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  1. 31

    Stoodi

    Pensamentos que influenciaram Schopenhauer foram:

  2. 32

    Stoodi

    De acordo com a filosofia de Schopenhauer, a vontade se manifesta no ser humano a partir:  

  3. 33

    Stoodi

    Dentre as características listadas abaixo, a que NÃO se referem ao estilo filosófico de Søren Aabye Kierkegaard.

  4. 34

    Stoodi

    O conceito vontade para Schopenhauer significa:

  5. 35

    UFSJ 2012

     A angústia, para Jean-Paul Sartre, é 

  6. 36

    UNESP 2018

    Convicção é a crença de estar na posse da verdade absoluta. Essa crença pressupõe que há verdades absolutas, que foram encontrados métodos perfeitos para chegar a elas e que todo aquele que tem convicções se serve desses métodos perfeitos. Esses três pressupostos demonstram que o homem das convicções está na idade da inocência, e é uma criança, por adulto que seja quanto ao mais. Mas milênios viveram nesses pressupostos infantis, e deles jorraram as mais poderosas fontes de força da humanidade. Se, entretanto, todos aqueles que faziam uma ideia tão alta de sua convicção houvessem dedicado apenas metade de sua força para investigar por que caminho haviam chegado a ela: que aspecto pacífico teria a história da humanidade!   (Nietzsche. Obras incompletas, 1991. Adaptado.)   Nesse excerto, Nietzsche 

  7. 37

    ENEM 2018

    O filósofo reconhece-se pela posse inseparável do gosto da evidência e do sentido da ambiguidade. Quando se limita a suportar a ambiguidade, esta se chama equívoco. Sempre aconteceu que, mesmo aqueles que pretenderam construir uma filosofia absolutamente positiva, sô conseguiram ser filósofos na medida em que, simultaneamente, se recusaram o direito de se instalar no saber absoluto. O que caracteriza o filósofo é o movimento que leva incessantemente do saber à ignorância, da ignorância ao saber, e um certo repouso neste movimento. MERLEAU-PONTY, M. Elogio da filosofia. Lisboa: Guimarães, 1998 (adaptado).   O texto apresenta um entendimento acerca dos elementos constitutivos da atividade do fllósofo, que se caracteriza por

  8. 38

    UNIOESTE 2017

    Martin Heidegger (1889-1976) afirmou: “ser homem já significa filosofar”. Sua tese é a seguinte: o homem se caracteriza pela distinção entre o “é” e as características de qualquer coisa, ou seja, de qualquer ente; com isso, no encontro cotidiano com os entes, antecipadamente (antes de encontrá-los e conhecê-los) sabemos (a) que eles são e (b) que eles não são o “ser”, que são diferentes de sua “existência”. Eis por que todos podemos, a qualquer instante, nos lançar às perguntas pelo ser dos entes e pelo sentido do ser em geral, ou seja, às perguntas filosóficas. Independente de filosofarmos expressamente, as questões e a força para a investigação, portanto, estariam na raiz mesma de nosso ser, e precedem todo conhecimento e pensamento aplicado.   De modo análogo, a primeira frase da Metafísica de Aristóteles afirma: “Todos os seres humanos tendem essencialmente ao Saber”. Essa tendência essencial significa que uma propensão para o Saber está presente, ainda que inexplorada, em todos os seres humanos. Como Aristóteles escolheu, para o Saber, uma palavra grega que se assemelha ao “Ver” imediato (eidénai), pode-se compreender que se trata tanto do conhecimento em geral quanto (e principalmente) do Saber metafísico, sobre o princípio essencial ou estrutura metafísica da realidade. Em suma, Aristóteles já estaria dizendo que ser homem significa filosofar.   Com base no que foi dito, marque a alternativa CORRETA.

