Tenha acesso completo ao Stoodi

Assine o Stoodi e prepare-se para o ENEM com nossos conteúdos exclusivos!

UNICENTRO 2016

Desenganos da vida humana, metaforicamente

É a vaidade, Fábio, nesta vida,
Rosa, que da manhã lisonjeada,
Púrpuras mil, com ambição dourada,
Airosa rompe, arrasta presumida.

É planta, que de abril favorecida
Por mares de soberba desatada,
Florida galeota empavesada,
Sulca ufana, navega destemida.

É nau enfim, que em breve ligeireza,
Com presunção de Fênix generosa,
Galhardias apresta, alentos preza:

Mas ser planta, ser rosa, nau vistosa
De que importa, se aguarda sem defesa
Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa?

MATOS, Gregório. Disponível em: http://poesiascolecionadas.blogspot.com.br/. Acesso em: 21 set. 2016.

 

A característica marcante em todo poema e o recurso estético pertinente ao Barroco, na última estrofe, encontram-se, respectivamente, em

Escolha uma das alternativas.