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Exercícios de Conhecimento e Verdade na Filosofia Antiga

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  1. 31. UNCISAL 2012
    No contexto da Filosofia Clássica, Platão e Aristóteles possuem lugar de destaque. Suas concepções, que se opõem, mas não se excluem, são amplamente estudadas e debatidas devido à influência que exerceram, e ainda exercem, sobre o pensamento ocidental. Todavia é necessário salientar que o produto dos seus pensamentos se insere em uma longa tradição filosófica que remonta a Parmênides e Heráclito e que influenciou, direta ou indiretamente, entre outros, os racionalistas, empiristas, Kant e Hegel. Observando o cerne da filosofia de Platão, assinale nas opções abaixo aquela que se identifica corretamente com suas concepções.
  2. 32. UNIMONTES 2013
    Muitos pensam que os mitos são lendas restritas aos povos tribais e que teriam desaparecido com a crítica do pensamento científico moderno. No que se refere ao mito, podemos afirmar, EXCETO
  3. 33. UNIMONTES 2010
    Via de regra, os sofistas eram homens que tinham feito longas viagens e, por isso mesmo, tinham conhecido diferentes sistemas de governo. Usos, costumes e leis das cidades-estados podiam variar enormemente. Sob esse pano de fundo, os sofistas iniciaram em Atenas uma discussão sobre o que seria natural e o que seria criado pela sociedade. (GAARDER, J. O Mundo de Sofia. São Paulo: Companhia das Letras, 1995). Sobre os sofistas, é incorreto afirmar que
  4. 34. UEL 2015
    Leia os textos a seguir. A arte de imitar está bem longe da verdade, e se executa tudo, ao que parece, é pelo facto de atingir apenas uma pequena porção de cada coisa, que não passa de uma aparição. Adaptado de: PLATÃO. A República. 7.ed. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1993. p.457. O imitar é congênito no homem e os homens se comprazem no imitado. Adaptado de: ARISTÓTELES. Poética. 4.ed. Trad. De Eudoro de Souza. São Paulo: Nova Cultural, 1991. p.203. Coleção “Os Pensadores”. Com base nos textos, nos conhecimentos sobre estética e a questão da mímesis em Platão e Aristóteles, assinale a alternativa correta.
  5. 35. UNIOESTE 2013
    “A imitação do belo na natureza concerne ou bem a um objeto único ou então reúne as notas de diversos objetos particulares e faz delas um único todo. O primeiro processo implica fazer uma cópia semelhante, um retrato; é o caminho que conduz às formas e figuras dos holandeses. O segundo é o caminho que leva ao belo universal e suas imagens ideais; esse foi o caminho seguido pelos gregos. […] [As] numerosas ocasiões de observar a natureza levaram os artistas gregos a ir ainda mais longe: começaram a formar certos conceitos universais – tanto a partir de partes isoladas do corpo, como de suas proporções de conjunto – que se erguiam acima da própria natureza; o seu modelo original, ideal, era a natureza espiritual concebida tão só pelo entendimento”. Winckelmann. Considerando o texto acima e que Winckelmann refere-se aos pintores holandeses do século XVII e aos escultores gregos antigos, seguem as afirmativas abaixo: I. Os gregos, ao observarem a natureza, conseguiam captar algo pelo entendimento que, apenas pela observação visual, não seria possível. II. Os holandeses, ao imitarem a natureza, captavam apenas as características visuais de um objeto particular. III. O belo universal pode ser visto nos quadros pintados pelos holandeses. IV. As obras gregas estavam constituídas apenas com aquilo que era visto em um objeto particular. V. A imitação do belo na natureza só pode ocorrer pela maneira que os gregos faziam suas obras. Das afirmativas feitas acima
  6. 36. ENEM 2016
    TEXTO I Fragmento B91: Não se pode banhar duas vezes no mesmo rio, nem substância mortal alcançar duas vezes a mesma condição; mas pela intensidade e rapidez da mudança, dispersa e de novo reúne. HERÁCLITO. Fragmentos (Sobre a natureza). São Paulo. Abril Cultural, 1996 (adaptado). TEXTO II Fragmento B8: São muitos os sinais de que o ser é ingênito e indestrutível, pois é compacto, inabalável e sem fim; não foi nem será, pois é agora um todo homogêneo, uno, contínuo. Como poderia o que é perecer? Como poderia gerar-se? PARMÊNIDES. Da natureza. São Paulo: Loyola, 2002 (adaptado). Os fragmentos do pensamento pré-socrático expõem uma oposição que se insere no campo das
