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Exercícios de Verdade

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  1. 1. ENEM 2016
    Ser ou não ser — eis a questão. Morrer - dormir.—Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo Os sonhos que hão de vir no sono da morte quando tivermos escapado ao tumulto vital nos obrigam a hesitar: e é essa a reflexão Que dá à desventura uma vida tão longa. SHAKESPEARE, W. Hamlet. Porto Alegre, L&PM, 2007 Este solilóquio pode ser considerado um precursor do existencialismo ao enfatizar a tensão entre
  2. 2. UFU 1998
    O Existencialismo é uma filosofia do século XX, que procura resgatar o valor da subjetividade, da concretude da vida humana, da singularidade indeterminada. A famosa frase de Sartre – “A existência precede a essência.” – significa que o homem é um projeto utópico de ser, condicionado pela sua existência. Neste sentido o(s) fundamento(s) teórico(s) e histórico(s) do Existencialismo de Sartre são
  3. 3. ENEM 2016
    Vi os homens sumirem-se numa grande tristeza. Os melhores cansaram-se das suas obras. Proclamou-se uma doutrina e com ela circulou uma crença: Tudo é oco, tudo é igual, tudo passou! O nosso trabalho foi inútil; o nosso vinho tornou-se veneno; o mau olhado amareleceu-nos os campos e os corações. Secamos de todo, e se caísse fogo em cima de nós, as nossas cinzas voariam em pó. Sim; cansamos o próprio fogo. Todas as fontes secaram para nós, e o mar retirou-se. Todos os solos se querem abrir, mas os abismos não nos querem tragar! NIETZSCHE, F. Assim falou Zaratustra, Rio de Janeiro. Ediouro, 1977. O texto exprime uma construção alegórica, que traduz um entendimento da doutrina niilista, uma vez que
  4. 4. UFSJ 2012
    Com relação aos quatro grandes erros para Nietzsche, é CORRETO afirmar que eles representam
  5. 5. UNESP 2012
    Regulamentação publicada nesta segunda-feira, no Diário Oficial do Município do Rio, determina que as crianças e adolescentes apreendidos nas chamadas cracolândias fiquem internados para tratamento médico, mesmo contra a vontade deles ou dos familiares. Os jovens, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas), só receberão alta quando estiverem livres do vício. A “internação compulsória” vale somente para aqueles que, na avaliação de um especialista, estiverem com dependência química. Ainda de acordo com a resolução, todas as crianças e adolescentes que forem acolhidos à noite, “independente de estarem ou não sob a influência do uso de drogas”, não poderão sair do abrigo até o dia seguinte.(www.estadao.com.br, 30.05.2012. Adaptado.) As justificativas apresentadas neste texto para legitimar a “internação compulsória” de usuários de drogas são norteadas por:
  6. 6. USFJ 2012
    Assinale a alternativa que expressa o pensamento de Nietzsche sobre a origem do bem.
  7. 7. UFSJ 2013
    Ao declarar que “a moral e a religião pertencem inteiramente à psicologia do erro”, Nietzsche pretendeu
  8. 8. UFSJ 2013
    Leia atentamente os fragmentos abaixo. I. “Também tem sido frequentemente ensinado que a fé e a santidade não podem ser atingidas pelo estudo e pela razão, mas sim por inspiração sobrenatural, ou infusão, o que, uma vez aceita, não vejo por que razão alguém deveria justificar a sua fé...”. II. “O homem não é a consequência duma intenção própria duma vontade, dum fim; com ele não se fazem ensaios para obter-se um ideal de humanidade; um ideal de felicidade ou um ideal de moralidade; é absurdo desviar seu ser para um fim qualquer”. III. “(...) podemos estabelecer como máxima indubitável que nenhuma ação pode ser virtuosa ou moralmente boa, a menos que haja na natureza humana algum motivo que a produza, distinto do senso de sua moralidade”. IV. “A má-fé é evidentemente uma mentira, porque dissimula a total liberdade do compromisso. No mesmo plano, direi que há também má-fé, escolho declarar que certos valores existem antes de mim (...).” Os quatro fragmentos de texto acima são, respectivamente, atribuídos aos seguintes pensadores
