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  1. 61

    UNICENTRO 2015

    Se observei corretamente, em geral “a não liberdade de arbítrio” é vista como problema por dois lados inteiramente opostos, mas sempre de maneira profundamente pessoal: uns não querem por preço algum abandonar sua “responsabilidade”, a fé em si, o direito pessoal ao seu mérito (os tipos vaidosos estão desse lado); os outros, pelo contrário, não desejam se responsabilizar por nada, ser culpados de nada, e, a partir de um autodesprezo interior, querem depositar o fardo de si mesmos em algum outro lugar. Estes últimos, quando escrevem livros, costumam agora tomar a defesa dos criminosos. (NIETZSCHE, F. Além do Bem e do Mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Aforismo 21. p.26.)   Considerando essa passagem, assinale a alternativa correta.

  2. 62

    UFU 2014

    Mas se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço do existencialismo é o de pôr todo homem no domínio do que ele é e de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens. [...] Assim, a nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque ela envolve toda a humanidade. SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Trad. Vergílio Ferreira. Lisboa: Presença, 1970. Apud ARANHA, M. L. de Arruda e MARTINS, M. H. Pires. Filosofando: introdução à filosofia. São Paulo: Moderna, 2009.   Conforme o texto, é correto afirmar que, para o existencialismo,

  3. 63

    UFU 2001

    Jean-Paul Sartre, (1905-1980), afirma que “estamos condenados à liberdade”. Sendo assim, afirma

  4. 64

    UNICENTRO 2012

    Sobre estética, é correto afirmar que ela é

  5. 65

    UEAP 2011

    “A existência precede a essência.”   O que melhor define esta frase do filósofo francês Sartre?

  6. 66

    UFU 2015

    A respeito da filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre, é correto afirmar que:

  7. 67

    UPE 2016

    Se me disponho a filosofar, é porque busco compreender as coisas e os fatos que me envolvem, a Realidade em que estou imerso. É porque quero saber o que posso saber e como devo ordenar minha visão do Mundo, como situar-me diante do Mundo físico e do Mundo humano e de tudo quanto se oferece à minha experiência. Como entender os discursos dos homens e meu próprio discurso. Como julgar os produtos das artes, das religiões e das ciências.   No pensamento acima transcrito, o autor problematiza sobre o filosofar e evidencia aspectos preponderantes da consciência crítica no       

  8. 68

    UFU 2011

    Jean-Paul Sartre (1905 – 1980) encontrou um motivo de reflexão sobre a liberdade na obra de Dostoiévski Os irmãos Karamazov: “se Deus não existe, tudo é permitido”. A partir daí teceu considerações sobre esse tema e algumas consequências que dele podem ser derivadas.               [...] tudo é permitido se Deus não existe e, por conseguinte, o homem está desamparado porque não encontra nele próprio nem fora dele nada a que se agarrar. Para começar, não encontra desculpas. [...] Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p. 9 (coleção “Os Pensadores”). Com base em seus conhecimentos sobre a filosofia existencialista de Sartre e nas informações acima, assinale a alternativa correta.   

  9. 69

    UFU 2008

    Considere o texto a seguir.   Dostoiévski escreveu: “Se Deus não existisse, tudo seria permitido”. Eis o ponto de partida do existencialismo. De fato, tudo é permitido se Deus não existe, e, por conseguinte, o homem está desamparado porque não encontra nele próprio nem fora dele nada a que se agarrar. Para começar, não encontra desculpas. SARTRE, Jean-Paul. O Existencialismo é um humanismo. Trad. De Rita Correia Guedes. São Paulo: Nova Cultural, 1987. p. 9.   Tomando o texto acima como referência, marque a alternativa correta.

  10. 70

    UPE 2016

    O vínculo do homem com a cultura deixa claro que esta última realiza o que de mais nobre o homem possui, portanto a cultura é guardiã da liberdade. A cultura nasce do homem, logo é histórica como ele próprio o é. CARVALHO, J. Maurício. O Homem e a Filosofia. Porto Alegre: Edipucrs, 1998. (Adaptado)   No contexto da reflexão acima sobre o homem e sua dimensão cultural, fica evidente que