  7. 37. ENEM 2017
    Uma conversação de tal natureza transforma o ouvinte; o contato de Sócrates paralisa e embaraça; leva a refletir sobre si mesmo, a imprimir à atenção uma direção incomum: os temperamentais, como Alcibíades, sabem que encontrarão junto dele todo o bem de que são capazes, mas fogem porque receiam essa influência poderosa, que os leva a se censurarem. E sobretudo a esses jovens, muitos quase crianças, que ele tenta imprimir sua orientação. BRÉHIER, E. História da filosofia. São Paulo: Mestre Jou, 1977. O texto evidencia características do modo de vida socrático, que se baseava na
  8. 38. Stoodi
    O Dualismo Persa se caracteriza pelo:
  9. 39. UFSM 2013
    Do outro lado, ecocéticos querem limpar a barra dos seres humanos a qualquer custo. Argumentam, por exemplo, que a atividade vulcânica é mais decisiva para o aquecimento global do que as nossas ações – enquanto estudos avaliam que humanos emitem 135 vezes mais CO2 do que vulcões. No meio de tantos dados contraditórios, quem sai perdendo é a ciência.Fonte: Revista Superinteressante, edição 299, dezembro 2011, p. 57. Considere as seguintes afirmações: I. Afirmações contraditórias entre si não podem ser ambas verdadeiras. II. Segundo o texto, os ecocéticos negam a existência de um aquecimento global. III. A tese dos ecocéticos é verificada pelo exemplo do impacto da atividade vulcânica sobre o aquecimento global. Está(ão) correta(s)
  10. 40. ENEM 2017
    Dado que, dos hábitos racionais com os quais captamos a verdade, alguns são sempre verdadeiros, enquanto outros admitem o falso, como a opinião e o cálculo, enquanto o conhecimento científico e a intuição são sempre verdadeiros, e dado que nenhum outro gênero de conhecimento é mais exato que o conhecimento científico, exceto a intuição, e, por outro lado, os princípios são mais conhecidos que as demonstrações, e dado que todo conhecimento científico constitui-se de maneira argumentativa, não pode haver conhecimento científico dos princípios, e dado que não pode haver nada mais verdadeiro que o conhecimento científico, exceto a intuição, a intuição deve ter por objeto os princípios. ARISTÓTELES. Segundos analíticos. In: REALE, G. História da Filosofia Antiga. São Paulo: Loyola, 1994.   Os princípios, base da epistemologia aristotélica, pertencem ao domínio do(a)
  11. 41. UNIOESTE 2013
    “Lógica é o estudo de argumentos. Um argumento é uma sequência de enunciados na qual um dos enunciados é a conclusão e os demais são premissas, as quais servem para provar ou, pelo menos, fornecer alguma evidência para a conclusão. As premissas e a conclusão de um argumento são sempre enunciados ou proposições – isto é, significados ou ideias expressáveis por sentenças declarativas – em oposição a interrogações, comandos ou exclamações. Os enunciados são espécies de ideias verdadeiras ou falsas. Os não-enunciados, tais como interrogações, comandos ou exclamações, não são verdadeiros nem falsos. Algumas vezes, eles sugerem premissas ou conclusões, mas eles mesmos não são premissas ou conclusões.” Nolt & Rohatyn. Considerando o texto que define o que é um argumento seguem as seguintes sentenças: I. O deficit comercial brasileiro está crescendo de forma preocupante. Como poderemos ter melhorias em nossa economia? II. Eu não quero jantar, pai. O desenho ainda não terminou. III. O prédio estava arruinado, suas paredes e chão estavam cobertos de poeira e teias de aranha. O Som de pássaros ecoava por seus quartos vazios. IV. Toda pessoa com muito talento para a dança, como você, deveria receber uma educação diferenciada. Vá para a faculdade de dança! V. No Brasil muitas pessoas não sabem se o país apoia ou se opõe ao governo da Síria. Das afirmativas acima
  12. 42. UFU 2013
    A atividade intelectual que se instalou na Grécia a partir do séc. VI a.C. está substancialmente ancorada num exercício especulativo-racional. De fato, “[...] não é mais uma atividade mítica (porquanto o mito ainda lhe serve), mas filosófica; e isso quer dizer uma atividade regrada a partir de um comportamento epistêmico de tipo próprio: empírico e racional”. SPINELLI, Miguel. Filósofos Pré-socráticos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1998, p. 32. Sobre a passagem da atividade mítica para a filosófica, na Grécia, assinale a alternativa correta.
