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UNIFOR 2010

Nos últimos cinco anos, o Brasil registrou um crescimento extraordinário no número de bancos para o armazenamento de sangue do cordão umbilical. O interesse dos brasileiros em guardar o sangue do cordão umbilical de seus bebês foi em grande parte despertado pelo marketing agressivo dos bancos particulares. A estratégia publicitária é bastante simples: sugere a ideia de que aquele tantinho de sangue, coletado rapidamente, ali mesmo na sala de parto, funciona como seguro-saúde sem prazo de validade. No futuro, se o recém-nascido vier a sofrer de doenças graves como leucemia, linfoma, diabetes, Alzheimer, Parkinson ou derrame, o sangue de seu cordão umbilical poderá representar a diferença entre a cura e uma vida de sofrimento – aventam os anúncios. O sangue extraído do cordão umbilical é de fato rico em células-tronco, mas em um tipo específico: as hematopoiéticas. De cerca de 500.000 células-tronco encontradas em 100 mililitros de sangue do cordão umbilical, apenas 0,1% pertence ao grupo das mesenquimais.
LOPES, Adriana Dias. Um estranho mercado. In: Revista Veja, n. 42, novembro 2009 (com adaptações)

Com base nas informações do texto acima, é correto afirmar que

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