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Exercícios de Romantismo Alemão

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  1. 31. UNICENTRO 2015
    Em relação à estética de Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) Gênio é a disposição de ânimo pela qual a natureza fornece regra à arte. ( ) O gênio cria uma segunda natureza, para além da natureza mecânica. ( ) O gênio, quando liberto do gosto, produz grandes obras artísticas. ( ) O juízo artístico pensa a natureza como arte, ou seja, estabelece finalidades na natureza. ( ) O juízo estético é pautado pela essência universal do belo.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  2. 32. UNICENTRO 2015
    A Filosofia, em determinado momento de sua história, formulou a ideia de que, apesar de todo conhecimento começar com a experiência, ele não se resumiria a essa experiência. A experiência revelaria uma matéria, advinda de si mesma, e uma forma oriunda do entendimento. Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a qual corrente filosófica pertence essa tese.
  3. 33. UNICENTRO 2015
    Na Crítica do Juízo de Kant, o prazer estético não se define tanto como aquele que o sujeito experimenta através do objeto, mas como aquele prazer que deriva da constatação de pertencer a um grupo – em Kant, a própria humanidade –, unido pela capacidade de apreciar o belo. Sobre o caráter da Estética em Kant, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.   ( ) Verdade ou falsidade se aplicam aos juízos estéticos. ( ) Os juízos estéticos são juízos determinantes. ( ) O gosto (estético) não se esgota no gosto individual, mas é algo comunicável. ( ) É possível uma educação estética do ser humano. ( ) Na apreciação da arte, como na política, meus juízos são mediados pelos juízos dos outros.   Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  4. 34. UNICENTRO 2015
    Parafraseando o dito de Kant, poderíamos dizer que intuição mítica, sem o elemento formador do Logos, ainda é “cega” e que a conceitualização lógica, sem o núcleo vivo da “intuição mítica” originária, permanece “vazia”. (JAEGUER. W. Paideia: a formação do homem grego. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.192.)   Sobre essa frase, considere as afirmativas a seguir.   I. A imaginação tem um papel fundamental na constituição abstrata de conceitos. II. A Filosofia não surge com o abandono do mito, mas como transposição das estruturas mitológicas para a esfera conceitual. III. A Filosofia contribui com o mito, na medida em que este, por si só, é vazio de sentido. IV. O mito é um estado provisório do pensamento humano até que este atinja a razão.   Assinale a alternativa correta.
  5. 35. UNICENTRO 2013
    Leia o enunciado a seguir, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma nas assertivas e assinale a alternativa com a sequência correta.   “Um filósofo alemão do século XIX, Hegel, criticou o inatismo, o empirismo e o kantismo. A todos endereçou a mesma crítica, qual seja, a de não haverem compreendido o que há de mais fundamental e de mais essencial à razão: a razão é histórica.” (CHAUI, M. Convite à filosofia, Editora Ática: São Paulo, 1994 - p. 80).   ( ) A fenomenologia aproxima-se da tese hegeliana, pois admite que as formas e os conteúdos da razão mudam no tempo e com o tempo, ou seja, transformam-se por causa do tempo. ( ) A fenomenologia afasta-se da tese hegeliana, pois não admite que as formas e os conteúdos da razão mudem no tempo e com o tempo. Elas se enriquecem e se ampliam no tempo, mas não se transformam por causa do tempo. ( ) Diferentemente da fenomenologia, os filósofos que criaram a chamada Escola de Frankfurt ou Teoria Crítica, adotaram a tese hegeliana, mas com uma modificação fundamental. Os filósofos dessa Escola, como Theodor Adorno, Max Horkheimer e Herbert Marcuse, têm uma formação marxista e, por isso, recusam a ideia hegeliana de que a história é obra da própria razão, sem que esta seja condicionada ou determinada pelas condições sociais, econômicas e políticas. ( ) Nos anos 60, desenvolveu-se, sobretudo na França, uma corrente científica (iniciada na linguística e na antropologia social) chamada estruturalismo. Para os estruturalistas, o mais importante não é a mudança ou a transformação de uma realidade no tempo, mas a estrutura ou a forma que ela tem no presente. O estruturalismo científico desconsidera, assim, a posição filosófica do tipo hegeliana, tendo maior afinidade com a kantiana.
  6. 36. UNICENTRO 2013
    Duas concepções predominam no correr da História das artes, concernentes às finalidades e às funções da atividade artística: a concepção pedagógica e a expressiva. Sobre este tema, assinale a alternativa INCORRETA.