  13. 43. UNIOESTE 2010
    Dados os seguintes enunciados verdadeiros: I. Se amanhã for véspera de Natal, minha família irá para a casa de meus avós. II. Minha família irá amanhã para a casa de meus avós. É correto afirmar que
  14. 44. ENEM 2016
    s andróginos tentaram escalar o céu para combater os deuses. No entanto, os deuses em um primeiro momento pensam em matá-los de forma sumária. Depois decidem puni-los da forma mais cruel: dividem-nos em dois. Por exemplo, é como se pegássemos um ovo cozido e, com uma linha, dividíssemos ao meio. Desta forma, até hoje as metades separadas buscam reunir-se. Cada um com saudade de sua metade, tenta juntar-se novamente a ela, abraçando-se, enlaçando-se um ao outro, desejando formar um único ser. PLATÃO.O banquete. São Paulo: Nova Cultural, 1987.   No trecho da obra O banquete, Platão explicita, por meiode uma alegoria, o
  15. 45. UNIOESTE 2011
    Texto: “A questão da verdade é do domínio da teoria do conhecimento, ou da filosofia da ciência. A questão da validade é do domínio da lógica. [...] A verdade e a falsidade das proposições dependem de investigação de significados e, em geral, de investigação empírica. A validade do argumento [conjunto de proposições], ao contrário, não depende da verdade ou falsidade dos enunciados – isoladamente encarados – mas depende do tipo de relação que entre eles se estabelece. Um argumento pode, perfeitamente, ser válido, embora tenha uma ou mais proposições falsas”. Leônidas Hegenberg. Silogismo: Todo inseto é hematófago. (premissa maior) A aranha marrom é um inseto. (premissa menor) A aranha marrom é hematófaga. (conclusão) Por meio do texto e do argumento silogístico (silogismo), considere as seguintes afirmativas: I. O silogismo é válido porque a estrutura formal do argumento está correta. II. O silogismo é inválido porque a aranha marrom não é um inseto e nem todos os insetos são hematófagos. III. As duas premissas são falsas porque empiricamente verifica-se que a aranha marrom não é um inseto e que nem todos os insetos são hematófagos. IV. A conclusão é falsa porque o silogismo é inválido. V. A conclusão tem que ser verdadeira porque o silogismo é válido. Das afirmativas feitas acima
  16. 46. UFU 2013
    De um modo geral, o conceito de physis no mundo pré-socrático expressa um princípio de movimento por meio do qual tudo o que existe é gerado e se corrompe. A doutrina de Parmênides, no entanto, tal como relatada pela tradição, aboliu esse princípio e provocou, consequentemente, um sério conflito no debate filosófico posterior, em relação ao modo como conceber o ser. Para Parmênides e seus discípulos:
  17. 47. UNISC 2013
    Em Filosofia, duas espécies de juízos podem ser emitidos pelos sujeitos: juízos de fato (quando dizem o que as coisas são, como são e por que são) e juízos de valor (quando dizem não o que é, mas como deveria ser, quando avaliam ações, acontecimentos, sentimentos e intenções). Isso posto, considere as afirmativas: I. “A chuva é boa para as plantas.” II. “A universidade é um lugar onde se busca a formação profissional.” III. “Você não deveria ter ido àquela festa, e sim ter estudado para o vestibular.” IV. “Essa questão de Filosofia é fácil de ser acertada.” A ordem correta, respectivamente e na ordem crescente, dos juízos acima é:
  18. 48. CEPERJ 2011
