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Exercícios de Romantismo Alemão

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  1. 1. ENEM 2016
    Sentimos que toda satisfação de nossos desejos advinda do mundo assemelha-se à esmola que mantém hoje o mendigo vivo, porém prolonga amanhã a sua fome. A resignação, ao contrário, assemelha-se à fortuna herdada: livra o herdeiro para sempre de todas as preocupações. SCHOPENHAUER, A. Aforismo para a sabedoria da vida. São Paulo: Martins Fontes, 2005. O trecho destaca uma ideia remanescente de uma tradição filosófica ocidental, segundo a qual a felicidade se mostra indissociavelmente ligada à
  2. 2. Stoodi
    A religiosidade tinha uma grande relevância para o filósofo Søren Aabye Kierkegaard, e isso está relacionado ao seguinte fato da sua vida:
  3. 3. Stoodi
    Leia as afirmações abaixo: a respeito da obra do filósofo Søren Aabye Kierkegaard. I) O dinamarquês Søren Aabye Kierkegaard é considerado o pai do racionalismo. Sua frase mais conhecida é “Penso, logo existo”. II) O pensamento de Søren Aabye Kierkegaard é marcado pelo objetivismo. Para ele, a filosofia deveria ser demonstrada por argumentos lógicos. III) A filosofia de Søren Aabye Kierkegaard é sistemática e pretende incluir em um sistema integrado todas as grandes questões da filosofia. IV) A problemática central de Søren Aabye Kierkegaard consiste na irracionalidade de nossa experiência do real; tinha uma preocupação filosófica com o “tornar-se cristão”. V) A filosofia de Søren Aabye Kierkegaard apresenta um vocabulário técnico que possui um sentido próprio no interior de sua obra. Para compreender o que um conceito significa é preciso entender toda a sua obra. Com base nas afirmações acima, estão corretas:
  4. 4. Stoodi
    O filósofo dinamarquês Søren Aabye Kierkegaard identificou três estádios distintos ou modos de existência. São eles:
  5. 5. Stoodi
    Nossa felicidade depende daquilo que somos, de nossa individualidade; enquanto, na maior parte das vezes, levamos em conta apenas a nossa sorte, apenas aquilo que temos ou representamos. Pois, o que alguém é para si mesmo, o que o acompanha na solidão e ninguém lhe pode dar ou retirar, é manifestamente mais essencial para ele do que tudo quanto puder possuir ou ser aos olhos dos outros. Um homem espiritualmente rico, na mais absoluta solidão, consegue se divertir primorosamente com seus próprios pensamentos e fantasias, enquanto um obtuso, por mais que mude continuamente de sociedades, espetáculos, passeios e festas, não consegue afugentar o tédio que o martiriza. (Schopenhauer. Aforismos sobre a sabedoria de vida, 2015. Adaptado.) Com base no texto, é correto afirmar que a ética de Schopenhauer
  6. 6. Stoodi
    O amor para Schopenhauer é:
  7. 7. Stoodi
    O conceito representação na filosofia de Schopenhauer significa:
  8. 8. Stoodi
    Pensamentos que influenciaram Schopenhauer foram:
  9. 9. Stoodi
    De acordo com a filosofia de Schopenhauer, a vontade se manifesta no ser humano a partir:  
  10. 10. Stoodi
    Dentre as características listadas abaixo, a que NÃO se referem ao estilo filosófico de Søren Aabye Kierkegaard.