  7. 37. UNICENTRO 2013
    Para o filósofo Immanuel Kant (1724-1804), maior expoente do Iluminismo, a ação moral é
  8. 38. UNICENTRO 2011
    Analisando os princípios da consciência moral, Immanuel Kant concluiu que a vontade humana é verdadeiramente moral quando regida por imperativos categóricos. Segundo esse filósofo, o homem deve agir “de tal maneira que a máxima de sua ação possa sempre valer como princípio universal de conduta”.   De acordo esse imperativo, a autonomia da razão para legislar supõe a liberdade e o dever e, desse modo, pode-se afirmar que o fundamento dessa norma de conduta
  9. 39. UEL 2003
    “O imperativo categórico é portanto só um único, que é este: Age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal.” (KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. de Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 1995. p. 59.)   Segundo essa formulação do imperativo categórico por Kant, uma ação é considerada ética quando:
  10. 40. UEL 2004
    “Ser caritativo quando se pode sê-lo é um dever, e há além disso muitas almas de disposição tão compassivas que, mesmo sem nenhum outro motivo de vaidade ou interesse, acham íntimo prazer em espalhar alegria à sua volta, e se podem alegrar com o contentamento dos outros, enquanto este é obra sua. Eu afirmo porém que neste caso uma tal ação, por conforme ao dever, por amável que ela seja, não tem contudo nenhum verdadeiro valor moral, mas vai emparelhar com outras inclinações, por exemplo o amor das honras que, quando por feliz acaso, topa aquilo que efetivamente é de interesse geral e conforme ao dever, é conseqüentemente honroso e merece louvor e estímulo, mas não estima; pois à sua máxima falta o conteúdo moral que manda que tais ações se pratiquem não por inclinação, mas por dever.” (KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. de Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 113.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre o dever em Kant, é correto afirmar:
  11. 41. UEL 2005
    “É na verdade conforme ao dever que o merceeiro não suba os preços ao comprador inexperiente, e quando o movimento do negócio é grande, o comerciante esperto também não faz semelhante coisa, mas mantém um preço fixo geral para toda a gente, de forma que uma criança pode comprar em sua casa tão bem como qualquer outra pessoa. É-se, pois servido honradamente; mas isto ainda não é bastante para acreditar que o comerciante tenha assim procedido por dever e princípios de honradez; o seu interesse assim o exigia; mas não é de aceitar que ele além disso tenha tido uma inclinação imediata para os seus fregueses, de maneira a não fazer, por amor deles, preço mais vantajoso a um do que outro”. (KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. de Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 112.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre o conceito de dever em Kant, considere as afirmativas a seguir, sobre a ação do merceeiro.   I. É uma ação correta, isto é, conforme o dever. II. É moral, pois revela honestidade na relação com seus clientes. III. Não é uma ação por dever, pois sua intenção é egoísta. IV. É honesta, mas motivada pela compaixão aos semelhantes.   Estão corretas apenas as afirmativas:
  12. 42. UEL 2007
    Na segunda seção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Kant nos oferece quatro exemplos de deveres. Em relação ao segundo exemplo, que diz respeito à falsa promessa, Kant afirma que uma “pessoa vê-se forçada pela necessidade a pedir dinheiro emprestado. Sabe muito bem que não poderá pagar, mas vê também que não lhe emprestarão nada se não prometer firmemente pagar em prazo determinado. Sente a tentação de fazer a promessa; mas tem ainda consciência bastante para perguntar a si mesma: Não é proibido e contrário ao dever livrar-se de apuros desta maneira? Admitindo que se decida a fazê-lo, a sua máxima de ação seria: Quando julgo estar em apuros de dinheiro, vou pedi-lo emprestado e prometo pagá-lo, embora saiba que tal nunca sucederá”. Fonte: KANT, I. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Tradução de Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 130.   De acordo com o texto e os conhecimentos sobre a moral kantiana, considere as afirmativas a seguir: I. Para Kant, o princípio de ação da falsa promessa não pode valer como lei universal. II. Kant considera a falsa promessa moralmente permissível porque ela será praticada apenas para sair de uma situação momentânea de apuros. III. A falsa promessa é moralmente reprovável porque a universalização de sua máxima torna impossível a própria promessa. IV. A falsa promessa é moralmente reprovável porque vai de encontro às inclinações sociais do ser humano.   A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
