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    UNESP 2005

    A remodelação estética do Brasil iniciada na música de Villa-Lobos, na escultura de Brecheret, na pintura de Di Cavalcanti, Anita Malfati, Vicente do Rego Monteiro, Zina Aita, e na jovem e ousada poesia, será a libertação da arte dos perigos que a ameaçam, do inoportuno arcadismo, do academismo e do provincialismo. (Graça Aranha, 1922.) Neste trecho, o autor

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    FGV 2014

    Observe o quadro Estrada de Ferro Central do Brasil (1924), de Tarsila do Amaral. Na obra, podem-se reconhecer algumas características do modernismo brasileiro nas artes, como

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    PUC-RS 2003

    Responder à questão associando os nomes dos artistas modernistas brasileiros (Coluna A) às respectivas características das suas obras (Coluna B). Coluna A 1- Anita Malfatti 2- Di Cavalcanti 3- Portinari 4- Tarsila do Amaral Coluna B [  ] produziu uma série de quadros de influência expressionista sobre a seca no Nordeste, como os "Retirantes". [  ] provocou a ira de Monteiro Lobato ao romper com o realismo em obras como o "Homem Amarelo". [  ] expressou e sintetizou conceitos do Manifesto Antropofágico em quadros como o "Abaporu". [  ] representou os diferentes grupos étnicos que formaram a sociedade brasileira, utilizando, entre outros, o tema da sensualidade da mulher mestiça brasileira. A numeração correta na coluna B, de cima para baixo, é

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    ESPM

     “O projeto do Parque do Ibirapuera foi idealizado para as comemorações do IV Centenário da fundação de São Paulo, em 1954. Era um projeto de 1,5 milhão de metros quadrados, desenhava o perímetro do lago imaginário para captar as águas dos córregos que atravessam a região e, assim, garantir a drenagem dos locais charcosos e o posicionamento dos edifícios acima do percurso das águas pluviais. Foi um trabalho insano. De todo modo, o Ibirapuera é o pulmão saudável de uma metrópole poluída, o melhor parque da América Latina, segundo o site Tripadvisor, o oitavo melhor do mundo. Recebe por semana uma média de 220 mil visitantes.” (Revista Carta Capital; 27/08/2014) Cartão postal de São Paulo, o parque do Ibirapuera comemorou 60 anos, de sua inauguração, em 21/08/2014. (...) O projeto arquitetônico descrito no enunciado foi de autoria de:

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    FUVEST 2005

    Sobre este quadro, "A Negra", pintado por Tarsila do Amaral em 1923, é possível afirmar que

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    UFSM 2002

    ORDONEZ, Marlene & QUEVEDO, Júlio. História. São Paulo: IBEP. p. 396. A obra Antropofagia, de Tarsila do Amaral, sintetiza uma das características dos modernistas, em 1922, ou seja,

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    UFC 2007

    Leia a frase a seguir. "Contra todos os importadores de consciência enlatada." ANDRADE, Oswald de. "Manifesto antropófago". "Revista de Antropofagia", São Paulo, ano I, n. 1, mai. 1928. O Movimento Antropofágico, lançado em 1928, celebrizou-se pela radicalização de alguns princípios apregoados durante a Semana de Arte Moderna (1922). Sobre ele, é correto dizer que:

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    MACKENZIE 2013

    A Semana de Arte Moderna de 1922 foi um marco cultural e a expressão da busca de um novo Brasil que conseguisse superar suas características arcaicas, refletindo mudanças em todas as áreas de nosso país. Em 1928, Oswald de Andrade publicou o Manifesto Antropofágico, que procurou “traduzir” o espírito da cultura nacional. A respeito do contexto histórico e cultural da época, é correto afirmar que

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    FGV 2002

    A única alternativa que apresenta personalidades e/ou obras do movimento modernista é:

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    UEL 2010

    Com relação ao Modernismo brasileiro, ocorrido entre meados da década de 1917 e da década de 1930, é correto afirmar que sua gênese sofreu influências dos seguintes movimentos artísticos internacionais:

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    UDESC

    A Semana da Arte Moderna de 1922 tinha como uma das grandes aspirações renovar o ambiente artístico e cultural do país, produzindo uma arte brasileira afinada com as tendências vanguardistas europeias, sem, contudo, perder o caráter nacional; para isso contou com a participação de escritores, artistas plásticos, músicos, entre outros. Analise as sequências que reúnam as proposições corretas em relação à Semana da Arte Moderna. I. O movimento modernista buscava resgatar alguns pontos em comum com o Barroco, como os contos sobre a natureza; e com o Parnasianismo, como o estilo simples da linguagem. II. A exposição da artista plástica Anita Malfatti representou um marco para o modernismo brasileiro; suas obras apresentavam tendências vanguardistas europeias, o que de certa forma chocou grande parte do público; foi criticada pela corrente conservadora, mas despertou os jovens para a renovação da arte brasileira. III. O escritor Graça Aranha foi quem abriu o evento com a sua conferência inaugural "A emoção estética na Arte Moderna"; em seguida, apresentou suas obras Pauliceia desvairada e Amar, verbo intransitivo. IV. O maestro e compositor Villa-Lobos foi um dos mais importantes e atuantes participantes da Semana. V. As esculturas de Brecheret, impregnadas de modernidade, foram um dos estandartes da Semana; sua maquete do Movimento às Bandeiras foi recusada pelas autoridades paulistas; hoje, umas das esculturas públicas mais admiradas em São Paulo. Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.  

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    Stoodi 2020

    Antes da semana de Arte Moderna, dois artistas ligados aos movimentos vanguardistas na Europa apresentaram seus trabalhos na cidade de São Paulo, provocando algumas críticas isoladas, mas, às vezes, contundentes. Esses dois artistas foram:  

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    Stoodi 2020

    O estudo do modernismo no Brasil inclui leituras, contextualização e análises das produções artísticas brasileiras do século XX. Esta abordagem permite verificar  

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    ENEM PPL 2016

    TEXTO I Embora eles, artistas modernos, se deem como novos precursores duma arte a ir, nada é mais velho que a arte anormal. De há muitos já que a estudam os psiquiatras em seus tratados, documentando-se nos inúmeros desenhos que ornam as paredes internas dos manicômios. Essas considerações são provocadas pela exposição da Sra. Malfatti. Sejam sinceros: futurismo, cubismo, impressionismo e tutti quanti não passam de outros tantos ramos da arte caricatural. LOBATO, M. Paranoia ou mistificação: a propósito da exposição de Anita Malfatti. O Estado de São Paulo, 20 dez.1917 (adaptado).   TEXTO II Anita Malfatti, possuidora de uma afta consciência do que faz, a vibrante artista não temeu levantar com os seus cinquenta trabalhos as mais irritadas opiniões e as mais contrariantes hostilidades. As suas telas chocam o preconceito fotográfico que geralmente se leva no espírito para as nossas exposições de pintura. Na arte, a realidade na ilusão é o que todos procuram. E os naturalistas mais perfeitos são os que melhor conseguem iludir. ANDRADE. O. A exposição Anita Malfatti. Jornal do Commercio, 11 jan. 1918 (adaptado).   TEXTO III     A análise dos documentos apresentados demonstra que o cenário artístico brasileiro no primeiro quartel do século XX era caracterizado pelo(a)

