Exercícios de Socráticos - Platão

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  1. 1. UEG 2013
    A expressão “Tudo o que é bom, belo e justo anda junto” foi escrita por um dos grandes filósofos da humanidade. Ela resume muito de sua perspectiva filosófica, sendo uma das bases da escola de pensamento conhecida como
  2. 2. UFU 2011
    No pórtico da Academia de Platão, havia a seguinte frase: “não entre quem não souber geometria”. Essa frase reflete sua concepção de conhecimento: quanto menos dependemos da realidade empírica, mais puro e verdadeiro é o conhecimento tal como vemos descrito em sua Alegoria da Caverna.     “A ideia de círculo, por exemplo, preexiste a toda a realização imperfeita do círculo na areia ou na tábula recoberta de cera. Se traço um círculo na areia, a ideia que guia a minha mão é a do círculo perfeito. Isso não impede que essa ideia também esteja presente no círculo imperfeito que eu tracei. É assim que aparece a ideia ou a forma.” JEANNIÈRE, Abel. Platão. Tradução de Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Zahar, 1995. 170 p. Com base nas informações acima, assinale a alternativa que interpreta corretamente o pensamento de Platão.
  3. 3. ENEM 2014
    No centro da imagem, o filósofo Platão é retratado apontando para o alto. Esse gesto significa que o conhecimento se encontra em uma instância na qual o homem descobre a
  4. 4. ENEM 2014
    No centro da imagem, o filósofo Platão é retratado apontando para o alto. Esse gesto significa que o conhecimento se encontra em uma instância na qual o homem descobre a:
  5. 5. ENEM 2012
    Para Platão, o que havia de verdadeiro em Parmênides era que o objeto de conhecimento é um objeto de razão e não de sensação, e era preciso estabelecer uma relação entre objeto racional e objeto sensível ou material que privilegiasse o primeiro em detrimento do segundo. Lenta, mas irresistivelmente, a Doutrina das Ideias formava-se em sua mente. ZINGANO, M. Platão e Aristóteles: o fascínio da filosofia. São Paulo: Odysseus, 2012 (adaptado). O texto faz referência à relação entre razão e sensação, um aspecto essencial da Doutrina das Ideias de Platão (427 a.C.-346 a.C.). De acordo com o texto, como Platão se situa diante dessa relação?
  6. 6. UEL 2013
    Leia o texto a seguir. Tudo isso ela [Diotima] me ensinava, quando sobre as questões de amor [eros] discorria, e uma vez ela me perguntou: – que pensas, ó Sócrates, ser o motivo desse amor e desse desejo? A natureza mortal procura, na medida do possível, ser sempre e ficar imortal. E ela só pode assim, através da geração, porque sempre deixa um outro ser novo em lugar do velho; pois é nisso que se diz que cada espécie animal vive e é a mesma. É em virtude da imortalidade que a todo ser esse zelo e esse amor acompanham. (Adaptado de: PLATÃO. O Banquete. 4.ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987, p.38-39. Coleção Os Pensadores.) Com base no texto e nos conhecimentos sobre o amor em Platão, assinale a alternativa correta.
