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Exercícios de Revolução Industrial

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  1. 121. UFJF 2011
    Leia o texto abaixo sobre a origem dos movimentos operários na Inglaterra, no século XVIII. Com o passar dos anos, os trabalhadores passaram a instituir organizações em prol dos seus próprios interesses. Estas organizações tinham caráter cooperativista e ao mesmo tempo político. Com sua força política representada, os trabalhadores conquistaram melhores condições de trabalho, a redução da jornada de trabalho e o direito à greve. Dessas mobilizações surgiram os primeiros sindicatos que, ainda hoje, têm grande importância para a classe trabalhadora. Disponível em: Acesso em: 11 fev. 2011. Adaptado.  Os primeiros sindicatos de trabalhadores tiveram origem
  2. 122. UNIOESTE 2011
    “Se quisermos lançar novos alicerces para a vida urbana, cumpre-nos compreender a natureza histórica da cidade e distinguir, entre as suas funções originais, aquelas que dela emergiram e aquelas que podem ser ainda invocadas. (...) Somente se pudermos projetar essa imagem, seremos capazes de encontrar uma nova forma para a cidade”. MUNFORD, Lewis. A cidade na história. p. 9/10. No que concerne a história das cidades no decurso do mundo ocidental, podemos afirmar que I. No contexto grego, a cidade política chamava-se polis; buscava-se a autarcia, garantia de liberdade e autonomia e o rural não se opunha ao citadino. II. Resultado de um único centro urbano de poder, o império romano, foi uma “empresa construtora de cidades”, deixando a marca de Roma em diversas partes da Europa, da África do Norte e da Ásia Menor. III. No medievo ocidental, o mosteiro era uma espécie de polis; a colônia monástica era uma nova cidadela e mantinha viva a imagem da cidade celestial. IV. No contexto do século XVIII e XIX, os principais elementos do complexo urbano foram a fábrica, a estrada de ferro e o cortiço. Constituíam em si mesmos, a cidade industrial. A fábrica se torna o núcleo do novo organismo urbano.
  3. 123. PUC-MG
    Essa revolução industrial, que nasceu na Inglaterra do século XVIII e propaga, no século XIX, pelo continente, na França, na Bélgica, a Oeste da Alemanha, no norte da Itália e em alguns pontos da península ibérica, repousa no uso de uma nova fonte de energia, o carvão, e nos desenvolvimentos das máquinas, depois das invenções que modificam as técnicas de fabricação. A conjunção destes dois fatores, a aplicação dessa energia nova à maquinaria, constitui a origem da  Revolução industrial, cujo símbolo é a máquina a vapor. (René Remond. O século XIX. p. 103.) O texto dado nega a tese de que:  
  4. 124. UFES 2006
    FONTES DE ENERGIA HISTÓRIA ENERGÉTICA DA HUMANIDADE                         Depois da própria força humana, a primeira fonte de energia que o ser humano utilizou foi o fogo. A técnica de utilização do fogo deve ter sido inventada por volta de 500.000 a.C., com o uso de pedra e madeira. Depois, o ser humano domesticou certos animais, que passaram a servir de fonte de energia.             A utilização da força do vento, principalmente para a navegação, deve ter começado por volta de 2000 a.C., e o aproveitamento da força hidráulica para mover moinhos iniciou-se em torno do século II a.C. A partir do ano 1000 d.C., ocorreu a exploração mais intensa do carvão mineral, e, a partir de 1700, surgiram importantes inovações, ligadas à Revolução Industrial, como a invenção da máquina a vapor.             No fim do século XIX, verificou-se o aparecimento da eletricidade e o desenvolvimento de motores a base de derivados de petróleo. A energia nuclear surgiu na primeira metade do século XX. Outras fontes de energia despontam no início do século XXI. Poderão elas desempenhar o papel que o petróleo desempenhou até o momento? (VESENTINI, José William. Sociedade & Espaço. Editora Ática, 43. ed. 2004. Modificado.)   O texto faz referência a dois fatores que estão na base da Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra: "energia" e "trabalho". Sobre a Revolução Industrial, É CORRETO afirmar que  
  5. 125. UFMG 1999
    "Só quebraram as armações dos que tinham reduzido o valor dos salários dos empregados; os que não tinham abaixado o valor ficaram com suas armações intactas; num estabelecimento, na noite passada, quebraram quatro entre seis armações; as outras duas, que pertenciam a mestres que não tinham abaixado seus salários, não mexeram nelas." "Vieram a este local dois homens que se diziam inspetores do comitê; foram às casas de todos os malharistas e dispensaram-nos de trabalhar a preços que estivessem abaixo de uma lista que lhes deram. [...] Quando encontraram um bastidor operado por alguém que não tivesse prestado o aprendizado regular, ou por uma mulher, dispensavam-nos do trabalho e, se prometiam parar, fincavam um bilhete na armação com essas palavras escritas: ‘Deixem ficar essa armação, removidos os inexperientes'."   Os textos acima são trechos de relatos sobre o movimento ludista na Inglaterra, no início do século XIX, feitos à época.   A partir das ideias contidas nesses relatos, o ludismo é apresentado como um movimento que
  6. 126. ENEM 2009
    A prosperidade induzida pela emergência das máquinas de tear escondia uma acentuada perda de prestígio. Foi nessa idade de ouro que os artesãos, ou os tecelões temporários, passaram a ser denominados, de modo genérico, tecelões de teares manuais. Exceto em alguns ramos especializados, os velhos artesãos foram colocados lado a lado com novos imigrantes, enquanto pequenos fazendeiros-tecelões abandonaram suas pequenas propriedades para se concentrar na atividade de tecer. Reduzidos à completa dependência dos teares mecanizados ou dos fornecedores de matéria-prima, os tecelões ficaram expostos a sucessivas reduções dos rendimentos. THOMPSON, E. P. The making of the english working class. Harmondsworth: Penguin Books, 1979 (adaptado).   Com a mudança tecnológica ocorrida durante a Revolução Industrial, a forma de trabalhar alterou-se porque
  7. 127. ENEM PPL 2010
    O movimento operário ofereceu uma nova resposta ao grito do homem miserável no princípio do século XIX. A resposta foi a consciência de classe e a ambição de classe. Os pobres então se organizavam em uma classe específica, a classe operária, diferente da classes dos patrões (ou capitalistas). A Revolução Francesa lhes deu confiança; a Revolução Industrial trouxe a necessidade da mobilização permanente. HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 1977. No texto, analisa-se o impacto das Revoluções Francesa e Industrial para a organização da classe operária. Enquanto a "confiança" dada pela Revolução Francesa era originária do significado da vitória revolucionária sobre as classes dominantes, a “necessidade da mobilização permanente”, trazida pela Revolução Industrial, decorria da compreensão de que
  8. 128. ACAFE 2015
    De modo geral, a Revolução Industrial foi o período entre os séculos XVIII e XIX em que aconteceram diversas transformações nas formas de produção de mercadorias e produtos. A produção artesanal e manufatureira acabou sendo substituída pela produção em série, realizada por trabalhadores assalariados e com o uso de máquinas. A Inglaterra foi o Estado pioneiro nesse processo.   Acerca do pioneirismo inglês na Revolução Industrial, todas  as alternativas estão corretas, exceto a:
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