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UFSM 2012

Tolstoi apelava para a moral por achar óbvio que o fato de gostarmos de uma obra de arte ou a apreciarmos de um jeito ou de outro era uma questão exclusivamente subjetiva. Qualquer tentativa de prescrever padrões objetivos de gosto está condenada ao fracasso. Mas havia um modo de julgar objetivamente uma obra de arte: quanto ao seu conteúdo moral. Assim, por exemplo, ao avaliar se um romance é bom ou ruim, estamos apenas manifestando as nossas opiniões. Mas quando indagamos se o romance transmite uma mensagem moralmente virtuosa, podemos chegar a uma conclusão com que todos os julgadores sensatos podem concordar. Esse argumento é importante, porque tem consequências para a subvenção pública da arte. Tolstoi achava injustificável subvencionar as artes se o valor delas estava apenas no prazer que proporcionavam. Por que subsidiar alguns prazeres, como a ópera e a dança, e não outros, como a bebida?

 

Considere as seguintes afirmativas:

 

I. Segundo o texto, o conteúdo moral de uma obra de arte é uma questão objetiva.

II. Segundo o texto, o conteúdo estético de uma obra de arte não é uma questão subjetiva.

III. Segundo o texto, o Estado deve subvencionar a bebida.

 

Está(ão) correta(s)

 

Escolha uma das alternativas.