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    ENEM PPL 2014

    El candombe es participación Bastaría nombrar al tambor en nuestro país, y ya estaría implícita la referencia al candombe, patrimônio cultural uruguayo y, desde setiembre del 2009, Patrimonio Inmaterial de la Humanidad, reconocido por las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura – Unesco. Proceso que se remonta a la época colonial, cuando era tenido como un mero baile de negros esclavos, ruidoso y obsceno, definición que toman incluso algunos diccionarios antiguos y no tanto, viéndolo como divertimento de pésima categoría por su procedencia racial. Esto fue cambiando merced al combate sin tregua a los prejuicios, siempre en crecimiento su aceptación por el conjunto de la sociedad, hasta llegar a nuestros días, cuando el Gobierno progresista en el 2006 promovió la ley 18059, consagrando los 3 de diciembre como Día del Candombe, la Cultura Afrouruguaya y la Equidad Racial, que en su artículo 5to y final dice: “Declárese patrimonio cultural de la República Oriental del Uruguay al candombe, caracterizado por el toque de los tambores denominados chico, repique y piano, su danza y canto, creado por los afrouruguayos a partir del legado ancestral africano, sus orígenes rituales y su contexto social como comunidad.” ANDRADE, S. Disponível em: http://alainet.org. Acesso em: 22 fev. 2012 (adaptado). O status atual do candombe, resultante de um conjunto de mudanças ocorridas no país, contrasta com um passado marcado por preconceitos. Segundo o texto, esse status se deve à

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    ENEM PPL 2014

    Al ingresar a la ciudad de Trevelín a través de um gran valle cobijado por montañas elevadas y grandes superficies con áreas cultivadas, llama la atención el colorido de sus jardines y la huella que ha dejado la colonia galesa en cada rincón del pueblo y del área rural. Un ejemplo de ello es el primer molino harinero accionado a caballo que se muestra en el museo regional junto a maquinarias, herramientas y vestimenta de la vida diaria en época de la colonia. Enclavada en un típico paisaje andino patagónico, con sus vientos predominantes del sudoeste y su naturaleza pródiga en vegetación y arroyos, Trevelín sirve como punto de partida para hermosos paseos. En la serenidad de sus calles, innumerables casas de té ofrecen la clásica merienda galesa con sus tortas, panes caseros y fiambres de la región para adentrarse em esa gastronomía que no ha claudicado con el paso del tiempo. Se aconseja probar su torta negra. Disponível em: www.welcomeargentina.com. Acesso em: 25 jul. 2012 (adaptado). Trevelín está localizada na Patagônia argentina. O destaque das características da cidade, no texto, tem a função de

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    ENEM PPL 2014

    Retomando la inquietud propia y de tanta gente contraria a la denominación racista y xenófoba “Día de la Raza” usada para el feriado 12 de octubre, donde se recuerda el arribo de los primeros europeos a tierras posteriormente nombradas América, reforzamos la idea sumando agrupaciones e independientes de la militancia ciudadana motivados por lo mismo. Puede parecer menor, pero un nombre dice mucho. Es um símbolo, una representación, un código que resume infinidad de cosas desde lo objetivo y desde ló subjetivo. Y lamentablemente no hubo “descubrimiento” sino despojo y apropiación. No hubo “encuentro” sino saqueo y masacre. La propuesta es que la sociedad uruguaya logre una frase sustantiva que guarde memoria de los hechos, apostando a un presente y futuro fraternal e igualitario, y a una convivencia sin hegemonías ni predominios culturales aunque así haya sido el origen de nuestra historia. ANDRADE, S. No más Día de la Raza. América Latina en movimiento. Disponível em: http://alainet.org. Acesso em: 22 fev. 2012 (adaptado). Com a expressão Día de la Raza, faz-se referência à chegada dos primeiros europeus em território americano e denomina-se a comemoração desse dia. A autora do texto sugero o fim dessa denominação no Uruguai, acreditando que

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    FGV 2014

    Obra amplamente reconhecida da literatura brasileira do século XX, na qual o motivo natalino, que aparece no poema de Drummond, desempenha papel mais decisivo é  

  5. 65

    ITA 2015

    A questão refere-se ao Texto II, do psicanalista uruguaio Marcelo Viñar, ou aos Textos I e II.   Texto II Nos estudos de antropologia política de Pierre Clastres*, estudioso francês que conviveu durante muito tempo com tribos indígenas sul-americanas, menciona-se o fato de frequentemente os membros dessas tribos designarem a si mesmos com um vocábulo que em sua língua era sinônimo de “os homens” e reservavam para seus congêneres de tribos vizinhas termos como “ovos de piolho”, “subhomens” ou equivalentes com valor pejorativo.   Trago esta referência – que Clastres denomina etnocentrismo – eloquente de uma xenofobia em sociedades primitivas, porque ela é tentadora para propor origens precoces, quem sabe constitucionais ou genéticas, no ódio ou recusa das diferenças.   A mesma precocidade, dizem alguns, encontra-se nas crianças. Uma criança uruguaia, com clara ascendência europeia, como é comum em nosso país, resultado do genocídio indígena, denuncia, entre indignada e temerosa, sua repulsa a uma criança japonesa que entrou em sua classe (fato raro em nosso meio) e argumenta que sua linguagem lhe é incompreensível e seus traços são diferentes e incomuns.   Se as crianças e os primitivos reagem deste modo, poder-se-ia concluir – precipitadamente – que o que manifestam, de maneira tão primária e transparente, é algo que os desenvolvimentos posteriores da civilização tornarão evidente de forma mais complexa e sofisticada, mas com a mesma contundência elementar.   Por esse caminho, e com a tendência humana a buscar causalidades simples e lineares, estamos a um passo de “encontrar” explicações instintivas do ódio e da violência, em uma hierarquização em que a natureza precede a cultura, território de escolha das argumentações racistas. A “natureza” – o “biológico” como “a” origem ou “a” causa – operam como explicação segura e tranquilizadora ante questões que nos encurralam na ignorância e na insegurança de um saber parcial. [...] (*) Pierre Clastres (1934-1977) (VIÑAR, M. O reconhecimento do próximo. Notas para pensar o ódio ao estrangeiro. In: Caterina Koltai (org.) O estrangeiro. São Paulo: Escuta; Fapesp, 1998)   Assinale a opção que indica o que há de comum nos Textos I e II em relação ao assunto.