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    PUC-CAMPINAS 1995

    As afirmações a seguir são do escritor Mário de Andrade, e referem-se a obras suas:   I. Evidentemente não tenho a pretensão de que meu livro sirva pra estudos científicos e folclore. Fantasiei quando queria e sobretudo quando carecia pra que a invenção permanecesse arte e não documentação seca de estudo. Basta ver a macumba carioca desgeograficada com cuidado, com elementos dos candomblés baianos e das pagelanças paraenses.   II. Carlos carece de espelho e tem vergonha de se olhar nele, falo eu no meu jogo de imagens, depois de qualquer ação desonesta. Por isso se conserva honesto para poder olhar no espelho. A honestidade dele é uma secreção biológica. Pentear sem espelho na frente faz o repartido sair torto e isso deixa os cabelos doendo. Na própria página em que "inventei" o crescimento de Carlos, inculco visivelmente que ele vai ser honesto na vida por causa das reações fisiológicas. Porém não me conservei apenas nesse naturalismo que repudio, não.   III. Estou na segunda parte, já escrevi 50 páginas e inda não descrevi a primeira cena da parte que é Chico Antônio na fazenda acalmando os bois irritados com a morte dum novilho. A não ser algumas análises psicológicas mais fundas, o resto é descrição da realidade tal como é, só pra que a realidade atual fique descrita e se grave.   Mário de Andrade fala de AMAR, VERBO INTRANSITIVO

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    UNAMA 2007

    Infância   MEU PAI montava a cavalo, ia para o campo. Minha mãe ficava sentada cosendo. Meu irmão pequeno dormia. Eu sozinho menino entre mangueiras lia a história de Robinson Crusoé, comprida história que não acaba mais.   No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu a ninar nos longes da senzala – e nunca se esqueceu chamava para o café. Café preto que nem a preta velha café gostoso café bom.   Minha mãe ficava sentada cosendo Olhando para mim: – Psiu... Não acorde o menino. Para o berço onde pousou um mosquito. E dava um suspiro... que fundo!   Lá longe meu pai campeava no mato sem fim da fazenda.   E eu não sabia que minha história era mais bonita que a de Robinson Crusoé. (Carlos Drummond de Andrade.In: Poesia e Prosa/Alguma Poesia. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1979. p.71)   Minha Vida e Meus Amores   Quando, no albor da vida, fascinado Com tanta luz e brilho e pompa e galas, Vi o mundo sorrir-me esperançoso: – Meu Deus, disse entre mim, oh! Quanto é doce.   Quanto é bela esta vida assim vivida! Agora, logo, aqui, além, notando Uma pedra, uma flor, uma lindeza, Um seixo da corrente, uma conchinha       À beira-mar colhida!   Foi esta a infância minha; a juventude Falou-me ao coração: – amemos, disse,     Porque amar é viver.   E esta era linda, como é linda a aurora No fresco da manhã tingindo as nuvens     De rósea cor fagueira;   Aquela tinha um quê de anelos meigos     Artífice sublime;   Feiticeiro sorrir dos lábios dela Prendeu-me o coração; – julguei-o ao menos. (...) (Gonçalves Dias.In: Poesia e prosa Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1998. p.136 )   Lendo os dois poemas, um de Carlos Drummond de Andrade e outro de Gonçalves Dias, percebemos a infância tematizada e marcas no lirismo presente em cada um deles. A respeito desses dois poemas, avalie as afirmações a seguir :   I. No poema de Drummond, a linguagem despojada e coloquial confere perspectiva lírica às lembranças da infância, vivida no cotidiano da fazenda patriarcal. II. No fragmento de poema de Gonçalves Dias, de expressão romântica, as emoções convencionalmente relacionadas à infância apresentam-se através de imagens e metáforas da natureza, compondo o tom exclamativo das estrofes. III. Nos versos de Gonçalves Dias, a infância é evocada sob o signo da esperança, em cenário natural paradisíaco. IV. Nos dois textos é possível perceber marcas de linguagem comuns ao Modernismo, como o uso literário do registro coloquial.   O correto está em

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    UNAMA 2007

    (...) A prosa romanesca entra em rumo de consolidação na Amazônia com alguns escritores integrados à atmosfera de sublevação modernista do 1922 paulista. Dentre eles, Bruno de Menezes, introdutor no Pará das inovações radicadas na Semana; destaca-se porque, além de romper com os academicismos, elabora poesia ambientada numa Amazônia vista como acolhimento também da cultura negra (...) (Amarílis Tupiassú. .Dossiê Amazônia Brasileira I. Amazônia, das travessias lusitanas à literatura de até agora. Estudos Avançados. v.19 no.53. São Paulo. EDUSP. 2005)   Entre os fragmentos de poemas de Bruno de Menezes a seguir, identifique aquele que exemplifica as afirmações de Amarílis Tupiassú destacadas no trecho acima:

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    UECE 2012

    Os seguintes excertos foram retirados das obras de dois escritores modernistas:   1. Dezembro deu à luz das salas enceradas de tia Gabriela as três moças primas de óculos bem falados. Pantico norte-americava. E minha mãe entre médicos num leito de crise decidiu meu apressado viageiro do mundo.   2. A moça bonita, chamada Uiara, morava na Terra Grande. Dizem que tinha cabelos verdes, olhos amarelos. O mato é verde; pois os seus cabelos eram mais verdes. A flor do ipê é amarela; pois os seus olhos eram mais amarelos.     Com base no que diz o Texto I sobre as duas fases do Modernismo brasileiro, marque 1 para o que se referir ao excerto 1; 2 para o que se referir ao excerto 2.   (   ) A maneira como a linguagem foi trabalhada rompe os padrões tradicionais da linguagem literária. (   ) A introdução de uma figura do folclore empresta à obra o cunho de brasilidade que Monteiro Lobato exigia. (   ) A obra representada no excerto deve ser enquadrada na fase que Mário de Andrade chamaria de “tempo destruidor”. (   ) A obra, cujo excerto é uma amostra, atinge a modernidade pela absorção do que se criava lá fora. (   ) A obra representada pelo excerto assegura a entrada numa ordem universal por uma mediação dos traços nacionais. Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

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    UFABC 2006

    O BICHO Vi ontem um bicho Na imundície do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa, Não examinava nem cheirava. Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. Manuel Bandeira, Estrela da vida inteira. 1973.   À vista do poema, verifica-se que  

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    UFABC 2006

    Considere os seguintes traços estilísticos: I.   originalidade de técnicas narrativas; II.  regionalismo; III. recriação da linguagem; IV. sintaxe e vocabulário pouco convencionais.   Podem ser associados à obra de Guimarães Rosa os traços expostos em  

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    UFABC 2007

    Folhetim de hoje Pela fazenda ia um movimento fora do comum. Os trabalhadores partiam todas as manhãs para as roças, a colher cacau, outros pisavam cacau mole nos cochos ou dançavam sobre o cacau seco nas barcaças, cantando suas tristes canções. “Vida de negro é difícil É difícil como quê...”   Lamentos que o vento levava, gemidos sob o sol nas roças de cacau, no trabalho da manhã à noite:   “Eu quero morrer de noite Bem longe, numa tocaia ... Eu quero morrer de açoite Dos bordados da sua saia ...”   Os trabalhadores gemiam seus cantos nos dias de trabalho, seus cantos de servidão e de amor impossível, mas, ao mesmo tempo, se reunia na fazenda uma outra população. Parecidos com os trabalhadores no físico e na rudeza da voz, na maneira de falar e no modo de se vestir, esses homens que chegavam diariamente à fazenda (...) eram os jagunços que vinham (...).   É correto afirmar que a obra de Jorge Amado é de cunho essencialmente

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    UFABC 2007

    Exposição: Clarice Lispector – A hora da estrela A exposição marca 30 anos do lançamento do livro A hora da estrela e também da morte da escritora. Todo o material exposto faz parte do Acervo Clarice Lispector, sob a guarda do Arquivo-Museu da Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa. A exposição ocorre no Museu da Língua Portuguesa: Praça da Luz, s/n.° (Estação Luz do Metrô), em São Paulo. O museu abre das 10 às 17h, de terça a domingo. Sábado é grátis. Demais dias: R$ 4. Segue-se um trecho desse romance admirável.   Nas frígidas noites, Macabéa, toda estremecente sob o lençol de brim, costumava ler à luz de vela os anúncios que recortava dos jornais velhos do escritório. É que fazia coleção de anúncios. Colava-os no álbum. Havia um anúncio, o mais precioso, que mostrava em cores o pote aberto de um creme para pele de mulheres que simplesmente não eram ela. Executando o fatal cacoete que pegara de piscar os olhos, ficava só imaginando com delícia: o creme era tão apetitoso que se tivesse dinheiro para comprá-lo não seria boba. Que pele, que nada, ela o comeria, isso sim, às colheradas no pote mesmo. É que lhe faltava gordura e seu organismo estava seco que nem saco meio vazio de torrada esfarelada.   Tornara-se com o tempo apenas matéria vivente em sua forma primária. Talvez fosse assim para se defender da grande tentação de ser infeliz de uma vez e ter pena de si. (Quando penso que eu podia ter nascido ela – e por que não? – estremeço. E parece-me covarde fuga o fato de eu não a ser, sinto culpa, como disse num dos títulos.) (Texto com adaptações)   Considere os itens: I. introspeção psicológica; II. bucolismo; III.metalinguagem; IV.neutralidade do narrador.   São traços estilísticos de Clarice Lispector presentes no texto:  

