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Exercícios de Romantismo Alemão

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  1. 91. UFU 2005
    Hegel, em seus cursos universitários de Filosofia da História, fez a seguinte afirmação sobre a relação entre a filosofia e a história: “O único pensamento que a filosofia aporta é a contemplação da história”. HEGEL, G. W. F. Filosofia da História. 2 ed. Brasília: Editora da UnB, 1998, p. 17.   De acordo com a reflexão de Hegel, é correto afirmar que   I. a razão governa o mundo e, portanto, a história universal é um processo racional. II. a ação dos homens obedece a vontade divina que preestabelece o curso da história. III. no processo histórico, o pensar está subordinado ao real existente. IV. a ideia ou a razão se originam da força material de produção e reprodução da história.   Assinale a alternativa que contém somente assertivas corretas. 
  2. 92. UEMA 2011
    No texto "Que é Esclarecimento?" (1783), o que significa, conforme Kant, a saída do homem da menoridade da qual ele mesmo é culpado?    
  3. 93. UEL 2015
    As leis morais juntamente com seus princípios não só se distinguem essencialmente, em todo o conhecimento prático, de tudo o mais onde haja um elemento empírico qualquer, mas toda a Filosofia moral repousa inteiramente sobre a sua parte pura e, aplicada ao homem, não toma emprestado o mínimo que seja ao conhecimento do mesmo (Antropologia). KANT, I. Fundamentação da Metafísica dos Costumes. Trad. de Guido A. de Almeida. São Paulo: Discurso Editorial, 2009. p.73. Immanuel Kant (1724-1804) tem como um dos focos de suas investigações a fundamentação da esfera ética da vida humana, de forma a esclarecer os conceitos de liberdade e autonomia. Podemos concluir, em acordo com o texto, que para a ética kantiana:
  4. 94. UEL 2012
    O desenvolvimento não é um mecanismo cego que age por si. O padrão de progresso dominante descreve a trajetória da sociedade contemporânea em busca dos fins tidos como desejáveis, fins que os modelos de produção e de consumo expressam. É preciso, portanto, rediscutir os sentidos. Nos marcos do que se entende predominantemente por desenvolvimento, aceita-se rever as quantidades (menos energia, menos água, mais eficiência, mais tecnologia), mas pouco as qualidades: que desenvolvimento, para que e para quem? (LEROY, Jean Pierre. Encruzilhadas do Desenvolvimento. O Impacto sobre o meio ambiente. Le Monde Diplomatique Brasil. jul. 2008, p.9.)    Tendo como referência a relação entre desenvolvimento e progresso presente no texto, é correto afirmar que, em Kant, tal relação, contida no conceito de Aufklärung (Esclarecimento), expressa: 
  5. 95. UNICENTRO 2014
    O campo da ética em Filosofia, atendo-se à problematização das ações humanas, consiste, entre outros aspectos, no estudo dos valores da moralidade e da liberdade, bem como nas aproximações e nos distanciamentos entre paixão e desejo, razão e vontade. Nesse âmbito, foram vários os conceitos criados pelos pensadores com a finalidade de enxergar e problematizar as ações humanas por diferentes enfoques. Considerando essas informações e os conhecimentos sobre ética, relacione o filósofo, na coluna acima, com sua ideia no campo da ética, na coluna abaixo.   (I) Aristóteles (385-322 a.C.). (II) Descartes (1596-1650). (III) Espinosa (1632-1677). (IV) Kant (1724-1804). (V) Nietzsche (1844-1900).   (A) Do ponto de vista deste pensador, a utilidade mesquinha, bem como a referência a outrem como orientação de como se deve pensar, agir e valorizar, encontram-se distantes do que é potente e autêntico, pois, para ele, a vontade deve querer a si mesma. (B) Na visão desse pensador, o único objetivo que o homem persegue é o bem, seja lá o que ele diga ou faça. Mesmo que pareça orientar- -se para fins imperfeitos, o que ele tem em vista é o bem supremo, fim absoluto, buscado por si mesmo. (C) No modo de pensar deste filósofo, deve-se fazer um bom uso das paixões, e esse bom uso consiste em orientá-las em um sentido que seja vantajoso, ou segundo uma interação com pensamentos que facultem se modificar. (D) Para este pensador, a ética abre caminho para uma libertação pelo conhecimento adequado. Assim, quando se aumenta o poder de conhecer, aumenta a alegria; diminuindo o poder de conhecer, diminui a alegria. (E) Segundo este filósofo, a lei moral só pode ser representada na forma de imperativo categórico, ou seja, que se deve agir como se a regra de conduta devesse ser erigida pela vontade na lei universal da natureza.   Assinale a alternativa que contém a associação correta.
