Exercícios de Neocolonialismo (Imperialismo)

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  1. 1. ENEM 2014
    Três décadas — de 1884 a 1914 — separam o século XIX — que terminou com a corrida dos países europeus para a África e com o surgimento dos movimentos de unificação nacional na Europa — do século XX, que começou com a Primeira Guerra Mundial. É o período do Imperialismo, da quietude estagnante na Europa e dos acontecimentos empolgantes na Ásia e na África. ARENDT, H. As origens do totalitarismo. São Paulo: Cia. das Letras, 2012. O processo histórico citado contribuiu para a eclosão da Primeira Grande Guerra na medida em que
  2. 2. UNESP 2006
    "É difícil acreditar na guerra terrível, mas silenciosa, que os seres orgânicos travam em meio aos bosques serenos e campos risonhos". ('C. Darwin, anotação no Diário de 1839'.) Na segunda metade do século XIX, a doutrina sobre a seleção natural das espécies, elaborada pelo naturalista inglês Charles Darwin, foi transferida para as relações humanas, numa situação histórica marcada
  3. 3. ENEM PPL 2013
    A Inglaterra deve governar o mundo porque e a melhor; o poder deve ser usado; seus concorrentes imperiais não são dignos; suas colônias devem crescer, prosperar e continuar ligadas a ela. Somos dominantes, porque temos o poder (industrial, tecnológico, militar, moral), e elas não; elas são inferiores; nos, superiores, e assim por diante. SAID, E. Cultura e imperialismo. São Paulo: Cia das Letras. 1995 (adaptado). O texto reproduz argumentos utilizados pelas potências europeias para dominação de regiões na África e na Ásia, a partir de 1870. Tais argumentos justificavam suas ações imperialistas, concebendo-as como parte de uma
  4. 4. UEG 2005
    As nações imperialistas tiveram enormes lucros na expansão colonialista do século XIX, solucionando parcialmente suas crises de mercado e de superpopulação, e propiciando a intensificação de seu desenvolvimento. Nesse processo, acirraram-se as divergências e disputas entre as potências coloniais, estimulando o armamentismo e a formação de blocos de países rivais, o que resultou numa conjuntura propícia à confrontação em larga escala. Em relação ao imperialismo, assinale a alternativa CORRETA:
  5. 5. UNIRIO 2004
    A expansão imperialista das potências europeias sobre o continente africano, entre a segunda metade do século XIX e o início do século XX, alterou as estruturas das várias nações e territórios nos quais se manifestou. Sobre o imperialismo europeu na África, nesse contexto, é correto afirmar que
  6. 6. UEMG 2013
    O mapa a seguir representa a África em 1914: No final do século XIX, na Conferência de Berlim, os europeus definiram a partilha da Africa entre as potências europeias, conforme mostra o mapa. De acordo com esse mapa e sua relação com a história do continente africano nos séculos XX/XXI, é CORRETO afirmar
  7. 7. FGV 2015
    Em nome do direito de viver da humanidade, a colonização, agente da civilização, deverá tomar a seu encargo a valorização e a circulação das riquezas que possuidores fracos detenham sem beneficio para eles próprios e para os demais. Age-se, assim, para o bem de todos. (...) [A Europa) está no comando e no comando deve permanecer. (Albert Sarrault, Grandeza y servidumbres coloniaIes Apud Hector Bruit, O imperialismo, 1987, p. 11) A partir do fragmento, é correto afirmar que
  8. 8. UPE 2013
    A charge a seguir faz referência ao capitalista Cecil Rhodes, que investiu no expansionismo imperialista inglês. Com base na charge e nos conteúdos referentes ao neocolonialismo, analise as segumtes afirmações: I. Podemos afirmar que os pés do capitalista estão assentados sobre as duas únicas possessões inglesas na Africa: Egito e África do Sul. II. A projeção do personagem em relação ao continente expressa também a dimensão do interesse da Inglaterra pelos territórios africanos. III. Os países europeus dividiram a África entre si, respeitando suas especificidades étnicas, religiosas e linguísticas. IV. O Canal de Suez pode ser considerado uma consequência da presença inglesa na África. V. O preconceito dos ingleses com os africanos foi de taI monta que deixou marcas até o presente, como o Apartheid na África do Sul. Estão CORRETAS
  9. 9. PUC-PR 2006
    Com relação aos Grandes Imperialismos, correlacione corretamente as duas colunas: COLUNA 1 (1) Os franceses exerceram protetorado nesta região africana. (2) A Itália submeteu esta nação africana em 1935. (3) A Inglaterra dominou esta antiga nação africana, depois da abertura do Canal de Suez. (4) Os ingleses dominaram esta região que era ocupada por descendentes de holandeses. (5) Os boxers lideraram o movimento contra a pressão inglesa existente desde a Guerra do Opio. COLUNA 2 (   ) Sul da Africa (   ) Argélia (   ) China (   ) Etiópia (   ) Egito A sequência correta é:
  10. 10. UPE 2014
    O último Estado independente da Índia, o reino de Panjab, foi conquistado no período de 1846- 1848; daí por diante, a dominação inglesa se estendeu por todo o território. Apesar da completa sujeição em que se encontravam reinos e Estados, o povo indiano empreendeu vários esforços para recobrar a liberdade. Sobre a dominação inglesa na Índia, assinale a alternativa CORRETA.