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    ITA 2014

    TEXTO I Não há hoje no mundo, em qualquer domínio de atividade artística, um artista cuja arte contenha maior universalidade que a de Charles Chaplin. A razão vem de que o tipo de Carlito é uma dessas criações que, salvo idiossincrasias muito raras, interessam e agradam a toda a gente. Como os heróis das lendas populares ou as personagens das velhas farsas de mamulengo. Carlito é popular no sentido mais alto da palavra. Não saiu completo e definitivo da cabeça de Chaplin: foi uma criação em que o artista procedeu por uma sucessão de tentativas e erradas. Chaplin observava sobre o público o efeito de cada detalhe. Um dos traços mais característicos da pessoa física de Carlito foi achado casual. Chaplin certa vez lembrou-se de arremedar a marcha desgovernada de um tabético. O público riu: estava fixado o andar habitual de Carlito. O vestuário da personagem – fraquezinho humorístico, calças lambazonas, botinas escarrapachadas, cartolinha – também se fixou pelo consenso do público. Certa vez que Carlito trocou por outras as botinas escarrapachadas e a clássica cartolinha, o público não achou graça: estava desapontado. Chaplin eliminou imediatamente a variante. Sentiu com o público que ela destruía a unidade física do tipo. Podia ser jocosa também, mas não era mais Carlito. Note-se que essa indumentária, que vem dos primeiros filmes do artista, não contém nada de especialmente extravagante. Agrada por não sei quê de elegante que há no seu ridículo de miséria. Pode-se dizer que Carlito possui o dandismo do grotesco. Não será exagero afirmar que toda a humanidade viva colaborou nas salas de cinema para a realização da personagem de Carlito, como ela aparece nessas estupendas obras-primas de humour que são O Garoto, Ombro Arma, Em Busca do Ouro e O Circo. Isto por si só atestaria em Chaplin um extraordinário dom de discernimento psicológico. Não obstante, se não houvesse nele profundidade de pensamento, lirismo, ternura, seria levado por esse processo de criação à vulgaridade dos artistas medíocres que condescendem com o fácil gosto do público. Aqui é que começa a genialidade de Chaplin. Descendo até o público, não só não se vulgarizou, mas ao contrário ganhou maior força de emoção e de poesia. A sua originalidade extremou-se. Ele soube isolar em seus dados pessoais, em sua inteligência e em sua sensibilidade de exceção, os elementos de irredutível humanidade. Como se diz em linguagem matemática, pôs em evidência o fator comum de todas as expressões humanas. O olhar de Carlito, no filme O Circo, para a brioche do menino faz rir a criançada como um gesto de gulodice engraçada. Para um adulto pode sugerir da maneira mais dramática todas as categorias do desejo. A sua arte simplificou-se ao mesmo tempo que se aprofundou e alargou. Cada espectador pode encontrar nela o que procura: o riso, a crítica, o lirismo ou ainda o contrário de tudo isso. Essas reflexões me acudiram ao espírito ao ler umas linhas da entrevista fornecida a Florent Fels pelo pintor Pascin, búlgaro naturalizado americano. Pascin não gosta de Carlito e explicou que uma fita de Carlito nos Estados Unidos tem uma significação muito diversa da que lhe dão fora de lá. Nos Estados Unidos Carlito é o sujeito que não sabe fazer as coisas como todo mundo, que não sabe viver como os outros, não se acomoda em meio algum, – em suma um inadaptável. O espectador americano ri satisfeito de se sentir tão diferente daquele sonhador ridículo. É isto que faz o sucesso de Chaplin nos Estados Unidos. Carlito com as suas lamentáveis aventuras constitui ali uma lição de moral para educação da mocidade no sentido de preparar uma geração de homens hábeis, práticos e bem quaisquer! Por mais ao par que se esteja do caráter prático do americano, do seu critério de sucesso para julgamento das ações humanas, do seu gosto pela estandardização, não deixa de surpreender aquela interpretação moralista dos filmes de Chaplin. Bem examinadas as coisas, não havia motivo para surpresa. A interpretação cabe perfeitamente dentro do tipo e mais: o americano bem verdadeiramente americano, o que veda a entrada do seu território a doentes e estropiados, o que propõe o pacto contra a guerra e ao mesmo tempo assalta a Nicarágua, não poderia sentir de outro modo. Não importa, não será menos legítima a concepção contrária, tanto é verdade que tudo cabe na humanidade vasta de Carlito. Em vez de um fraco, de um pulha, de um inadaptável, posso eu interpretar Carlito como um herói. Carlito passa por todas as misérias sem lágrimas nem queixas. Não é força isto? Não perde a bondade apesar de todas as experiências, e no meio das maiores privações acha um jeito de amparar a outras criaturas em aperto. Isso é pulhice? Aceita com estoicismo as piores situações, dorme onde é possível ou não dorme, come sola de sapato cozida como se se tratasse de alguma língua do Rio Grande. É um inadaptável? Sem dúvida não sabe se adaptar às condições de sucesso na vida. Mas haverá sucesso que valha a força de ânimo do sujeito sem nada neste mundo, sem dinheiro, sem amores, sem teto, quando ele pode agitar a bengalinha como Carlito com um gesto de quem vai tirar a felicidade do nada? Quando um ajuntamento se forma nos filmes, os transeuntes vão parando e acercando-se do grupo com um ar de curiosidade interesseira. Todos têm uma fisionomia preocupada. Carlito é o único que está certo do prazer ingênuo de olhar. Neste sentido Carlito é um verdadeiro professor de heroísmo. Quem vive na solidão das grandes cidades não pode deixar de sentir intensamente o influxo da sua lição, e uma simpatia enorme nos prende ao boêmio nos seus gestos de aceitação tão simples. Nada mais heróico, mais comovente do que a saída de Carlito no fim de O Circo. Partida a companhia, em cuja troupe seguia a menina que ele ajudara a casar com outro, Carlito por alguns momentos se senta no círculo que ficou como último vestígio do picadeiro, refletindo sobre os dias de barriga cheia e relativa felicidade sentimental que acabava de desfrutar. Agora está de novo sem nada e inteiramente só. Mas os minutos de fraqueza duram pouco. Carlito levanta-se, dá um puxão na casaquinha para recuperar a linha, faz um molinete com a bengalinha e sai campo afora sem olhar para trás. Não tem um vintém, não tem uma afeição, não tem onde dormir nem o que comer. No entanto vai como um conquistador pisando em terra nova. Parece que o Universo é dele. E não tenham dúvida: o Universo é dele. Com efeito, Carlito é poeta. BANDEIRA, M. Em: Crônicas da Província do Brasil. 1937.     TEXTO II   Ritos Nos filmes americanos do passado, quando alguém estava falando ao telefone e a linha de repente era cortada, a pessoa batia repetidamente no gancho, dizendo “Alô? Alô?”, para ver se o outro voltava. Nunca vi uma linha voltar por esse processo, nem no cinema, nem na vida real, mas era assim que os atores faziam. Assim como acontecia também com o ato de o sujeito enfiar a carta dentro do envelope e lamber este envelope para fechá-lo. Era formidável a “nonchalance” com que os atores lambiam envelopes no cinema americano – a cola devia ser de primeira. Nos nossos envelopes, se não aplicássemos a possante goma arábica, as cartas chegariam abertas ao destino. Outra coisa que sempre me intrigou nos velhos filmes era: o sujeito recebia um telegrama ou mensagem de um boy, enfiava a mão no bolso lateral da calça e já saía com uma moeda no valor certo da gorjeta, que ele atirava ao ar e o garoto pegava com notável facilidade. Ninguém tirava a moeda do bolsinho caça-níqueis, que é onde os homens costumam guardar moedas. E ninguém tirava também um cigarro do maço e o levava à boca. Tirava-o da cigarreira ou de dentro do bolso mesmo, da calça ou do paletó. Ou seja, nos velhos filmes americanos, as pessoas andavam com os cigarros soltos pelos bolsos. Acho que era para não mostrar de graça, para milhões, a marca impressa no maço. Já uma coisa que nunca entendi era por que todo mundo só entrava no carro pelo lado do carona e tinha de vencer aquele banco imenso, passando por cima das marchas, para chegar ao volante. Não seria mais prático, já que iriam dirigir, entrar pelo lado do motorista? Seria. Mas Hollywood, como tantas instituições, em Roma, Tegucigalpa ou Brasília, tinha seus ritos. E vá você entender os ritos, sacros ou profanos. (Em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2707200805.htm, 27/07/2009)   Nonchalance: indiferença, desinteresse. Tegucigalpa: capital de Honduras.   Está presente no Texto I, de Manuel Bandeira, e no II, de Ruy Castro

