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Exercícios de Introdução ao Mundo Grego

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  1. 1. FUVEST 2016
    O aparecimento da pólis constitui, na história do pensamento grego, um acontecimento decisivo. Certamente, no plano intelectual como no domínio das instituições, só no fim alcançará todas as suas consequências; a pólis conhecerá etapas múltiplas e formas variadas. Entretanto, desde seu advento, que se pode situar entre os séculos VIII e VII a.C., marca um começo, uma verdadeira invenção; por ela, a vida social e as relações entre os homens tomam uma forma nova, cuja originalidade será plenamente sentida pelos gregos. Jean-Pierre Vernant. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 1981. Adaptado. De acordo com o texto, na Antiguidade, uma das transformações provocadas pelo surgimento da pólis foi
  2. 2. UNESP 2015
    A partir do século VII a.C., muitas comunidades nas ilhas, na Grécia continental, nas costas da Turquia e na Itália construíram grandes templos destinados a deuses específicos: os deuses de cada cidade. As construções de templos foram verdadeiramente monumentais. [...] Tornaram-se as novas moradias dos deuses. Não eram mais deuses de uma família aristocrática ou de uma etnia, mas de uma pólis. Eram os deuses da comunidade como um todo. A religião surgiu, assim, como um fator aglutinador das forças cooperativas da pólis. [...] A construção monumental foi influenciada por modelos egípcios e orientais. Sem as proezas de cálculo matemático, desenvolvidas na Mesopotâmia e no Egito, os grandes monumentos gregos teriam sido impossíveis. GUARINELLO, Norberto Luiz. História antiga, 2013. Segundo o texto, um papel fundamental da religião, na Grécia antiga, foi o de
  3. 3. ENEM 2016
    [...] O SERVIDOR — Diziam ser filho do rei... ÉDIPO — Foi ela quem te entregou a criança? O SERVIDOR — Foi ela, Senhor. ÉDIPO — Com que intenção? O SERVIDOR — Para que eu a matasse. ÉDIPO — Uma mãe! Mulher desgraçada! O SERVIDOR — Ela tinha medo de um oráculo dos deuses. ÉDIPO — O que ele anunciava? O SERVIDOR — Que essa criança um dia mataria seu pai. ÉDIPO — Mas por que tu a entregaste a este homem? O SERVIDOR — Tive piedade dela, mestre. Acreditei que ele a levaria ao país de onde vinha. Ele te salvou a vida, mas para os piores males! Se és realmente aquele de quem ele fala, saibas que nasceste marcado pela infelicidade. ÉDIPO — Oh! Ai de mim! Então no final de tudo seria verdade! Ah! Luz do dia, que eu te veja aqui pela última vez, já que hoje me revelo o filho de quem não devia nascer, o esposo de quem não devia ser, o assassino de quem não deveria matar! SÓFOCLES. Édipo Rei. Porto Alegre: L&PM,2011.   O trecho da obra de Sófocles, que expressa o núcleo da tragédia grega, revela o(a)
  4. 4. IMED
    Na civilização grega, encontram-se as bases da cultura ocidental. No legado deixado pelos gregos NÃO está:
  5. 5. UNESP 2015
    A partir do século VII a.C., muitas comunidades nas ilhas, na Grécia continental, nas costas da Turquia e na Itália construíram grandes templos destinados a deuses específicos: os deuses de cada cidade. As construções de templos foram verdadeiramente monumentais. [...] Tornaram-se as novas moradias dos deuses. Não eram mais deuses de uma família aristocrática ou de uma etnia, mas de uma pólis. Eram os deuses da comunidade como um todo. A religião surgiu, assim, como um fator aglutinador das forças cooperativas da pólis. [...] A construção monumental foi influenciada por modelos egípcios e orientais. Sem as proezas de cálculo matemático, desenvolvidas na Mesopotâmia e no Egito, os grandes monumentos gregos teriam sido impossíveis. GUARINELLO, Norberto Luiz. História antiga, 2013. A relação estabelecida no texto entre a arquitetura grega e a arquitetura egípcia e oriental pode ser justificada pela
