UNIOESTE 2013

“A imitação do belo na natureza concerne ou bem a um objeto único ou então reúne as notas de diversos objetos particulares e faz delas um único todo. O primeiro processo implica fazer uma cópia semelhante, um retrato; é o caminho que conduz às formas e figuras dos holandeses. O segundo é o caminho que leva ao belo universal e suas imagens ideais; esse foi o caminho seguido pelos gregos. […] [As] numerosas ocasiões de observar a natureza levaram os artistas gregos a ir ainda mais longe: começaram a formar certos conceitos universais – tanto a partir de partes isoladas do corpo, como de suas proporções de conjunto – que se erguiam acima da própria natureza; o seu modelo original, ideal, era a natureza espiritual concebida tão só pelo entendimento”.
Winckelmann.

Considerando o texto acima e que Winckelmann refere-se aos pintores holandeses do século XVII e aos escultores gregos antigos, seguem as afirmativas abaixo:

I. Os gregos, ao observarem a natureza, conseguiam captar algo pelo entendimento que, apenas pela observação visual, não seria possível.
II. Os holandeses, ao imitarem a natureza, captavam apenas as características visuais de um objeto particular.
III. O belo universal pode ser visto nos quadros pintados pelos holandeses.
IV. As obras gregas estavam constituídas apenas com aquilo que era visto em um objeto particular.
V. A imitação do belo na natureza só pode ocorrer pela maneira que os gregos faziam suas obras.

Das afirmativas feitas acima

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