  11. 11. ENEM 2014
    Três décadas – de 1884 a 1914 – separam o século XIX – que terminou com a corrida dos países europeus para a África e com o surgimento dos movimentos de unificação nacional na Europa – do século XX, que começou com a Primeira Guerra Mundial. É o período do Imperialismo, da quietude estagnante na Europa e dos acontecimentos empolgantes na Ásia e na África. ARENDT, H. As origens do totalitarismo. São Paulo Cia. das Letras, 2012. O processo histórico citado contribuiu para a eclosão da Primeira Grande Guerra na medida em que
  12. 12. CEFET-MG 2013
    “Art. 34 – A potência que de ora em diante tomar posse de um território [...] africano, fora de suas possessões atuais [...], acompanhará o ato respectivo de uma notificação às demais potências signatárias do presente Ato, a fim de que estejam em condições de formular, se for o caso, as suas reclamações”. ATO Geral da Conferência de Berlim (27/2/1885). IN: FALCON, Francisco; MOURA; Gerson. A Formação do Mundo Contemporâneo. Rio de Janeiro: Campus Ltda, 1986. p.118. Esse Ato relaciona-se ao contexto histórico marcado pela(o)
  13. 13. PUC-PR 2009
    A partir da segunda metade do século XIX, as potências europeias começaram a disputar áreas coloniais na África, na Ásia e na Oceania. Seus objetivos eram a busca por fontes de matérias-primas, mercado consumidor, mão de obra e oportunidades para investimento. As justificativas morais para essa colonização, no entanto, estavam relacionadas com o que se chamava de darwinismo social, cujo significado é:
  14. 14. UERJ 2013
    Na década de 1930, foi publicada a primeira edição da história em quadrinhos em que o personagem Tintim, um jovem repórter belga, faz uma expedição ao Congo, colônia do seu país na época. Com base nas imagens e nos diálogos apresentados, nota-se que Tintim simbolizava as práticas de colonização europeia na África, associadas à política de:
  15. 15. ENEM 2014
    Em busca de matérias-primas e de mercados por causa da acelerada industrialização, os europeus retalharam entre si a África. Mais do que alegações econômicas, havia justificativas políticas, científicas, ideológicas e até filantrópicas. O rei belga Leopoldo lI defendia o trabalho missionário e a civilização dos nativos do Congo, argumento desmascarado pelas atrocidades praticadas contra a população. NASCIMENTO, C. Partilha da África: o assombro do continente mutilado. Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 7, n. 75, dez. 2011 (adaptado). A atuação dos países europeus contribuiu para que a África – entre 1880 e 1914 – se transformasse em uma espécie de grande “colcha de retalhos”. Esse processo foi motivado pelo(a) 
  16. 16. UNESP 2009
    O mundo está quase todo parcelado e o que dele resta está sendo dividido, conquistado, colonizado. Pense nas estrelas que vemos à noite, esses mundos que jamais poderemos atingir. Eu anexaria os planetas, se pudesse... Sustento que somos a primeira raça do mundo e quanto mais do mundo habitarmos, tanto melhor será para a raça humana ... Se houver um Deus, creio que Ele gostaria que eu pintasse o mapa da África com as cores britânicas. (Cecil Rhodes (1853-1902), O último desejo e testamento de Cecil Rhodes apud Leo Huberman, História da riqueza do homem) O texto refere-se à
  17. 17. UNESP 2015
    TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Leia o texto para responder à(s) questão(ões). A África só começou a ser ocupada pelas potências europeias exatamente quando a América se tornou independente, quando o antigo sistema colonial ruiu, dando lugar a outras formas de enriquecimento e desenvolvimento das economias mais dinâmicas, que se industrializavam e ampliavam seus mercados consumidores. Nesse momento foi criado um novo tipo de colonialismo, implantado na África a partir do final do século XIX [...]. (Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.) A partilha da África entre os países europeus, no final do século XIX,
  18. 18. PUC-RJ 2015
    Ao longo do século XIX, diversos países praticaram uma política de expansionismo imperialista que interferiu na trajetória histórica de sociedades em todos os continentes. Sobre esse processo, assinale a única alternativa correta.
