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UFRGS 2001

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:

1Até algum tempo atrás, imaginava-se que um cérebro jovem, em sua plena vitalidade biológica, 2fosse muito mais poderoso e criativo do que um outro já maduro e desgastado pela idade. A matemática fornecia o maior dos 3argumentos para os defensores dessa teoria: quase todas as grandes equações matemáticas foram propostas ou decifradas por gente com menos de 30 anos. Albert Einstein tinha apenas 26 anos 4quando apresentou sua Teoria Geral da Relatividade - a mais revolucionária de todas as elaborações matemáticas, que lhe valeu o Prêmio Nobel de Física, quinze anos 5depois.
O argumento é forte, porém ele se baseia numa ideia ultrapassada
1 respeito da mente humana. As novas 6descobertas estão mostrando que a inteligência não se limita 2 capacidade de raciocínio lógico, necessária para propor ou resolver uma 7complicada equação matemática. Os testes de QI, um dos antigos parâmetros usados para medir a inteligência, já não servem 8mais para avaliar a capacidade cerebral de uma pessoa.
A inteligência é muito mais que 9isso. 10É uma soma inacreditável de fatores, que inclui1até os emocionais. Uma pessoa excessivamente tímida ou muito agressiva terá problemas para conseguir um bom emprego, 3 na profissão ou ter bom relacionamento familiar, por maior que seja seu QI. O que os novos estudos estão mostrando 12no momento é que 12um cérebro jovem 13tende, sim, a ser mais 14inovador e 15revolucionário. Mas, como um bom vinho ou uma boa ideia, 16ele também 17pode 18amadurecer e melhorar com o tempo. Basta 19ser estimulado.
(Adaptado de: GUARACY, Thales; RAMALHO, Cristina. Veja,19 de agosto de 1998.)

No texto, o advérbio "mais" (ref. 8) deixa pressuposta a ideia de que:

Escolha uma das alternativas.