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  1. 31

    UNIFESP 2017

    Leia o soneto “A uma dama dormindo junto a uma fonte”, do poeta barroco Gregório de Matos (1636-1696), para responder à(s) questão(ões) a seguir:   À margem de uma fonte, que corria, Lira doce dos pássaros cantores A bela ocasião das minhas dores Dormindo estava ao despertar do dia.   Mas como dorme Sílvia, não vestia O céu seus horizontes de mil cores; Dominava o silêncio entre as flores, Calava o mar, e rio não se ouvia.   Não dão o parabém à nova Aurora Flores canoras, pássaros fragrantes, Nem seu âmbar respira a rica Flora.   Porém abrindo Sílvia os dois diamantes, Tudo a Sílvia festeja, tudo adora Aves cheirosas, flores ressonantes.   Poemas escolhidos, 2010.     Mais recorrente na poesia arcádica, verifica-se neste soneto barroco o recurso, sobretudo, ao seguinte lema latino:  

  2. 32

    UPE - SSA 1 2017

     Do século XVI até meados do século XVIII, duas manifestações estéticas são de extrema relevância para a formação da literatura brasileira: o Barroco e o Arcadismo. Para refletir sobre esses dois momentos e responder à questão, leia os textos a seguir.   Texto 1   Discreta, e formosíssima Maria, Enquanto estamos vendo claramente Na vossa ardente vista o sol ardente, E na rosada face a Aurora fria.   Enquanto pois produz, enquanto cria Essa esfera gentil, mina excelente No cabelo o metal mais reluzente, E na boca a mais fina pedraria.   Gozai, gozai da flor da formosura, Antes que o frio da madura idade Tronco deixe despido, o que é verdura.   Que passado o zenith da mocidade, Sem a noite encontrar da sepultura, É cada dia ocaso da beldade.   (Gregório de Matos)     Texto 2   Brandas ribeiras, quanto estou contente De ver-nos outra vez, se isto é verdade! Quanto me alegra ouvir a suavidade, Com que Fílis entoa a voz cadente!   Os rebanhos, o gado, o campo, a gente, Tudo me está causando novidade: Oh como é certo, que a cruel saudade Faz tudo, do que foi, mui diferente!   Recebei (eu vos peço) um desgraçado, Que andou té agora por incerto giro Correndo sempre atrás do seu cuidado:   Este pranto, estes ais, com que respiro, Podendo comover o vosso agrado, Façam digno de vós o meu suspiro.   (Cláudio Manoel da Costa)     Sobre os textos 1 e 2 e seus respectivos autores, analise as seguintes proposições.   I. Pode-se afirmar que uma das características do Barroco, presente no texto 1, é o tema da efemeridade da vida, como pode ser percebido no primeiro terceto. II. Gregório de Matos foi um repentista, que sabia improvisar; um menestrel baiano que buscava inspiração no cotidiano, nas circunstâncias da vida, quer seja pelo êxtase religioso quer pelo afetivo. III. O texto 1 é marcado pela temática do Carpe Diem, característica notável também do Barroco. IV. O texto 2 tem sua temática ligada ao pastoralismo, ao bucolismo e remete à mitologia grega. V. Cláudio Manoel da Costa, cujo nome pastoral é Glauceste Satúrnio, tem forte influência dos padrões cultistas, elevada inventividade lírica e deseja exprimir a realidade de seu país.   Estão CORRETAS, apenas:  

  3. 33

    PUC-CAMPINAS 2016

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos. (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281)   A crítica galhofeira a autoridades e a pessoas de prestígio foi uma arma contundente de que se valeu

  4. 34

    UNESPAR 2010

    Relacione as colunas de acordo com os artistas brasileiros e os movimentos dos quais fizeram parte em determinado momento de suas carreiras.   ( 1 ) Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. ( 2 ) Frans Krajcberg. ( 3 ) Belmiro de Almeida. ( 4 ) Tarsila do Amaral. ( 5 ) Lasar Segall. ( ) Expressionismo. ( ) Escultura contemporânea. ( ) Academicismo. ( ) Modernismo. ( ) Barroco.   A alternativa que apresenta a sequência correta é:

  5. 35

    UFV 2011

    Leia a passagem abaixo, extraída do “Sermão do Bom Ladrão ou da Audácia”, do Padre Antônio Vieira:   Não são só ladrões, diz o Santo, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título, são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. (VIEIRA, Antônio. Sermões escolhidos. São Paulo: Martin Claret, 2006. p. 119.)   É CORRETO afirmar que Padre Vieira, referindo-se às palavras de S. Basílio Magno, condena principalmente o ladrão que, estando a serviço do rei:

  6. 36

    UEL 2001

    O Barroco manifesta-se entre os séculos XVI e XVII, momento em que os ideais da Reforma entram em confronto com a Contrarreforma católica, ocasionando no plano das artes uma difícil conciliação entre o teocentrismo e o antropocentrismo. A alternativa que contém os versos que melhor expressam este conflito é:

  7. 37

    UFMS 2007

    Por isto são maus ouvintes os de entendimentos agudos. Mas os de vontades endurecidas ainda são piores, porque um entendimento agudo pode-se ferir pelos mesmos fios e vencer-se uma agudeza com outra maior; mas contra vontades endurecidas nenhuma coisa aproveita a agudeza, antes dana mais, porque quando as setas são mais agudas, tanto mais facilmente se despontam na pedra. Oh! Deus nos livre de vontades endurecidas, que ainda são piores que as pedras. (Sermão da Sexagésima, de Padre Antônio Vieira)   Pelo trecho reproduzido, conclui-se que o “Sermão da Sexagésima” trata da

  8. 38

    ACAFE 2014

    Sobre o contexto histórico e social das escolas literárias brasileiras, correlacione as colunas seguir.     (1) Proclamada a independência, em 1822, cresce no Brasil o sentimento de nacionalismo, buscase o passado histórico, exalta-se a natureza da pátria. De 1823 a 1831, o Brasil viveu um período difícil com o autoritarismo de D. Pedro I: a dissolução da Assembleia Constituinte; a Constituição outorgada; a luta pelo trono português contra seu irmão D. Miguel; e, finalmente, a abdicação. Segue-se o período regencial e a maioridade prematura de Pedro II.   (2) O crescimento de algumas cidades de Minas Gerais, cuja base econômica era a exploração do ouro, favorecia tanto a divulgação de ideias políticas quanto o florescimento de uma literatura cujos modelos os jovens brasileiros foram buscar em Coimbra, já que a colônia não lhes oferecia cursos superiores. E, ao retornarem de Portugal, traziam consigo as ideias iluministas.   (3) O período era sem dúvida de muita opressão. A igreja lutava contra os reformadores por meio da Inquisição e instaurava um clima de medo constante em seus fiéis, que se viam divididos entre o material e o espiritual, o prazer e o dever. Ao mesmo tempo eram mostradas cenas bíblicas que remetem ao amor e à compaixão, como os momentos de dor imensa do sacrifício de Jesus Cristo.   (4) A industrialização brasileira, que vinha crescendo desde o começo do século, foi impulsionada com a Primeira Guerra Mundial e estimulou a urbanização das cidades, principalmente de São Paulo. A capital paulista, com a expansão da cafeicultura começou a experimentar um enorme crescimento econômico. O período foi marcado também pela chegada em massa de imigrantes, principalmente italianos, muitos dos quais haviam vivido a experiência da luta de classes em seus países e divulgaram no país ideias anarquistas e socialistas.   (5) Influenciados pelo pensamento evolucionista de Charles Darwin no Brasil e pelo positivismo de Augusto Comte, o movimento ficou bastante conhecido por explorar temas como a homossexualidade, o incesto, o desequilíbrio e a loucura. Os escritores passaram a retratar em seus personagens traços de natureza animal, desde impulsos sexuais a comportamentos desregrados e instintivos. A agressividade, a violência e o erotismo eram considerados parte da personalidade humana, já que o indivíduo era visto como fruto do meio em que vivia.     ( ) Arcadismo   ( ) Romantismo   ( ) Naturalismo   ( ) Modernismo   ( ) Barroco     A sequência correta, de cima para baixo, é:

  9. 39

    UPF 2014

    A literatura _______________ representa frequentemente o indivíduo que, impelido por forte emoção e pelo senso de liberdade, entra em choque com o mundo real que o cerca. A narrativa _______________ representa de modo objetivo e minucioso personagens, comportamentos e relações sociais, com a finalidade moral de desvelar os vícios e a mediocridade que os caracterizam. A poesia _______________ busca, pelas associações imagísticas, pela sonoridade e pelo ritmo, sugerir um mundo superior, que transcenda o mundo apreendido pelos órgãos dos sentidos. A poesia _______________, por meio de um estilo exuberante, feito frequentemente de antíteses e paradoxos, exprime uma visão de mundo contraditória, dividida entre os valores espirituais cristãos, próprios da Idade Média, e os valores racionais e sensoriais, próprios do Renascimento.   As palavras que preenchem corretamente as lacunas nas frases são, respectivamente:

  10. 40

    ACAFE 2015

    Assinale a alternativa correta sobre as diferentes fases e escolas da literatura brasileira.