  11. 71

    UPE 2016

    Sobre a Filosofia na História  A filosofia é o resultado de uma subida lenta, laboriosa conquista da humanidade, que constitui a história da filosofia. Esta, pois, é a exposição objetiva, cronológica, metódica e crítica dos principais sistemas filosóficos, que apareceram ao longo da história da humanidade. Entretanto, a história da filosofia se distingue da filosofia propriamente dita. Com efeito, a primeira abrange todo sistema filosófico, falso ou verdadeiro. ] PANDOVANI, Umberto e CASTAGNOLA, Luís. História da Filosofia. São Paulo: Melhoramentos, 1993, p. 59.     É CORRETO afirmar que, na tradição histórica da filosofia, 

  12. 72

    UNIOESTE 2016

    “Que significa dizer que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiro existe, se encontra, surge no mundo, e que se define depois. O homem, tal como o existencialista o concebe, se não é definível, é porque de início ele não é nada. Ele só será em seguida, e será como se tiver feito. Assim, não há natureza humana, pois não há Deus para concebê-la. O homem é não apenas tal como ele se concebe, mas como ele se quer, e como ele se concebe depois da existência, como ele se quer depois desse impulso para a existência, o homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo. Tal é o primeiro princípio do existencialismo. É também o que se chama a subjetividade, e que nos reprovam sob esse mesmo nome (…). “Mas, se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que ele é. Assim, o primeiro passo do existencialismo é colocar todo homem de posse daquilo que ele é e fazer cair sobre ele a responsabilidade total por sua existência. E, quando nós dizemos que o homem é responsável por si mesmo, não queremos dizer que o homem é responsável por sua estrita individualidade, mas que ele é responsável por todos os homens” (SARTRE. O existencialismo é um humanismo. In: SEED-PR. Antologia de textos filosóficos: 619-620). Considerando os excertos da obra O existencialismo é um humanismo, assinale a alternativa que está de acordo com o pensamento de Sartre.

  13. 73

    UFU 2012

    Leia o excerto abaixo e assinale a alternativa que relaciona corretamente duas das principais máximas do existencialismo de Jean-Paul Sartre, a saber:   i. “a existência precede a essência” ii. “estamos condenados a ser livres”   Com efeito, se a existência precede a essência, nada poderá jamais ser explicado por referência a uma natureza humana dada e definitiva; ou seja, não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade. Por outro lado, se Deus não existe, não encontramos já prontos, valores ou ordens que possam legitimar a nossa conduta. [...] Estamos condenados a ser livres. Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre. Condenado, porque não se criou a si mesmo, e como, no entanto, é livre, uma vez que foi lançado no mundo, é responsável por tudo o que faz. SARTRE, Jean-Paul. O Existencialismo é um Humanismo. 3ª. ed. S. Paulo: Nova Cultural, 1987.

  14. 74

    UFU 2000

    Sartre fundou um existencialismo ateu. Para este filósofo, não há um Deus que cria o homem e ordena-lhe a vida segundo um fim prévio. Sobre o existencialismo de Sartre as afirmativas abaixo são corretas, EXCETO

  15. 75

    UEMA 2016

    Asa Branca   Quando oiei a terra ardendo Qual fogueira de São João Eu perguntei a Deus do céu, ai Por que tamanha judiação.   Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d’água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão. (...) GONZAGA, Luiz e TEIXEIRA, Humberto. RCA, 1997.   Os versos de Asa Branca mostram a realidade típica da região nordeste do Brasil, qual seja: a seca. Desse modo, a arte poética, a ciência e a filosofia, apesar de suas diferenças, possuem um veículo comum para expressar a visão de mundo. Esse veículo é conhecido como

  16. 76

    UNCISAL 2013

    No mundo em que vivemos, onde nos defrontamos com o “corre-corre”, a concorrência e a ambição, necessitamos desenvolver cada vez mais a capacidade de argumentar, de discutir, de interpretar e de nos posicionarmos para termos condições de conviver com essas situações, fazendo presente nas nossas vidas o sentido ético e o respeito para com as pessoas e o meio. Com isso, seremos capazes de nos desenvolvermos como indivíduos mais equilibrados, mais felizes e mais satisfeitos, criando um clima de solidariedade maior, de amizade e respeito pelo outro. http://www.nuep.org.br/jor001.php?jor=122 Comparando os vários tipos de conhecimento associados ao tema acima exposto, qual a opção correta?

