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UFG 2009

O Tatu e o Tamanduá
Já é noite
e o tatu sai da toca.
Faminto que está,
quer chegar ao cupinzeiro
antes do tamanduá.
Com tanta pressa
vai pela trilha o tatu,
mas logo à frente tropeça
numa vara de bambu.
O tatu então supõe
ter caído na armadilha
do rival tamanduá...
Será que ele teve a mesma idéia
de papar todo o alimento
que no cupinzeiro há?
Quando do chão se levanta,
o tatuzinho se espanta
diante do tamanduá.
― Boa noite, amigo tatu!
Venho aqui te convidar
Para ir ao cupinzeiro...
Lá não há muitos cupins,
mas pra dois acho que dá.
O tatu, meio sem graça,
quase esconde a cara
debaixo da carapaça...
E lhe serviu a lição
pra aprender a divisão.

Dorival Coutinho da Silva. Disponível em: < http://recantodasletras.uol.com.br>. Acesso em: 24 mar. 2009.

 

De acordo com o poema, o tatu está cumprindo o seu papel ecológico, pois mantêm com o tamanduá uma relação interespecífica de

Escolha uma das alternativas.