  6. 6. FUVEST 2015
    Em certos aspectos, os gregos da Antiguidade foram sempre um povo disperso. Penetraram em pequenos grupos no mundo mediterrânico e, mesmo quando se instalaram e acabaram por dominá-lo, permaneceram desunidos na sua organização política. No tempo de Heródoto, e muito antes dele, encontravam-se colônias gregas não somente em toda a extensão da Grécia atual, como também no litoral do Mar Negro, nas costas da atual Turquia, na Itália do sul e na Sicília oriental, na costa setentrional da África e no litoral mediterrânico da França. No interior desta elipse de uns 2500km de comprimento, encontravam-se centenas e centenas de comunidades que amiúde diferiam na sua estrutura política e que afirmaram sempre a sua soberania. Nem então nem em nenhuma outra altura, no mundo antigo, houve uma nação, um território nacional único regido por uma lei soberana, que se tenha chamado Grécia (ou um sinônimo de Grécia).  FINLEY M. I. O mundo de Ulisses. Lisboa: Editorial Presença, 1972. Adaptado. Com base no texto, pode-se apontar corretamente
  7. 7. ENEM - 3 APLICACAO 2016
    Todas as coisas são diferenciações de uma mesma coisa e são a mesma coisa. E isto é evidente. Porque se as coisas que são agora neste mundo - terra, água, ar e fogo e as outras coisas que se manifestam neste mundo -, se alguma destas coisas fosse diferente de qualquer outra, diferente em sua natureza própria e se não permanecesse a mesma coisa em suas muitas mudanças e diferenciações, então não poderiam as coisas, de nenhuma maneira, misturar-se umas as outras, nem fazer bem ou mal umas as outras, nem a planta poderia brotar da terra, nem um animal ou qualquer outra coisa vir à existência, se todas as coisas não fossem compostas de modo a serem as mesmas. Todas as coisas nascem, através de diferenciações, de uma mesma coisa, ora em uma forma, ora em outra, retomando sempre a mesma coisa. DIÓGENES. In: BORNHEIM, G. A. Os filósofos pré-socráticos. São Paulo: Cultrix, 1967. O texto descreve argumentos dos primeiros pensadores, denominados pré-socráticos. Para eles, a principal preocupação filosófica era de ordem
  8. 8. ENEM PPL 2015
    Suponha homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, cuja entrada, aberta à luz, se estende sobre todo o comprimento da fachada; eles estão lá desde a infância, as pernas e o pescoço presos por correntes, de tal sorte que não podem trocar de lugar e só podem olhar para frente, pois os grilhões os impedem de voltar a cabeça; a luz de uma fogueira acesa ao longe, numa elevada do terreno, brilha por detrás deles; entre a fogueira e os prisioneiros, há um caminho ascendente; ao longo do caminho, imagine um pequeno muro, semelhante aos tapumes que os manipuladores de marionetes armam entre eles e o público e sobre os quais exibem seus prestígios. PLATÃO. A República. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2007.     Essa narrativa de Platão é uma importante manifestação cultural do pensamento grego antigo, cuja ideia central, do ponto de vista filosófico, evidencia o(a)
  9. 9. UEL 2005
    “[...] Aristóteles estabelecia antes as conclusões, não consultava devidamente a experiência para estabelecimento de suas resoluções e axiomas. E tendo, ao seu arbítrio, assim decidido, submetia a experiência como a uma escrava para conformá-la às suas opiniões”. (BACON, Francis. Novum Organum. Trad. de José Aluysio Reis de Andrade. 4. ed. São Paulo: Nova Cultural, 1988. p. 33.)     Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta corretamente a interpretação que Bacon fazia da filosofia aristotélica.