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    UFMG 2007

    Assinale a alternativa que apresenta um trecho de manifesto, prefácio ou poema modernista explicitamente programático com que a poesia de Viagem tem afinidades.

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    UFMG 2007

    Com base na leitura de Viagem, de Cecília Meireles, é CORRETO afirmar que a poesia dessa obra revela

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    PUC-CAMPINAS 2016

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos. (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281)   A crítica galhofeira a autoridades e a pessoas de prestígio foi uma arma contundente de que se valeu

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    UFAC 2011

    Para responder à questão, leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.   “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade. [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases. [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros. [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]”   Pela leitura dos fragmentos dessa reportagem, podemos depreender que o assunto nela tratado refere-se à relação homem e meio ambiente, fato que também faz parte de uma das seguintes obras da Literatura Brasileira: 

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    UEMS 2010

    Eta, nóis / Brincando com Leminski   Menina, vou trabalhar em uma usina de cana pra alimentar os carros de uma família americana Menina, só vou poder te namorar no final de semana só vou poder te namorar no final de semana   Menina, vou trabalhar em condição sub humana vou trabalhar em condição sub humana   Menina, vou trabalhar Numa usina de cana Pra alimentar os carros De uma família americana   Só vou poder te namorar No final de semana Vou trabalhar em condição   Sub humana pra alimentar os carros pra alimentar os carros pra alimentar os carros....     O poema de Emmanuel Marinho “Eta, nóis / Brincando com Leminski” caracteriza-se pela temática social e interesse pelos problemas do homem em sociedade; aspectos que também podem ser encontrados no

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    UEMS 2006

    Observe com atenção os poemas abaixo:   Profissão de fé Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor. Com que ele, em ouro o alto-relevo Faz de uma flor. Imito-o e, pois, nem de Carrara A pedra firo: O alvo cristal, a pedra rara, O ônix prefiro. BILAC, Olavo Abaixo os puristas Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis Estou farto do lirismo namorador Político Raquítico Sifilítico De todo lirismo que capitula ao que quer que seja fora de si mesmo. BANDEIRA, Manuel. Com base na leitura dos dois poemas e nos seus conhecimentos sobre literatura brasileira, é correto classificá-los como:

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    UNICAMP 2011

    Leia a passagem seguinte, de Capitães da areia:   Pedro Bala olhou mais uma vez os homens que nas docas carregavam fardos para o navio holandês. Nas largas costas negras e mestiças brilhavam gotas de suor. Os pescoços musculosos iam curvados sob os fardos. E os guindastes rodavam ruidosamente. Um dia iria fazer uma greve como seu pai... Lutar pelo direito... Um dia um homem assim como João de Adão poderia contar a outros meninos na porta das docas a sua história, como contavam a de seu pai. Seus olhos tinham um intenso brilho na noite recém-chegada. (Jorge Amado, Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2008, p. 88.)   O trecho acima pode ajudar a definir o contexto literário em que foi escrito o romance de Jorge Amado. Esse contexto é da:

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    PUC-CAMPINAS 2016

    Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano? (BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137)   A razão pela qual o escritor Mário de Andrade dedicou a Paulo Prado seu romance Macunaíma é sugerida no próprio texto, uma vez que nesse romance o autor pretende

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