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  1. 181

    UFMG

    Todos os seguintes fragmentos, retirados de manifestos do Modernismo brasileiro, apresentam princípios também contidos na obra Pau-Brasil, exceto

  2. 182

    UP 2015

    Assim como Graciliano Ramos e Jorge Amado, José Lins do Rego é um dos principais representantes do Romance de 30. Sua obra Fogo morto foi publicada em 1943. Sobre essa obra, considere as seguintes afirmativas: 1. Ao contrário do realismo constante nas obras de Graciliano Ramos e de Jorge Amado, em Fogo morto predominam o saudosismo e as visões idílicas da infância. 2. Em Fogo morto, José Lins do Rego trata da decadência das formas tradicionais de produção de cana-de-açúcar, enfatizando as consequências desse processo nas relações sociais. 3. Os três protagonistas de Fogo morto – Mestre José Amaro, Seu Lula e Capitão Vitorino – condenam as ações do bando de cangaceiros de Antônio Silvino, que ameaçam suas propriedades. Assinale a alternativa correta.  

  3. 183

    FCMMG 2009

    As alternativas trazem um mesmo tema, recorrente na poesia de Manuel Bandeira, EXCETO:

  4. 184

    PUC-CAMPINAS 2016

    No fim de 1944 estávamos em regime de ditadura no Brasil, como todos sabem. Uma ditadura que já se ia dissolvendo, porque o ditador de então começara a acertar o passo com as chamadas Potências do Eixo; mas quando os Estados Unidos entraram na guerra e pressionaram no mesmo sentido os seus dependentes, ele não só passou para o outro lado, como teve de concordar que o país interviesse efetivamente na luta, como aliás pedia a opinião pública, às vezes em manifestações de massa que foram as primeiras a quebrar a rotina disciplinada de tranquilidade aparente nas grandes cidades. (CÂNDIDO, Antonio. Teresina etc. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, p. 107-108)   No imediato pós-guerra, precisamente no ano de 1945, um grupo de poetas − a chamada geração de 45 − acabou se caracterizando por abraçar

  5. 185

    UNESPAR 2011

    Leia atentamente o excerto a seguir.   – “Vosmecê agora me faça a boa obra de querer me ensinar o que é mesmo que é: fasmisgerado... faz-me-gerado... falmisgeraldo... familhas-gerado...?” Disse, de golpe. Trazia entre dentes aquela frase. Soara como riso seco. Mas, o gesto, que se seguiu, imperava-se de toda a rudez primitiva, de sua presença dilatada. Detinha minha resposta, não queria que eu a desse de imediato. E já aí outro susto vertiginoso suspendiame: alguém podia ter feito intriga, invencionice de atribuir-me a palavra de ofensa àquele homem; que muito, pois, que aqui ele se famanasse, vindo para exigir-me rosto a rosto, o fatal, a vexatória satisfação? – ”Saiba vosmecê que saí ind’hoje da Serra, que vim, sem parar, essas seis léguas, expresso direto pra mor de lhe perguntara pregunta, pelo claro...” Se sério, se era. Transiu-se-me. – ”Lá, e por estes meios de caminho, tem nenhum ninguém ciente, nem tem o legítimo – o livro que aprende as palavras... É gente pra informação torta, por se fingirem de menos ignorâncias... Só se o padre, no São Ão, capaz, mas com padres não me dou: eles logo engambelam... A bem. Agora, se me faz mercê, vosmecê me fale, no pau da peroba, no aperfeiçoado: o que é que é, o que já lhe preguntei?”   Considerando tema e características de estilo presentes no trecho, indique as afirmações corretas sobre o texto.   I) Trata-se de uma obra pré-modernista.   II) Trata-se de uma obra modernista.   III) O autor é Euclides da Cunha.   IV) O autor é Guimarães Rosa.   V) O autor é José Américo de Almeida.   VI) A obra é A Bagaceira que, segundo o estudioso Otto Maria Carpeaux, “abriu nova fase na história literária no Brasil”, inaugurando o romance regionalista do Nordeste que enfoca o ciclo da seca, do cangaço, da cana-de-açúcar, enfocando os problemas e transformações agrárias da região. Documenta a paisagem física e social do Brasil e apresenta temas e problemas do homem em relação ao meio que vive.   VII) A obra é Os Sertões que, segundo o estudioso Antonio Candido, se situa “entre a literatura e a sociologia naturalista”, assinalando “o fim do imperialismo literário, o começo da análise científica aplicada aos aspectos mais importantes da sociedade brasileira”. Na primeira parte apresenta a descrição geográfica da região em que se trava a Guerra de Canudos. Nesta, apresenta uma exposição das “raças e sub-raças” que compõem o povo brasileiro. E nesta terceira, expõe com rigor jornalístico as investidas do exército contra Canudos e a resistência de seus 20mil habitantes.     VIII) A obra é Primeiras estórias que, segundo o estudioso Cavalcanti Proença, “penetra no miolo do idioma, alcançando uma espécie de posição-chave, a partir da qual pode refazer a seu modo o caminho da expressão, inventando uma linguagem capaz de conduzir a alta tensão emocional da obra”. Ainda, conforme Adolfo Monteiro, o autor “imita o sertanejo: imita-o no seu processo, mas de modo algum copia como ele fala; imita a atitude dele para com a língua, coloca-se no lugar dele... mas como um “sertanejo-erudito”, um sertanejo que soubesse a beleza de sua fala”.   Estão corretas:

  6. 186

    UEG 2003

    CONGRESSO INTERNACIONAL DO MEDO Provisoriamente não cantaremos o amor, que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos. Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços, não cantaremos o ódio porque esse não existe, existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro, o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos, o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas, cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas, cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte, depois morreremos de medo e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas. ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. Rio de Janeiro: Record, 2001. p.159.   A partir da leitura desse poema e do conhecimento dos poemas da Antologia poética, de Carlos Drummond de Andrade, assinale a alternativa INCORRETA:

  7. 187

    PUC-CAMPINAS 2015

    Reveste-se de excepcional importância a inauguração, segunda-feira próxima, do aparelhamento de televisão das Emissoras Associadas, de São Paulo [...]. Santos, Campinas, Jundiaí e demais cidades localizadas num raio de oitenta quilômetros também foram beneficiadas, e, assim, milhões de pessoas poderão ser servidas pela TV “Associada”, a primeira a entrar em funcionamento em toda a América do Sul. [...] Ligando intimamente a televisão “Associada” à poesia, será madrinha do moderno equipamento a poetisa Rosalina Coelho Lisboa Larragoiti, devendo, também, ser cantada, na ocasião, pela primeira vez a Canção da TV escrita especialmente pelo poeta Guilherme de Almeida e pelo maestro Marcelo Tupinambá. Será entregue oficialmente ao público paulista a estação televisora das "Emissoras Associadas". (Diário de São Paulo, 16 de setembro de 1950. Apud CALDEIRA, Jorge (org) Brasil. A história contada por quem viu. São Paulo: Mameluco, 2008, p. 525)     Esta reportagem, datada de 1950, situa-se no início de uma década na qual, além das primeiras transmissões de TV no Brasil, ocorreram outros passos no rumo da modernização.   Na literatura, é marcante a consagração de um poeta e de um ficcionista,

  8. 188

    UNIFESP 2008

    É por causa do meu engraxate que ando agora em plena desolação. Meu engraxate me deixou. Passei duas vezes pela porta onde ele trabalhava e nada. Então me inquietei, não sei que doenças mortíferas, que mudança pra outras portas se passaram em mim, resolvi perguntar ao menino que trabalhava na outra cadeira. O menino é um retalho de hungarês, cara de infeliz, não dá simpatia alguma. E tímido, o que torna instintivamente a gente muito combinado com o universo no propósito de desgraçar esses desgraçados de nascença. “Está vendendo bilhete de loteria”, respondeu antipático, me deixando numa perplexidade penosíssima: pronto! Estava sem engraxate! Os olhos do menino chispeavam ávidos, porque sou um dos que ficam fregueses e dão gorjeta. Levei seguramente um minuto pra definir que tinha de continuar engraxando sapatos toda a vida minha e ali estava um menino que, a gente ensinando, podia ficar engraxate bom. (Mário de Andrade, Os Filhos da Candinha.)   A timidez do engraxate despertava no narrador um sentimento de  