  17. 77

    UNB 2013

    Às vezes o valor de uma coisa não se acha naquilo que se obtém com ela, mas naquilo que por ela se paga — aquilo que nos custa. (...) O homem livre é guerreiro. — Como se mede a liberdade, tanto em indivíduos como em povos? Conforme a resistência que tem de ser vencida, conforme o esforço que custa “ficar em cima”. Friedrich Nietzsche. O crepúsculo dos ídolos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 88.     Considerando o texto acima, assinale a opção correta.

  18. 78

    CESGRANRIO 2009

    Ludwig Wittgenstein influenciou decisivamente a Filosofia da Linguagem contemporânea, também identificada como Filosofia Analítica. Da obra "Tratado lógico-filosófico", uma das afirmações mais célebres é: "Sobre aquilo de que não se pode falar, devemos calar". Sobre tal argumento, está INCORRETO concluir que 

  19. 79

    UEMA 2013

    Nietzsche celebrizou-se e tornou-se até venerado por muitos por haver filosofado, no dizer comum, a ―golpes de martelo, uma vez que realizou críticas radicais à filosofia de tradição socrático-platônica, ao cristianismo e, inclusive, à ciência. Nietzsche desferiu golpes impiedosos a essas categorias da cultura ocidental, porque

  20. 80

    UNESP 2016

    O mundo seria ordenado demais, harmonioso demais, para que se possa explicá-lo sem supor, na sua origem, uma inteligência benevolente e organizadora. Como o acaso poderia fabricar um mundo tão bonito? Se encontrassem um relógio num planeta qualquer, ninguém poderia acreditar que ele se explicasse unicamente pelas leis da natureza, qualquer um veria nele o resultado de uma ação deliberada e inteligente. Ora, qualquer ser vivo é infinitamente mais complexo do que o relógio mais sofisticado. Não há relógio sem relojoeiro, diziam Voltaire e Rousseau. Mas que relógio ruim o que contém terremotos, furacões, secas, animais carnívoros, um sem-número de doenças – e o homem! A história natural não é nem um pouco edificante. A história humana também não. Que Deus após Darwin? Que Deus após Auschwitz? (André Comte-Sponville. Apresentação da filosofia, 2002. Adaptado.)     Sobre os argumentos discorridos pelo autor, é correto afirmar que a existência de Deus é

  21. 81

    UNICENTRO 2015

    A filosofia contemporânea buscou superar a ideia metafísica de uma essência universal do homem. O pensador alemão Peter Sloterdijk desenvolve a tese de que aquilo que nós conhecemos como ser humano foi desenvolvido por uma série de exercícios e protocolos – religiosos, educativos, culturais etc. – nomeados por ele de antropotécnicas. Em relação às implicações dessa reflexão sobre a Bioética, assinale a alternativa correta.

  22. 82

    UEG 2012

    O filósofo judeu Ludwig Wittgenstein (1889-1951) afirmava que “tudo que podia ser pensado podia ser dito”. Para ele, “nada pode ser dito sobre algo, como Deus, que não podia ser pensado direito” e “sobre o que não se pode falar, deve-se ficar calado”. Com base nessas teses fundamentais do pensamento de Wittgenstein, pode-se interpretar sua filosofia como

  23. 83

    UFSJ 2004

    “O ser em relação aos outros não é apenas uma relação de ser autônomo e irredutível: enquanto ‘ser-com’ ela é uma relação que, como o ser do ser-aí, já está aí. É indiscutível que um intenso conhecimento pessoal mútuo, fundado no ser-com, depende freqüentemente de até onde cada ser-aí conhece-se a si mesmo na ocasião; mas isto quer dizer que esse conhecimento depende apenas de até onde o essencial ser-com-os-outros de alguém o tem tornado transparente e não o tem disfarçado. Isso é possível somente se o ser-aí, enquanto sendo-no-mundo, já é com os outros. A ‘empatia’ não é o constitutivo primeiro do ser-com; unicamente enquanto fundada no ser-com a empatia pode tornar-se possível. Ela recebe sua motivação da insociabilidade dos modos dominantes de ser-com”. (HEIDEGGER, Martin. Todos nós... ninguém. Um enfoque fenomenológico do social. São Paulo: Moraes, 1981. p. 46) De acordo com Heidegger,