  9. 9. UNESP 2014
    Governos que se metem na vida dos outros são governos autoritários. Na história temos dois grandes exemplos: o fascismo e o comunismo. Em nossa época existe uma outra tentação totalitária, aparentemente mais invisível e, por isso mesmo, talvez, mais perigosa: o "totalitarismo do bem". A saúde sempre foi um dos substantivos preferidos das almas e dos governos autoritários. Quem estudar os governos autoritários verá que a "vida cientificamente saudável" sempre foi uma das suas maiores paixões. E, aqui, o advérbio "cientificamente  é quase vago porque o que vem primeiro é mesmo o desejo de higienização de toda forma de vício, sujeira, enfim, de humanidade não correta. Nosso maior pecado contemporâneo é não reconhecer que a humanidade do humano está além do modo "correto" de viver. E vamos pagar caro por isso porque um mundo só de gente "saudável" é um mundo sem Eros. (Luiz Felipe Pondé. “Gosto que cada um sente na boca não é da conta do governo”. Folha de S.Paulo, 14.03.2012. Adaptado.) Na concepção do autor, o totalitarismo
  10. 10. UFSJ 2013
    Na filosofia de Friedrich Nietzsche, é fundamental entender a crítica que ele faz à metafísica. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que essa crítica
  11. 11. UFU 2013
    Para J.P. Sartre, o conceito de “para-si” diz respeito
  12. 12. UFSJ 2013
    Na obra “O existencialismo é um humanismo”, Jean-Paul Sartre intenta
  13. 13. UENP 2012
    A Fenomenologia trata dos fenômenos perceptíveis analisando a realidade do ponto de vista individual. Tudo que se apresenta à consciência é intencional. O objetivo do método fenomenológico é alcançar a intuição das essências, ele busca interpretar o mundo através da consciência de um determinado sujeito, segundo as suas experiências.   Nesse contexto, marque a alternativa incorreta.
  14. 14. UFSM 2012
    Tolstoi apelava para a moral por achar óbvio que o fato de gostarmos de uma obra de arte ou a apreciarmos de um jeito ou de outro era uma questão exclusivamente subjetiva. Qualquer tentativa de prescrever padrões objetivos de gosto está condenada ao fracasso. Mas havia um modo de julgar objetivamente uma obra de arte: quanto ao seu conteúdo moral. Assim, por exemplo, ao avaliar se um romance é bom ou ruim, estamos apenas manifestando as nossas opiniões. Mas quando indagamos se o romance transmite uma mensagem moralmente virtuosa, podemos chegar a uma conclusão com que todos os julgadores sensatos podem concordar. Esse argumento é importante, porque tem consequências para a subvenção pública da arte. Tolstoi achava injustificável subvencionar as artes se o valor delas estava apenas no prazer que proporcionavam. Por que subsidiar alguns prazeres, como a ópera e a dança, e não outros, como a bebida?   Considere as seguintes afirmativas:   I. Segundo o texto, o conteúdo moral de uma obra de arte é uma questão objetiva. II. Segundo o texto, o conteúdo estético de uma obra de arte não é uma questão subjetiva. III. Segundo o texto, o Estado deve subvencionar a bebida.   Está(ão) correta(s)  
  15. 15. UNIMONTES 2012
    A fenomenologia surgiu no final do século XIX, com Franz Brentano, cujas principais ideias foram desenvolvidas por Edmund Husserl (1859-1958). No que se refere à fenomenologia, marque a alternativa incorreta. 
  16. 16. UNICENTRO 2010
    Qual o postulado básico da fenomenologia?
