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UNAMA 2015

“Recentemente biólogos anunciaram em artigo publicado na revista Nature Communications o desenvolvimento de uma nova arma contra a malária. Mosquitos geneticamente manipulados, capazes de produzir descendentes machos, poderiam levar ao desaparecimento de uma população inteira de outros mosquitos. A pesquisa [...] de que o aumento da população de machos diminuiria significativamente o de fêmeas, impedindo, consequentemente, a reprodução dos mosquitos. [...] reduzir o risco de que os humanos entrem em contato com o parasita da malária, transmitido pelas fêmeas que se alimentam de sangue, [...] seja uma nova possibilidade de combate ao inseto”.

No Brasil, em Campinas, a empresa britânica Oxitec já instalou a primeira fábrica de mosquitos Aedes aegypti, produzindo 500 mil insetos por semana, onde em laboratório, os ovos do A. aegypti recebem uma microinjeção de DNA com um gene que impede que os descendentes desses machos cheguem à fase adulta.

Texto A Fábrica de mosquitos, de Andrea Crisanti. Revista Vida e Saúde, pag. 29, set. 2014.

 

“... em laboratório, os ovos do A.aegypti recebem uma microinjeção de DNA com um gene para impedir que os descendentes dos machos cheguem à fase adulta...”. Esta técnica genética é chamada de

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