  24. 84

    PUC-GO 2015

    As vozes do homem   Naquele momento de angústia, o homem não sabia se era o mau ou o bom ladrão. E quando a mais amarga das estrelas o oprimia demais, eis que a sua boca ia dizendo: eu sou anjo. E os pés do homem: nós somos asas. E as mãos: nós somos asas. E a testa do homem: eu sou a lei. E os braços: nós somos cetros. E o peito: eu sou o escudo. E as pernas: nós somos as colunas. E a palavra do homem: eu sou o Verbo. E o espírito do homem: eu sou o Verbo. E o cérebro: eu sou o guia. E o estômago: eu sou o alimento. E se repetiram depois as acusações milenárias. E todas as alianças se desfizeram de súbito. E todas as maldições ressoaram tremendas. E as espadas de fogo interceptaram o caminho da [árvore da vida. E as mãos abarcaram o pescoço do homem: nós te abarcaremos. [...] (LIMA, Jorge de. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2006. p. 94.)     O texto apresenta no seu primeiro verso uma das temáticas que norteiam bem a situação do homem contemporâneo: a angústia. É interessante observar que esse tema ganha força na atualidade, principalmente pelo viés do consumo. Veja o fragmento abaixo:   “Diante de um mercado forte e diversificado, o homem da sociedade contemporânea é continuamente bombardeado por sedutoras peças publicitárias que prometem bem-estar, status, conforto, projeção imediata e ilusão de segurança. Com a chegada das festas de fim de ano, a lógica do ‘consumo, logo existo’, segundo a qual o bem-estar é conquistado pela aquisição de produtos, se torna ainda mais evidente. Em casos extremos, a compulsão por compras pode se tornar patológica.” (Disponível em: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/consumo_logo_existo.html. Acesso em: 3 jan. 2015. Adaptado.)     Sobre essa temática (angústia) que envolve o homem e o fragmento anterior, analise as proposições a seguir:   I-Nietzsche, um dos pensadores mais importantes do século XIX, retorna até os gregos para defender Sócrates; afinal, ele foi o primeiro a encaminhar a reflexão moral em direção ao controle racional das paixões. Ele orienta seus escritos na direção de subjugar pela razão as forças vitais, instintivas, pois só ela garante o bom e o valoroso. E, portanto, a razão consegue pôr um fim à angústia humana.   II-Kierkegaard, filósofo dinamarquês do século XIX, foi o primeiro a descrever a angústia como experiência fundamental do ser livre ao se colocar em situa- ção de escolha. Para ele, a existência é permeada de contradições que a razão é incapaz de solucionar. A solução da contradição se daria pela paixão.   III-Na atualidade, vive-se a loucura de desejar. O consumo tem como objetivo deixar a pessoa descontente (angustiada) com o que já possui e desejar o que não precisa possuir. Os capitalistas têm como lema despertar nas pessoas a necessidade de comprar loucamente. E, para tanto, procuram fazer o homem se perder nos chamados desejos artificiais. Segundo Jacques Lacan, filósofo e psicanalista, o seu desejo parte do desejo do outro. Você não irá querer um Galaxy ou um Xbox 360 se o outro não tiver tal objeto. Para o desejo se constituir enquanto tal, existe a necessidade do outro. Para Lacan, “O desejo do homem é o desejo do outro”.   IV-Hegel é um dos filósofos que ajudam a fortalecer a ideia Kierkegaardiana quando, em sua obra Fenomenologia do espírito, trata sobre como solucionar os conflitos do ser humano por meio do conceito. Hegel acredita e defende que a angústia precede o ato livre. Para ele, o ser humano é visto como ser existente.     Em relação às proposições analisadas, assinale a alternativa correta:

  25. 85

    UNIMONTES 2010

    A primeira grande teoria filosófica da liberdade é exposta por Aristóteles em sua obra Ética a Nicômoco e, com variantes, permanece através dos séculos, chegando até o século XX, quando foi retomada por Sartre. Nessa concepção, a liberdade se opõe ao que é condicionado externamente (necessidade) e ao que acontece sem escolha deliberada (contingência). (CHAUI, M. Convite à Filosofia, São Paulo: Ética, 1998, p. 360) São escritos do filósofo Jean-Paul Sartre, que retomam a temática da liberdade, todos os que se encontram na alternativa

  26. 86

    UFU 2014

    Assinale a alternativa que indica a “moral do senhor”, de acordo com Nietzsche.

