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UNB 2014

Biosfera II foi um projeto desenvolvido para simular diversos ecossistemas e se estudar, até que ponto, seria possível construir um hábitat autônomo, onde os futuros colonos do planeta Marte pudessem estabelecer-se. A ideia era a de que recursos, do ar à água, se renovassem automaticamente, e os detritos fertilizassem os terrenos de cultivo e servissem de nutriente às algas. No entanto, uma série de incidentes deitou por terra o projeto. Baratas e formigas penetraram no sistema, aparentemente estanque (perdia apenas 10% do ar por ano, enquanto, nos vaivéns espaciais, essa perda é de 2% por dia). Os níveis de CO2aumentaram, o que causou a morte de várias espécies. Das 25 espécies de vertebrados utilizadas no projeto, apenas seis sobreviveram. As abelhas, os beija-flores e outros insetos polinizadores também morreram. Foi necessário injetar oxigênio para garantir a continuidade do projeto. A estação ficou abandonada durante 13 anos, até que, em 2007, a Universidade do Arizona transformou-a em um grande laboratório de ciências da Terra. Hoje, é possível estudar ali o impacto das alterações climáticas nas espécies vegetais e a resposta dos ecossistemas a concentrações elevadas de gases de efeito estufa. A instalação funciona como um modelo de cidade, que possibilita ensaiar estratégias para reduzir as emissões poluentes ou a implantação de novos sistemas de distribuição de energia elétrica.

Revista Superinteressante, mar./2012 (com adaptações).

 

 

Alguns vertebrados não têm bolsa amniótica e, após a metamorfose, deixam de depender exclusivamente do ambiente aquático para sobreviver e passam a viver também em ambientes terrestres. Por terem pele altamente permeável e serem sensíveis a contaminantes ambientais, esses vertebrados desempenhariam, na Biosfera II, papel importante na

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