolívar. A Bolívia recebeu este nome para homenagear Simon Bolívar. Sobre Simón Bolívar, pode-se afirmar corretamente que  
  11. 11. UEFS 2015
    O programa de Morelos (México, 1813) Que a América seja independente da Espanha e de toda outra Nação, Governo ou Monarquia. Que a Religião Católica seja a única, sem tolerância de outra. Que a soberania emane imediatamente do Povo, que só admite depositá-la em seus representantes, dividindo-se os poderes em Legislativo, Executivo e Judiciário [...] Que as leis gerais compreendam a todos, sem exceção de corpos privilegiados. Que a escravidão seja proscrita para sempre, e o mesmo para a distinção de castas, ficando todos iguais. VAINFAS, 2010, p. 63.   A análise do texto e os conhecimentos sobre a independência das colônias espanholas da América permitem estabelecer como uma das diferenças entre a proposta do México e o que foi firmado no Brasil
  12. 12. UNEMAT 2009
    Nas primeiras três décadas do século XIX, a independência da maior parte das ex-colônias espanholas estava consolidada.   Sobre este processo é correto afirmar .
  13. 13. UNIMONTES 2011
    Leia o parágrafo abaixo. “O caudilhismo representou, em certos casos, a defesa das estruturas socioeconômicas tradicionais, como também o artesanato e a indústria incipiente, contra as elites burguesas que atuavam na exportação de matérias-primas, constituindo a típica burguesia compradora.” (OLIVIERI, Mabel. In: BOBBIO, Norberto. Dicionário de política. Brasília: Universidade de Brasília, 1993, p. 157.) Pode-se considerar que os caudilhos foram
  14. 14. UEL 2008
    A emancipação das colônias hispano-americanas, liderada pelos grandes senhores de terras e pela burguesia criolla, encontrou apoio nos setores médios e populares, os quais, em alguns momentos, chegaram a ameaçar a estrutura de dominação de classe imposta pelo regime colonial. Entretanto, com exceção dos Estados Unidos, que implantaram um regime liberal burguês, no restante da América a independência revelou-se um fato político. Realizada a autonomia, rompidos os vínculos com as metrópoles, as classes dominantes das antigas colônias tomaram o poder e constituíram Estados Nacionais que mantiveram afastada das decisões políticas a massa da população trabalhadora (majoritariamente indígena, camponesa ou não). A estrutura colonial não sofreu qualquer alteração de peso. A Inglaterra abriu mais ainda a sua porta no continente, assegurando-se de mercados consumidores e de matérias-primas; a propriedade territorial continuou nas mesmas mãos, a despeito de algumas tentativas de líderes liberais das Guerras de Independência; a população camponesa permaneceu sob a exploração e o domínio dos seus antigos senhores. (AQUINO, R. S. L. de; LEMOS, N. J. F.; LOPES, O. G. P. C. História das sociedades americanas. Rio de Janeiro: Record, 2000. p. 165-166.) De acordo com o texto, é correto afirmar:  
  15. 15. UNIMONTES 2012
    Sobre o processo de independência das colônias ibéricas na América, é INCORRETO afirmar que
  16. 16. UFG 2009
    No processo de independência política das colônias hispanoamericanas, no início do século XIX, verificou-se o agravamento de uma tensão entre a Coroa Espanhola e a elite criolla, que não está circunscrita ao processo revolucionário. Essa tensão consiste
  17. 17. UFG 2007
    O processo de emancipação das colônias espanholas na América, no início do século XIX, foi marcado por lutas prolongadas contra a Coroa. As independências na América do Sul espanhola foram uma decorrência da
  18. 18. UEL 2010
    Leia o texto a seguir: Em função da causa emancipatória [na América] acionou-se a ideologia liberal importada da Europa. No Velho Mundo, tal ideologia tivera o objetivo de promover a ascensão política da burguesia e extirpar os obstáculos mercantilistas à expansão do projeto capitalista. No Novo Mundo, ela foi também usada para extirpar obstáculos mercantilistas mas não para levar uma nova classe ao poder, e sim para consolidar, pelo contrário, a que já era tradicionalmente dominante e garantir-lhes os cargos de mando em lugar dos administradores metropolitanos que representavam o velho regime, já em franca decadência. [...] Uma vez completadas as guerras de independência, as elites locais assumiram o poder político como herdeiras da autoridade colonial e não como instrumentos de transformação. (LOPEZ, L. R. História da América Latina. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1989., p.71.) Sobre a crise do sistema colonial e a formação dos Estados Nacionais nas Américas anglo-hispânica e portu- guesa, é correto afirmar: I. A crise do sistema colonial português teve início no século XVII quando propostas de cunho liberal defen- diam o republicanismo como sistema político, e o fim da escravidão negra como base da economia. II. O pacto colonial – política mercantilista que definia que as colônias só poderiam comercializar com a metrópole – constituiu-se em um dos motivos que levaram a elite americana a empreender as emancipações na América espanhola. III. Na América hispânica, as revoltas políticas pela emancipação das colônias foram promovidas por camponeses e indígenas, alcançando a redistribuição das terras, liberdade e também igualdade. IV. A independência da colônia portuguesa – o Brasil – deu-se de forma menos conturbada, sem lutas, dife- rente do ocorrido nas colônias espanholas. Tal característica é perceptível pela manutenção do sistema monárquico. Assinale a alternativa correta.