  11. 41

    UEPG 2012

    Sobre as estéticas literárias, Arcadismo e Barroco, assinale a alternativa correta.

  12. 42

    MACKENZIE 2012

    Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado, Da vossa alta piedade me despido, Porque, quanto mais tenho delinquido, Vos tenho a perdoar mais empenhado. (Gregório de Matos, “A Jesus Cristo Nosso Senhor”)     Observação: hei pecado = tenho pecado delinquido = agido de modo errado     É traço relevante na caracterização do estilo de época a que pertence o texto:

  13. 43

    MACKENZIE 2011

    É a vaidade, Fábio, nesta vida, Rosa, que da manhã lisonjeada, Púrpuras mil, com ambição dourada, Airosa rompe, arrasta presumida. Gregório de Matos   Observação: 1. lisonjeada: envaidecida 2. airosa: elegante 3. presumida: convencida   Todas as alternativas trazem aspectos temático-expressivos relevantes no texto, EXCETO:

  14. 44

    MACKENZIE 2012

    Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado, Da vossa alta piedade me despido, Porque, quanto mais tenho delinquido, Vos tenho a perdoar mais empenhado.                                                (Gregório de Matos, “A Jesus Cristo Nosso Senhor”)   É traço relevante na caracterização do estilo de época a que pertence o texto: 

  15. 45

    UFJF 2012

    Leia o soneto de Gregório de Matos, abaixo.     Namorado, o poeta fala com o arroio   Como corres, arroio fugitivo? Adverte, para, pois precipitado Como soberbo, como o meu cuidado, Que sempre a despenhar se corre altivo.   Toma atrás, considera discursivo,  Que esse curso, que levas apressado, No caminho, que empreendes despenhado Te deixa morto, e me retrata vivo.   Porém corre, não pares, pois o intento, Que teu desejo conseguir procura, Logra o ditoso fim do pensamento.   Triste de um pensamento sem ventura, Que tendo venturoso o nascimento, Não acha assim ditosa a sepultura. MATOS, Gregório de. Crônica do viver baiano seiscentista. Salvador: Editora Janaína, [s/d], p. 1320.     Antítese é uma figura de linguagem que expressa a aproximação de idéias opostas mas não conflituosas. Assinale a alternativa que melhor indica a presença de antítese.

  16. 46

    UNICENTRO 2012

    A alternativa que não é uma expressão artística brasileira é a indicada em

  17. 47

    UNAMA 2009

    Leia a estrofe a seguir, do soneto de Gregório de Matos Guerra.   De que pode servir calar quem cala, Nunca se há de falar o que se sente? Sempre se há de sentir o que se fala! (Aos vícios- Gregório de Matos Guerra)   A respeito de aspectos linguísticos e literários, avalie as quatro afirmativas abaixo, com base no texto lido.   I. Há presença do amor cortês, marca da poesia medieval de Gregório de Matos. II. Como barroco, o poeta utiliza a antítese para confrontar os extremos. III. Nas suas duas ocorrências, o vocábulo o, antes do que, é pronome demonstrativo. IV. O pronome se, em posição enclítica, nas quatro ocorrências, caracteriza desvio da norma padrão, próprio da poesia satírica de Gregório de Matos.   Estão corretas as afirmativas:

  18. 48

    UPF 2012

    Olavo Bilac e Cruz e Sousa estão situados, respectivamente, nos seguintes períodos literários:

  19. 49

    UPF 2014

    Sobre autores da literatura brasileira e suas obras, é incorreto afirmar que:

  20. 50

    UEAP 2009

    A instabilidade das cousas do mundo Nasce o Sol, e não dura mais que um dia, Depois da Luz se segue a noite escura, Em tristes sombras morre a formosura, Em contínuas tristezas a alegria. Porém se acaba o Sol, por que nascia? Se é tão formosa a Luz, por que não dura? Como a beleza assim se transfigura? Como o gosto da pena assim se fia? Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza, Na formosura não se dê constância, E na alegria sinta-se tristeza. Começa o mundo enfim pela ignorância, E tem qualquer dos bens por natureza A firmeza somente na inconstância. (Gregório de Matos)    Considere as afirmações sobre o poema: I. O autor utiliza o Sol, a beleza e a alegria para ilustrar a efemeridade da vida; II. O poeta afirma que a única coisa firme é o fato de nada ser constante; III. O autor utiliza um paradoxo na última estrofe, o que não é próprio da estética Barroca; IV. O acúmulo de antíteses e a estrutura interrogativa são recursos estilísticos utilizados pelo autor para sustentar sua argumentação.   Assinale a alternativa correta