  10. 10. UEL 2011
    Leia os textos a seguir. Aristóteles, no Livro IV da Metafísica, defende o sentido epistêmico do princípio de não contradição como o princípio primário, incondicionado e absolutamente verdadeiro da “ciência das causas primeiras”, ou melhor, o princípio que se apresenta como fundamento último (ou primeiro) de justificação para qualquer enunciado declarativo em sua pretensão de verdade. “É impossível que o mesmo atributo pertença e não pertença ao mesmo tempo ao mesmo sujeito, e na mesma relação. [...] Não é possível, com efeito, conceber alguma vez que a mesma coisa seja e não seja, como alguns acreditam que Heráclito disse [...]. É por esta razão que toda demonstração se remete a esse princípio como a uma última verdade, pois ela é, por natureza, um ponto de partida, a mesma para os demais axiomas.” (ARISTÓTELES. Metafísica. Livro IV, 3, 1005b apud FARIA, Maria do Carmo B. de. Aristóteles: a plenitude como horizonte do ser. São Paulo: Moderna, 1994. p. 93.) Com base nos textos e nos conhecimentos sobre Aristóteles, é correto afirmar:
  11. 11. UNICENTRO 2015
    O homem arcaico se reconhece como real na medida em que ele participa de um arquétipo que confere ao mundo um sentido. Todos os atos importantes da vida foram revelados, na sua origem, por deuses e heróis, e os homens procuram repetir esses gestos paradigmáticos e exemplares. Cada ritual resgata um início, um ato criador, um instante eterno. Com isso ele busca superar o horror ao evento, que traz a mudança e o novo: a memória primitiva é anti-histórica. Sobre as funções do mito e sua relação com a posterioridade filosófica, considere as afirmativas a seguir.   I. Na medida em que busca superar a evasão do tempo, o mito é contraposto à metafísica filosófica. II. A lembrança mítica é poética e não factual. III. Através de rituais, o homem arcaico transforma as ações profanas – caça, pesca, agricultura, jogos, conflitos, sexualidade – em algo que participa de um sentido sagrado. IV. Os rituais periódicos são purificações: a cada ano se recria o mundo, renova-se a esperança.   Assinale a alternativa correta.
  12. 12. UNICENTRO 2015
    Sobre a Ética do período homérico, considere as afirmativas a seguir.   I. A não separação entre ética e estética era a característica do pensamento grego primitivo. II. Nesse período não havia um pensamento ético sistematizado, sendo o exemplo dos grandes homens o guia para a ação. III. No período homérico, a compaixão era o elemento que guiava as ações humanas. IV. Era uma ética fundamentalmente racional.   Assinale a alternativa correta.
  13. 13. UNICENTRO 2015
    Em relação aos conceitos de autonomia e liberdade, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) A partir da modernidade, autonomia e liberdade são concebidas como um movimento de emancipação em relação à racionalidade. ( ) A partir do século XVII, autonomia e liberdade deixaram de ser princípios universais indissociáveis, fontes de inspiração da conduta humana e do reconhecimento da própria dignidade do homem. ( ) No mundo antigo, autonomia e liberdade jamais foram pensadas como atributos imanentes ao homem ou à natureza humana. Não eram considerados como propriedades ou qualidades da natureza humana, pois só podiam se atualizar no mundo sob certas condições definidas. ( ) No período áureo das cidades-estados gregas, a liberdade constituía uma experiência política fundada na igualdade dos participantes do espaço público e comum da ágora democrática. ( ) Os exercícios ascéticos da Antiguidade nada mais eram do que diversas formas de ação do indivíduo sobre si mesmo, por meio dos quais ele visava se tornar senhor de si ao regrar e determinar sua dieta, suas relações sexuais, suas amizades, seu próprio corpo.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  14. 14. UNICENTRO 2015
    Parafraseando o dito de Kant, poderíamos dizer que intuição mítica, sem o elemento formador do Logos, ainda é “cega” e que a conceitualização lógica, sem o núcleo vivo da “intuição mítica” originária, permanece “vazia”. (JAEGUER. W. Paideia: a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.192.)   Sobre essa frase, considere as afirmativas a seguir.   I. A imaginação tem um papel fundamental na constituição abstrata de conceitos. II. A Filosofia não surge com o abandono do mito, mas como transposição das estruturas mitológicas para a esfera conceitual. III. A Filosofia contribui com o mito, na medida em que este, por si só, é vazio de sentido. IV. O mito é um estado provisório do pensamento humano até que este atinja a razão.   Assinale a alternativa correta.
  15. 15. UNICENTRO 2014
    A divisão entre o mito, por um lado, entendido como uma narrativa fabulosa das origens e que coloca em cena personagens imaginários ou divindades, assegurando a coesão de um grupo social primitivo, e a filosofia, por outro, entendida como discurso explicativo e coerente do logos, remete a pesquisas e estudos, em que o que está em jogo, em ambos os registros, é a veracidade característica do contexto a que pertencem. Com base nessas informações e nos conhecimentos acerca da diferença entre mito e filosofia, assinale a alternativa correta.
  16. 16. UNICENTRO 2014
    Sobre as condições que permitiram, no final do século VII a.C. e no início do século VI a.C., o surgimento da Filosofia, assinale a alternativa correta.
