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Exercícios de Interação Gênica

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  1. 31. PUC-MG 2015
    De acordo com a figura, considere a ocorrência de cinco fenótipos (preta, albina, marrom, cinza e bege) para a cor da pelagem de camundongos, determinados pela interação de três pares de genes alelos com segregação independente. Na figura, os traços indicam que, independentemente do alelo ser dominante ou recessivo, não há alteração fenotípica. De acordo com as informações, é INCORRETO afirmar:
  2. 32. UECE 2010
    Analise as assertivas a seguir. I - Em camundongos, quando se cruza um indivíduo preto de genótipo AApp com um branco de genótipo aaPP obtém-se um indivíduo aguti de genótipo AaPp. Cruzando-se os indivíduos heterozigotos de F-1, obtém-se uma progênie de 9/16 aguti; 3/16 preto; e 4/16 brancos. Como a proporção fenotípica do diibridismo está alterada, estamos diante de um caso de epistasia dominante. II - A proporção fenotípica 9/16 preta-curta; 3/16 preta-longa; 3/16 marrom-curta; e 1/16 marrom longa acontece em porquinhos da índia para a cor da pelagem e o tamanho do pelos. Daí, podemos afirmar corretamente que se trata de um caso de segregação independente do tipo diibridismo. III - Quando se cruza periquitos de plumagem amarela com periquitos de plumagem azul, ambos puros, obtém-se periquitos de plumagem verde. Quando se cruza os periquitos de F-1 entre si obtém-se uma F-2 com a seguinte proporção fenotípica: 9/16 verdes; 3/16 azuis; 3/16 amarelos; 1/16 brancos. Observa-se que essa proporção é a mesma do diibridismo, porém com classes fenotípicas alteradas para a manifestação, apenas da cor. Portanto, estamos diante de um caso de interação gênica. São verdadeiras as assertivas
  3. 33. UNIFESP 2006
    Os gráficos I e II representam a frequência de plantas com flores de diferentes cores em uma plantação de cravos (I) e rosas (II). Os padrões de distribuição fenotípica são devidos a:
  4. 34. PUCMG 2008
    A cor da íris dos olhos na espécie humana é uma HERANÇA QUANTITATIVA determinada por diferentes pares de alelos. Nesse tipo de herança, cada alelo efetivo, representado por letras maiúsculas (N e B), adiciona um mesmo grau de intensidade ao fenótipo. Alelos representados por letras minúsculas (n e b) são inefetivos. Um outro gene alelo A com segregação independente dos outros dois alelos mencionados é necessário para a produção de melanina e consequente efetividade dos alelos N e B. Indivíduos aa são albinos e não depositam pigmentos de melanina na íris. De acordo com as informações dadas, é INCORRETO afirmar:
  5. 35. PUC-MG 2015
    Em cães da raça labrador retriever, a cor da pelagem é controlada por dois pares de gene alelos com segregação independente. O alelo B  controla a cor do pigmento melanina: B  é preto; b  é marrom. O alelo E  é necessário para a deposição dos pigmentos na pele e no pelo. O alelo e é epistático sobre o alelo B  inibindo a deposição total do pigmento melanina produzido na haste do pelo, embora isso não afete a deposição na pele. A figura apresenta os possíveis genótipos e fenótipos. Se o cruzamento de um cão marrom com uma fêmea dourada produziu descendentes de pelagem amarelada, é INCORRETO afirmar que, em futuros cruzamentos desse casal, a chance de gerar:
  6. 36. UNESP 2004
    Epistasia é o fenômeno em que um gene (chamado epistático) inibe a ação de outro que não é seu alelo (chamado hipostático). Em ratos, o alelo dominante B determina cor de pêlo acinzentada, enquanto o genótipo homozigoto bb define cor preta. Em outro cromossomo, um segundo lócus afeta uma etapa inicial na formação dos pigmentos dos pêlos. O alelo dominante A nesse lócus possibilita o  desenvolvimento normal da cor (como definido pelos genótipos B_ ou bb), mas o genótipo aa bloqueia toda a produção de pigmentos e o rato torna-se albino. Considerando os descendentes do cruzamento de dois ratos, ambos com genótipo AaBb, os filhotes de cor preta poderão apresentar genótipos:
  7. 37. UNESP 2006
    Políticas de inclusão que consideram cotas para negros ou afrodescendentes nas universidades públicas foram colocadas em prática pela primeira vez na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), em 2001. Propostas como essas geram polêmicas e dividem opiniões. Há vários argumentos contra e a favor. Os biólogos têm participado desse debate, contribuindo com os conhecimentos biológicos referentes à raça e à herança da cor da pele humana, entre outros.   Assinale a afirmação considerada correta do ponto de vista da biologia.
  8. 38. UFJF 2013
    Os cães da raça labrador apresentam três tipos de pelagem: preta, marrom ou amarela. O alelo dominante B codifica a cor preta, enquanto que o recessivo b codifica para a cor marrom. Outro gene, chamado E, interfere na deposição do pigmento no pelo, sendo que E permite a deposição da cor e e não deixa o pigmento se depositar, ficando o cão amarelo. Indique a proporção fenotípica esperada para o cruzamento de um duplo heterozigoto (BbEe x BbEe) nos filhotes do cruzamento indicado.  
  9. 39. CEFET-MG 2011
    A cor dos olhos é determinada pelo menos por três pares de genes de efeito aditivo. Um homem homozigoto dominante para todos os pares ligados a essa característica teve um filho com uma mulher homozigota recessiva, também para todos os pares. A probabilidade desse descendente ter olhos azuis é
  10. 40. OBB 2017
    Dominância incompleta e epistasia são dois termos importantes em genética. Qual das proposições abaixo melhor descreve as diferenças ou similaridades entre estes dois termos?
  11. 41. MACKENZIE 2005
    Suponha que, em uma espécie de planta, a altura do caule seja condicionada por 3 pares de genes com efeito aditivo. A menor planta, com genótipo recessivo, mede 40 cm e cada gene dominante acrescenta 5 cm à altura. Uma planta de genótipo aaBbCc foi autofecundada. A proporção de descendentes que serão capazes de atingir a altura de 50 cm é de:
  12. 42. OBB 2015
    Em uma aula de Genética sobre os tipos sanguíneos, foi apresentado o chamado efeito falso O. Essa condição ocorre quando a pessoa apresenta no genótipo pelo menos um alelo IA ou IB , e mesmo assim não apresenta nenhum antígeno do sistema ABO na superfície de suas hemácias, sendo então uma fenocópia do genótipo ii. Esse efeito se deve à existência de um par de genes alelos: H e h (com relação de dominância completa entre eles) que influenciam na expressão dos alelos do sistema ABO. Apenas indivíduos que possuam ao menos uma cópia do alelo dominante H expressarão os alelos IA e IB.   O nome da interação gênica observada entre os alelos H e h e os alelos do sistema ABO chama-se:
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