  19. 19. UFSM 2013
    Analise e complete o esquema histórico correspondente ao mundo do final do século XIX e início do século XX. Completam o quadro superior e inferior do esquema histórico, respectivamente, os seguintes conceitos:
  20. 20. ENEM 2007
    William James Herschel, coletor do governo inglês, iniciou na Índia seus estudos sobre as impressões digitais que firmavam com o governo. Essas impressões serviam de assinatura. Aplicou-as, então, aos registros de falecimentos e usou esse processo nas prisões inglesas, na Índia, para reconhecimento dos fugitivos. Henry Faulds, outro inglês, médico de hospital em Tóquio, contribuiu para o estudo da datiloscopia. Examinando impressões digitais em peças de cerâmica pré-histórica japonesa, previu a possibilidade de se descobrir um criminoso pela identificação das linhas papilares e preconizou uma técnica para a tomada de impressões digitais, utilizando-se de uma placa de estanho e de tinta de imprensa. Internet: (com adaptações) Que tipo de relação orientava os esforços que levaram à descoberta das impressões digitais pelos ingleses e, posteriormente, à sua utilização nos dois países asiáticos?
  21. 21. UNESP 2015
    TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Leia o texto para responder à(s) questão(ões). A África só começou a ser ocupada pelas potências europeias exatamente quando a América se tornou independente, quando o antigo sistema colonial ruiu, dando lugar a outras formas de enriquecimento e desenvolvimento das economias mais dinâmicas, que se industrializavam e ampliavam seus mercados consumidores. Nesse momento foi criado um novo tipo de colonialismo, implantado na África a partir do final do século XIX [...]. (Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.) O “novo tipo de colonialismo”, mencionado no texto, tem, entre suas características,
  22. 22. PUC-SP 2014
    O fato maior do século XIX é a criação de uma economia global única, que atinge progressivamente as mais remotas paragens do mundo, uma rede cada vez mais densa de transações econômicas, comunicações e movimentos de bens, dinheiro e pessoas, ligando os países desenvolvidos entre si e ao mundo não desenvolvido. Eric Hobsbawm. A era dos Impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008, p. 95. O processo histórico descrito no texto corresponde ao
  23. 23. UFPA 2012
    Em 1909, o orientalista americano Duncan Macdonald, estudioso do mundo muçulmano, fez a seguinte afirmação: Os árabes não se mostram especialmente fáceis na crença, mas teimosos, materialistas, questionadores, desconfiados, zombando de suas próprias superstições e usos, gostando de testes do sobrenatural – e tudo isso de um modo curiosamente irrefletido, quase infantil. MACDONALD, Duncan. A vida e atitude religiosas no Islã, 1909. A imagem dos árabes construída por Macdonald, no início do século XX, em pleno período do Imperialismo, demonstra claramente a concepção que os ocidentais desenvolveram sobre as populações asiáticas e africanas que estavam sendo conquistadas e submetidas ao domínio imperialista das potências ocidentais. A alternativa que retrata essa concepção é:
  24. 24. UFG 2012
    Leia o texto a seguir. Por mais que retrocedamos na História, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um pais criança envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. O negro representa o homem natural em toda a sua barbárie e violência; para compreende-Io devemos esquecer todas as representações europeias. Devemos esquecer Deus e as leis morais. HEGEL,'Georg W. F. Filosofia dela historia universal. Apud HERNANDEZ, Leila MG. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2005. p. 20-21. [Adaptado]. O fragmento é um indicador da forma predominante como os europeus observavam o continente africano, no século XIX. Essa observação relacionava-se a uma definição sobre a cultura, que se identificava com a ideia de
  25. 25. UNESP 2015