  13. 43. UEL 2007
    “Em todos os juízos em que for pensada a relação de um sujeito com o predicado [...], essa relação é possível de dois modos. Ou o predicado B pertence ao sujeito A como algo contido (ocultamente) nesse conceito A, ou B jaz completamente fora do conceito A, embora esteja em conexão com o mesmo. No primeiro caso, denomino o juízo analítico, no outro sintético”. Fonte: KANT, I. Crítica da Razão Pura. Tradução de Valério Rohden e Udo Baldur Moosburger. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p.27.   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a distinção kantiana entre juízos analíticos e sintéticos, assinale a alternativa que apresenta um juízo sintético a posteriori:
  14. 44. UEMA 2008
    Considere o texto a seguir para responder à questão. O juízo estético em Kant é uma intuição do inteligível no sensível, em que o sujeito não proporciona nenhum conhecimento do objeto que provoca, não consiste em um juízo sobre a perfeição do objeto, é válido independentemente dos conceitos e das sensações produzidas pelo objeto. TAVARES, Manoel; FERRO, Mário. Análise da obra fundamentos da metafísica dos costumes de Kant. Lisboa, Portugual: Editorial Presença, [s.d.]. p. 43-44. Então para Kant a estética é uma intuição de ordem
  15. 45. UEMA 2008
    Na história do pensamento humano foram construídos conceitos para compreender o que é filosofia. Uma das explicações foi dada pelo filósofo alemão Immanuel Kant, que dizia: não há filosofia que se possa aprender; só se pode aprender a filosofar. Essa afirmação significa que, para Kant, a filosofia é
  16. 46. UEMA 2011
    Na perspectiva do conhecimento, Immanuel Kant pretende superar a dicotomia racionalismo-empirismo. Entre as alternativas abaixo, a única que contém informações corretas sobre o criticismo kantiano é:
  17. 47. UEL 2008
    Leia o texto a seguir. A razão humana, num determinado domínio dos seus conhecimentos, possui o singular destino de se ver atormentada por questões, que não pode evitar, pois lhe são impostas pela sua natureza, mas às quais também não pode dar respostas por ultrapassarem completamente as suas possibilidades. (KANT, I. Crítica da Razão Pura (Prefácio da primeira edição, 1781). Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994, p. 03.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre Kant, o domínio destas intermináveis disputas chama-se
  18. 48. UEL 2008
    De acordo com a ética do discurso, os argumentos apresentados a fim de validar as normas [...] têm força de convencer os participantes de um discurso a reconhecerem uma pretensão de validade, tanto para a pretensão de verdade quanto para a pretensão de retidão. [...] Ele [Habermas] defende a tese de que as normas éticas são passíveis de fundamentação num sentido análogo ao da verdade. (BORGES, M. de L.; DALL’AGNOL, D. ; DUTRA, D. V. Ética. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 105.) Assim, é correto afirmar que a ética do discurso defende uma abordagem cognitivista da ética (HABERMAS, J. Consciência moral e agir comunicativo. Tradução Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Tempo Brasileira, 1989. p. 62 e 78.) Sobre o cognitivismo da ética do discurso, é correto afirmar:
  19. 49. UNIMONTES 2011
    Segundo a concepção dialética, a passagem do ser ao não ser não é aniquilamento, destruição ou morte pura e simples, mas movimento para outra realidade. A dialética guarda três momentos que podem ser denominados de
  20. 50. UEL 2009
    A proposta ética de Habermas não comporta conteúdos. Ela é formal. Ela apresenta um procedimento, fundamentado na racionalidade comunicativa, de resolução de pretensões normativas de validade. (DUTRA, D. J. V. Razão e consenso em Habermas. A teoria discursiva da verdade, da moral, do direito e da biotecnologia. Florianó- polis: Editora da UFSC, 2005, p. 158.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre a obra de Habermas, é correto afirmar que, na Ética do Discurso,  
  21. 51. UEL 2010