  19. 19. UFU 1998
    Sobre o Pan-Americanismo do século XIX, é correto afirmar que
  20. 20. UFU 1999
    Assinale a alternativa que contempla as características da maioria dos países da América Latina, durante a primeira metade do século XIX.
  21. 21. UNIFENAS 2017
    Geralmente, o processo de independência das colônias espanholas da América do Sul é visto como uma ação que uniu líderes com projetos políticos semelhantes. Porém nem sempre foi assim. A principal liderança militar no sul foi a de José de San Martin, que após promover a libertação de seu país em 1816, viu seus planos de instalar monarquias serem frustrados na região. Em 1816, San Martin promoveu a independência da (o):
  22. 22. UFU 2002
    Sobre o processo histórico da emancipação política das colônias hispano-americanas, é correto afirmar que I - influenciados pelas ideias iluministas, os movimentos de independência na América hispânica definiram-se ideologicamente pela implantação de sociedades democráticas, em que o voto universal, a liberdade e igualdade de todos foram garantias para o fortalecimento das repúblicas federativas em todo o continente. II - as populações indígenas, que constituíam o campesinato escravizado pelos espanhóis, viram esses movimentos como libertação da exploração a que eram submetidas.Por isso, foram a principal base de sustentação dos movimentos de independência liderados pelos criollos. III - no México, o caráter social e étnico, assumido inicialmente pelo movimento de independência, deve-se à organização e mobilização das populações camponesas e indígenas, que lutaram para eliminar os privilégios da aristocracia criolla e espanhola. IV - a independência política das colônias hispano-americanas está relacionada à invasão da Península Ibérica pelas tropas de Napoleão Bonaparte, que depuseram o rei espanhol, criando, assim, um vazio de poder. Esse vazio de poder foi preenchido pelas Juntas Governativas, que assumiram o direito de autogovernarse. Assinale a alternativa correta
  23. 23. UNIFENAS 2017
    Simón José Antonio de la Santíssima Trinidad Bolívar y Palacios, mais conhecido como Simón Bolívar, El Libertador, é o personagem central do romance O general em seu labirinto, do consagrado escritor colombiano Gabriel Garcia Márquez. Impregnado das doutrinas de Rousseau, Montesquieu e Voltaire, Bolívar dedicou sua vida a “romper a cadeia com que nos oprime o poder espanhol”. Fascinado pelo general que um dia sonhou com uma América Latina unificada e livre, que se estendesse do México à Terra do Fogo, Garcia Márquez retrata no livro o percurso de Bolívar, tanto no plano físico quanto no plano espiritual.   Ao reconhecermos a influência de pensadores como Rousseau, Montesquieu e Voltaire na formação de Simòn Bolívar, reconhecemos nele uma influência da doutrina
  24. 24. UFLA 2014
    A independência da América Espanhola, entre outros fatores, foi impulsionada pela consciência das elites coloniais segundo a qual a manutenção dos laços com a Espanha dificultava o seu domínio sobre as áreas da América em que estavam estabelecidas. Assinale a alternativa que associa CORRETAMENTE o trecho acima ao grupo responsável pelo processo de independência da América Espanhola.