  17. 17. UFSJ 2007
    A filosofia de Lévinas (op. cit. p. 268) se fundamenta num conteúdo 
  18. 18. UFSJ 2011
    No debate do problema acerca do significado de transcendência, é CORRETO afirmar que, para Sartre, ela:  
  19. 19. UFPA 2012
    O pensamento liberal concebe, de acordo com o direito supostamente natural, o direito à propriedade, fruto do trabalho, como um bem indispensável à conservação da vida, cabendo ao Estado apenas a garantia, por meio de lei, de sua posse. Já o pensamento marxista concebe o Estado como a expressão política dos interesses econômicos da classe dominante.   A respeito da distinção entre as concepções marxista e liberal, julgue as afirmativas:   I. Há relação entre política e economia, de acordo com o pensamento liberal. II. A relação entre política e economia supostamente não existe, de acordo com o pensamento liberal. III. Existe uma relação intrínseca entre política e economia, de acordo com o pensamento marxista. IV. Reconhece-se uma relativa autonomia da economia em relação à política, no pensamento marxista.   As afirmativas corretas são
  20. 20. UFPA 2008
    A filosofia moral aborda os fundamentos da ação humana tanto sob o aspecto legal quanto moral. Sobre a especificidade desses dois aspectos, é correto afirmar:
  21. 21. PUC-PR 2009
    “O sucesso do poder disciplinar se deve sem dúvida ao uso de instrumentos simples: o olhar hierárquico, a sanção normalizadora e sua combinação num procedimento que lhe é específico, o exame.” Fonte: Foucault, Vigiar e punir, p. 143.   I. Vigiar, muito mais que aplicar um olhar constante sobre o indivíduo, significa dispô-lo numa estrutura arquitetural e impessoal, na qual ele se sinta vigiado. II. Punir é o único objetivo da disciplina. III. Punir primeiramente tem a finalidade de uma ortopedia moral, de normalização, não somente de um comportamento, mas do conjunto da existência humana, seja obstaculizando a virtualidade de um comportamento perigoso mediante o uso de pequenas correções, seja incentivando condutas desejáveis a partir de recompensas e vantagens. IV. O exame atua numa ampla rede de instituições psiquiátricas, pedagógicas e médicas, classificando as condutas em termos de normalidade e anormalidade. V. Para Foucault, as ciências que tomaram o homem como objeto de saber, a partir do final do século XVIII, não têm nada a ver com a vigilância, a normalização e o exame disciplinares.   Assinale a(s) alternativa(s) correta(s):
  22. 22. PUC-PR 2009
    Michel Foucault, em Vigiar e Punir, apresenta duas imagens de disciplina: a disciplina-bloco e a disciplina-mecanismo. Para mostrar como esses dois modelos se desenvolveram, o autor destaca dois casos: o medieval da peste e o moderno do panóptico. Assinale, portanto, a alternativa incorreta:
  23. 23. PUC-PR 2009
    O indivíduo é sem dúvida o átomo fictício de uma representação “ideológica” da sociedade; mas é também uma realidade fabricada por essa tecnologia específica de poder que se chama “disciplina”. Fonte: Foucault, Vigiar e punir, p.161.   Assinale as alternativas corretas.   I. Foucault quer afirmar que os indivíduos, nesse modelo de sociedade, são constituídos como efeitos da atuação de estratégias de poder correlatas a técnicas de saber. II. Para Foucault, o poder fundamentalmente reprime, recalca, censura, mascara, anulando os desejos individuais. III. A disciplina produz realidade, produz rituais de verdade, produz indivíduos úteis e dóceis. IV. Para Foucault, é o indivíduo que possui o poder. É ele quem dá sentido ao mundo. V. A disciplina, como estratégia privilegiada de fabricação do indivíduo e produção de verdades, existe desde a época do cristianismo primitivo.
  24. 24. PUC-PR 2009
    A partir do livro Vigiar e Punir, de Michel Foucault, considere as seguintes afirmações a respeito da disciplina:   I. Ela é exercida de diferentes formas e tem como finalidade única a habilidade do corpo. II. Ela pode ser entendida como a estratégia empregada para o controle minucioso das operações do corpo, sendo seu efeito maior a constituição de um indivíduo dócil e útil. III. Ela se constitui também pelo controle do horário de execução de atividades, em que o tempo medido e pago deve ser sem defeito e, em seu transcurso, o corpo deve ficar aplicado a seu exercício.   De acordo com as afirmações acima, podemos dizer que:
  25. 25. UFU 1999
    Sartre, um dos maiores expoentes da filosofia deste século, teorizou sobre um dos grandes valores da vida atual, a liberdade, definindo-a como   I. escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo. II. determinada por forças externas mais poderosas que nossa vontade. III. própria da humanidade, pois os homens estão condenados a ser livres, tanto para escolher ter felicidade quanto para perder a felicidade.   Assinale
  26. 26. UFU 2001
    Jean-Paul Sartre, (1905-1980), afirma que “estamos condenados à liberdade”. Sendo assim, afirma
  27. 27. UEAP 2011
    “A existência precede a essência.”   O que melhor define esta frase do filósofo francês Sartre?