  7. 7. UNCISAL 2011
    Um dos textos mais consagrados da história da filosofia é a alegoria da caverna, escrito por Platão. Sobre esse texto, pode-se afirmar que
  8. 8. UEL 2014
    A República de Platão consiste na busca racional de uma cidade ideal. Sua intenção é pensar a política para além do horizonte da decadência da cidade-Estado no século de Péricles. O esquema a seguir mostra como se organizam as classes, segundo essa proposta. Com base na obra de Platão e no esquema, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir. (     ) As três imagens do Bem na cidade justa de Platão, o Anel de Giges, a Imagem da Linha e a da Caverna, correspondem, respectivamente, à organização das três classes da República. (     ) Na cidade imaginária de Platão, em todas as classes se contestam a família nuclear e a propriedade privada, fatores indispensáveis à constituição de uma comunidade ideal. (     ) Na cidade platônica, é dever do filósofo supri-la materialmente com bens duráveis e alimentos, bem como ser responsável pela sua defesa. (     ) O conceito de justiça na cidade platônica estende-se do plano político à tripartição da alma, o que significa que há justiça na República mesmo havendo classes e diferenças entre elas. (     ) O filósofo, pertencente à classe dos magistrados, é aquele cuja tarefa consiste em apresentar a ideia do Bem e ordenar os diferentes elementos das classes, produzindo a sua harmonia. Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
  9. 9. UEPA 2015
    Leia o texto para responder à questão. Platão: A massa popular é assimilável por natureza a um animal escravo de suas paixões e de seus interesses passageiros, sensível à lisonja, inconstante em seus amores e seus ódios; confiar-lhe o poder é aceitar a tirania de um ser incapaz da menor reflexão e do menor rigor. Quanto às pretensas discussões na Assembleia, são apenas disputas contrapondo opiniões subjetivas, inconsistentes, cujas contradições e lacunas traduzem bastante bem o seu caráter insuficiente. (Citado por: CHATELET, F. História das Ideias Políticas. Rio de Janeiro: Zahar, 1997, p. 17) Os argumentos de Platão, filósofo grego da antiguidade, evidenciam uma forte crítica à:
  10. 10. UNCISAL 2012
    No contexto da Filosofia Clássica, Platão e Aristóteles possuem lugar de destaque. Suas concepções, que se opõem, mas não se excluem, são amplamente estudadas e debatidas devido à influência que exerceram, e ainda exercem, sobre o pensamento ocidental. Todavia é necessário salientar que o produto dos seus pensamentos se insere em uma longa tradição filosófica que remonta a Parmênides e Heráclito e que influenciou, direta ou indiretamente, entre outros, os racionalistas, empiristas, Kant e Hegel. Observando o cerne da filosofia de Platão, assinale nas opções abaixo aquela que se identifica corretamente com suas concepções.
  11. 11. ENEM 2016
    s andróginos tentaram escalar o céu para combater os deuses. No entanto, os deuses em um primeiro momento pensam em matá-los de forma sumária. Depois decidem puni-los da forma mais cruel: dividem-nos em dois. Por exemplo, é como se pegássemos um ovo cozido e, com uma linha, dividíssemos ao meio. Desta forma, até hoje as metades separadas buscam reunir-se. Cada um com saudade de sua metade, tenta juntar-se novamente a ela, abraçando-se, enlaçando-se um ao outro, desejando formar um único ser. PLATÃO.O banquete. São Paulo: Nova Cultural, 1987.   No trecho da obra O banquete, Platão explicita, por meiode uma alegoria, o
  12. 12. UFU 2008
    Leia o trecho a seguir.   E que existe o belo em si, e o bom em si, e, do mesmo modo, relativamente a todas as coisas que então postulamos como múltiplas, e, inversamente, postulamos que a cada uma corresponde uma ideia, que é única, e chamamos-lhe a sua essência (507b-c). PLATÃO. República. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. 8ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1996. Marque a alternativa que expressa corretamente o pensamento de Platão.
  13. 13. UFU 2007
    O trecho a seguir, do diálogo platônico Fédon, concerne ao modo de aquisição do conhecimento.   “É preciso, portanto, que tenhamos conhecido a igualdade antes do tempo em que, vendo pela primeira vez objetos iguais, observamos que todos eles se esforçavam por alcançá-la, porém lhe eram inferiores.” PLATÃO. Fédon. Trad. de Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2002, p. 275, 75a. A partir do fragmento apresentado, marque a alternativa que expressa corretamente o pensamento de Platão sobre o conhecimento.
  14. 14. UFU 2005
    O trecho abaixo, que descreve o momento da origem do Kosmos, faz uma referência ao paradigma platônico das Formas.   “Outro ponto que precisamos deixar claro é saber qual dos dois modelos tinha em vista o arquiteto quando o construiu (o Kosmos): o imutável e sempre igual a si mesmo ou o que está sujeito ao nascimento? Ora, se este mundo é belo e for bom seu construtor, sem dúvida nenhuma este fixara a vista no modelo eterno; e se for o que nem se poderá mencionar, no modelo sujeito ao nascimento.” PLATÃO, Timeu. Belém: EDUFPA, 2001. (28c-29ª).   Marque a alternativa que caracteriza corretamente o modelo das Formas.