    Leia o texto a seguir: Ao empreender a análise da estrutura e dos limites do conhecimento, Kant tomou a física e a mecânica celeste elaboradas por Newton como sendo a própria ciência. Entretanto, era preciso salvá-la do ceticismo de Hume quanto à impossibilidade de fundamentar as inferências indutivas e de alcançar um conhecimento necessário da natureza. Com base no pensamento de David Hume acerca do entendimento humano, é correto afirmar:
  22. 52. UEL 2010
    Leia o texto a seguir: Como determinamos as regras do que é certo ou errado? Immanuel Kant (1724-1804) responde a essa pergunta da seguinte forma: é moralmente correta a ação que está de acordo com determinadas regras do que é certo, independente da felicidade resultante a um ou a todos. Kant não propõe uma lista de regras com conteúdo previamente determinado - como é o caso dos mandamentos religiosos, por exemplo -, mas formula uma regra para averiguar a correção da máxima que orienta nossa ação. Essa regra de averiguação é chamada imperativo categórico [...] (BORGES, M. de L.; DALL’AGNOL, D.; DUTRA, D. V. O que você precisa saber sobre... Ética. Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p.15.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o Imperativo Categórico kantiano, é correto afirmar: I. Constitui um princípio formal dado pela razão que visa à discriminação das máximas de ação, com a pretensão de verificar quais podem, efetivamente, enquadrar-se numa legislação universal. II. Representa a capacidade de a razão prática, do ponto de vista a priori, fornecer à vontade humana um dever incondicional com pretensão de universalidade e de necessidade. III. Compreende um princípio teleológico construído a partir da concepção valorativa do “bem viver” e que se impõe, como condição absoluta, na realização de ações e comportamentos das pessoas em geral. IV. Abrange a sabedoria prática, como condição inata de o ser humano deliberar e proceder, sempre de forma semelhante em relação às demais pessoas, no quesito das ações que envolvem virtude e prudência. Assinale a alternativa correta.  
  23. 53. UEL 2010
    Nos Princípios Matemáticos de Filosofia Natural, Newton afirmara que as leis do movimento, assim como a própria lei da gravitação universal, tomadas por ele como proposições particulares, haviam sido “inferidas dos fenômenos, e depois tornadas gerais pela indução”. Kant atribui a estas proposições particulares, enquanto juízos sintéticos, o caráter de leis a priori da natureza. Entretanto, ele recusa esta dedução exclusiva das leis da natureza e consequente generalização a partir dos fenômenos. Destarte, para enfrentar o problema sobre a impossibilidade de derivar da experiência juízos necessários e universais, um dos esforços mais significativos de Kant dirige-se ao esclarecimento das condições de possibilidade dos juízos sintéticos a priori. Com base no enunciado e nos conhecimentos acerca da teoria do conhecimento de Kant, é correto afirmar:
  24. 54. UNCISAL 2012
    Contrapondo ceticismo e dogmatismo, o criticismo se apresenta como única saída para se repensar às questões pertinentes à metafísica. O criticismo denomina a filosofia de
  25. 55. UNIOESTE 2015
    “Esclarecimento é a saída do homem da menoridade, pela qual é o próprio culpado. Menoridade é a incapacidade de servir-se do próprio entendimento sem direção alheia. O homem é o próprio culpado por esta incapacidade, quando sua causa reside na falta, não de entendimento, mas de resolução e coragem de fazer uso dele sem a direção de outra pessoa. Sapere aude! Ousa fazer uso de teu próprio entendimento! Eis o lema do Esclarecimento.” Immanuel Kant, “Resposta à pergunta: ‘Que é Esclarecimento?’” Considerando-se o texto acima, para o filósofo Immanuel Kant, NÃO corresponde ao significado de esclarecimento:
  26. 56. UNIOESTE 2013
    “A necessidade prática de agir segundo este princípio, isto é, o dever, não assenta em sentimentos, impulsos e inclinações, mas sim somente na relação dos seres racionais entre si, relação essa em que a vontade de um ser racional tem de ser considerada sempre e simultaneamente como legisladora, porque de outra forma não podia pensar-se como fim em si mesmo. A razão relaciona, pois, cada máxima da vontade concebida como legisladora universal com todas as outras vontades e com todas as ações para conosco mesmos, e isto não em virtude de qualquer outro móbil prático ou de qualquer vantagem futura, mas em virtude da ideia da dignidade de um ser racional que não obedece a outra lei senão àquela que ele mesmo simultaneamente dá a si mesmo. [...] O que se relaciona com as inclinações e necessidades gerais do homem tem um preço venal [...] aquilo porém que constitui a condição só