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    UFPR 2015

    El 34 Alejandro Zambra   Los profesores nos llamaban por el número de lista, por lo que sólo sabíamos los nombres de los compañeros más cercanos. Lo digo como disculpa: ni siquiera conozco el nombre de mi personaje. Pero recuerdo con precisión al 34 y creo que él también me recordaría. En ese tiempo yo era el 45. Gracias a la inicial de mi apellido gozaba de una identidad más firme que los demás. Todavía siento familiaridad con ese número. Era bueno ser el último, el 45. Era mucho mejor que ser, por ejemplo, el 15 o el 27.   Lo primero que recuerdo del 34 es que a veces comía zanahorias a la hora del recreo. Su madre las pelaba y acomodaba armoniosamente en un pequeño tupperware, que él abría desmontando con cautela las esquinas superiores. Medía la dosis exacta de fuerza como si practicara un arte dificilísimo. Pero más importante que su gusto por las zanahorias era su condición de repitente, el único del curso.   Para nosotros repetir de curso era un hecho vergonzante. En nuestras cortas vidas nunca habíamos estado cerca de esa clase de fracasos. Teníamos once o doce años, acabábamos de ingresar al Instituto Nacional, el colegio más prestigioso de Chile, y nuestros expedientes eran, por tanto, intachables. Pero ahí estaba el 34: su presencia demostraba que el fracaso era posible, que era incluso llevadero, porque él lucía su estigma con naturalidad, como si estuviera, en el fondo, contento de repasar las mismas materias. Usted es cara conocida, le decía a veces algún profesor, socarronamente, y el 34 respondía con gentileza: sí señor, soy repitente, el único repitente del curso. Pero estoy seguro de que este año será mejor para mí.   El comportamiento del 34 contradecía por completo la conducta natural de los repitentes. Se supone que los repitentes son hoscos y se integran a destiempo y de malas ganas al contexto de su nuevo curso, pero el 34 se mostraba siempre dispuesto a compartir con nosotros en igualdad de condiciones. No padecía ese arraigo al pasado que hace de los repitentes tipos infelices o melancólicos, a la siga perpetua de sus compañeros del año anterior, o en batalla incesante contra los supuestos culpables de su situación.   Temblábamos cada vez que el 34 daba muestras, en clases, de su innegable inteligencia. Pero no alardeaba, al contrario, solamente intervenía para proponer nuevos puntos de vista o señalar su opinión sobre temas complejos. Decía cosas que no salían en los libros y nosotros lo admirábamos por eso, pero admirarlo era una forma de cavar la propia tumba: si había fracasado alguien tan listo, con mayor razón fracasaríamos nosotros. Conjeturábamos, entonces, a sus espaldas, los verdaderos motivos de su repitencia: inventábamos enrevesados conflictos familiares o enfermedades muy largas y penosas, pero en el fondo sabíamos que el fracaso del 34 era estrictamente académico. Sabíamos que su fracaso sería, mañana, el nuestro. Disponible en: http://www.literalmagazine.com/english_post/el-34/   La costumbre de llamar a los compañeros de clase por su número de lista reflejaba

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    UFPR 2015

    La vergüenza de España Lucía Méndez   «No sabes lo que es el hambre hasta que pasas hambre. Más de tres millones de personas en España no tienen acceso diario a la alimentación básica». Es una campaña de un banco que golpea nuestro estómago lleno con el puño cerrado. La Caixa anuncia así una recogida de alimentos para distribuirlos a través de la Cruz Roja entre las familias «en situación de pobreza». Vaya faena.   La defensora del pueblo, Soledad Becerril, ha dirigido una recomendación a las comunidades autónomas para que abran los comedores escolares este verano con el fin de garantizar que los niños españoles -todos- coman, al menos, una vez al día. En el curso lo tienen garantizado. En verano les tienen que dar de comer sus familias y algunas quizá no puedan. Los profesores son quienes saben -y denuncian- que muchos niños van sin desayunar al colegio. Soledad Becerril ha hecho esa petición porque ella sabe que hay un problema real en España que el Gobierno prefiere ignorar porque estropea la foto de la recuperación económica pos crisis de 2008. Sólo seis comunidades le han hecho caso. Portavoces del PP de Galicia y La Rioja han reaccionado como damas ofendidas diciendo que en sus comunidades no hay desnutrición infantil. Y si la hay no se le debe dar excesiva «visibilidad» para no «estigmatizar» a quienes sufren estas carencias. Es mejor no hablar mucho de estas cosas. Es desagradable, populista y bolivariano. Da mala imagen de España. Vale que vayan al banco de alimentos a recoger la comida recolectada por La Caixa, pero que lo hagan con discreción.   Y, sin embargo, cada poco tiempo viene alguien a amargar la fiesta oficial con datos, cifras y experiencias propias. Cáritas, Cruz Roja, Ayuda en Acción... Hasta el Instituto Nacional de Estadística (INE) ha certificado que el 21,6% de los españoles vive por debajo del umbral de la pobreza.   Da vergüenza pensar que en la España de hoy alguien pueda pasar hambre. Da vergüenza que sean los Bancos de Alimentos y las ONG, y no las instituciones públicas, quienes den de comer a los españoles en riesgo de exclusión, que es como se llama ahora a los pobres para no llamarles pobres. Y da más vergüenza que las nuevas formas de pobreza -que incluyen a los que ganan 400 euros para mantener una familia- se excluyan del debate político. No hay ni puede haber una causa más urgente que la de garantizar que todos los niños españoles hagan tres comidas al día. Produce sonrojo y bochorno tener que poner negro sobre blanco una cosa así. Disponible en: http://www.elmundo.es/espana/2014/06/17/539fefa1e2704e166d8b4572.html (texto adaptado)    “No sabes lo que es el hambre hasta que pasas hambre” es tratada como una estrategia que tiene por objetivo

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    UERJ 2012

    Eufemismo   Las plazas están abarrotadas de héroes de bronce, literatos de mármol y pensadores de piedra, pero no hay ningún monumento al sagrado eufemismo que tantas y tantas ventajas nos procura. Aprendimos a no decir la verdad descarnada. Aprendimos a tener una doble cara, una doble vida, una moral y otra inmoral, una cívica y otra rebelde, dos personalidades a menudo irreconciliables. Tenemos la creencia de que sin una pizca de hipocresía y una disposición favorable hacia el otro, el mundo sería invivible, una selva terrorífica de dardos veraces en busca de la primera víctima inocente. De entrada parece que el lenguaje tenga culpa de todo, pues decimos lo que decimos en parte porque lo hemos heredado con una carga patriarcal, sexista, racista, supersticiosa, legitimadora del poder entre otras cosas. Así que cuando nombramos algo no sólo lo señalamos, lo evocamos y lo definimos (que en eso radica la función de la lengua), sino que también lo discriminamos o lo estigmatizamos a gusto de nuestra ideología. Las minorías arremeten contra los abusos del lenguaje y el movimiento “políticamente correcto” lucha para corregir las discriminaciones que mantiene nuestra cultura dominante. Sin embargo, no por decir persona madura en vez de viejo cambia con ella la realidad o la discriminación que sufren estas personas en una sociedad profundamente desigual. Porque antes que las palabras está el pensamiento del individuo del cual aquellas brotan, pero este pensamiento no es nada sin la mentalidad colectiva donde se sostiene. Por eso, fijémonos más en la carga que pone el individuo y los grupos en las palabras y no en las palabras mismas que en última instancia son neutras. Es cierto que cambiando una palabra por otra cambiamos el acento desvalorizador que aquellas tenían, pero también hemos de tener en cuenta que añadimos a las nuevas los acentos y los intereses del grupo, minoritario o mayoritario, que reclama la corrección. El poder suele tener un punto ciego, una voluntad de dominación aunque se rodee de mensajes populares y humanistas, y una de sus mejores armas es el discurso que parece decir algo pero no dice nada. Discurso que confunde porque da la impresión de querer agradar a todos pero, a decir del ojo atento, lo que quiere es atontar para desviar la mirada de lo verdaderamente importante, aquello que evidentemente no se puede destapar. Nuestros oídos están acostumbrados a esa capa de irrealidad al que nos tiene acostumbrados el mensaje político, militar y económico, de tal manera que cuando un país hegemónico invade otro país es por el nuevo orden mundial y a favor de la democracia. Si la empresa te despide, debemos decir reajuste de recursos humanos. Cuando leo el periódico o veo la televisión intento leer entre líneas y estar atento para distinguir lo que se dice de lo que realmente se quiere decir y poder adivinar lo que no se dice pero que es lo verdaderamente importante. Por otro lado, cuando hablo o escribo utilizo las mismas palabras que todos utilizamos (de alguna manera nos hemos de entender), pero procuro ver la intención que las mismas palabras embeben o el corazón que late entre ellas. El tesoro del lenguaje es que nos hace vivir mundos inimaginables y además nos permite comunicarlos, pero el peligro de éste es que nos eleva por encima de la realidad dejándonos ante el abismo que nos separa de ella. El silencio es su terapia y por eso, a veces, recuerdo un dicho sabio de los indios norteamericanos que dice: ¡escucha o tu lengua te volverá loco! JULIÁN PERAGÓN  www.concienciasinfronteras.com     El eufemismo consiste en la sustitución de una palabra o frase por otra, para disimular la vulgaridad o gravedad de la original. Para Julián Peragón, la construcción y mantenimiento del eufemismo se debe principalmente a:

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    UERJ 2012

    Eva Perón, según su séquito íntimo   Mientras el café ayuda a disipar la temperatura de un atardecer glacial, Francisco Ernesto Molina, chofer particular de Eva Perón, toma la iniciativa del relato: − Yo fui el chofer de la señora Evita − aclara. El trato de la señora era algo extraordinario. Les diré que era una persona de carácter, muy dura cuando debía serlo, pero con nosotros, con su personal, el trato era siempre cariñoso. El día de trabajo de la señora − rememora Molina − comenzaba muy temprano. Nosotros tomábamos servicio a las 8 de la mañana. A esa hora, mientras el peluquero la peinaba, ella ya atendía a la gente humilde que llegaba con algún pedido. Molina menciona cierta ocasión en que habían salido muy temprano de la residencia: − Le pregunté: “¿Adónde vamos?”. “A la boîte*”, me contestó seria. Yo la miré por el espejo, perplejo. “Sí, sí, a la boîte, al Ministerio de Trabajo y Previsión, porque ahí los hago bailar a todos”. Jamás nos llamaba por el nombre, siempre era: “Hijo, vamos a tal lado”. De todas formas, por la señora sentíamos un afecto especial. Teníamos por ella un gran fanatismo porque veíamos cómo se sacrificaba. La señora quemó su vida, la quiso quemar. Pero la quiso quemar por el general (Perón). Un día − recuerda el chofer − la señora subió al vehículo muy nerviosa, conversando con un funcionario de Cancillería. “Esto no se hace así”, le decía enojada, “esto debe hacerse en esta forma”. Entonces, como observé que había un clima difícil, levanté el vidrio de la visión para que le pudiera decir todo lo que quisiera y yo no tuviera que oírlo. Pero ella enseguida, de su lado, lo volvió a bajar. Cada vez que tenía que llamarle la atención a alguno bajaba el vidrio y los hacía pasar vergüenza delante nuestro. Tenía eso la señora. A la hija del ministro Oscar Nicolini, Irma, le hizo saludarnos especialmente porque previamente nos había ignorado al llegar. Eso no quiere decir que a veces no nos diera un tirón de orejas porque íbamos muy ligero o por algún otro motivo. Molina recuerda de un crudo invierno a comienzos de la década del cincuenta. En aquel entonces, en Plaza de Mayo y Reconquista, estaban todas las paradas de los colectivos: − Cuando pasamos por el lugar con Evita − señala − , ella empezó a decir: “Ay, pobrecita esa gente, con el frío que hace. Cuando me dejen a mí, vengan a buscar a estas personas y las lleven a su casa. Y que esto mismo lo hagan todos los otros funcionarios que vayan llegando, como orden del día”. Así que una vez que dejamos a Evita, fuimos a invitar a los que hacían la cola del colectivo a subir al automóvil oficial. Una señora del grupo no quería subir. Le explicamos que era el coche de la señora y que un rato antes, al pasar, ella misma la había saludado. Les dijimos que teníamos la orden de llevarlos a su casa porque era un día muy frío. Finalmente subió y la trasladamos hasta Villa Lugano. Esa gente, cuando se bajó en Lugano, nos besaba el coche por todos lados. Molina asegura: − La señora no tenía “noches de gala”. Todos los días se terminaba acostando a las 3 de la mañana, pero porque se quedaba trabajando en su oficina. Eran las tres y media de la mañana y todavía estaba ahí, atendiendo gente. Ella ni salía a almorzar. Trabajaba desde las 8 de la mañana hasta las 3 de la mañana del día siguiente. Dormía poco. Una hora o dos horas, a lo sumo. Quizás ella se sentía ya enferma y quería darlo todo. Los relatos se superponen y la memoria domina. Eva Perón no es una figura de manual de historia, sino una mujer de carne y hueso. Semejante devoción sorprende en una época tan fría y tan carente de devociones como ésta. ERNESTO CASTRILLÓN Y LUIS CASABAL www.lanacion.com.ar *boîte - casa nocturna donde se baila al son de música     Evita mantenía una relación respetuosa mutua con los trabajadores a su servicio. A los demás, les exigía que procedieran del mismo modo. Se observa tal exigencia en el siguiente fragmento:

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    FCMMG 2005

    El explorador misionero El médico escocés David Livingstone (1813-1873) fue uno de los hombres más interesantes del siglo XIX. Predciador y aventurero en África, hizo descubrimientos  geográficos y desarrolló una gran labor humanitária y antiesclavista.   David Livingstone nació en 1813 en la población escocesa de Blantyre. Fue el segundo de siete hermanos en una familia protestante que pasó por muchas estrecheces. David tuvo que entrar a trabajar a los 10 años en una fábrica de algodón, pero la jornada de catorce horas no le impidió estudiar en la escuela nocturna. Con 17, entró en la facultad de medicina de Glasgow y a los 20 ingresó en una iglesia evangélica independiente. En 1840, acabó sus estudios médicos en Londres y se graduó con honores. Para entonces ya había pedido su admisión en la London Missionary Society con intención de ir a predicar a China, pero la guerra del opio lo impidió. Tras conocer a Robert Moffat, que había sido misionero en África, decidió viajar a ese continente. Asignado a Kuruman, en la actual Botswana, estuvo allí unos meses y con un acompañante recorrió 1.300 kilómetros para ganarse la confianza de los habitantes de la zona. No le resultó difícil porque a sus conocimientos de medicina unía su empatía hacia los nativos. En febrero de 1842, emprendió otro viaje por el interior, esta vez solo. Livingstone surcó la franja oriental del desierto de Kalahari, el valle de Bakhatla y las colinas de basalto que llevaban hasta el territorio de los bakaa, llegando hasta la zona de los makalaka. A la vuelta, permaneció en Kuruman hasta febrero de 1843 predicando y atendiendo a los enfermos. Después emprendió un nuevo viaje, en el curso del cual descubrió el valle de Mabotsa, enclavado en el territorio de la tribu bakatia. Allí fue atacado por un león que le destrozó el brazo izquierdo de una dentellada cuyas secuelas le iban a durar toda la vida. El brazo le quedaría prácticamente inútil y padecería agudos dolores cada vez que pretendía levantarlo. Para recuperarse, Livingstone regresó a Kuruman, donde se casó con Mary, la hija de Moffat, en marzo de 1844. La luna de miel fue un viaje  de más de 300 kilómetros a bordo de una carreta tirada por bueyes.Durante los años siguientes, los Livingstone se convirtieron en robinsones que fabricaban el pan, las velas, el jabón o la mantequilla que consumían a la vez que evangelizaban. Esta vida dura y feliz se fue complicando. En 1852, su esposa e hijos volvieron a Gran Bretaña por razones de salud mientras David emprendía su famoso viaje a la costa occidental de África. La expedición, que acabó en 1856, le valió la medalla de oro de la Real Sociedad Geográfica. Pocos años después, el doctor regresó a África con su mujer y su hijo menor para una nueva expedición, durante la cual descubrieron el lago Nyasa. Lamentablemente, Mary murió en 1862 en el transcurso del viaje, que se truncó finalmente pero por otras razones. Durante los años anteriores, Livingstone había combatido la esclavitud, y sus denuncias habían obligado incluso al rey de Portugal a prometer que cooperaría para acabar con aquella lacra. Sin embargo, la administración portuguesa comenzó a presionar a la británica para que obligara al escocés a abandonar África. Gran Bretaña no estaba dispuesta a que una alianza de siglos se viera amenazada por la labor humanitaria de Livingstone y le ordenó que volviera a la metrópoli. La excusa fue que el gasto de la expedición no se compensaba con los logros obtenidos. http://www.muyinteresante.es/intro.htm     Según el texto, es CORRECTO afirmar que David Livingstone:

  12. 72

    FCMMG 2012

    LA CURA DE TODOS LOS CÁNCERES Extracto del libro ‘The Cure For All Cancers’ por Hulda Regehr Clark. ISBN-81-7021-898-5   Durante muchos años todos hemos creído que cáncer es una enfermedad distinta de las otras. Creemos que el cáncer es como un fuego, que una vez ha empezado no puedes pararlo. Por tanto, tienes que cortarlo, radiarlo hasta matarlo o destruir químicamente todas las células cancerosas del cuerpo ya que nunca pueden volver a ser normales. ¡NADA PUEDE ESTAR MÁS EQUIVOCADO! En este libro usted podrá ver que todos los canceres son iguales. Todos ellos están causados por un parásito. Un solo parásito. Y si usted mata este parásito, el cáncer se para automáticamente. El tejido vuelve a la normalidad otra vez. Para tener cáncer usted tiene que tener este parásito.  El nombre científico del parásito es Fasciolopsis buskii. Este parásito normalmente vive en el intestino humano donde causa poco daño, algo de colitis o irritación de intestinos o quizá ninguno. Pero si invade un órgano distinto puede hacer mucho daño. Para que se manifieste como un cáncer las personas deben tener en su cuerpo un solvente llamado alcohol isopropyl. Todos los pacientes de cáncer (100%) tienen los dos, el parásito y el alcohol isopropyl.  Si usted está afectado por un cáncer vaya directamente a las instrucciones para eliminar parásitos con hierbas o con electricidad. Usando el tratamiento de hierbas junto con el del zapper eléctrico es más efectivo. Sólo se necesitan unos días para curar el cáncer independientemente de que tipo sea. No importa cuan avanzado esté el cáncer, usted todavía puede pararlo inmediatamente.  Una vez lo haya parado usted puede concentrarse en ponerse bien. Y aprender de donde ha adquirido usted el parásito y el solvente que lo ha desencadenado para que nunca más se encuentre en la misma situación. ¿Quiero esto decir que usted puede cancelar la cirugía, radiación o quimioterapia? Si, porqué después de curar su cáncer con esta receta, no puede volver. Esto no es un tratamiento. Esto es una cura. Pero si usted no desea indisponerse con su doctor siga sus consejos pero tenga cuidado de no perder ningún órgano vital de su anatomía a través de la cirugía porque usted puede necesitarlo más tarde cuando esté completamente sano.  Recuerde que los oncólogos son profesionales amables y sensitivos que no desean otra cosa que ayudarle en su salud. Desean lo mejor para usted. Pero ellos no tienen forma de saber la verdadera causa del cáncer si no han realizado ellos mismos la investigación o no han tenido la ocasión de leer el resultado de las investigaciones que he realizado a lo largo de un gran número de años.  Resumiendo, usted debe hacer 3 cosas: 1. Matar los parásitos en los distintos estados. 2. No permitir que entre más alcohol isopropyl en su cuerpo. 3. Sacar fuera de su cuerpo metales y toxinas comunes para poder restablecerse. ¿Cuando empezar? No espere a tener todos los ingredientes para empezar el tratamiento. Empiece tan pronto como vaya adquiriendo cada uno de ellos. Considere su cuerpo como una flor de jardín. Pequeños insectos están comiendo sus hojas y pétalos. Son huevos incubando hambrientos gusanos, capullos entretejidos desarrollándose como adultos nuevos continuamente. ¡Usted no puede esperar porque le falte algún producto! Usted debe matar todo lo que pueda lo más pronto posible para poder salvar el mayor número de pétalos y hojas posible. ¿Alternativas? ¿Existen sustitutos a la Tintura de Nogal Negro, Ajenjo y Clavo? Deben existir docenas de plantas que pueden matar al parásito intestinal. Mientras espera las hierbas ¿por qué no prueba todas las vitaminas y plantas que estén al alcance de sus manos y que han venido utilizándose tradicionalmente para tratar el cáncer? Quizá sean también efectivas en matar distintos estados de parásitos o tengan otras valiosas propiedades. Algunas de ellas son: · Flores de trébol rojo (2 capsulas, 3 veces al día) · Vitamina C (10 gramos o más por día) · Laetrile (según prescripción) · Zumo de trigo en planta (solamente cultivada en germinadora casera y licuada en casa; no el trigo en polvo comercializado) · Uvas y zumo de uvas (licuado en casa, no incluir carne en la dieta) · Echinacea (2 capsulas, 3 veces al día) · Enzymas metabolizadas (tomadas según prescripción) · Dieta Macrobiótica En cuanto lleguen sus hierbas usted puede interrumpir lo que estaba tomando o continuar con ello si lo desea conjuntamente con lo demás. Retire todos los productos comercializados de su dieta alimentaria. Compre sus verduras y frutas de un proveedor de cultivo ecológico. Aliméntese de sustancias naturales, que no hayan sufrido ningún tipo de manipulación o transformación; las que puedan identificarse tal como las ofrece la naturaleza. Coma el mayor número de verduras y hortalizas crudas, y si las cocina hiérvalas al vapor y “al dente”. Acostúmbrese a germinar todo tipo de semillas ecológicas en su cocina (alfalfa, soja, soja verde, garbanzos, lentejas, trigo, trigo sarraceno, etc.); coma 2 tipos distintos, crudos y mezclados en su ensalada, diariamente. Aumente la ingestión de frutas y zumos licuados en casa. Retire el horno microondas y las cocinas de vitrocerámica por variar la composición estructural de los alimentos. Todo ello le ayudará a reforzar su sistema inmunológico, tan necesario en estos momentos y recuperarse de su enfermedad con mayor rapidez.  http://www.drclark.net/info/curaparacancerI.htm     Según el texto, es CORRECTO afirmar que el libro “ The cure for all cancers” propone que:

  13. 73

    FCMMG 2012

    São elementos em comum na obra de Machado de Assis, Dom Casmurro, e no livro de Zulmira Ribeiro, Joias de Família, EXCETO:

  14. 74

    FCMMG 2005

    Sobre  Minha formação, assinale a alternativa em que Joaquim Nabuco faz referência metafórica à campanha abolicionista:

  15. 75

    FCMMG 2005

    Edimilson de Almeida Pereira e Ricardo Aleixo transcrevem, no pórtico de seus poemas, respectivamente, os seguintes versos:   '"A roda do mundo é grande mas a de Zambi é maior"     "A roda do mundo é grande mas a de Zambi é maior"     Com base nessas epígrafes, é INCORRETO afirmar que A roda do mundo:

  16. 76

    FCMMG 2005

    As passagens das crônicas de Luis Fernando Verissimo, transcritas abaixo, evidenciam o procedimento intertextual, EXCETO:

  17. 77

    PUC-MG 2015

    “[...] a língua não é transparente, não é representação direta da realidade, pois toda construção linguística é clivada pelos efeitos da história e da sociedade em que se inscreve. Assim, não se pode aceitar que, dada uma palavra, seu sentido seja óbvio, independente das relações sociais existentes entre os sujeitos que a produziram. Não há, portanto, um sentido único para uma palavra, pois esse sentido se constrói na relação entre todas as palavras de um texto e na relação dessas com o contexto sócio-histórico em que esse texto foi produzido.[...]” Disponível em: . Acesso em: 23 fev. 2015.   Todas as piadas a seguir estão em consonância com as afirmações contidas no trecho acima transcrito, EXCETO:

  18. 78

    PUC-MG 2015

    PANORÁMICAS DESDE UN DRON Naderías y minucias nos ocupan y acaso nos constituyen. El teléfono móvil, árbol de la comunicación personal, está desarrollando un tupido ramaje de banalidades que demuestran la obsesión por matar el tiempo a cualquier precio y con cualquier artefacto. Primero surgió en su torno el selfie, que es una autofoto pensada para inmortalizar la tensión hacia la sobreexposición pública que nos corroe (antes se llamaba exhibicionismo); luego apareció, es decir, se comercializó, el palo para selfie, porque la negligente naturaleza no había previsto en el ser humano un brazo suficientemente largo como para tomar una foto a distancia. Ahora ha brotado el dronie. Consiste en hacerse un selfie desde un dron. El interesado se compra un dron, un artefacto que es más que un juguete y menos que una nave espacial, monta en él una cámara y puede autofotografiarse en picado, mientras maniobra con el dron, mirando al cielo. ¿Para qué? Pues es un misterio.   Un dronie es una chuchería del espíritu que, al igual que el selfie, revela el afán por contarlo todo de nosotros mismos, sobre todo cuando no hay nada que contar. Podría tipificarse como síndrome del escaparate. Con un dron armado de cámara pueden conseguirse panorámicas aéreas que harían palidecer de envidia a Peter Jackson (El señor de los anillos); pero no añade nada una foto. Es un lujo que se añade porque puede añadirse; es un juego de demostración que se agota en sí mismo.   Nada hay que oponer, faltaría más, a la explotación industrial de los mercados del dron y el selfie. Pero sí hay que observar que el dronie puede proyectarse hacia algo más que un juego. El mal uso de drones con cámaras (ya hay denuncias y advertencias) puede constituir una amenaza para la intimidad; algunos los utilizan como los prismáticos privilegiados para montar su propia Ventana indiscreta. Espionaje y comadreo, arraigados en la naturaleza humana, aconsejan mirar con cierto recelo el aparente esparcimiento de grabar con drones; y pedir una regulación legal más definida al respecto. (http://elpais.com/elpais/2015/02/21/opinion/1424528642_198715.html. Adaptado)   De acuerdo con el comentario del artículo en relación al teléfono móvil, se puede afirmar que éste

  19. 79

    FCMMG 2005

    Na crônica “Ressentidos”, Verissimo escreve: “Índios, negros, mulheres e outras vítimas do homem branco podem muito bem dizer que têm outra história, muito diferente, para contar e outro ‘cânone’ para cultuar”. As passagens abaixo, extraídas de outras obras, confirmam isso, EXCETO:

  20. 80

    FCMMG 2015

    Conoce tu alergia   EI primer paso es tener un diagnóstico correcto.    Cuando las flores y los árboles florecen y vuelven a la vida, muchas personas experimentan otro tipo de retorno: el de la alergia. Pero las alergias respiratorias son solo la punta dei iceberg en lo que a la salud se refiere y afectan a un 20% de los europeos, o incluso a un número mucho mayor de acuerdo con los expertos.    Esa diferencia se debe a que muchas personas con alergia pueden no darse cuenta de que sus síntomas tienen un nombre y, generalmente, un tratamiento, afirma Nikos Papadopoulos, presidente de la Academia Europea de Alergia e lnmunología Clínica y profesor adjunto de la Universidad de Atena (Grecia). Por ejemplo, una persona puede tener tos recurrente o prurito y no acudir ai médico. "Un gran porcentaje de las alergias, o incluso la mayoría, no se diagnostican bien", afirma.    Aunque la mayoría de las alergias se desarrollan en la infancia -y a veces desaparecen con el tiempo­el hecho de ser adulto no impide que uno pueda desarrollar una alergia. Los adultos pueden desarrollar nuevas alergias como, por ejemplo, las reacciones a los medicamentos. Las alergias alimentarias también se pueden desarrollar en cualquier fase de la vida y pueden ser graves cuando aparecen.    Además, las alergias de larga duración pueden volverse más conflictivas con la edad y afectar a la calidad de vida de las personas que las padecen. "Las alergias no son tonterías", afirma Papadopoulos.    Pero también hay buenas noticias. "Muchas alergias no se pueden curar completamente, pero se pueden tratar", afirma Papadopoulos. "Hay soluciones". Habla con un médico de los síntomas para saber si la tienes y te dirá qué puedes hacer. Quizás se pueda tratar con medicinas, pero quizás todo lo que necesitas es cambiar de estilo de vida, evitando por ejemplo los desencadenantes de las alergias.    "Conoce tu alergia", dice Roberta Savli, asesora política de la Federación Europea de Asociaciones de Pacientes con Alergias y Enfermedades Respiratorias (EFA)". Generalmente la alergia es manejable, pero a veces hay que ser persistente con el sistema de asistencia sanitaria para conseguir la ayuda necesaria.  (Selecciones . marzo 2014)    EI título dei texto nos muestra un tratamiento

  21. 81

    FCMMG 2015

    Neymar quedó fuera de la Copa del Mundo por fractura de vértebra lumbar   Sábado 05 de julio del 2014   La estrella de la selección de Brasil no pudo terminar el partido por los cuartos de final cuando apenas restaban 5 minutos para el final.   Neymar salió lesionado en los últimos cinco minutos del partido en el que su selección venció por 2-1 a Colombia. La preocupación aumentó cuando el crack del Barcelona tuvo que ser retirado en camilla en medio de gritos de dolor y llanto. La noticia se confirmó hace minutos: el delantero sufrió la fractura de la tercera vértebra lumbar y se perderá lo que resta del Mundial.   El 10 recibió un rodillazo en la parte baja de la espalda de parte de Camilo Zúñiga. El árbitro español Carlos Velasco Carballo permitió el juego brusco a lo largo de todo el partido. Ni él ni sus asistentes se percataron de lo ocurrido.   James Rodríguez y Marcelo se acercaron a auxiliarlo y pedir la atención médica al oír los gritos de dolor y el llanto de ‘Ney’. El cuerpo médico de Brasil lo retiró en camilla y de inmediato solicitaron el cambio a la banca brasileña.   Luiz Felipe Scolari sustituyó a ‘Ney’ por Henrique. Después, fue llevado en ambulancia a un hospital cercano, en medio de la preocupación general por su salud, primero por su salud y también por la importancia del jugador en la Selección de Brasil, con miras al partido ante Alemania del próximo martes 8 de julio por la semifinal de la Copa del Mundo.   La estrella brasileña llegó al hospital en Fortaleza en camilla y con suero. El cuerpo médico del ‘scratch’ confirmó la noticia tras los exámenes realizados: fractura de la tercera vértebra lumbar y se perderá lo que resta de la Copa del Mundo. http://depor.pe/futbol-internacional?r=nB     EI texto sólo no plantea que

  22. 82

    PUC-MG 2012

    TEXTO 1 LÍNGUA Caetano Veloso Gosto de sentir a minha língua roçar A língua de Luís de Camões Gosto de ser e de estar E quero me dedicar A criar confusões de prosódia E uma profusão de paródias Que encurtem dores E furtem cores como camaleões Gosto do Pessoa na pessoa Da rosa no Rosa E sei que a poesia está para a prosa Assim como o amor está para a amizade E quem há de negar que esta lhe é superior? E deixe os Portugais morrerem à míngua "Minha pátria é minha língua" Fala Mangueira! Fala! Flor do Lácio Sambódromo Lusamérica latim em pó O que quer O que pode Esta língua? [...] A língua é minha pátria E eu não tenho pátria, tenho mátria E quero frátria [...] TEXTO 2 Aula de português Carlos Drummond de Andrade A linguagem na ponta da língua, tão fácil de falar e de entender. A linguagem na superfície estrelada de letras, sabe lá o que ela quer dizer? Professor Carlos Góis, ele é quem sabe, e vai desmatando o amazonas de minha ignorância. Figuras de gramática, esquipáticas, atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me. Já esqueci a língua em que comia, em que pedia para ir lá fora, em que levava e dava pontapé, a língua, breve língua entrecortada do namoro com a prima. O português são dois; o outro, mistério. Leia as considerações sobre os textos em exame e assinale a INCORRETA.