  6. 96. UEL 2006
    “O direito natural se embasa [...] em princípios a priori da razão e é, portanto, cognoscível a priori pela razão de todo o homem, enquanto que o direito positivo é estatutário e procede da vontade do legislador. O primeiro há de servir como critério racional do segundo, já que é mister buscar na razão o critério do justo e do injusto, enquanto que o direito positivo diz o que é direito.” (KANT, Immanuel. La metafísica de las Costumbres. 2. ed. Trad. Adela Cortina Orts e Jesús Conill Sancho. Madri: Tecnos, 1994. p. XLIII.)   “Para Estados, em relação uns com os outros, não pode haver, segundo a razão, outro meio de sair do estado sem leis, que contém pura guerra, a não ser que eles, exatamente como homens individuais, desistam de sua liberdade selvagem (sem lei), consintam com leis públicas de coerção e assim formem um (certamente sempre crescente) Estado dos Povos (civitas gentium), que por fim viria a compreender todos os povos da terra.” (KANT, Immanuel. A paz perpétua. Trad. Marco Antônio Zingano. Porto Alegre: L&PM, 1989. p. 42.)   Sobre a concepção de justiça em Kant, é correto afirmar:  
  7. 97. UFPA 2009
    No início do século dezenove, mais precisamente com Hegel, a arte é concebida no interior do domínio do absoluto, isto é, da verdade enquanto tal e dos elementos que a expõem. Tendo em vista essa concepção, é correto afirmar: 
  8. 98. UEG 2011
    Para Hegel, a razão é a relação interna e necessária entre as leis do pensamento e as leis do real. Assim, ela é a unidade entre a razão subjetiva e a razão objetiva. Hegel denominou essa unidade de espírito absoluto.   Dessa forma, um evento real pode expressar e ser resultado das ideias que o precedem. Um exemplo da objetivação dessas ideias é o seguinte evento: 
  9. 99. UEL 2005
    “Tudo na natureza age segundo leis. Só um ser racional tem a capacidade de agir segundo a representação das leis, isto é, segundo princípios, ou: só ele tem uma vontade. Como para derivar as ações das leis é necessária a razão, a vontade não é outra coisa senão razão prática. Se a razão determina infalivelmente a vontade, as ações de um tal ser, que são conhecidas como objetivamente necessárias, são também subjetivamente necessárias, isto é, a vontade é a faculdade de escolher só aquilo que a razão independentemente da inclinação, reconhece como praticamente necessário, quer dizer bom”.   (KANT, Immanuel. Fundamentação da metafísica dos costumes. Trad. de Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 1995. p. 47.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a liberdade em Kant, considere as afirmativas a seguir.   I. A liberdade, no sentido pleno de autonomia, restringe-se à independência que a vontade humana mantém em relação às leis da natureza. II. A liberdade configura-se plenamente quando a vontade humana vincula-se aos preceitos da vontade divina. III. É livre aquele que, pela sua vontade, age tanto objetivamente quanto subjetivamente, por princípios que são válidos para todos os seres racionais. IV. A liberdade é a capacidade de o sujeito dar a si a sua própria lei, independentemente da causalidade natural.   Estão corretas apenas as afirmativas:  
  10. 100. UFU 2003
    Na Crítica da razão pura, Kant vincula o sistema da moralidade à felicidade. Assinale a alternativa que explica no que consiste a relação moralidade — subjetividade.  