    O embate entre sofistas e filósofos na antiguidade grega é um tema central quando se discute a origem do pensamento ocidental. No capítulo "Pré-socráticos: físicos e sofistas", contido no livro Curso de Filosofia a, organizado por Antonio Rezende, Maura Iglésias explica que, ao tempo da velhice de Sócrates, surgiram sofistas que se especializaram em uma técnica de disputa verbal que, ao contrário da dialética socrática, não pretendia alcançar conhecimento algum. De acordo com a autora, essa técnica sofística que visava a refutar o adversário a qualquer custo e ganhar a disputa chama-se:
  19. 49. UEL 2012
    No livro Através do espelho e o que Alice encontrou por lá, a Rainha Vermelha diz uma frase enigmática: “Pois aqui, como vê, você tem de correr o mais que pode para continuar no mesmo lugar.” (CARROL, L. Através do espelho e o que Alice encontrou por lá. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. p.186.) Já na Grécia antiga, Zenão de Eleia enunciara uma tese também enigmática, segundo a qual o movimento é ilusório, pois “numa corrida, o corredor mais rápido jamais consegue ultrapassar o mais lento, visto o perseguidor ter de primeiro atingir o ponto de onde partiu o perseguido, de tal forma que o mais lento deve manter sempre a dianteira.” (ARISTÓTELES. Física. Z 9, 239 b 14. In: KIRK, G. S.; RAVEN, J. E.; SCHOFIELD, M. Os Pré-socráticos. 4.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994, p.284.) Com base no problema filosófico da ilusão do movimento em Zenão de Eleia, é correto afirmar que seu argumento
  20. 50. UEMA 2015
    Leia o poema do moçambicano Craveirinha, Cantiga do negro do betelão. Se me visses morrer Os milhões de vezes que nasci... Se me visses chorar Os milhões de vezes que te riste... Se me visses gritar Os milhões de vezes que me calei... Se me visses cantar Os milhões de vezes que morri... E sangrei Digo-te, irmão europeu Também tu Havias de nascer Havias de chorar Havias de cantar Havias de gritar Havias de morrer E sangrar... Milhões de vezes como eu Fonte: CRAVEIRINHA. In: Revista do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da FFCLH da USP. São Paulo: Edusp, 2002, p.100. O poeta constrói ou reconstrói a realidade em seus versos e o filósofo, ao ser “tocado” pela poesia, é chamado a refletir sobre ela. A primeira condição ou primeira virtude para o filosofar é
  21. 51. ENEM PPL 2015
    Suponha homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, cuja entrada, aberta à luz, se estende sobre todo o comprimento da fachada; eles estão lá desde a infância, as pernas e o pescoço presos por correntes, de tal sorte que não podem trocar de lugar e só podem olhar para frente, pois os grilhões os impedem de voltar a cabeça; a luz de uma fogueira acesa ao longe, numa elevada do terreno, brilha por detrás deles; entre a fogueira e os prisioneiros, há um caminho ascendente; ao longo do caminho, imagine um pequeno muro, semelhante aos tapumes que os manipuladores de marionetes armam entre eles e o público e sobre os quais exibem seus prestígios. PLATÃO. A República. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.     Essa narrativa de Platão é uma importante manifestação cultural do pensamento grego antigo, cuja ideia central, do ponto de vista filosófico, evidencia o(a)
  22. 52. ENEM 2016
     Texto I  Fragmento B91: Não se pode banhar duas vezes no mesmo rio, nem substância mortal alcançar duas vezes a mesma condição; mas pela intensidade e rapidez da mudança, dispersa e de novo reúne. HERÁCLITO. Fragmentos (Sobre a natureza). São Paulo: Abril Cultural, 1996 (adaptado).   Texto II Fragmento B8: São muitos os sinais de que o ser é ingênito e indestrutível, pois é compacto, inabalável e sem fim; não foi nem será, pois é agora um todo homogêneo, uno, contínuo. Como poderia o que é perecer? Como poderia gerar-se? PARMÊNIDES. Da natureza. São Paulo: Loyola, 2002 (adaptado).   Os fragmentos do pensamento pré-socrático expõem uma oposição que se insere no campo das