graças a qual qualquer coisa pode ser um fim em si mesma, não tem somente um valor relativo, isto é, um preço, mas um valor íntimo, isto é, dignidade”. Kant. Considerando o texto citado e o pensamento ético de Kant, seguem as afirmativas abaixo:   I. Para Kant, existe moral porque o ser humano e, em geral, todo o ser racional - fim em si mesmo e valor absoluto -, não deve ser tomado simplesmente como meio ou instrumento para o uso arbitrário de qualquer vontade. II. Fim em si mesmo e valor absoluto, o ser humano é pessoa e tem dignidade, mas uma dignidade que é apenas relativamente valiosa, por se encontrar em dependência das condições psico-sociais e políticoeconômicas nas quais vive. III. A moralidade, única condição que pode fazer de um ser racional fim em si mesmo e valor absoluto, pelo princípio da autonomia da vontade, e a humanidade, enquanto capaz de moralidade, são as únicas coisas que têm dignidade. IV. As pessoas têm dignidade porque são seres livres e autônomos, isto é, seres que se submetem às leis que se dão a si mesmos atendendo imediatamente aos apelos de suas inclinações, sentimentos, impulsos e necessidades. V. A autonomia da vontade é o fundamento da dignidade da natureza humana e de toda natureza racional e, por esta razão, a vontade não está simplesmente submetida à lei, mas submetida à lei por ser concebida como vontade legisladora universal, ou seja, se submete à lei na exata medida em que ela é a autora da lei (moral).   Das afirmativas feitas acima
  27. 57. UNIOESTE 2012
    “Em todos os juízos em que for pensada a relação de um sujeito com o predicado (se considero apenas os juízos afirmativos (…)), essa relação é possível de dois modos. Ou o predicado B pertence ao sujeito A como algo contido (ocultamente) nesse conceito A, ou B jaz completamente fora do conceito A, embora esteja em conexão com o mesmo”. Kant. Considerando o texto acima e a teoria do conhecimento de Kant, é INCORRETO afirmar que
  28. 58. UNIOESTE 2012
    “Como toda lei prática representa uma ação possível como boa e por isso como necessária para um sujeito praticamente determinável pela razão, todos os imperativos são fórmulas da determinação da ação que é necessária segundo o princípio de uma vontade boa de qualquer maneira. No caso da ação ser apenas boa como meio para qualquer outra coisa, o imperativo é hipotético; se a ação é representada como boa em si, por conseguinte, como necessária numa vontade em si conforme à razão como princípio dessa vontade, então o imperativo é categórico”. Kant. Considerando o pensamento ético de Kant e o texto acima, é correto afirmar que
  29. 59. UNIOESTE 2011
    “Já desde os tempos mais antigos da filosofia, os estudiosos da razão pura conceberam, além dos seres sensíveis ou fenômenos, que constituem o mundo dos sentidos, seres inteligíveis particulares, que constituiriam um mundo inteligível, e, visto que confundiam (o que era de desculpar a uma época ainda inculta) fenômeno e aparência, atribuíram realidade unicamente aos seres inteligíveis. De fato, se, como convém, considerarmos os objetos dos sentidos como simples fenômenos, admitimos assim que lhes está subjacente uma coisa em si, embora não saibamos como ela é constituída em si mesma, mas apenas conheçamos o seu fenômeno, isto é, a maneira como os nossos sentidos são afetados por este algo desconhecido”. Kant. Sobre a teoria do conhecimento kantiana, conforme o texto acima, seguem as seguintes afirmativas: I. Desde sempre, os filósofos atribuíram realidade tanto aos seres sensíveis quanto aos seres inteligíveis. II. Podemos conhecer, em relação às coisas em si mesmas, apenas seu fenômeno, ou seja, a maneira como elas afetam nossos sentidos. III. Porque podemos conhecer apenas seus fenômenos, as coisas em si mesmas não têm realidade. IV. Os filósofos anteriores a Kant não diferenciavam fenômeno de aparência, e, assim, consideravam que o fenômeno não era real. V. As intuições puras da sensibilidade e os conceitos puros do entendimento incidem apenas em objetos de uma experiência possível; sem as primeiras, os segundos não têm significação. Das afirmativas feitas acima
  30. 60. UNIMONTES 2015
    Com Kant, consolida-se a ideia de que a natureza é o reino da causalidade ou da necessidade, enquanto a cultura é o reino da vontade humana, da ação dotada de finalidade e da liberdade, tais como se exprimem na ética, na política, nas artes, nas ciências e na filosofia. São obras de Kant:
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