  27. 87

    UNICENTRO 2015

    Depois de por muito tempo ler nos gestos e nas entrelinhas dos filósofos, disse a mim mesmo: a maior parte do pensamento consciente deve ser incluída entre as atividades instintivas, até mesmo o pensamento filosófico; em sua maior parte, o pensamento consciente de um filósofo é secretamente guiado e colocado em certas trilhas pelos seus instintos. Todos eles agem como se tivessem descoberto ou alcançado suas opiniões próprias pelo desenvolvimento de uma dialética fria, pura, divinamente impertubável (à diferença dos místicos de toda espécie, que são mais honestos e toscos – falam de “inspiração”), quando no fundo é uma tese adotada de antemão, uma ideia inesperada, uma “intuição”. (NIETZSCHE, F. Além do Bem e do Mal. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Aforismo 3. p.10.)   Com base nessa passagem, considere as afirmativas a seguir.   I. O pensamento místico é superior ao pensamento racional. II. A razão é a superação de qualquer interesse particular. III. A razão procura justificar posteriormente um pré-conceito inicial. IV. A dimensão instintiva do ser humano permeia sua atividade racional.   Assinale a alternativa correta.

  28. 88

    UEL 2007

    “Em suma, o que é a aura? É uma figura singular, composta de elementos espaciais e temporais: a aparição única de uma coisa distante, por mais perto que ela esteja. Observar, em repouso, numa tarde de verão, uma cadeia de montanhas no horizonte, ou um galho, que projeta sua sombra sobre nós, significa respirar a aura dessas montanhas, desse galho. Graças a essa definição, é fácil identificar os fatores sociais específicos que condicionam o declínio atual da aura. Ele deriva de duas circunstâncias, estreitamente ligadas à crescente difusão e intensidade dos movimentos de massas. Fazer as coisas ‘ficarem mais próximas’ é uma preocupação tão apaixonada das massas modernas como sua tendência a superar o caráter único de todos os fatos através da sua reprodutibilidade”. Fonte: BENJAMIN, W. “A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”. In: Magia e Técnica, Arte e Política. Obras Escolhidas. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1985, p. 170.   Com base no texto e nos conhecimentos sobre Benjamin, assinale a alternativa correta:

  29. 89

    UPE 2014

    Sobre o saber filosófico e a reflexão, leia o texto a seguir:   O homem é o ser, que tem consciência de si mesmo; o ser que se põe a si mesmo como objeto. Possuindo a faculdade de debruçar-se sobre si mesmo, de introverter-se, assistindo como espectador às suas próprias vivências interiores, o homem é naturalmente levado a meditar sobre a natureza do seu ser, sobre a sua origem, sobre o seu destino, sobre o seu valor entre as coisas do universo. MARTINS, José Salgado. Preparação à Filosofia, 1969, p. 5.   Com relação a esse assunto, analise as afirmativas a seguir:   I. A reflexão filosófica é uma atitude crítica no enfrentamento da realidade; esse saber é o desejo de conhecer as raízes dessa realidade. II. A atitude filosófica é de ordem reflexiva e assimila a realidade como óbvia e evidente. III. O saber filosófico é uma atitude crítica e racional, tendo como característica básica a busca parcial do sentido último das coisas. IV. O conhecimento filosófico tem como princípio a dimensão meditativa sobre a natureza, sendo assim um saber minimamente reflexivo. V. A reflexão filosófica é a razão, que se expressa na sua dimensão crítica; comparece carregada de historicidade.   Estão CORRETAS apenas

  30. 90

    UNB 2013

    Uma das noções darwinistas mais importantes, explorada também por Freud, foi a da origem animal da mente humana, altamente controversa à época. Freud aderiu à posição defendida por Darwin. Para Freud, há uma herança na mente. E é uma herança animal. Diz ele: “o homem não é um ser diferente dos animais, ou superior a eles; ele próprio tem ascendência animal, relacionando-se mais estreitamente com algumas espécies e mais distanciadamente com outras.” Freud deve ao naturalista Charles Darwin esse destronamento da origem divina da mente humana. Para Freud, nossa mente tem uma história e ela necessariamente remonta ao nosso passado animal. Maria Luiza de A. Gastal. O que Freud viu em Darwin. In: Revista Darcy. Brasília, n.o 1, jul.-ago./2009, p. 47 (com adaptações).     Considerando o texto, assinale a opção correta.

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