  11. 11. Stoodi
    O conceito vontade para Schopenhauer significa:
  12. 12. UNICENTRO 2014
    Na modernidade, a teoria do conhecimento, na tentativa de fazer jus às suas investigações, contou com várias concepções, estendendo-se por um período que vai do final do século XVI a meados do século XVIII. Quanto a essas várias concepções, relacione os filósofos, na coluna de cima, com o enfoque de suas investigações nesse âmbito, na coluna abaixo.   (I) Francis Bacon (1561-1626). (II) René Descartes (1596-1650). (III) John Locke (1637-1704). (IV) David Hume (1711-1776). (V) Immanuel Kant (1724-1804).   (A) Afirmou que todo equívoco no entendimento situa-se no conhecimento sensível, de modo que o conhecimento verdadeiro vem do intelecto, alicerçando-se nas operações do entendimento, cujo ponto de partida são as ideias inatas. (B) Concebeu que tudo o que se sabe existir vem pela experiência de sensações e percepções, o que significa que são elas que oferecem, em termos da sua particularidade e singularidade, o conhecimento das coisas que existem. (C) Defendeu a ideia de que nossa razão possui uma estrutura tanto universal quanto a priori, cuja função consiste em organizar a realidade nas formas da sensibilidade, bem como nas formas dos conceitos e das categorias do entendimento. (D) Reabilitou, na teoria do conhecimento, o conceito de indução, segundo o qual as ciências, em suas descobertas, devem partir do que é particular nas suas experimentações e nas suas observações, a ponto de chegar àquilo que é geral nas ideias. (E) Sustentou que a experiência sensível registra em nosso espí- rito as ideias, que por sua vez passam a ser associadas, combinadas ou separadas em nós por um hábito da razão, formando, assim, a gama dos conhecimentos e dos pensamentos.   Assinale a alternativa que contém a associação correta.
  13. 13. UNICENTRO 2010
    Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s). Em seu livro História da Filosofia, Hegel (1770-1831) declara que a filosofia moderna pode ser considerada o nascimento da filosofia propriamente dita, porque nela, segundo Hegel, pela primeira vez, os filósofos afirmam que   I. a filosofia é independente e não se submete a nenhuma autoridade que não seja a própria razão como faculdade plena de conhecimento. Isto é, os modernos são os primeiros a demonstrar que o conhecimento verdadeiro só pode nascer do trabalho interior realizado pela razão, graças a seu próprio esforço. Só a razão conhece e somente ela pode julgar a si mesma. II. a filosofia moderna realiza a primeira descoberta da subjetividade propriamente dita porque nela o primeiro ato do conhecimento, do qual dependerão todos os outros, é a reflexão e consciência de si reflexiva. III. a filosofia moderna é a primeira a reconhecer que, sendo todos os seres humanos seres conscientes e racionais, todos têm igualmente o direito ao pensamento e a verdade. Segundo Hegel, essa afirmação do direito ao pensamento, unida à ideia da recusa de toda censura sobre o pensamento e palavra, seria a realização filosófica do princípio da individualidade como subjetividade livre que se relaciona livremente com a verdade. IV. a filosofia moderna está tão intimamente vinculada aos fundamentos da práxis humana que a ação não pode ser ignorada na determinação de seus critérios filosóficos. Para Hegel, os modernos foram os primeiros a entender que esta prática, no entanto, não deve ser considerada apenas no sentido restrito da conduta pessoal, mas na acepção mais abrangente de experiência humana em seus vários aspectos, desde histórico até o nível psicológico.   Marque a alternativa correspondente à(s) afirmativas corretas em relação ao pensamento de Hegel.
  14. 14. UEG 2010
    Hegel, prosseguindo na árdua tarefa de unificar o dualismo de Kant, substituiu o eu de Fichte e o absoluto de Schelling por outra entidade: a ideia. A ideia, para Hegel, deve ser submetida necessariamente a um processo de evolução dialética, regido pela marcha triádica da 
  15. 15. UFSJ 2013
    O romantismo, movimento cultural que se iniciou no final do século XVIII e início do século XIX, influenciou diretamente a filosofia no  
  16. 16. UNESP
    É certo que na vida cotidiana estamos acostumados a falar de belas cores, de um belo céu, de um belo rio, como também de belas flores, de belos animais e, ainda mais, de belos seres humanos, embora não queiramos aqui entrar na discussão acerca da possibilidade de se poder atribuir a tais objetos a qualidade da beleza e de colocar o belo natural ao lado do belo artístico. Mas pode-se desde já afirmar que o belo artístico está acima da natureza. Pois a beleza artística é a beleza nascida e renascida do espírito e, quanto mais o espírito e suas produções estão colocadas acima da natureza e seus fenômenos, tanto mais o belo artístico está acima da beleza da natureza. Sob o aspecto formal, mesmo uma má ideia, que porventura passe pela cabeça dos homens, é superior a qualquer produto natural, pois em tais ideias sempre estão presentes a espiritualidade e a liberdade.   (G.W.F. Hegel, Cursos de Estética, vol.1, São Paulo, Edusp, 2001) De acordo com texto apresentado, pode-se concluir que
  17. 17. UFU 2015
    Para Immanuel Kant,
  18. 18. UFU 2015
    De acordo com a filosofia de Hegel, é INCORRETO afirmar que
  19. 19. UFU 2009
    No texto que se segue, Marilena Chauí comenta a estrutura da sensibilidade em Kant.   “A forma da sensibilidade é o que nos permite ter percepções, isto é, a forma é aquilo sem o que não pode haver percepção, sem o que a percepção seria impossível.” CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ática, 1995. p. 78.                                 Marque a alternativa que explicita corretamente a forma da sensibilidade para Kant.