  23. 83

    FCMMG 2015

    Assinale a alternativa em que ambas as passagens de Urupês, de Monteiro Lobato, e Beira-Mar, de Pedro Nava, exibem os expedientes destacados:

  24. 84

    FCMMG 2008

    “Ah, e as estrelas de Cordisburgo, também – o seo Olquiste falou – eram as que brilhavam, talvez no mundo todo, com mais agarre de alegria.” Nessa passagem de O recado do morro, há referência às estrelas da terra de Guimarães Rosa. Assinale a passagem transcrita em que a personagem tem nome ligado aos astros:

  25. 85

    FCMMG 2008

    Guimarães Rosa e Darcy Ribeiro, em suas respectivas obras, demonstram preocupação em descrever a natureza, como as passagens exemplificam, EXCETO:

  26. 86

    FCMMG 2009

    Alergias posmodernas: prevenir es la mejor actitud Al parecer, el confort y el desarrollo tienen su lado negativo. Por lo menos, eso es lo que parecen indicar distintas investigaciones que atribuyen a la comodidad y buen ambiente de muchas de las viviendas actuales del mundo occidental un aumento en las enfermedades alérgicas.   Las alergias son un problema de salud pública mundial. De hecho, la rinitis alérgica - que es la más frecuente - acosa a una de cada diez personas y se calcula que, sólo en los Estados Unidos, hay más de cincuenta millones de individuos con este problema.  Si bien la rinitis alérgica no es un padecimiento grave, afecta la calidad de vida de quien la padece, produciendo complicaciones como la respiración bucal, sinusitis, asma, otitis con sordera y bajo rendimiento en la vida escolar por su carácter de afección crónica. Según los alergólogos, esta afección se incrementó en los últimos años de manera preocupante. Una de las posibles explicaciones es el grado de confort que tienen las viviendas de cierto segmento social del mundo occidental. Parece ser que los alergenos ambientales, especialmente los ácaros del polvo doméstico y los hongos atmosféricos, se multiplican más y mejor en viviendas confortables y cálidas.   Definición científica La alergia es una reacción de disconformidad entre el organismo y algunas substancias. Esto varía de una persona a otra. Sustancias que causan alergia a un individuo pueden no tener el mismo efecto en otro. En conclusión, se trata de una hipersensibilidad de su organismo a determinadas substancias y agentes físicos. La alergia se manifiesta de varias formas. Una de ellas es el prurito y urticaria. Son conocidos por los médicos como dermatitis de contacto. Es una alergia causada por contacto directo con la piel. Los objetos causantes más comunes son: los relojes con pulseras plásticas, metal o cuero, anteojos, botones de metal y elásticos de bombachas y corpiños. Los síntomas son: inflamación acompañada de picazón, semejante a la picadura de insecto. Vómitos, cólicos o diarreas, pueden ser reacciones del organismo contra un tipo de alimento ingerido. Los alimentos que frecuentemente provocan este tipo de reacción son los camarones o langostinos, condimentos, mariscos y chocolates. Los ojos irritados son síntomas de alergia a substancias encontradas en el aire. La secreción lacrimal es el síntoma que provoca una inflamación de la membrana conjuntiva. Ataques alérgicos de este tipo ocurren comúnmente ante cambios térmicos bruscos o altos niveles de polución. Tos y falta de aire son síntomas de alergia respiratoria. Puede ser provocada por innumerables substancias, pero la más común es el polvo, donde se encuentra el ácaro. Esta causa también desencadena el asma bronquial, además de los cambios de temperatura. Polvo, desinfectantes, insecticidas, perfumes son las causas más comunes de la alergia. Los estornudos constantes son las reacciones primarias del organismo contra esos alergenos antes que lleguen a los pulmones. Los estornudos son productores de mucus y producen rinitis alérgica.   Polución y Alergia La rinitis, el asma o cualquier otro proceso alérgico puede ser agravado debido a la calidad del aire que respiramos. Desde el comienzo de este siglo, ya se había percibido la relación del cuadro alérgico, sin embargo las medidas efectivas de control ambiental sólo ganaron en importancia después de varios años. Si por un lado varios médicos y los propios pacientes ya están un poco más atentos a las condiciones ambientales, por otro, el proceso de urbanización e industrialización creciente contribuye a agravar el problema. Varios estudios epidemiológicos demuestran que la incidencia de problemas alérgicos aumentó en las últimas dos o tres décadas y está comprobado que este aumento es consecuencia del constante incremento de la polución del aire. El aumento de la contaminación del aire, principalmente en los grandes centros urbanos y regiones altamente industrializadas contribuyó al aumento de las enfermedades respiratorias.  Con un mayor deterioro del medio ambiente y la exposición de personas en áreas altamente industrializadas, podemos notar la aparición de algunas enfermedades ocupacionales como consecuencia de la exposición directa a agentes polutos. Estos grupos son expuestos a un gran número de contaminantes ambientales de manera aguda o crónica. Las personas respiran de 10 a 15 mil litros de aire por día; cada litro contiene varios millones de partículas en suspensión, bien como compuestos orgánicos y volátiles. Para entender mejor los efectos de la polución en las enfermedades respiratorias es preciso entender la función de la nariz en el filtrado y acondicionamiento del aire. El aire atraviesa las vías aéreas siendo purificado de sus contaminantes y acondicionado, es decir humedecido, calentado y también filtrado para llegar a los alvéolos pulmonares de modo más puro favoreciendo los intercambios gaseosos. Cuando se encuentra en la cavidad nasal, el aire es comprimido en pasajes aéreos estrechos de 2 mm. Estos pasajes estrechos no sólo facilitan los intercambios de calor y substancias, sino que además proporcionan el contacto de los agentes contaminantes con la mucosa y los órganos linfáticos locales. CopyrightBibliomed http://www.buenasalud.com/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=2963&ReturnCatID=4   El texto sólo NO plantea que

  27. 87

    FCMMG 2009

    Leia o texto do conto “Aida Arouche Magnocavallo”, de Helena Silveira, incluído na coletânea O conto da mulher brasileira:   Persuadiu a mãe que devia transformar a casa em pensão. Ela própria providenciou tudo: compra de móveis, pequenas reformas internas. E mandou fazer uma tabuleta de fundo verde com letras brancas: PENSÃO MAGNOCAVALLO ESTRITAMENTE FAMILIAR   Com base no trecho, no conto e em outras obras, é INCORRETA a afirmação:

  28. 88

    UERJ 2016

    SEYMOUR MENTON: EL LEGADO CRÍTICO DE UN LECTOR APASIONADO​   Conocí a Seymour Menton hace unos años, en la Universidad de California, cuyos departamentos de lenguas extranjeras contribuyó a formar. Recuerdo la emoción que me causó estrechar su mano. En su conjunto, el trabajo crítico de Menton es una de las semblanzas más completas y amplias de la experiencia literaria latinoamericana, escrita conforme la producción narrativa continental emergía y gradualmente encontraba lectores e interlocutores.   Por momentos, algunas de las limitaciones de la obra de Seymour (su reticencia ideológica a ciertas prácticas, su fidelidad a la vocación pedagógica del crítico) pueden resultar evidentes a un lector contemporáneo. Sin embargo, nuestra habilidad misma de debatir con él, de estar en desacuerdo con sus interpretaciones, de buscar complementar sus lecturas y llevarlas más allá, fue posibilitada por su incansable compromiso de poner a la literatura latinoamericana en el centro del debate crítico, de hacerla disponible a los lectores de Estados Unidos y América Latina, y de mostrar que existía en ella un depósito de riqueza cultural y estética que resultaba difícil discernir al momento de su publicación. Como norteamericano, Seymour hizo esto a contracorriente de una gran cantidad de prejuicios en ambos lados de la división continental.   En su país de origen, Menton fue uno de los primeros críticos en dar énfasis a la narrativa latinoamericana, en una época en que la enseñanza de la literatura en lengua española estaba fuertemente cargada hacia la literatura ibérica. Si los que trabajamos en Estados Unidos como latinoamericanistas podemos tener un espacio de debate y consideración, se debe al hecho de que Seymour Menton y otros de sus distinguidos contemporáneos limpiaron el terreno para poder desarrollar un campo y para poder preparar lectores de nuestra tradición.   Gracias a sus monumentales libros sobre literatura de distintos países, los lectores del subcontinente tenemos un lugar al que podemos siempre volver a ponderar y debatir nuestras tradiciones, desde la perspectiva que solo un extranjero enamorado de una cultura que le pertenece por naturalización, más que por nacimiento, puede proporcionar.   Creo que la triste pérdida de Seymour Menton, agregando su nombre a la lista de los que nos han dejado en 2014, debe ser, sobre todo, una oportunidad para volver a su obra, para reentablar con él la conversación que hemos tenido en algún tiempo. Ignacio M. Sánchez Prado milenio.com     El texto destaca el valor del investigador estadounidense Seymour Menton en su país. De acuerdo con el texto, el valor de su actuación como crítico se basa en el siguiente hecho:

  29. 89

    FCMMG 2007

    Territorios palestinos: MSF dona medicamentos y material a hospitales en la Franja de Gaza "El estruendo de las explosiones es incesante y aterrador, sobre todo para los niños", explica Laura, trabajadora de MSF presente en Gaza.   Hace dos semanas, tras el secuestro de uno de sus soldados, el ejército israelí volvió a entrar en la Franja de Gaza. Esta incursión, bautizada Lluvia de Verano, se saldó con numerosos daños humanos y materiales. Laura, coordinadora general de MSF, explica la situación.   “El pasado sábado pude entrar en la Franja de Gaza con nuestro coordinador de terreno, un médico y un logista. Procedimos a evaluar la situación con el fin de analizar la posibilidad de intervenir.    La Operación Lluvia de Verano prosigue, con movimientos de tanques israelíes y numerosos disparos de obús en el norte de la Franja. El estruendo de las explosiones es incesante y aterrador, sobre todo para los niños. Los asesinatos selectivos también son más frecuentes ahora, y causan numerosos heridos entre los civiles que se encuentran en el lugar y el momento equivocados. Al mismo tiempo, todos los días se siguen disparando cohetes palestinos ‘Qassam’ (de fabricación casera) desde Gaza contra Israel...   Aparte de las pérdidas humanas (desde el pasado 25 de junio hasta el 12 de julio han muerto 53 palestinos, entre ellos 9 niños y una mujer, y otros 229 han resultado heridos, entre ellos 79 niños y 15 mujeres), la operación israelí ha provocado graves daños materiales. La única central eléctrica de Gaza –que alimentaba las cerca de 100 bombas de agua existentes en la zona— ha sido destruida por los bombardeos, numerosas casas han sido ocupadas, muchos campos de cultivo han quedado arrasados...   Al no haber podido restablecerse el suministro eléctrico con normalidad (las líneas se reparan, pero vuelven a ser destruidas), algunos barrios quedan aislados de la red durante días, y la incertidumbre respecto al aprovisionamiento de agua permanece. El pasado lunes, MSF suministró agua a 40 familias (unas 400 personas en total) que habían huido de Shoka, uno de los barrios cercanos a la ciudad de Rafah en los que han entrado los tanques israelíes.   Hay problemas de suministro, pero los hospitales funcionan.    El bloqueo de los Territorios palestinos está perjudicando a la entrada de medicamentos, alimentos y carburante, este último necesario para el funcionamiento de los generadores eléctricos. Tras las presiones de la comunidad internacional y de la ONU, los envíos de suministros tienen más posibilidades, pero siguen estando estrictamente controlados por el Ejército israelí, omnipresente en los alrededores del paso de mercancías de Karni (cerrado desde hace una semana). Uno de los problemas que sigue presente es el de la atención a los enfermos crónicos (esencialmente patologías como cáncer, diabetes, etc), que ya no pueden ser referidos a los países vecinos (Egipto, Jordania, el propio Israel) para ser atendidos con el material y los tratamientos específicos que no existen en Gaza.   Nos hemos puesto en contacto con los hospitales de la región. Por el momento, los generadores de electricidad permiten continuar con la actividad: los heridos son atendidos de forma correcta, los quirófanos funcionan, los cirujanos pueden trabajar... Incluso sin cobrar, el personal sanitario sigue trabajando. Hemos realizado algunas donaciones de medicamentos y de material médico, pero resulta difícil que un hospital funcione en estas condiciones, a la espera de la próxima donación, sin saber cuándo se producirá y en qué consistirá.   Una situación sanitaria degradada que debe ser vigilada de cerca.    En un contexto como éste, el estrés y el nerviosismo cada vez se dejan sentir más entre la población. Así, los pacientes que se encontraban en fase de seguimiento por nuestros psicólogos, en especial los que viven en los barrios más afectados por Lluvia de Verano, han pedido que las consultas se reanuden lo antes posible, con el fin de desahogarse de las angustias de los últimos días. Desde el pasado martes, nuestros psicólogos han regresado a la Franja, con lo que las terapias van a reanudarse. Desde que Estados Unidos, la Unión Europea, Canadá y Japón suspendieron su ayuda financiera directa al Gobierno palestino, la situación sanitaria se ha deteriorado. Si sigue por este camino, la situación podría volverse catastrófica, por lo que estamos siguiendo la situación de cerca. Otro equipo de MSF –que actualmente se encuentra en Ammán, Jordania– está preparado para intervenir en caso de emergencia”. (La Nación, julio 2006)     Según el texto, Operación Lluvia de Verano significa:

  30. 90

    FCMMG 2008

    FALLECE UN NIÑO DE SEIS ANÕS POR GRIPE AVIAR EN INDONESIA   YAKARTA - Fuentes del Ministerio de Sanidad indonesio han confirmado la muerte de un niño de seis años a causa del virus H5N1. Este país asiático es el más afectado del mundo por esta enfermedad con 81 fallecidos y 102 infectados.   El pequeño falleció el domingo por la tarde en el Hospital Sulianti Saroso de la capital, según un portavoz del Servicio de Información para la Gripe Aviar en el país, Komnas. El niño, oriundo de la ciudad de Cilegon (provincia de Banten), sufrió fiebre alta y problemas respiratorios antes de fallecer a causa de un fallo multiorgánico, según informó el portavoz del hospital de Yakarta especializado en gripe aviar, Tuty Hendrarwardati.   Los síntomas de la enfermedad fueron detectados por primera vez el pasado 1 de julio y, cuatro días más tarde, el menor fue ingresado en el hospital. Joko Suyono, del centro de gripe aviar del Ministerio de Salud, señaló que no estaba claro como el niño se había contraído el virus. "Aún estamos investigando como contrajo el virus. Hasta ahora sólo sabemos que visitó el zoológico de Bandun", Suyono. Hendrarwardati informó de que la familia de la víctima y sus vecinos no tenían aves de corral en sus viviendas.   Los análisis llevados a cabo en dos laboratorios nacionales confirmaron que el pequeño estaba infectado con el virus H5N1, la cepa más mortal de la docena que se conocen de la gripe aviar.   Indonesia, la nación más afectada por la epidemia de gripe aviar en el planeta, cuenta con un índice de contagio del 78% en casos confirmados y en animales se ha convertido en endémica en las islas de Java (la más poblada del país), Sumatra y Bali, así como en la región meridional de las Célebes.   El mes pasado, el Gobierno anunció que empezará a suministrar la vacuna de gripe aviar en humanos en cuanto esté preparada, lo que podría ocurrir en las próximas semanas. (http://www.elmundo.es/)   Según el texto, es CORRECTO afirmar que

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