  25. 25. UFV 2011
    Sobre a crise do sistema colonial na América, é CORRETO afirmar que:
  26. 26. UPE 2016
    O XIX foi o século de efervescência nacionalista na Europa, marcado pela implantação das instituições da Revolução Francesa e pelo desenvolvimento das forças produtivas via Revolução Industrial inglesa. A ruptura com o processo colonial no Novo Mundo se deriva dessas revoluções europeias. Surge uma coleção de nações com variados processos genéticos e padrões de construção diferenciados. LESSA, Carlos. Nação e Nacionalismo a partir da experiência brasileira. São Paulo: Estudos Avançados. 22 (62), 2008. (Adaptado)   Os primeiros processos de emancipação política, no contexto descrito, que causaram grande impacto na América Latina e influenciaram fortemente os demais territórios ocorreram, respectivamente,
  27. 27. UPE 2014
    Em meados do século XIX, Cuba, a mais rica e povoada das colônias espanholas, começou a vivenciar um processo de problemas econômicos e políticos. O crescimento sustentado na indústria açucareira, iniciado a partir do fim do século XVIII, começava a fraquejar devido à concorrência com o açúcar de beterraba da Europa e dos EUA. (BIANCHET JUNIOR, Antonio Battisti. As Relações EUA-America Latina: Cuba e a Guerra com a Espanha. In: http://www.uel.br. Adaptado.)   O contexto descrito termina com a guerra de independência de Cuba. Uma das consequências sociopolíticas desse processo foi a criação da Emenda Platt, que tinha por objetivo
  28. 28. UNB 2010
    Durante o século XIX, a Inglaterra assentou sua liderança internacional em um sistema calcado no equilíbrio de poderes na Europa e no “imperialismo livre-cambista”, no plano mundial. Os objetivos britânicos eram evitar a hegemonia de uma única potência sobre a Europa e afirmar o livre-comércio como princípio supremo do sistema internacional. Na posição de senhora dos mares e de oficina do mundo, a Grã-Bretanha assegurava sua supremacia sobre um império informal. Entretanto, durante a década de 1870, desencadeou-se uma nova revolução industrial, e a Grã-Bretanha começou a perder o controle da balança de poder na Europa, sobretudo em decorrência da unificação alemã. Logo a seguir, isso também ocorreria no plano mundial, com a crescente influência dos Estados Unidos da América (EUA) sobre a economia internacional anglo-saxônica. Paulo G. Fagundes Visentini e Analúcia Danilevicz Pereira. História do mundo contemporâneo. Petrópolis: Vozes, 2008, p. 89 (com adaptações).   A respeito do processo de independência das colônias espanholas na América do Sul e da posição das potências internacionais à época, assinale a opção correta.
  29. 29. UNIMONTES 2013
    Leia o texto abaixo. “Na América espanhola, entre os anos de 1810 e 1830, os objetivos fundamentais da luta dos colonos eram os mesmos, e o inimigo comum era a Espanha. Todos os esforços concentravam-se para acabar com o domínio hispânico, e a tônica dos discursos era a liberdade.” (PRADO, Maria Lígia. A Formação das Nações Latino-americanas. São Paulo: Atual, 1994 – Adaptado.) Com relação ao que se compreendia como liberdade, naquele momento histórico (1810-1830), analise as afirmativas abaixo, colocando, nos parênteses, C (Correta) ou I (Incorreta). ( ) Para os mexicanos liderados por Hidalgo e Morelos, a liberdade relacionava-se com a questão da terra. ( ) Para os venezuelanos sob o comando de Bolívar, a liberdade passava pelo rompimento das restrições relacionadas ao livre comércio. ( ) Para os colombianos, sob o comando de San Martín, a liberdade organizava-se a partir do estabelecimento de uma monarquia parlamentar. ( ) Para o povo paraguaio, sob o comando de Solano Lopéz, a liberdade se manifestaria no completo controle da bacia do rio do Prata. A sequência CORRETA é:
  30. 30. UEA 2004
    Assinale a alternativa  ERRADA a respeito do processo de independência das colônias espanholas na América. 
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