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UNAMA 2008

O Ver-o-Peso

 

“[...] Viva maré de março visitando o Mercado de Ferro, lojas e botequins, refletindo junto ao balcão os violões desencordoados nas prateleiras. Os bondes, ao fazer a curva no trecho inundado, navegavam. As canoas no porto veleiro, em cima da enchente, ao nível da rua de velas içadas, pareciam prontas a velejar cidade adentro, amarrando os seus cabos nas torres do Carmo, da Sé, de Santo Alexandre e nas sumaumeiras do arraial de Nazaré.[...]

 

Voltava-se (Libânia) agora para os cestos, fogareiros de barro, bichos, cachimbos, ah, esteum, aqui, eu fumava. O gosto de provar todas as farinhas ali expostas nos paneiros em plena calçada não atingida inda pela maré.[...] Cada melancia, aquele ananás, uns muçuãs que deviam estar gordinhos, a tracajá virada.[...]”

 

Dalcídio Jurandir possibilita, ao longo de Belém do Grão-Pará, como mostra esse excerto, que o seu leitor conheça a variedade linguística típica do arquipélago do Marajó. Essa variedade está exemplificada em:

Escolha uma das alternativas.