  28. 28. UNB 2011
    Temos que repudiar a ideia de que só com palavras se pensa, pois que pensamos também com sons e imagens, ainda que de forma subliminar, inconsciente, profunda! Temos que repudiar a ideia de que existe uma só estética, soberana, à qual estamos submetidos — tal atitude seria nossa rendição ao pensamento único, à ditadura da palavra — e que, como sabemos, é ambígua. O pensamento sensível, que produz arte e cultura, é essencial para a libertação dos oprimidos, amplia e aprofunda sua capacidade de conhecer. Só com cidadãos que, por todos os meios simbólicos (palavras) e sensíveis (som e imagem), se tornam conscientes da realidade em que vivem e das formas possíveis de transformá-la, só assim surgirá, um dia, uma real democracia. Augusto Boal. A estética do oprimido. Rio de Janeiro: Garamond, 2009, p. 16.   Platão avalia o valor das produções da escultura e da pintura em função do conceito de um conhecimento verdadeiro, isto é, de uma conformidade com a ideia e acaba, necessariamente, delimitando, de maneira bastante restrita, o círculo das produções artísticas que ele podia, de seu ponto de vista, aprovar. Relacionando essa interpretação de Platão ao que propõe Augusto Boal no texto precedente, é correto afirmar que  
  29. 29. UNB 2010
    A minha ideia é que podemos dizer, racional e argumentativamente, que a estrutura da vida humana, em seu ser mesmo, tem um valor sensível negativo. Acredito que a totalidade dos seres humanos, quando confrontada autenticamente com a sua condição e sem contrabandos religiosos, admite que a situação estrutural da vida humana não é boa. Essa ideia decorre de a vida ter uma estrutura estável, consistente, pelo menos nos seguintes quatro elementos: um nascimento mortal, que carrega em si seu próprio fim; um desenvolvimento que envolve degeneração constante, como envelhecimento; o estar sujeito a inúmeros sofrimentos e doenças; um espaço intramundano no qual se está plenamente consciente dos elementos anteriores. Julio Cabrera. Sentido da vida e valor da vida: uma diferença crucial. In: Philosophos revista de filosofia, vol. 9, nº 1/2004, p. 16-8 (com adaptações).     O autor desse texto defende a ideia de que a vida tem, em seu ser mesmo, um valor profundamente negativo. As ideias expostas acima têm consequências importantes na maneira pela qual se pode enxergar a vida e contrastam fortemente com a maneira como a vida, tradicionalmente, vem sendo percebida ao longo dos tempos.   As pessoas amam, trabalham, creem, estudam e, como se costuma dizer, vão vivendo suas vidas, com maior ou menor grau de felicidade. Com base nas ideias apresentadas no texto, esses comportamentos de amar, trabalhar, crer, estudar podem ser entendidos como  
  30. 30. UNB 2010
    Entramos no quarto. Encurvada em semicírculo sobre o leito, outra criatura que não a minha avó, uma espécie de animal que se tivesse disfarçado com os seus cabelos e deitado sob os seus lençóis, arquejava, gemia, sacudia as cobertas com as suas convulsões. As pálpebras estavam fechadas, e era porque fechavam mal, antes que porque se abrissem, que deixavam ver um canto da pupila, velado, remeloso, refletindo a obscuridade de uma visão orgânica e de um sofrimento interno. Quando meus lábios a tocaram, as mãos de minha avó agitaram-se, ela foi percorrida inteira por um longo frêmito, ou reflexo, ou porque certas afeições possuam a sua hiperestesia, que reconhece, através do véu da inconsciência, aquilo que elas quase não têm necessidade dos sentidos para querer. Súbito, minha avó ergueu-se a meio, fez um esforço violento, como alguém que defende a própria vida. Françoise não pôde resistir, ao vê-lo, e rompeu em soluços. Lembrando-me do que o médico havia dito, quis fazê-la sair do quarto. Nesse momento, minha avó abriu os olhos. Precipitei-me sobre Françoise para lhe ocultar o pranto, enquanto meus pais falassem à enferma. O ruído do oxigênio calara-se, o médico afastou-se do leito. Minha avó estava morta. A vida, retirando-se, acabava de carregar as desilusões da vida. Um sorriso parecia pousado nos lábios de minha avó. Sobre aquele leito fúnebre, a morte, como o escultor da Idade Média, tinha-a deitado sob a aparência de menina e moça. Marcel Proust. Em busca do tempo perdido: o caminho de Guermantes. vol. 3, 3ª ed. rev. Trad. Mario Quintana. São Paulo: Globo, 2006, p. 376-7 (com adaptações).     Para Sartre, os seres dividem-se em seres-em-si e seres-para-si. Os seres-em-si não possuem, segundo esse filósofo, consciência, ao passo que os seres-para-si são dotados de uma consciência que lhes possibilita constituírem-se sempre como projeto, pelo qual dirigem seu presente a partir de sua liberdade. Com base na divisão sartreana entre seres-em-si e seres-para-si e suas relações com a temporalidade, a vida e a morte, verifica-se, na passagem do texto de Proust apresentada, que  
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