  23. 53. UFU 2018
    No diálogo Mênon, Platão faz Sócrates sustentar que a virtude não pode ser ensinada, consistindo-se em algo que trazemos conosco desde o nascimento, defendendo uma concepção, segundo a qual temos em nós um conhecimento inato que se encontra obscurecido desde que a alma encarnou-se no corpo. O papel da filosofia é fazer-nos recordar deste conhecimento" MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2000. p. 31.   Nesse trecho, o autor descreve o que ficou conhecido como 
  24. 54. UEL 2011
    Leia os textos a seguir. Aristóteles, no Livro IV da Metafísica, defende o sentido epistêmico do princípio de não contradição como o princípio primário, incondicionado e absolutamente verdadeiro da “ciência das causas primeiras”, ou melhor, o princípio que se apresenta como fundamento último (ou primeiro) de justificação para qualquer enunciado declarativo em sua pretensão de verdade. “É impossível que o mesmo atributo pertença e não pertença ao mesmo tempo ao mesmo sujeito, e na mesma relação. [...] Não é possível, com efeito, conceber alguma vez que a mesma coisa seja e não seja, como alguns acreditam que Heráclito disse [...]. É por esta razão que toda demonstração se remete a esse princípio como a uma última verdade, pois ela é, por natureza, um ponto de partida, a mesma para os demais axiomas.” (ARISTÓTELES. Metafísica. Livro IV, 3, 1005b apud FARIA, Maria do Carmo B. de. Aristóteles: a plenitude como horizonte do ser. São Paulo: Moderna, 1994. p. 93.) Com base nos textos e nos conhecimentos sobre Aristóteles, é correto afirmar:
  25. 55. UEG 2010
    A Grécia foi o berço da filosofia, destacando-se pela presença dos filósofos que pensaram o mundo em que viveram utilizando a ferramenta da razão. O período da história grega e o filósofo que afirmou que “só sei que nada sei” foram respectivamente o  
  26. 56. UFU 2018
    Considere o seguinte texto do filósofo Heráclito (século VI a.C.).    “Para as almas, morrer é transformar-se em água; para a água, morrer é transformar-se em terra. Da terra, contudo, forma-se a água e da água, a alma” Heráclito. Fragmentos, extraído de: MARCONDES, Danilo. Textos Básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2000. Tradução do autor.   Em relação ao excerto acima, podemos afirmar que ele ilustra  
  27. 57. UFU 2017
    A respeito do método de Sócrates, assinale a alternativa que apresenta a definição correta de maiêutica.  
  28. 58. UNIMONTES 2012
    Para melhor entender o campo da experiência filosófica, o filósofo espanhol Fernando Savater faz uma distinção entre informação, conhecimento e sabedoria. Em relação à sabedoria retomada pela história filosófica, podemos afirmar:
  29. 59. UNIMONTES 2015
    O poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, por sua vez, lamentou: “Como a vida muda. Como a vida é muda. Como a vida é nuda. Como a vida é nada. Como a vida é tudo.” Nas trilhas de Drummond, lembramos a mudança. Recordamos que a vida muda e muda sempre. “Um homem não toma banho em um mesmo rio duas vezes, pois, no dia seguinte, o rio e o homem não serão os mesmos”. Tal formulação da questão da mudança foi registrada pelo pensador grego pré-socrático:
  30. 60. UNIMONTES 2015
    Nossa vida cotidiana é toda feita de crenças silenciosas, da aceitação de coisas e ideias que nunca questionamos porque nos parecem naturais e óbvias. Os mitos sustentam esse universo de crença e ideias. Podemos afirmar que os mitos são:
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