  20. 20. UFU 2014
    Considere as questões que Immanuel Kant lança ao seu leitor nas primeiras páginas da Estética Transcendental.   Que são então o espaço e o tempo? São entes reais? Serão apenas determinações ou mesmo relações de coisas, embora relações de espécie tal que não deixariam de subsistir entre as coisas, mesmo que não fossem intuídas? Ou serão unicamente dependentes da forma da intuição e, por conseguinte, da constituição subjetiva do nosso espírito, sem a qual esses predicados não poderiam ser atribuídos a coisa alguma?  KANT. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1994, p. 64.   Sobre as noções kantianas de tempo e espaço é correto afirmar que essas noções são as formas
  21. 21. UFU 2014
    Os princípios práticos se dividem em dois grandes grupos, que Kant chama, respectivamente, de ‘máximas’ e ‘imperativos’. [...] Os imperativos são os princípios práticos objetivos, isto é, válidos para todos. Os imperativos são “mandamentos” ou “deveres”, ou seja, regras que expressam uma necessidade objetiva da ação, o que significa que, “se a razão determinasse completamente a vontade, a ação ocorreria segundo tal regra” ao passo que a intervenção de fatores emocionais e empíricos podem desviar esta vontade. REALE,G., DARIO, A. História da Filosofia, vol. II. São Paulo: Paulus, 1990, p. 903 (adaptado)   Para Kant, é correto afirmar que os imperativos
  22. 22. UFU 1998
    Na sua obra “Crítica da Razão Pura”, Kant formulou uma síntese entre sujeito e objeto, mostrando que, ao conhecermos a realidade do mundo, participamos da sua construção mental. Segundo Kant, esta valorização do sujeito (possuidor de categorias apriorísticas) no ato de conhecimento, representou, na Filosofia, algo comparável à
  23. 23. UFU 1999
    Kant, filósofo alemão do séc. XVIII, realiza uma "revolução copernicana", ao afirmar que   I. o sujeito do conhecimento é a própria razão universal e não uma subjetividade pessoal e psicológica, pois é sujeito conhecedor. II. por ser inata e não depender da experiência para existir, a razão, do ponto de vista do conhecimento, é anterior à experiência; sua estrutura é a "priori". III. a experiência determina o conhecimento para a razão e fornece a forma (universal e necessária) do conhecimento.   Assinale
  24. 24. UFU 2001
    A respeito da distinção entre o conhecimento puro e o conhecimento empírico, tal como são apresentados na Crítica da Razão Pura de I. Kant, analise as assertivas abaixo:   I. O conhecimento empírico resulta da experiência sensível e é expresso pelas impressões, portanto, trata-se de um conhecimento a priori. II. O conhecimento a priori é um conhecimento puro e independente de todas as impressões dos sentidos, portanto, livres dos elementos empíricos. III. O conhecimento puro, a priori, é um juízo pensado com universalidade rigorosa, de modo que tal juízo não aceita nenhuma exceção. IV. O conhecimento empírico, a posteriori, é um juízo analítico, pois ele só é possível por intermédio de um conhecimento analítico dos conceitos. Assinale a alternativa que contém as assertivas verdadeiras:
  25. 25. UFU 1999
    Na obra Crítica da Razão Pura, Imannuel Kant, examinando o problema do conhecimento humano, distinguiu duas formas básicas do ato de conhecer. Assinale a alternativa correta.