  21. 51

    UNICANTO 2015

    Considerando a arte barroca, observa-se que:

  22. 52

    UPE 2011

    Ao Braço do Mesmo Menino Jesus Quando Appareceo   O todo sem a parte não é todo, A parte sem o todo não é parte, Mas se a parte o faz todo, sendo parte, Não se diga, que é parte, sendo todo.   Em todo o Sacramento está Deus todo, E todo assiste inteiro em qualquer parte, E feito em partes todo em toda a parte, Em qualquer parte sempre fica o todo   O braço de Jesus não seja parte, Pois que feito Jesus em partes todo, Assiste cada parte em sua parte Não se sabendo parte deste todo, Um braço, que lhe acharam, sendo parte, Nos disse as partes todas deste todo. MATOS, Gregório de. Poemas Escolhidos. São Paulo: Cultrix, 1990. p. 307.   Sobre o poema de Gregório de Matos, analise as afirmativas a seguir:    I. Há figuras de linguagem que estão diretamente atreladas à estética literária cuja principal característica é a presença do sentimento bucólico, ou seja, sentimento relativo ao culto à natureza. II. No primeiro e no segundo verso, se analisarmos as palavras “parte” e “todo”, podemos dizer que estamos diante de um jogo de palavras cujo objetivo é propor situações reflexivas. III. Há demonstração, por meio da terceira e da quarta estrofe, que a temática central discutida no texto tem relação direta com a fase satírica presente na obra de Gregório de Matos. IV. O eu lírico, na segunda estrofe, reflete sobre a temática religiosa, fazendo ver que Deus, ainda que fragmentado em muitas partes, está em todas as partes, o tempo todo. V. Os versos, construídos sob a ótica da estética barroca, mostram o quanto tal estética, em razão de sua natureza social e histórica, refletiu temáticas de natureza contrastante e paradoxal.   Estão CORRETAS

  23. 53

    UEL 2011

    “Triste Bahia” Triste Bahia! Ó quão dessemelhante Estás e estou do nosso antigo estado! Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado, Rica te vi eu já, tu a mi abundante.   A ti trocou-te a máquina mercante, Que em tua larga barra tem entrado, A mim foi-me trocando, e tem trocado, Tanto negócio e tanto negociante.   Deste em dar tanto açúcar excelente Pelas drogas inúteis, que abelhuda Simples aceitas do sagaz Brichote.   Oh se quisera Deus que de repente Um dia amanheceras tão sisuda Que fora de algodão o teu capote!  (MATOS, Gregório de. Poesias selecionadas. 3. ed. São Paulo: FTD, 1998. p. 141.)   Considerando-se o soneto, conclui-se que

  24. 54

    UEL 2011

    Triste Bahia! Oh quão dessemelhante Estás, e estou do nosso antigo estado! Pobre te vejo a ti, tu a mi empenhado, Rica te vejo eu já, tu a mi abundante.   A ti trocou-te a máquina mercante, Que em tua larga barra tem entrado, A mim foi-me trocando, e tem trocado Tanto negócio, e tanto negociante.   Deste em dar tanto açúcar excelente Pelas drogas inúteis, que abelhuda Simples aceitas do sagaz Brichote.   Oh se quisera Deus, que de repente Um dia amanheceras tão sisuda Que fora de algodão o teu capote! MATOS, Gregório de. Poesias selecionadas. 3. ed. São Paulo: FTD, 1998. p. 141. A partir da leitura do texto, considere as afirmativas a seguir.   I. O poema faz parte da produção de Gregório de Matos caracterizada pelo cunho satírico, visto que ridiculariza vícios e imperfeições e assume um tom de censura. II. As figuras do desconsolado poeta, da triste Bahia e do sagaz Brichote são imagens poéticas utilizadas para expressar a existência de um triângulo amoroso. III. O poema apresenta a degradação da Bahia e do eu-lírico, em virtude do sistema de trocas imposto à Colônia, o qual privilegiava os comerciantes estrangeiros. IV. Os versos “Que em tua larga barra tem entrado” e “Deste em dar tanto açúcar excelente” conferem ao poema um tom erótico, pois, simbolicamente, sugerem a ideia de solicitação ao prazer.     Assinale a alternativa correta