  9. 189

    UEAP 2010

    Considere as seguintes afirmações sobre o livro Retrato do artista quando coisa, de Manoel de Barros e, posteriormente assinale a alternativa correta. I- Seus poemas manifestam um caráter social bastante acentuado ao falar dos desvalidos, dos peões do Pantanal, comparando-os, metaforicamente, a pedras e insetos. II- Sua linguagem apresenta regionalismos e neologismos, evocando, de forma subjetiva, a natureza e o homem como parte dela. III- Sua poesia aproxima-se do surrealismo ao retirar as coisas de sua utilidade habitual e ao dar às palavras uso diferente do correntemente atribuído a elas, como no verso "uma brisa me garça". IV- Enfoca pequenos seres e objetos inúteis aos olhos do homem urbano – baratas albinas, aranhas dependuradas em gotas de orvalho, dálias secas – resgatando-lhes o valor e alçando-os à condição de matéria poética.

  10. 190

    FATEC 2011

    O parnasianismo, entre nós, foi especialmente uma reação de cultura. É mesmo isso que o torna simpático... As academias de arte, algumas delas, até ridículas superfetações1 em nosso meio, como a de Belas Artes da Missão Lebreton, mesmo criadas muito anteriormente, só nesse período começam a produzir verdadeiros frutos nativos, na pintura, na música. Se dava  então um progresso cultural verdadeiramente fatal, escolas que tradicionalizavam seu tipo, maior difusão de leitura, maior difusão da imprensa. Essa difusão de cultura atingiu também a poesia. Excetuado um Gonçalves Dias, a nossa poesia romântica é fundamentalmente um lirismo inculto. Todo o nosso romantismo se caracteriza bem brasileira mente por essa poesia analfabeta, canto de passarinho, ou melhor, canto de cantador; em sensível oposição à poética culteranista anterior. Mesmo da escola mineira, que, se não se poderá dizer culteranista, era bastante cultivada, principalmente com Cláudio Manuel e Dirceu. É possível reconhecer que os nossos românticos liam muito os poetas e poetastros estrangeiros do tempo. Isso lhes deu apenas uma chuvarada de citações para epígrafe de seus poemas; por dentro, estes poemas perseveraram edenicamente analfabetos.   A necessidade nova de cultura, se em grande parte produziu apenas, em nossos parnasianos, maior leitura e consequente enriquecimento de temática em sua poesia, teve uma consequência que me parece fundamental. Levou poetas e prosadores em geral a um.... culteranismo novo, o bem falar conforme às regras das gramáticas lusas. Com isso foi abandonada aquela franca tendência pra escrever apenas pondo em estilo gráfico a linguagem falada, com que os românticos estavam caminhando vertiginosamente para a fixação estilística de uma língua nacional. Os parnasianos, e foi talvez o seu maior crime, deformaram a língua nascente, “em prol do estilo”. [...]   Essa foi a grande transformação. Uma necessidade de maior extensão de cultivo intelectual para o poeta, atingiu também a poesia. Da língua boa passou-se para a língua certa. superfetações1: A palavra significa, literalmente, fecundação de um segundo óvulo, no curso de uma gestação. Mário de Andrade a emprega em sentido figurado.   A construção, empregada por Mário de Andrade, que mais se desvia da norma culta do português escrito, para expressar tendência da língua coloquial falada, é:

  11. 191

    UERJ 2015

    Catar Feijão 1 Catar feijão se limita com escrever: joga-se os grãos na água do alguidar e as palavras na folha de papel; e depois, joga-se fora o que boiar. Certo, toda palavra boiará no papel, água congelada, por chumbo seu verbo: pois para catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e eco. 2 Ora, nesse catar feijão entra um risco: o de que entre os grãos pesados entre um grão qualquer, pedra ou indigesto, um grão imastigável, de quebrar dente. Certo não, quando ao catar palavras: a pedra dá à frase seu grão mais vivo: obstrui a leitura fluviante, flutual, açula a atenção, isca-a como o risco. João Cabral de Melo Neto, A educação pela pedra.   Considere as seguintes afirmações relativas ao poema de Cabral de Melo: I O ideal de economia verbal, preconizado no poema, assemelha-se ao ideal estilístico do Graciliano Ramos de Vidas secas, também este sequioso de restringir-se ao essencial. II O recurso ao “grão imastigável, de quebrar dente” e à “pedra [que] dá à frase seu grão mais vivo”, com o sentido que lhe dá Cabral de Melo, encontra-se presente no próprio poema que a reivindica. III A ideia de se produzir uma obstrução da leitura como algo positivo participa do objetivo de se romper com os autoritarismos da percepção – desígnio frequente na literatura moderna, inclusive em autores estilisticamente muito diferentes de Cabral, como é o caso de Guimarães Rosa. Está correto o que se afirma em

