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UERN 2015

Jesuíno Alves de Melo Calado foi o boiadeiro romântico, espécie matuto de Robin Hood, adorado pela população pobre, defensor dos fracos, dos velhos oprimidos, das moças ultrajadas, das crianças agredidas. Sua fama ainda resiste, indelével, num clima de simpatia irresistível. Certas injustiças acontecem porque Jesuíno não existe mais. Uma justificação do prestígio natural de Jesuíno Brilhante para os sertanejos seria o horror ao ladrão. Não roubava e o seu bando era rigorosamente Vigiado para respeitar o décimo mandamento. Recebia o que lhe davam e, as vezes, pedia. Era auxiliado pela multidão dos admiradores, nada lhe faltando e mesmo possuía recursos de lavoura e gado.
(Trindade, 2010 in: Nonato, 1998, p. 86.)

Nascido em Patu, no Rio Grande do Norte, em 1844, e morto num tiroteio, em 1879, Jesuíno Brilhante, foi um legítimo representante de um movimento de banditismo social característico da Primeira República Brasileira (1889-1930), que assolou o Nordeste brasileiro conhecido como

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