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  1. 31

    UFSJ 2006

    "A concepção de que o cérebro é a sede da consciência, mas que seus estados conscientes não são meros estados físicos, é chamada de teoria do aspecto dual. É assim chamada porque, quando você morde uma barra de chocolate, produz-se no cérebro um estado ou processo com dois aspectos:" (NAGEL, Thomas. O problema mentecorpo. In. Uma breve Introdução à Filosofia. Cap. 4. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 34).   Segundo Nagel, a experiência de saborear um chocolate

  2. 32

    UNICENTRO 2012

    Sobre Filosofia e Ciência, é correto afirmar:

  3. 33

    UEL 2009

    A ciência é uma das poucas atividades humanas – talvez a única – em que os erros são criticados sistematicamente (e com freqüencia corrigidos). Por isso podemos dizer que, no campo da ciência, aprendemos muitas vezes com os nossos erros; por isso podemos falar com clareza e sensatez sobre o progresso científico. Na maior parte dos outros campos de atividade do homem ocorrem mudanças, mas raramente há progresso – a não ser dentro de uma perspectiva muito estreita dos nossos objetivos neste mundo. Quase todos os ganhos são neutralizados por alguma perda – e quase nunca sabemos como avaliar as mudanças. POPPER, K. R. Conjecturas e refutações. 2 ed. Brasília: Editora da UNB. 1982. p. 242.   O texto nos apresenta um dos aspectos mais fundamentais das reflexões de Karl Popper (1902-1994) sobre a constituição das ciências. Segundo o autor, para que haja progresso nas ciências

  4. 34

    UNICENTRO 2010

    Informe se é verdadeiro (V) o falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta. ( ) Os fatos e objetos científicos não são dados empíricos espontâneos de nossa experiência cotidiana, mas são construídos pelo trabalho de investigação científica. Esta é um conjunto de atividades intelectuais, experimentais e técnicas, realizadas com base em métodos que permitem e garantem construir o fenômeno como um objeto do conhecimento, controlável, verificável, interpretável e capaz de ser retificado. ( ) A ciência contemporânea funda-se na não distinção entre sujeito e objeto do conhecimento, isto é, na interdependência dos fenômenos em relação ao sujeito do conhecimento. ( ) Em tese, o método experimental se caracteriza pelas seguintes etapas: observação, hipótese, experimentação, generalização (lei e teoria). Mas, na prática, o processo não se realiza necessariamente nesta ordem, podendo variar conforme as circunstâncias. ( ) O método científico, como nós o conhecemos hoje, surge na Antiguidade clássica, no chamado período sistemático (do final do século IV ao final do século III a.C.), quando a filosofia busca sistematizar tudo que foi pensado sobre a filosofia, interessando-se sobretudo em mostrar que tudo pode ser objeto do conhecimento, desde que as leis do pensamento e de suas demonstrações estejam firmemente estabelecidas para oferecer os critérios da verdade e da ciência.

  5. 35

    UNIOESTE 2010

    “Um cientista, seja teórico seja experimental, propõe enunciados, ou sistemas de enunciados, e testa-os passo a passo. No campo das ciências empíricas, mais particularmente, constrói hipóteses ou sistemas de teorias e testa-as com a experiência por meio da observação e do experimento. Sugiro que é tarefa da lógica da investigação científica ou lógica do conhecimento apresentar uma análise desse procedimento; isto é, analisar o método das ciências empíricas […]. A etapa inicial, o ato de conceber ou inventar uma teoria, não me parece exigir uma análise nem ser suscetível dela. A questão de saber como acontece que uma nova ideia ocorre a um homem – seja essa ideia um tema musical, seja um conflito dramático, seja uma teoria científica – pode ser de grande interesse para a psicologia empírica; mas ela é irrelevante para a análise lógica do conhecimento científico.” (Popper) Considerando o texto acima, é INCORRETO afirmar, sobre a filosofia da ciência de Karl Popper, que

  6. 36

    UNIOESTE 2009

    “Segundo o filósofo da ciência Thomas Kuhn, paradigma é um conjunto sistemático de métodos, formas de experimentações e teorias que constituem um modelo científico, tornando-se condição reguladora da observação. [...] A ciência normal, conforme Kuhn, funciona submetida por paradigmas estabelecidos historicamente num campo contextual de problemas e soluções concretas. [...] Os paradigmas são estabelecidos nos momentos de revolução científica [...] Portanto, para Kuhn, a ciência se desenvolve por meio de rupturas, por saltos e não de maneira gradual e progressiva”. (E. C. Santos) Sobre a concepção de ciência de Kuhn, é INCORRETO afirmar que