  12. 192

    UPE 2016

    Graciliano Ramos, Clarice Lispector e Guimarães Rosa produziram nos mesmos gêneros textuais narrativos; são romancistas e contistas, cujas produções são referenciadas nacional e internacionalmente.   Sobre isso, analise as afirmativas a seguir:   I. Graciliano Ramos, em seu romance Vidas Secas, retoma um dos problemas vivenciados pelo homem nordestino, que, apesar de remontar ao início do século passado, haja vista a alusão a ele realizada no título do romance de Raquel de Queiroz, O Quinze, ainda persiste na atualidade. Do mesmo modo, Patativa de Assaré também tratou da seca em seus poemas populares, e a televisão não se cansa de transmitir as consequências desse fenômeno.   II. Clarice Lispector, em A Hora da Estrela, parece dar sequência à temática de Vidas Secas, quando trata da trajetória de Macabéa, imigrante nordestina no Rio de Janeiro. Por sua vez, Fabiano e sua família, no último capítulo de Vidas Secas, deixam a fazenda. O romance termina em aberto; dentre outras possibilidades, sugere o início de uma nova vida na cidade, onde os meninos poderiam até ir à escola.   III. Há pontos comuns entre a produção dos três autores, pois os textos por eles criados demonstram, dentre outros aspectos, preocupação com a linguagem, a interioridade e a condição humana, além de as narrativas se desenrolarem no campo, tendo a cidade apenas como plano de fundo. Essas afirmações se confirmam nos romances Vidas Secas e A Hora da Estrela e no conto A Menina de Lá, integrante da coletânea Primeiras histórias, de João Guimarães Rosa.   IV. Em A Hora da Estrela, há dois discursos narrativos que se intercruzam, assim como ocorre em Vidas Secas e Famigerado, pois o narrador onisciente e intruso analisa cada uma das personagens dos três romances, revelando minuciosamente suas interioridades. Isso interfere na continuidade da narrativa que sofre rupturas constantes, as quais resultam dos comentários do narrador intruso.   V. Os contos dos três autores, Clarice Lispector, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa são psicológicos, tal como Amor, pertencente à coletânea Laços de Família, de Clarice Lispector; O Relógio do Hospital, de Graciliano Ramos, integrante de Insônia e O Espelho, de Primeiras Histórias, de Guimarães Rosa. Acresce-se, ainda, que todos eles, com exceção de Amor, são narrados em primeira pessoa, imprimindo-lhes um tom emotivo e confessional.   Está CORRETO, apenas, o que se afirma em

  13. 193

    UFU 2014

    28 O abandono do lugar me abraçou de com força. E atingiu meu olhar para toda a vida. Tudo que conheci depois veio carregado de abandono. Não havia no lugar nenhum caminho de fugir. A gente se inventava de caminhos com as novas palavras. A gente era como pedaço de formiga no chão. Por isso o nosso gosto era só de desver o mundo. BARROS, Manoel de. Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010. p. 463.     Verifica-se na obra de Manoel de Barros:

  14. 194

    PUC-CAMPINAS 2016

    Personagem frequente dos carros alegóricos, d. Pedro surgia, nos anos 1880, ora como Pedro Banana ou como Pedro Caju, numa alusão à sua falta de participação nos últimos anos do Império. Mas é só com a queda da monarquia que se passa a eleger um rei do Carnaval. Com efeito, o rei Momo é uma invenção recente, datada de 1933. No século XIX ele não era rei, mas um deus grego: zombeteiro, pândego e amante da galhofa. Nos anos 30 vira Rei Momo e logo depois cidadão. Novos tempos, novos termos. (SCHWARCZ, Lilian Mortiz. As barbas do Imperador: Dom Pedro II , um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 281)   O conceito de carnavalização, aplicado às artes e aos processos culturais, indica uma operação que o dicionário define como subversão ou marginalização de padrões ou regras (sociais, morais, ideológicas) em favor de conteúdos mais ligados aos instintos e aos sentidos, ao riso, à sensualidade. O poeta Manuel Bandeira, ao publicar seu segundo livro, Carnaval (1919), fez ver que desejava

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