    Não há livro didático, prova de vestibular ou resposta correta do Enem que não atribua a miséria e os conflitos internos da África a um fator principal: a partilha do continente africano pelos europeus. Essas fronteiras teriam acotovelado no mesmo território diversas nações e grupos étnicos, fazendo o caos imperar na África. Porém, guerras entre nações rivais e disputas pela sucessão de tronos existiam muito antes de os europeus atingirem o interior da África. Graves conflitos étnicos aconteceram também em países que tiveram suas fronteiras mantidas pelos governos europeus. É incrível que uma teoria tão frágil e generalista tenha durado tanto – provavelmente isso acontece porque ela serve para alimentar a condescendência de quem toma os africanos como “bons selvagens” e tenta isentá-los da responsabilidade por seus problemas. NARLOCH, Leandro. Guia politicamente incorreto da história do mundo, 2013. Adaptado. A partir da leitura do texto, é correto afirmar que:
  26. 26. UNESP 2010
    O imperialismo colonial europeu do final do século XIX e início do século XX mudou a geopolítica do continente africano, fragmentando-o em fronteiras representadas pelo aparecimento de novos espaços linguísticos e novas dinâmicas espaciais e econômicas. Analisando o mapa, pode-se afirmar que
  27. 27. ENEM 2018
    No Segundo Congresso internacional de Ciências Geográficas, em 1875, a que compareceram o presidente da República, o governador de Paris e o presidente da Assembleia, o discurso inaugural do almirante La Roucière-Le Noury expôs a atitude predominante no encontro: “Cavalheiros, a Providência nos ditou a obrigação de conhecer e conquistar a terra. Essa ordem suprema é um dos deveres imperiosos inscritos em nossas inteligências e nossas atividades. A geografia, essa ciência que inspira tão bela devoção e em cujo nome foram sacrificadas tantas vítimas, tornou-se a filosofia da terra”. SAID, E. Cultura e política. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.   No contexto histórico apresentado, a exaltação da ciência geográfica decorre do seu uso para o(a)
  28. 28. UEFS 2015
    Por toda parte, os métodos são idênticos. O bluff e os “tratados” extorquidos alternam com a liquidação de qualquer resistência, e, se necessário, com chacinas. Impossível descrever por miúdo esta febre destruidora, cujos grandes “campeões” foram incontestavelmente a Grã-Bretanha, a França, o rei dos Belgas Leopoldo II e, por último, a Alemanha de Bismark. (KI-ZERBO, 2002, p. 76-77).   A voz do historiador africano Joseph Ki-Zerbo expressa a visão do africano sobre os métodos da conquista imperialista europeia no século XIX.   Sobre as diferentes formas de dominação então estabelecidas, registram-se
  29. 29. UFABC 2009
    Exibicionismo burguês   Verdadeiros espetáculos da evolução humana (as exposições universais) traziam um pouco de tudo: de negros africanos à arte francesa, indígenas com seus artefatos e a mais recente das inovações. Compactuando com um ideário evolucionista, nas feiras se realizavam imensos exercícios de classificação e catalogação da humanidade, em que o mundo ocidental representava o topo da civilização, e as culturas indígenas “o passado da humanidade”.   No fundo, para a grande maioria do público a feira significava diversão. É por isso mesmo que se vendiam muitos souvenirs, cartões postais e mesmo fotografias. Não foi mera coincidência o fato de a primeira máquina automática de fotografia ter sido apresentada na exposição de 1889.   As exibições universais constituíram, portanto, o corolário ideal da política imperialista de final do século XIX. Em um momento em que a burguesia triunfante pretendia conquistar o mundo todo (...), as feiras mundiais cumpriam um papel exemplar: expunham didaticamente o avanço de uns e o atraso de outros; a tecnologia na mão de alguns e o exotismo como privilégio de outros. (Lilia Moritz Schwarcz. As barbas do imperador. São Paulo: Cia. das Letras, 1998. Adaptado)     As informações do texto permitem concluir que as exposições universais expressavam a ideologia do neocolonialismo europeu, pois essas exposições
  30. 30. UFMG 2010
    Considerando-se as intervenções do Imperialismo europeu na Ásia durante os séculos XIX e XX, é CORRETO afirmar que
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