  7. 37

    UEL 2016

    Leia o texto a seguir.   Popper negava a afirmação positivista de que os cientistas podem provar uma teoria por indução, ou por testes empíricos ou por observa- ções sucessivas. Segundo ele, nunca se sabe se as observações foram suficientes, pois a observação seguinte pode contradizer tudo o que a precedeu. (Adaptado de: HORGAN, J. O Fim da Filosofia. In. HORGAN, J. O Fim da Ciência. Uma discussão sobre os limites do conhecimento científico. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. p.50.)     Com base no texto e nos conhecimentos acerca da crítica de Karl Popper à concepção positivista de ciência, considere as afirmativas a seguir.   I. Popper critica os positivistas por almejarem a aniquilação da metafísica e também por entenderem que o propósito da ciência era alcançar enunciados certos e verdadeiros.   II. Popper, assim como os positivistas, acredita que a verificabilidade é o critério de demarcação de um sistema científico.   III. Popper sustenta que, para os positivistas, a característica distintiva dos enunciados empíricos é a possibilidade de serem suscetíveis de revisão, isto é, serem criticados e substituídos por enunciados mais adequados.   IV. Para Popper, contrariamente aos positivistas, as observações são incapazes de provar uma teoria; elas só podem refutá-la.     Assinale a alternativa correta.

  8. 38

    UNICENTRO 2010

    Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.   ( ) O saber científico, em última análise, se opõe ao saber filosófico: os conhecimentos científicos são inquestionavelmente certos, coerentes e infalíveis. Diferente disto, a atitude filosófica é, por excelência, caracterizada como indagação e crítica, cujos principais norteadores são a dúvida e a incerteza. ( ) O saber científico, em última análise, não se opõe ao saber filosófico. O que os diferencia é, sobretudo, uma questão de enfoque: a ciência interessa-se mais em resolver problemas específicos, delimitados, enquanto a filosofia busca estabelecer uma interdisciplinaridade dos diversos campos do saber. ( ) O trabalho da ciência pressupõe, como condição, o trabalho da filosofia. As pretensões da ciência são fundamentadas, principalmente, na confiança que ela deposita na racionalidade dos conhecimentos: este fundamento das ciências, por exemplo, não é científico, mas sim filosófico. ( ) A reflexão empreendida pela filosofia deve, necessariamente, ser desinteressada, neutra e, principalmente, separada do que ocorre no mundo. Ela tem um compromisso com o rigor e a verdade dos resultados das pesquisas científicas, ou seja, pelo fato de ser uma disciplina teórica, deve, necessariamente, abster-se dos acontecimentos da vida social.

  9. 39

    UNICENTRO 2013

    Um dos grandes desafios enfrentados pela filosofia da ciência é o de formular um critério que permita distinguir as construções da ciência das especulações metafísicas e dos posicionamentos ideológicos. Sobre a verificabilidade como critério de cientificidade, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.   ( ) A possibilidade de verificação costuma ser encarada como condição necessária e suficiente para que uma asserção receba o status de científica. “Ser verificável” significa ser científico. ( ) Se uma proposição é verificável pode receber um valor-de-verdade à luz da experiência atual ou potencial. Se não é possível especificar que evidência, e em que quantidade, enseja caracterizar uma afirmação como verdadeira ou, na pior das hipóteses, como provável, então não é verificável. ( ) Enunciados singulares (“Este objeto é metal e conduz eletricidade”) e existenciais (“Alguns objetos são metais e conduzem eletricidade”) podem ser conclusivamente verificados. No primeiro caso, basta constatar que se trata efetivamente de metal e em seguida comprovar que conduz eletricidade. No segundo, especificar de modo claro o conjunto coberto por “alguns” para checar se cada um dos abrangidos ostenta ou não o atributo a ele aplicado. ( ) Enunciados de universalidade categórica não tem como ser cabal e conclusivamente verificados com base num conjunto finito de dados observacionais. Desse modo, a verificabilidade não se credencia a emitir parecer definitivo a respeito desse tipo de enunciado. ( ) A possibilidade de verificação costuma ser encarada como a condição necessária, ainda que não suficiente, para que uma asserção possa aspirar ao status de científica. “Ser verificável” é pré-condição para ser científico. Mas isso não basta.

  10. 40

    UEL 2008

    Considerando a solução apresentada por Karl Popper ao problema da indução nos métodos de investigação científica, é correto afirmar que, para ele, o método científico

  11. 41

    UFSJ 2006

    "A concepção de que o cérebro é a sede da consciência, mas que seus estados conscientes não são meros estados físicos, é chamada de teoria do aspecto dual. É assim chamada porque, quando você morde uma barra de chocolate, produz-se no cérebro um estado ou processo com dois aspectos:" (NAGEL, Thomas. O problema mentecorpo. In. Uma breve Introdução à Filosofia. Cap. 4. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 34).   Segundo Nagel, na opinião dos fisicalistas I. as pessoas são matéria física e seus estados de espírito são estados físicos cerebrais. II. há uma teoria específica sobre qual processo cerebral pode ser identificado com a experiência de saborear chocolate. III. só existe o mundo físico da realidade objetiva que pode ser estudado pela ciência. IV. só existe o mundo mental da realidade subjetiva que pode ser estudado pela ciência. V. a vida mental consiste em processos físicos que se desenvolvem no cérebro. Dentre as afirmações acima, estão CORRETAS apenas