  11. 101. UEL 2011
    Na Primeira Secção da Fundamentação da Metafísica dos Costumes, Kant analisa dois conceitos fundamentais de sua teoria moral: o conceito de vontade boa e o de imperativo categórico. Esses dois conceitos traduzem as duas condições básicas do dever: o seu aspecto objetivo, a lei moral, e o seu aspecto subjetivo, o acatamento da lei pela subjetividade livre, como condição necessária e suficiente da ação. DUTRA, D. V. Kant e Habermas: a reformulação discursiva da moral kantiana. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2002. p. 29. Em acordo com o texto, na teoria moral kantiana
  12. 102. UFSJ 2012
    Sobre a questão do conhecimento na filosofia kantiana, é CORRETO afirmar que 
  13. 103. ENEM PPL 2015
    A pura lealdade na amizade, embora até o presente não tenha existido nenhum amigo leal, é imposta a todo homem, essencialmente, pelo fato de tal dever estar implicado como dever em geral, anteriormente a toda experiência, na ideia de uma razão que determina a vontade segundo princípios a priori. KANT, I. Fundamentação da metafísica dos costumes. São Paulo: Barcarolla, 2009.     A passagem citada expõe um pensamento caracterizado pela
  14. 104. UFU 2012
    O botão desaparece no desabrochar da flor, e poderia dizer-se que a flor o refuta; do mesmo modo que o fruto faz a flor parecer um falso ser-aí da planta, pondo-se como sua verdade em lugar da flor: essas formas não só se distinguem, mas também se repelem como incompatíveis entre si [...]. HEGEL, G.W.F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis: Vozes, 1988.   Com base em seus conhecimentos e na leitura do texto acima, assinale a alternativa correta segundo a filosofia de Hegel. 
  15. 105. UEMA 2011
    Kant, no texto "Que é Esclarecimento”? (1783), aborda os conceitos de uso público e privado da razão. Entre as alternativas abaixo, a única que contém informação correta sobre o uso público da razão é:  
  16. 106. UNICENTRO 2010
    Segundo Immanuel Kant (1724-1804), a moral “não é propriamente dita a doutrina que nos ensina como devemos nos tornar felizes, mas como devemos nos tornar dignos da felicidade” (KANT, Crítica da Razão Prática. Apud CHAUÍ (org.), Primeira Filosofia. São Paulo: Editora Brasilienses, 1987 – p. 261).   De acordo com a teoria moral kantiana, em que sentido devemos entender a noção de dever?  
  17. 107. UFU 2012
    O texto abaixo comenta alguns aspectos da reflexão de Immanuel Kant sobre a ética.   E por que realizamos atos contrários ao dever e, portanto, contrários à razão? Kant dirá que é porque nossa vontade é também afetada pelas inclinações, que são os desejos, as paixões, os medos, e não apenas pela razão. Por isso afirma que devemos educar a vontade para alcançar a boa vontade, que seria aquela guiada unicamente pela razão. COTRIM, G.; FERNANDES, M. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2010. p. 301. Sobre a reflexão ética de Kant, assinale a alternativa INCORRETA.
  18. 108. UFU 2007
    Leia com atenção a seguinte afirmação de Hegel. “A filosofia começa quando um povo saiu da sua vida concreta, quando vão surgindo divisões e diferenciações nas classes; quando o povo se aproxima do ocaso; quando vai se cavando um abismo entre as tendências internas e a realidade externa, e as formas antiquadas da religião etc., já não satisfazem; quando o espírito se manifesta indiferente pela sua existência real, ou então, permanecendo nela, só experimenta insatisfação e incômodo, e a sua vida moral se vai dissolvendo.” HEGEL. Introdução à História da Filosofia. Trad. de Antonio Pinto de Carvalho. Coleção Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1989. p. 120. A Filosofia é o ponto culminante do movimento dialético que desencadeia as mudanças descritas acima. Segundo Hegel, tal movimento é provocado:  
  19. 109. UNICENTRO 2014
    A filosofia, como é estudada atualmente, encontra-se submetida a uma grande especificação quanto ao universo dos seus conhecimentos. Isso se deve, em grande medida, a um motivo principal vinculado à perspectiva de Kant, filósofo alemão do século XVIII.   Quanto à perspectiva do conhecimento presente nesse pensador, assinale a alternativa correta.