  15. 15. UFU 1999
    A opinião (doxa, em grego), no pensamento de Platão (427-347 a.C.) representa um saber sem fundamentação metódica. É um saber que possui sua origem
  16. 16. UFU 2000
    Sobre a alegoria da caverna de Platão pode-se afirmar que
  17. 17. UEL 2005
    “- Mas a cidade pareceu-nos justa, quando existiam dentro dela três espécies de naturezas, que executavam cada uma a tarefa que lhe era própria; e, por sua vez, temperante, corajosa e sábia, devido a outras disposições e qualidades dessas mesmas espécies.   - É verdade.   - Logo, meu amigo, entenderemos que o indivíduo, que tiver na sua alma estas mesmas espécies, merece bem, devido a essas mesmas qualidades, ser tratado pelos mesmos nomes que a cidade”. (PLATÃO. A república. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. 7 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1993. p. 190.)     Com base no texto e nos conhecimentos sobre a justiça em Platão, é correto afirmar:
  18. 18. UEL 2006
    “Quando é, pois, que a alma atinge a verdade? Temos de um lado que, quando ela deseja investigar com a ajuda do corpo qualquer questão que seja, o corpo, é claro, a engana radicalmente.   - Dizes uma verdade.   - Não é, por conseguinte, no ato de raciocinar, e não de outro modo, que a alma apreende, em parte, a realidade de um ser?   - Sim.   [...] - E é este então o pensamento que nos guia: durante todo o tempo em que tivermos o corpo, e nossa alma estiver misturada com essa coisa má, jamais possuiremos completamente o objeto de nossos desejos! Ora, esse objeto é, como dizíamos, a verdade.” (PLATÃO. Fédon. Trad. Jorge Paleikat e João Cruz Costa. São Paulo: Nova Cultural, 1987. p. 66-67.)     Com base no texto e nos conhecimentos sobre a concepção de verdade em Platão, é correto afirmar:
  19. 19. UEL 2008
    “Julgam, pelo contrário, descobrir ainda um dia um Atlas mais possante do que este, mais imortal e capaz de suportar o peso do mundo, sem pensarem que é o Bem o verdadeiro elo que liga entre si todas as coisas e as suporta. E no entanto, confesso, com que alegria me não teria feito discípulo fosse de quem fosse, para me instruir sobre semelhante causa e o seu modo de atuação! Mas, uma vez que esta me falhou e não pude, por minha parte, descobri-la ou achar quem ma explicasse, tive de tentar uma segunda via para lançar na sua busca.” (PLATÃO. Fédon. Tradução de Maria Teresa Schiappa de Azevedo. Brasília: Editora UNB/Imprensa Oficial, 2000. p. 86.)   De acordo com a citação e os conhecimentos sobre Platão, considere as afirmativas a seguir:   I. Platão refere-se no texto, às teorias dos pensadores anteriores com tendência a localizar a origem imperante de todas as coisas num objeto de ordem sensível.   II. Platão defende que a primeira via deve ser abandonada em benefício de uma outra que o leve em direção ao princípio supremo, o bem.   III. A segunda via tomada por Platão o conduz à conclusão de que o suprassensível impede a explicação da realidade, pois é mero fruto de nossa imaginação.   IV. Platão sustenta que o conhecimento da verdadeira causa da geração e da corrupção de todas as coisas deve ser buscado pela via da observação das imagens dos objetos.   Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas.
  20. 20. UFU 2007
    Platão (428 – 347 a.C.), discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, fundador da Academia, é até hoje um dos filósofos mais importantes da história da filosofia. Círculos culturais e intelectuais no mundo inteiro dedicam-se a estudar sua obra. Sobre o modo como Platão expressou seu pensamento, assinale a alternativa correta.  