  12. 42

    UNIOESTE 2013

    “A ideia de conduzir os negócios da ciência com o auxílio de um método que encerre princípios firmes, imutáveis e incondicionalmente obrigatórios vê-se diante de considerável dificuldade, quando posta em confronto com os resultados da pesquisa histórica. Verificamos, fazendo um confronto, que não há uma só regra, embora plausível e bem fundada na epistemologia, que deixe de ser violada em algum momento. Torna-se claro que tais violações não são eventos acidentais, não são o resultado de conhecimento insuficiente ou de desatenção que poderia ter sido evitada. Percebemos, ao contrário, que as violações são necessárias para o progresso. Com efeito, um dos notáveis traços dos recentes debates travados em torno da história e da filosofia da ciência é a compreensão de que acontecimentos e desenvolvimentos tais como a invenção do atomismo na Antiguidade, a revolução copernicana, o surgimento do moderno atomismo (teoria cinética; teoria da dispersão; estereoquímica; teoria quântica), o aparecimento gradual da teoria ondulatória da luz só ocorreram porque alguns pensadores decidiram não se deixar limitar por certas regras metodológicas ‘óbvias’ ou porque involuntariamente as violaram.” Paul Feyerabend. Considerando o texto acima que trata do método na ciência, seguem as afirmativas abaixo: I. A história da atividade científica, segundo Feyerabend, mostra que os resultados alcançados pela ciência são fruto da perseverança e do trabalho duro dos cientistas em torno de um conjunto de métodos precisos. II. O método em ciência, visto como a construção de um caminho que leve, inevitavelmente, a um conjunto de verdades imutáveis é algo sumamente problemático. III. O surgimento de avanços científicos significativos está intimamente ligado à violação involuntária de regras de método que, na sua simplicidade, emperram o avanço científico. IV. Dada qualquer regra, por mais fundamental que se apresente para a ciência, sempre surgirão ocasiões nas quais é conveniente ignorar a regra e mesmo adotar uma regra contrária. V. A epistemologia, à luz da pesquisa histórica, apresenta um conjunto de eventos não acidentais que se mostraram decisivos quando se trata de compreender o desenvolvimento exitoso de seus resultados. Das afirmativas acima

  13. 43

    UFSJ 2006

    "A concepção de que o cérebro é a sede da consciência, mas que seus estados conscientes não são meros estados físicos, é chamada de teoria do aspecto dual. É assim chamada porque, quando você morde uma barra de chocolate, produz-se no cérebro um estado ou processo com dois aspectos:" (NAGEL, Thomas. O problema mentecorpo. In. Uma breve Introdução à Filosofia. Cap. 4. São Paulo: Martins Fontes, 2001. p. 34). Os dois aspectos envolvidos nesse texto são:

  14. 44

    UNIOESTE 2011

    “Acredito que a função do cientista e do filósofo é solucionar problemas científicos ou filosóficos e não falar sobre o que ele e outros filósofos estão fazendo ou deveriam fazer (...) Quando disse que a indagação sobre o caráter dos problemas filosóficos é mais apropriada do que a pergunta ‘Que é a filosofia?’ quis insinuar uma das razões da futilidade da atual controvérsia a respeito da natureza da filosofia: a crença ingênua de que existe de fato uma entidade que podemos chamar de ‘filosofia’ ou de ‘atividade filosófica’, com uma ‘natureza’, essência ou caráter determinado (...) Na verdade não é possível distinguir disciplinas em função da matéria de que tratam (...) Estudamos problemas, não matérias: problemas que podem ultrapassar as fronteiras de qualquer matéria ou disciplina”. Karl Popper. Assinale a alternativa que NÃO corresponde à concepção de filosofia de Karl Popper.

  15. 45

    UNICENTRO 2015

    Leia o texto a seguir.   Toda teoria científica “boa” é uma proibição: ela proíbe certas coisas de acontecer. Quanto mais uma teoria proíbe, melhor ela é. (POPPER, K. Ciência: conjecturas e refutações. São Paulo: Cultrix, 1972. p.66.)   Sobre os critérios estabelecidos para configurar a Ciência, considere as afirmativas a seguir.   I. Dizer que alguns fatos podem acontecer não é tão importante para a teoria quanto afirmar que determinados fatos não podem acontecer. II. Teorias que afirmam de forma vaga certas possibilidades dificilmente podem ser refutadas, logo apresentam pouca cientificidade. III. A proibição de certos fatos possibilita o falseamento de uma teoria, logo sua cientificidade. IV. A melhor teoria científica é aquela que está estruturada de modo que resista às refutações.   Assinale a alternativa correta.

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