  20. 110. UFSM 2012
    Aristóteles, por exemplo, falava da tragédia como catarse, pela qual a arte nos capacita a lidar com emoções universais por nos confrontar com elas e, em certo sentido, nos fazer purgá-las, ao assistirmos a um drama. Hsun Tzu achava que, de certa forma, a música reflete a harmonia da ordem divina, de modo que sabermos apreciar a música de maneira adequada nos leva a um certo insight [iluminação] da realidade última. Schopenhauer acreditava que a arte é um insight do aspecto fundamental da realidade: a vontade, isto é, o poder por trás de toda atividade do universo.   Considere as seguintes afirmações:   I. Para Aristóteles, a arte tem uma função preponderantemente expressiva. II. Para Hsun Tzu, a música tem uma função preponderantemente expressiva. III. Para Schopenhauer, a arte tem uma função preponderantemente expressiva.   Está(ão) correta(s)  
  21. 111. UFPA 2011
    “Em minha opinião, o voto livre deve ser defendido por razões filosóficas. (...) Ao tornar o voto obrigatório, de algum modo é reduzido o grau de liberdade que existe por trás da decisão espontânea do cidadão de ir à seção eleitoral e escolher um candidato. Podemos afirmar que o voto obrigatório, constrangido pela lei, não é moral se comparado ao sufrágio livre, resultado da deliberação de um sujeito autônomo. E, para Kant, há uma identidade entre ser livre e ser moral.” (Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u356288.shtml. Texto adaptado)   O autor do texto se manifesta contrário ao voto obrigatório e justifica sua posição tendo por base a Ética kantiana.   Do ponto de vista de Kant, o individuo ao votar constrangido pela lei não age moralmente porque  
  22. 112. UEL 2009
    [...] deve-se destacar que todo tipo de ética que se baseie na busca da felicidade é heterônoma, porque introduz fins materiais, com toda uma série de conseqüências negativas. A busca da felicidade polui a pureza da intenção e da vontade, posto que aponta para determinados fins (para aquilo que se deve fazer e não para o como se deve fazê-lo) e assim a condiciona. (REALE, G.; ANTISERI, D. História da filosofia II. São Paulo: Paulinas, 1990, p. 917.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, indique a ética que fundamenta esta crítica.  
  23. 113. UNICENTRO 2015
    Sobre os conceitos de autonomia, livre-arbítrio e liberdade, considere as afirmativas a seguir.   I. Nas Grécia pré-platônica, a liberdade era manifestada na atividade política. Já a autonomia compreendia um conjunto de regras autoimpostas que determinavam certo estilo de vida. Essas atividades ora eram relacionadas, ora mantinham-se separadas. II. Na Idade Moderna, as recém-descobertas “leis da natureza” precisaram ser conciliadas com o dogma cristão do livre-arbítrio. III. Para Kant, na época do Iluminismo, o homem se reconhece como artífice e responsável pela saída de sua “menoridade”. IV. Para Sartre, a liberdade é estabelecida por um processo racional.   Assinale a alternativa correta.
  24. 114. UNICENTRO 2013
    Todo conhecimento coloca o problema da verdade. Pois quando conhecemos, sempre nos perguntamos se o enunciado corresponde ou não à realidade. Isso nos remete para a discussão a respeito do critério de verdade. Sobre o tema em questão, assinale a alternativa INCORRETA.
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