  21. 21. UNICENTRO 2013
    A Filosofia se destina ao homem enquanto homem, ou a uma elite fechada em si mesma?
  22. 22. UNICENTRO 2013
    “Os gregos indagavam: como o erro é possível? Os modernos perguntaram: como a verdade é possível? Em outras palavras, para os modernos trata-se de compreender e explicar como os relatos mentais – nossas ideias – correspondem ao que se passa verdadeiramente na realidade.” (CHAUI, 1994, p. 115)   Diante do tema em questão, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.   ( ) Apesar dessas diferenças, os modernos retomaram o modo de trabalhar filosoficamente proposto por Sócrates, Platão e Aristóteles, qual seja, começar pelo exame das opiniões contrárias e ilusórias para ultrapassá-las em direção à verdade. ( ) Antes de abordar o conhecimento verdadeiro, Bacon e Descartes examinaram exaustivamente as causas e as formas do erro, inaugurando um estilo filosófico que permanecerá na filosofia, isto é, a análise dos preconceitos e do senso comum. ( ) Platão e Descartes afastam a experiência sensível ou o conhecimento sensível do conhecimento verdadeiro, que é puramente intelectual. ( ) Aristóteles e Locke consideram que o conhecimento verdadeiro se realiza por graus contínuos, partindo da sensação até chegar às ideias.
  23. 23. UNICENTRO 2013
    A filosofia distingue duas grandes modalidades da atividade racional realizadas pela razão subjetiva ou pelo sujeito do conhecimento: a intuição (ou razão intuitiva) e o raciocínio (ou razão discursiva). A intuição racional pode ser de dois tipos: intuição sensível ou empírica e intuição intelectual. Sobre a intuição racional, assinale a alternativa INCORRETA.
  24. 24. UNICENTRO 2013
    Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.   ( ) Entre os modernos, Marx e Engels exerceram a ironia em seu trabalho teórico. A ironia torna-se instrumento para desmistificar o modo de pensar alienado, a fim de descobrir a verdade subjacente à ordem instituída, a verdade dos oprimidos explorados e emudecidos, que mantém a sociedade em funcionamento com o fruto de seu trabalho. ( ) Machado de Assis, ao criar o personagem Brás Cubas, busca, por meio da ironia, criticar a elite burguesa carioca. Ao contrário de Sócrates, que não gozava de imunidade literária, para Brás Cubas essa imunidade não é suficiente, pois somente a morte é que lhe permite falar livremente de si e dos vivos, fazendo pouco caso do julgamento desses últimos. ( ) Montaigne, filósofo do século XVI, ao afirmar que “nem ele nem ninguém saberá nada de certo” aplica a ironia no contexto do ceticismo. Contrapõe-se às certezas da escolástica decadente e à intolerância de um período de lutas religiosas, analisando em seus Ensaios a influência de fatores pessoais, culturais e sociais na formação das opiniões. ( ) O pensamento cético pode ser encontrado tanto em Protágoras, cujas proposições relativizam todo conhecimento, como na proposição socrática “só sei que nada sei”, indicando o quanto, para Sócrates, não há certeza a respeito do conhecimento da natureza.