  9. 39

    UPE 2012

    Que representa a Filosofia? É uma das raras possibilidades de existência criadora. Seu dever inicial é tornar as coisas mais refletidas, mais profundas (Heidegger, Martin). Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que a Filosofia   Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar que a Filosofia

  10. 40

    UPE - SSA 2 2017

    Sobre o pensamento filosófico, leia o texto a seguir: O homem apresenta-se como uma escolha a fazer. Muito bem. Antes do mais, ele é a sua existência no momento presente e está fora do determinismo natural; o homem não se define previamente a si próprio, mas em função do seu presente individual. Não há uma natureza humana que se lhe anteponha, mas é-lhe dada uma existência específica num dado momento. SARTRE, Jean Paul. O Existencialismo é um Humanismo. 1973, p. 31.   Com base no pensamento filosófico de Sartre, considera-se que

  11. 41

    UEG 2018

    Friedrich Nietzsche (1844-1900) é um importante e polêmico pensador contemporâneo, particularmente por sua famosa frase “Deus está morto”. Em que sentido podemos interpretar a proclamação dessa morte?

  12. 42

    ENEM 2020

    TEXTO I Os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. PESSOA, F. O guardador de rebanhos – IX. In: GALHOZ. M. A. (Org.). Obras poéticas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1999 (fragmento).   TEXTO II Tudo aquilo que sei do mundo, mesmo por ciência, eu o sei a partir de uma visão minha ou de uma experiência do mundo sem a qual os símbolos da ciência não poderiam dizer nada. MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes, 1999 (adaptado). Os textos mostram-se alinhados a um entendimento acerca da ideia de conhecimento, numa perspectiva que ampara a   

  13. 43

    UNESP 2013

    A modernidade não pertence a cultura nenhuma, mas surge sempre CONTRA uma cultura particular, como uma fenda, uma fissura no tecido desta. Assim, na Europa, a modernidade não surge como um desenvolvimento da cultura cristã, mas como uma crítica a esta, feita por indivíduos como Copérnico, Montaigne, Bruno, Descartes, indivíduos que, na medida em que a criticavam, já dela se separavam, já dela se desenraizavam. A crítica faz parte da razão que, não pertencendo a cultura particular nenhuma, está em princípio disponível a todos os seres humanos e culturas. Entendida desse modo, a modernidade não consiste numa etapa da história da Europa ou do mundo, mas numa postura crítica ante a cultura, postura que é capaz de surgir em diferentes momentos e regiões do mundo, como na Atenas de Péricles, na Índia do imperador Ashoka ou no Brasil de hoje.   (Antonio Cícero. Resenha sobre o livro “O Roubo da História”. Folha de S.Paulo, 01.11.2008. Adaptado.)   Com a leitura do texto, a modernidade pode ser entendida como

  14. 44

    UNIMONTES 2015

    Se as palavras tivessem sempre um sentido óbvio e único, não haveria literatura, não haveria mal-entendido e controvérsia. Se as palavras tivessem sempre o mesmo sentido e se indicassem diretamente as coisas nomeadas, como seria possível a mentira? Para elucidar o sentido dos textos e das palavras, desenvolveu-se, na filosofia, uma área de conhecimento responsável pelo discurso sobre a interpretação, denominada:

  15. 45

    ENADE 2011

    O homem possui a capacidade de construir linguagens com as quais se pode exprimir todo sentido, sem fazer ideia de como e do que cada palavra significa – como também falamos sem saber como se produzem os sons particulares. A linguagem corrente é parte do organismo humano, e não menos complicada que ele. É humanamente impossível extrair dela, de modo imediato, a lógica da linguagem. A linguagem é um traje que disfarça o pensamento. [...] A maioria das proposições e questões que se formularam sobre temas filosóficos não são falsas, mas contrassensos. Por isso, não podemos de modo algum responder a questões dessa espécie, mas apenas estabelecer seu caráter de contrassenso. A maioria das questões e proposições dos filósofos provém de não entendermos a lógica de nossa linguagem. WITTGENSTEIN, L. Tractatus logico-philosophicus. Tradução, apresentação e ensaio introdutório de Luiz Henrique Lopes dos Santos. São Paulo: Edusp, 1993. Com base no texto acima, é correto afirmar que

  16. 46

    ENADE 2011

    Wittgenstein emprega a estratégia de interpelar as formas de vida através de situações regionais teoricamente organizadas: os jogos de linguagem. A descrição gramatical dos usos incide, exclusivamente, sobre aspectos das formas de vida em que diferentes práticas estão envolvidas com a linguagem; a linguagem é uma parte apenas, mas determinante dessas situações teoricamente organizadas. MORENO, A. R. W. Através das Imagens. 2 edição. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1995, p. 112. Com base no texto e nos conhecimentos sobre Wittgenstein, avalie as afirmações que se seguem acerca da linguagem em Wittgenstein. I. Procede a substituição de formas a priori por formas de vida convencionais e instáveis. II. Mantém a dimensão transcendental kantiana como possibilidade de fundamentação da significação. III. Assegura a explicação da semântica com base no uso da linguagem na variabilidade das formas de vida. IV. Consubstancia a perenidade da semântica, em seu caráter ontológico, com base na pragmática. É correto apenas o que se afirma em