  26. 26. UFF 2010
    Immanuel Kant, além da Filosofia, dedicou-se também às questões científicas, tendo sido pioneiro na afirmação de que as “nebulosas” não são apenas  gases, mas conglomerados de estrelas. Sua tese de 1755 sobre a formação do Sistema Solar antecipou ideias semelhantes às do francês Laplace. A chamada “hipótese de Kant-Laplace” explica o surgimento do Sol e dos planetas  a partir de uma “nebulosa primitiva”, em movimento de rotação constante e cujos gases aos poucos se acumulam no centro, adensando-se e gerando o Sol, enquanto ao redor desse criam-se núcleos de matéria concentrada, dando nascimento aos planetas. Embora essa concepção já tenha sido superada, ela foi importante para o desenvolvimento das teorias cosmogônicas contemporâneas, inclusive a mais famosa, a do big-bang. Marque a opção que melhor exprime a relevância das teorias cosmogônicas de Kant e de Laplace. 
  27. 27. UEMA 2015
    Fraqueza e covardia são as causas pelas quais a maioria das pessoas permanecem infantis mesmo tendo condição de libertar-se da tutela mental alheia. Por isso, fica fácil para alguns exercer o papel de tutores pois, muitas pessoas, por comodismo, não desejam se tornar adultas. Se tenho um livro que pensa por mim; um sacerdote que dirige minha consciência moral; um médico que me prescreve receitas e, assim por diante, não necessito preocupar-me com minha vida. Se posso adquirir orientações, não necessito pensar pela minha cabeça: transfiro ao outro esta penosa tarefa de pensar. Fonte: I. Kant, O que é a ilustração. In: F. Weffort (org). Os clássicos da política, v. 2, 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2006.   Esse fragmento compõe o livro de Kant que trata da importância da(o)
  28. 28. UNICENTRO 2016
    Leia o texto a seguir. Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca leis morais, a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito. (Adaptado de: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Trad. de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 3.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994. p.312.)   Com base na leitura do texto e nos conhecimentos sobre o comparativo entre conhecimento e ação em Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir. ( ) A verdade e a moral se confundem, visto que ambas buscam a realização da justiça natural. ( ) O contexto do dever-ser se realiza pautado pela disposição natural de como as coisas são. ( ) O conhecimento deve ser alcançado a partir da experiência, e a ação moral a ela não se limita. ( ) Demonstra haver uma dicotomia entre razão teórica (conhecimento) e razão prática (ação). ( ) A objetividade da moral se alcança em parâmetros racionais distante da necessidade natural. Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  29. 29. UNICENTRO 2016
    Leia o texto a seguir. O imperativo não admite hipóteses (“se... então”) nem condições que fariam valer em certas situações e não valer em outras, mas vale incondicionalmente e sem exceções para todas as circunstâncias de todas as ações morais. Por isso, o dever é um imperativo categórico.  (CHAUI, M. Convite à Filosofia. 7.ed. São Paulo: Ática, 2000. p.346.)   Com base na leitura do texto e nos conhecimentos sobre a formulação do Imperativo Categórico na moral kantiana, segundo seus objetivos, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) Servir de critério racional para a discriminação das máximas de ação. ( ) Orientar a ação humana de forma objetiva com a pretensão de validar universalmente sua prática. ( ) Determinar o conteúdo valorativo do ato humano a partir do lastro cultural e religioso. ( ) Conservar um princípio formal e procedimental como condição orientadora da ação humana. ( ) Adequar a vontade humana aos preceitos de fé manifestados no interior da consciência moral.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  30. 30. UNICENTRO 2016
    Leia o texto a seguir. Estes problemas inevitáveis da própria razão pura são Deus, a liberdade e a imortalidade, e a ciência que, com todos os seus requisitos, tem por verdadeira finalidade a resolução destes problemas chama- -se metafísica. O seu proceder é, de início, dogmático, isto é, aborda confiadamente a realização de tão magna empresa, sem previamente examinar a sua capacidade ou incapacidade. (KANT, I. Crítica da Razão Pura. Trad. de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. 3.ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994. p.40.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a concepção de filosofia no pensamento de Kant, assinale a alternativa correta.
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