  17. 17. UNICENTRO 2014
    A atitude filosófica, quando associada aos conteúdos históricos e temáticos da filosofia, ocupa um papel de destaque, pois, independentemente de tais conteúdos e temas, o que está em pauta em sua trajetória são as suas próprias indagações. Com base no texto e nos conhecimentos sobre a atitude filosófica, assinale a alternativa correta.
  18. 18. UNICENTRO 2014
    Embora o mito se caracterize, historicamente, por ser um tipo de consciência primitiva e anterior ao advento da escrita, ainda hoje subsiste em nossas fabulações, nos contos da sabedoria popular, no folclore, constituindo parte do nosso imaginário. Até mesmo Platão não o descartou inteiramente; pelo contrário, aproveitou-se de sua riqueza, narrando, na obra A República, pelo menos dois episódios com essa conotação: ora dizendo dos prisioneiros acorrentados ao fundo de uma caverna, ora narrando a história de Er. Pode-se mencionar ainda a utilização do mito de Édipo na psicanálise.   Considerando que o discurso mítico ainda persiste segundo variadas formas, assinale a alternativa correta.
  19. 19. UNICENTRO 2014
    A palavra arte vem do latim ars, equivalente do grego tekhné, significando técnica, profissão, um saber fazer, no entanto hoje corresponde, mais frequentemente, às belas-artes e toma este sentido da filosofia estética.   Quanto à noção de belas-artes, relacione as diferentes épocas históricas, na coluna superior, com as ideias correspondentes a cada período, na coluna inferior.   (I) Idade Antiga. (II) Idade Média. (III) Renascimento. (IV) Iluminismo. (V) Idade Moderna.   (A) As belas-artes ganharam especial atenção nessa época, haja vista a enciclopédia de Diderot e de d’Alembert, que passou a distinguir claramente o que diferencia as ciências, as artes e os ofícios. (B) Inexiste palavra para dizer as belas-artes. Nessa época, toda arte é vista como um mero saber fazer manual, mediante uma técnica específica, e o artista é aquele artesão que produz o belo. (C) Nessa época, distinguem-se tanto as artes mecânicas quanto as artes livres e belas, e estas últimas são aquelas dignas de ocupar o tempo desprovido de tarefas bem como os prazeres dos homens. (D) Nesse momento, as belas-artes encontram na figura do artista a sua realização. Se, para o artesão, as ideias precedem e regram as execuções, no caso do artista, as ideias lhe vêm à medida que as executa. (E) Nesse período, as belas-artes se fazem tardiamente presentes, coincidindo, em um sentido muito particular, com as artes liberais, uma vez que, nestas, o belo recebeu a qualificação de livre. Assinale a alternativa que contém a associação correta.
  20. 20. UNICENTRO 2013
    Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.   ( ) Os historiadores da Filosofia dizem que ela possui data e local de nascimento: final do século VI antes de Cristo, nas colônias gregas da Ásia Menor (particularmente as que formavam uma região denominada de Jônia), na cidade de Mileto. E o primeiro filósofo foi Tales de Mileto. ( ) A Filosofia possui um conteúdo preciso ao nascer: é uma cosmologia, isto é, nasce como conhecimento racional da ordem do mundo ou da Natureza. ( ) A origem oriental (egípcia, persa, caldéia e babilônica) da Filosofia ainda é, atualmente, a tese mais aceita entre os historiadores da filosofia. ( ) A tese mais aceita entre os estudiosos da Filosofia é, ainda hoje, aquela que a concebe como sendo um “milagre grego”, isto é, somente os gregos, povo excepcional, poderiam ter sido capazes de criar a Filosofia, como foram os únicos a criar as ciências e a dar às artes uma elevação que nenhum outro povo conseguiu, nem antes e nem depois deles.