  17. 47

    PUC-GO 2016

    Rápido, rápido   Sofro – sofri – de progéria, uma doença na qual o organismo corre doidamente para a velhice e a morte. Doidamente talvez não seja a palavra, mas não me ocorre outra e não tenho tempo de procurar no dicionário – nós, os da progéria, somos pessoas de um desmesurado senso de urgência. Estabelecer prioridades é, para nós, um processo tão vital como respirar. Para nós, dez minutos equivalem a um ano. Façam a conta, vocês que têm tempo, vocês que pensam que têm tempo. Enquanto isso, eu vou escrevendo aqui – e só espero poder terminar. Cada letra minha equivale a páginas inteiras de vocês. Façam a conta, vocês. Enquanto isso, e resumindo:   8h15min – Estou nascendo. Sou o primeiro filho – que azar! – e o parto é longo, difícil. Respiro, e já vou dizendo as primeiras palavras (coisas muito simples, naturalmente: mamã, papá) para grande surpresa de todos! Maior surpresa eles têm quando me colocam no berço – desço meia hora depois, rindo e pedindo comida! Rindo! Àquela hora,   8h45min – eu ainda podia rir.   9h20min – Já fui amamentado, já passei da fase oral – meus pais (ele, dono de um pequeno armazém; ela, de prendas domésticas) já aceitaram, ao menos em parte, a realidade, depois que o pediatra (está aí uma especialidade que não me serve) lhes explicou o diagnóstico e o prognóstico. E já estou com dentes! Em poucos minutos (de acordo com o relógio de meu pai, bem entendido) tenho sarampo, varicela, essas coisas todas.   Meus pais me matriculam na escola, não se dando conta que às 10h40min, quando a sineta bater para o recreio, já terei idade para concluir o primeiro grau. Vou para a escola de patinete; já na esquina, porém, abandono o brinquedo que parece-me então muito infantil. Volto-me, e lá estão os meus pais chorando, pobre gente.   10h20min – Não posso esperar o recreio; peço licença à professora e saio. Vou ao banheiro; a seiva da vida circula impaciente em minhas veias. Manipulo-me. Meu desejo tem nome: Mara, da oitava série. Por enquanto é mais velha do que eu. Lá pelas onze horas poderia namorá-la – mas então, já não estarei no colégio. Ali, me foge o doce pássaro da juventude. [...] (SCLIAR, Moacyr. Melhores contos. 6. ed. São Paulo: Global, 2003. p. 54-55.)     O texto fala sobre a aceleração da vida. A sociedade atual vivencia a potencialidade da evolução que prolonga a vida e que, ao mesmo tempo, leva a sua banalização. Os avanços da tecnologia e da ciência, por exemplo, geraram um aumento da expectativa de vida da população. Mas a sociedade, não sabendo lidar com a população da terceira idade, começou a rever os aspectos dessa nova vida, e pesquisas surgiram para amenizar e conciliar essa atual realidade. Os processos atuais que aceleram a modernização de uma parte da sociedade aceleram também a exclusão de outros. Na verdade, ao fazermos escolhas, somos responsáveis por elas e por seus impactos sobre nós mesmos, e sobre toda a humanidade. Como afirma o filósofo parisiense, estamos “condenados a ser livres”, pois ele associa liberdade a responsabilidade. Ao unir as duas, ele assegura que essa é a filosofia mais otimista possível, pois, apesar de assumirmos a responsabilidade pelo impacto de nossas ações sobre os outros, podemos optar por exercer um controle estrito sobre o modo como moldamos nosso mundo e a nós mesmos.   Entre as alternativas a seguir, marque a que corresponde corretamente ao nome desse filósofo:

  18. 48

    UPE 2016

    O homem é capaz de três formas de saber: o saber de dominação ou de realização, o saber da essência ou cultural e o saber metafísico ou saber de salvação. Nenhuma dessas três espécies de saber existe somente em função de si mesma. Toda espécie serve à reformulação de um ente: ou dos objetos, ou da forma cultural do próprio homem, ou do absoluto.     Na perspectiva do pensamento de Max Scheler, e em relação ao texto, o conhecimento filosófico 

  19. 49

    UPE 2013

    Se a linguagem, por meio da representação simbólica e abstrata, permite o distanciamento do homem em relação ao mundo, também é o que possibilitará seu retorno ao mundo para transformá‐lo. Portanto, se não tem oportunidade de desenvolver e enriquecer a linguagem, o homem torna‐se incapaz de compreender e agir sobre o mundo que o cerca. ARANHA, Arruda. Filosofando – Introdução à filosofia, 1993, p.5. Disponível em: http://www.colegiosaomiguel.com.br/   Com base no texto de Aranha, analise as afirmativas a seguir sobre a linguagem:   I. A linguagem apresenta‐se como a mais original e singular das técnicas.   II. A linguagem faz do homem o ser vivente que é enquanto homem na sua trajetória existencial.   III. A linguagem tem a singularidade de ser o instrumento ideal da intencionalidade essencial do homem.  IV. A linguagem se dimensiona e se destina à comunicação como sistema de signos artificiais e convencionais que é. V. A linguagem humana visa à acomodação à situação concreta, não intentando a representação simbólica.   Estão CORRETAS

  20. 50

    UPE 2012

    As palavras e a linguagem não constituem cápsulas em que as coisas são empacotadas para comércio de quem escreve e fala. É na palavra, na linguagem, que as coisas chegam a ser e são. Heidegger, M. Introdução à metafísica. Rio, 1969, p. 44.   Com base no texto acima, examine as afirmativas a seguir sobre a linguagem humana:   I. A linguagem humana em sua forma abstrata permite ao homem a distanciação da experiência vivida. II. A linguagem humana funciona como meio de comunicação do homem com o mundo e com o meio no qual vive, além de ser imprescindível à vida social, à política, à expressão do pensamento e das artes. III. A linguagem como atividade humana é o único instrumento na formação do mundo cultural, uma vez que permite ao homem se ater, apenas, ao mundo concreto material.   IV. A linguagem humana se baseia em conceitos, sendo incapaz de qualquer expressão que não seja descritiva.   Estão CORRETAS apenas

  21. 51

    UPE 2011

    A violência em diversas modalidades é um fenômeno presente em todas as culturas. Essa questão é abordada pela filosofia, conferindo-lhe os seguintes sentidos:   I. Toda ação provocada pelo desconhecimento do sujeito às diretrizes da moral. II. Uma ação contra a pessoa, percebida como exercício da força física e da coação psíquica, para obrigar alguém a fazer alguma coisa contrária a si, contrária aos seus interesses e desejos, contrária ao seu corpo e à sua consciência, causando-lhe danos, como a morte, a loucura, a autoagressão. III. Uma ação do indivíduo contra o grupo, isto é, quando uma cultura e uma sociedade definem o que entendem por mal, crime e vício. IV. Uma violação da integridade física e psíquica, da dignidade humana de alguém. V. Tudo aquilo que reduz um sujeito à condição de objeto.   Estão CORRETAS apenas

  22. 52

    UNIMONTES 2013

    A fenomenologia surgiu a partir da preocupação com o transcendental, isto é, a busca das condições a priori de possibilidade da filosofia como ciência rigorosa. É o conhecimento do que aparece ou se manifesta à consciência, em conformidade com a estrutura da própria consciência. A fenomenologia surgiu a partir da preocupação de

  23. 53

    UNIMONTES 2015

    A fenomenologia surgiu no final do século XIX, com Franz Brentano, cujas principais ideias foram desenvolvidas por Edmund Husserl (1859 – 1958). A fenomenologia parte de um postulado básico que tem a pretensão de superar o racionalismo e o empirismo. Qual é a denominação do postulado básico da fenomenologia? Marque a alternativa CORRETA.