  25. 55

    UNESPAR 2011

    Relacione as colunas de acordo com os artistas e os movimentos dos quais fizeram parte em determinado momento de suas carreiras.   1) Paul Cézanne 2) René Magritte 3) Roy Lichtenstein 4) Monet 5) Diego Velásquez   ( ) Pós-impressionismo ( ) Impressionista ( ) Barroco espanhol ( ) Surrealismo ( ) Arte Pop   A sequência correta é:

  26. 56

    UNIFESP 2009

    Neste mundo é mais rico, o que mais rapa: Quem mais limpo se faz, tem mais carepa: Com sua língua ao nobre o vil decepa: O Velhaco maior sempre tem capa. (Gregório de Matos) Nos versos, o eu lírico deixa evidente que

  27. 57

    FGV-SP 2009

    Comparando o Simbolismo com outros estilos de época, um crítico afirmou: I – Ambos os movimentos exprimem o desgosto pelas soluções racionalistas. II – É comum a ambas as correntes a tentação do esteticismo e do formalismo.   Por meio das palavras “ambos” (I) e “ambas” (II), o crítico faz uma aproximação entre o Simbolismo e, respectivamente, o:  

  28. 58

    UNIPAM 2012

    Numere a 2ª coluna, composta de fragmentos de textos poéticos, com a 1ª, composta de diferentes modos como a vida pode ser abordada por escritores de épocas distintas. (1) Vida como momento de consciência de efemeridades. (2) Vida como momento de distanciamentos amorosos. (3) Vida como momento de reflexões metafísicas. (4) Vida como momento de refúgios sem destinos.   ( ) Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar? amar e esquecer, amar e malamar, amar, desamar, amar? sempre, e até de olhos vidrados, amar? [....] Este o nosso destino: amor sem conta, distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas, doação ilimitada a uma completa ingratidão, e na concha vazia do amor a procura medrosa, paciente, de mais e mais amor. [...] (Carlos Drummond de Andrade) ( ) Nise? Nise? onde estás? Aonde espera Achar te uma alma, que por ti suspira, Se quanto a vista se dilata, e gira, Tanto mais de encontrar te desespera! [...] Nem ao menos o eco me responde! Ah como é certa a minha desventura! Nise? Nise? onde estás? aonde? aonde? (Cláudio Manuel da Costa) ( ) Discreta e formosíssima Maria, Enquanto estamos vendo a qualquer hora Em tuas faces a rosada Aurora, Em teus olhos, e boca o Sol, e o dia: [...] Oh não aguardes, que a madura idade Te converta em flor, essa beleza Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada. (Gregório de Matos) ( ) Eu durmo e vivo ao sol como um cigano, Fumando meu cigarro vaporoso; Nas noites de verão namoro estrelas; Sou pobre, sou mendigo e sou ditoso! [...] Tenho por palácio as longas ruas; Passeio a gosto e durmo sem temores; Quando bebo, sou rei como um poeta, E o vinho faz sonhar com os amores. (Álvares de Azevedo) Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA

  29. 59

    UFMG 2010

    Um dos recursos utilizados pelo padre Antônio Vieira em seus sermões consiste na “agudeza” – maneira de conduzir o pensamento que aproxima objetos e/ou idéias distantes, diferentes, por meio de um discurso artificioso, que se costuma chamar de “discurso engenhoso”. Assinale a alternativa em que, no trecho transcrito do “Sermão da Sexagésima”, o autor utiliza esse recurso.

  30. 60

    UNICENTRO 2016

    Desenganos da vida humana, metaforicamente É a vaidade, Fábio, nesta vida, Rosa, que da manhã lisonjeada, Púrpuras mil, com ambição dourada, Airosa rompe, arrasta presumida. É planta, que de abril favorecida Por mares de soberba desatada, Florida galeota empavesada, Sulca ufana, navega destemida. É nau enfim, que em breve ligeireza, Com presunção de Fênix generosa, Galhardias apresta, alentos preza: Mas ser planta, ser rosa, nau vistosa De que importa, se aguarda sem defesa Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa? MATOS, Gregório. Disponível em: http://poesiascolecionadas.blogspot.com.br/. Acesso em: 21 set. 2016.   A primeira estrofe constrói-se a partir da comparação entre os elementos

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