  21. 21. UNICENTRO 2013
    Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.   ( ) Assim como o mito e a ciência são modos de organização da experiência humana – o primeiro baseado na emoção e o segundo na razão –, também a arte vai aparecer no mundo humano como forma de organização, como modo de transformar a experiência vivida em objeto do conhecimento, desta vez através do sentimento. ( ) A obra de arte, em sua particularidade e singularidade única, por oferecer algo universal – a beleza – necessita de demonstrações, provas, inferências e conceitos. Do contrário, não se constituiria em um tipo de conhecimento. O juízo de gosto tem esta peculiaridade, deve emitir um juízo universal, referindo-se, porém, a algo singular e particular. ( ) Hoje em dia, de uma perspectiva fenomenológica, consideramos o belo como algo que depende do gosto e da opinião de cada pessoa. Assim, o belo é uma ocasião de prazer, cuja causa reside no sujeito, e não no conceito de objeto, e o conceito de gosto, por sua vez, deve ser encarado como uma preferência arbitrária, no sentido de que depende de nossa subjetividade. ( ) A valorização das artes como expressão do conhecimento encontra seu apogeu durante o romantismo, quando a arte é concebida como “o órgão geral da filosofia”, isto é, como sendo a única via de acesso ao universal e ao absoluto.
  22. 22. UNICENTRO 2013
    Duas concepções predominam no correr da História das artes, concernentes às finalidades e às funções da atividade artística: a concepção pedagógica e a expressiva. Sobre este tema, assinale a alternativa INCORRETA.
  23. 23. UNICENTRO 2012
    No período arcaico (séculos VIII a VI a.C.), na Grécia antiga, alguns fatos contribuíram para o processo de ruptura com o pensamento mítico e a emergência do pensamento filosófico. Com base nessa informação, a alternativa que contém alguns desses fatos é a
  24. 24. UNICENTRO 2011
    Há [...] algo de fundamentalmente novo na maneira como os gregos puseram a serviço do seu problema último — da origem e essência das coisas — as observações empíricas que receberam do Oriente e enriqueceram com as suas próprias, bem como no modo de submeter ao pensamento teórico e casual o reino dos mitos, fundado na observação das realidades aparentes do mundo sensível: os mitos sobre o nascimento do mundo. (JAEGER, 1995, p. 197).   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a relação entre mito e filosofia na Grécia Antiga, é correto afirmar:
  25. 25. UNICENTRO 2012
    A prática filosófica exige do sujeito disposição para o questionamento e a indagação. Desconfiar do óbvio é uma das exigências da reflexão filosófica.   Com base nessa afirmativa e em seus conhecimentos filosóficos, é correto afirmar que a prática filosófica
  26. 26. UNICENTRO 2012
    A passagem do Mito ao Logos na Grécia antiga foi fruto de um amadurecimento lento e processual. Por muito tempo, essas duas maneiras de explicação do real conviveram sem que se traçasse um corte temporal mais preciso.   Com base nessa afirmativa, é correto afirmar:
  27. 27. UNICENTRO 2012
    A atividade científica, enquanto uma prática social, tem nuances diferenciadas em cada período histórico.   Em relação à filosofia e à ciência, é correto afirmar:
  28. 28. UNICENTRO 2011
    Há muitos modos de conhecer o mundo, que dependem da postura do sujeito frente ao objeto de conhecimento, como o mito, o senso comum, a ciência, a filosofia, entre outros.   Sobre eles, identifique com V as afirmativas verdadeiras e, com F, as falsas.   ( ) O mito proporciona um conhecimento mágico. ( ) O senso comum ou conhecimento espontâneo é a primeira compreensão do mundo, resultante da herança do grupo a que se pertence. ( ) A ciência é a única forma de se adquirir conhecimento. ( ) A filosofia se propõe a oferecer um tipo de conhecimento que busca, com todo rigor, a origem dos problemas, relacionadoos a outros aspectos da vida humana, numa abordagem globalizante.   A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
  29. 29. UNICENTRO 2011
    O valor e a utilidade da filosofia têm sido, não raras vezes, postos sob suspeita. Uma visão acerca do filósofo é que ele divaga e se perde em reflexões sobre questões abstratas, que nada têm a ver com o cotidiano das pessoas.   Em relação à natureza e à finalidade da filosofia, é correto afirmar que elas consistem
  30. 30. UNICENTRO 2011
    Dois vocábulos gregos são empregados para compor as palavras que designam os regimes políticos: arkhé — o que está à frente, o que tem comando — e kratós — o poder ou autoridade suprema. As palavras compostas com arkhé (arquia) designam a quantidade dos que estão no comando. As compostas com kratós (cracia) designam quem está no poder. (CHAUÍ, 2008, p. 358).   A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre regimes políticos, é correto afirmar que a
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