  24. 54

    UFSJ 2004

    “Olhem com atenção o seguinte exemplo: Quando se diz ‘Moisés não existiu’, isto pode significar diversas coisas. Pode significar: Os israelitas não tiveram um guia quando saíram do Egito – ou: seu guia não se chamava Moisés – ou: não houve um homem que tivesse realizado tudo o que a Bíblia narra a respeito de Moisés – ou etc., etc. - Segundo Russell, podemos dizer: o nome ‘Moisés’ pode ser definido por meio de diferentes descrições. Como, p. ex.: ‘O homem que conduziu os israelitas através do deserto’, ‘O homem que viveu neste tempo e neste lugar e a quem, naquela época, chamavam ‘Moisés’, que em criança foi retirado do Nilo pela filha do Faraó’, etc. E, dependendo da definição que aceitamos, a proposição ‘Moisés existiu’ adquire um outro sentido, assim como qualquer outra proposição que trate de Moisés. – E se nos dizem ‘N não existiu’, questionamos também: ‘O que você tem em mente? Quer dizer que..., ou que..., etc?’” (WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações Filosóficas. Petrópolis: Vozes, 1996. p. 58) O exemplo dado pelo autor aponta para os seguintes aspectos da linguagem:   I) a definição de um nome pode ser feita por várias descrições; II) o nome perde o sentido quando se faz mais de uma definição; III) de acordo com a definição do nome, a proposição adquire novo sentido; IV) a proposição tem sentido independente da definição; V) a definição colabora para a clareza do sentido do nome.   Estão CORRETAS as afirmativas

  25. 55

    UFU 2001

    Para Sartre (1905-1980) o homem a todo momento está escolhendo o caminho a seguir em sua existência, e esta escolha tem valor porque é feita entre outras inúmeras possibilidades; esta situação é de angústia, mas, uma vez feita a escolha, a angústia passa a ser a autonomia do querer. A situação existencialista da escolha, tal como foi descrita, implica

  26. 56

    UFU 1999

    Sartre, um dos maiores expoentes da filosofia deste século, teorizou sobre um dos grandes valores da vida atual, a liberdade, definindo-a como   I. escolha incondicional que o próprio homem faz de seu ser e de seu mundo. II. determinada por forças externas mais poderosas que nossa vontade. III. própria da humanidade, pois os homens estão condenados a ser livres, tanto para escolher ter felicidade quanto para perder a felicidade.   Assinale

  27. 57

    UPE 2016

    Se a filosofia deve ser, ao mesmo tempo, totalização do saber, método, ideia reguladora, arma ofensiva e comunidade de linguagem; se essa ‘visão do mundo’ é também um instrumento que trabalha as sociedades carcomidas; se essa concepção singular de um homem ou de um grupo de homens torna-se a cultura e, por vezes, a natureza de toda uma classe, fica bem claro que as épocas de criação filosófica são raras. SARTRE, Jean Paul. Questão de Método. São Paulo: Difel, 1979.    A ideia filosófica de Sartre, no texto acima, considera como o mais alto grau de conhecimento: 

  28. 58

    UNIMONTES 2012

    O filósofo alemão Edmund Husserl diz que ele sabe o que é filosofia, ao mesmo tempo que não sabe. Isto é, a explicitação do que é a filosofia já é uma questão filosófica. A presente afirmação indica que a filosofia não é um saber acabado. Das alternativas abaixo, marque a mais próxima da atitude filosófica.

  29. 59

    UNIMONTES 2013

    O pensamento de Nietzsche (1844-1900) orienta-se no sentido de recuperar as forças vitais, instintivas, subjugadas pela razão durante séculos. Para tanto, critica Sócrates por ter sido o primeiro a encaminhar a reflexão moral em direção ao controle racional das paixões. Escreve A Genealogia da Moral. Nesse texto, distingue uma moral herdeira do pensamento socrático-platônico e uma moral positiva que visa à conservação da vida e dos seus instintos fundamentais. Nietzsche as denomina de

  30. 60

    CEPERJ 2012

    Ludwig Wittgenstein, no Tractatus Lógico-Philosophicus, apresenta uma série de erros e de confusões que ocorrem no emprego mais cotidiano da linguagem. "Para evitar esses equívocos, devemos empregar uma notação que os exclua, não empregando o mesmo sinal em símbolos diferentes e não empregando superficialmente da mesma maneira sinais que designem de maneiras diferentes". Tal notação que Wittgenstein procura como solução para os problemas da linguagem teria, em seu centro, a obediência: 

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