  25. 25. UNICENTRO 2011
    Na concepção política de Platão, é correto afirmar que a
  26. 26. UNICENTRO 2011
    O pensamento de Platão é importante para a compreensão da história do pensamento humano. Esse filósofo grego abordou temas de influência na sociedade, que se estendem até os dias atuais. Suas obras possuem um estilo literário facilmente reconhecido, os diálogos.   A partir dessas informações e dos conhecimentos sobre o pensamento de Platão, identifique com V os fragmentos de texto que correspondem a diálogos platônicos e, com F, os que não correspondem.   ( ) “Quando nasceu Afrodite, banqueteavam-se os deuses, e, entre os demais, se encontrava também o filho de Prudência, Recurso. Depois que acabaram de jantar, veio para esmolar o festim a Pobreza, e ficou à porta. Ora, Recurso, embriagado com o néctar — pois vinho não havia ainda – penetrou o jardim de Zeus e, pesado adormeceu. Pobreza então, tramando em sua falta de recurso engendrar um filho de Recurso, deita-se ao seu lado e pronto concebe o Amor”. — O Banquete ( ) “Vamos imaginar um grupo de pessoas morando numa caverna. Os moradores estão, desde sua infância, presos por correntes nas pernas e no pescoço. Assim, eles não conseguem mover-se nem virar a cabeça para trás, só podem ver o que se passa a sua frente. A luz que chega ao fundo da caverna vem de uma fogueira que fica sobre um monte atrás dos prisioneiros, lá fora. Entre esse fogo e os moradores da caverna, existe um caminho, com um pequeno muro, semelhante ao tabique atrás do qual os apresentadores de fantoches se colocam para exibir seus bonecos ao público”. — A República ( ) “Mas então a alma, que é invisível e que se dirige para outro lugar, um lugar que lhe é semelhante, lugar nobre, lugar puro, lugar invisível”. — Fédon ( ) “Não devemos seguir os que nos aconselham a ocupar-nos com coisas humanas, visto que somos homens e, com coisas mortais, visto que somos mortais. Mas, na medida em que isso for possível, procuremos tonar-nos imortais e envidar todos os esforços para viver com que há de melhor em nós”. — Ética a Nicômaco, Livro X   A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
  27. 27. UEL 2003
    Leia o texto, que se refere à idéia de cidade justa de Platão. “Como a temperança, também a justiça é uma virtude comum a toda a cidade. Quando cada uma das classes exerce a sua função própria, ‘aquela para a qual a sua natureza é a mais adequada’, a cidade é justa. Esta distribuição de tarefas e competências resulta do fato de que cada um de nós não nasceu igual ao outro e, assim, cada um contribui com a sua parte para a satisfação das necessidades da vida individual e coletiva. (...) Justiça é, portanto, no indivíduo, a harmonia das partes da alma sob o domínio superior da razão; no estado, é a harmonia e a concórdia das classes da cidade.” (PIRES, Celestino. Convivência política e noção tradicional de justiça. In: BRITO, Adriano N. de; HECK, José N. (Orgs.). Ética e política. Goiânia: Editora da UFG, 1997. p. 23.)   Sobre a cidade justa na concepção de Platão, é correto afirmar:
  28. 28. UEL 2003
    “Você está acompanhando, Sofia? E agora vem Platão. Ele se interessava tanto pelo que é eterno e imutável na natureza quanto pelo que é eterno e imutável na moral e na sociedade. Sim... para Platão tratava-se, em ambos os casos, de uma mesma coisa. Ele tentava entender uma ‘realidade’ que fosse eterna e imutável. E, para ser franco, é para isto que os filósofos existem. Eles não estão preocupados em eleger a mulher mais bonita do ano, ou os tomates mais baratos da feira. (E exatamente por isso nem sempre são vistos com bons olhos). Os filósofos não se interessam muito por essas coisas efêmeras e cotidianas. Eles tentam mostrar o que é ‘eternamente verdadeiro’, ‘eternamente belo’ e ’eternamente bom’.” (GAARDER, Jostein. O mundo de Sofia. Trad. de João Azenha Jr. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. p. 98.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria das idéias de Platão, assinale a alternativa correta.
  29. 29. UEL 2003
    “Se chegasse à nossa cidade um homem aparentemente capaz, devido à sua arte, de tomar todas as formas e imitar todas as coisas, ansioso por se exibir juntamente com os seus poemas, prosternávamo-nos diante dele, como de um ser sagrado, maravilhoso, encantador, mas dir-lhe-íamos que na nossa cidade não há homens dessa espécie, nem sequer é lícito que existam, e mandá-lo-íamos embora para outra cidade, depois de lhe termos derramado mirra sobre a cabeça e de o termos coroado de grinaldas.” (PLATÃO. A República. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. 7. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1993. p. 125.)   Com base no texto e nos conhecimentos sobre a arte em Platão, é correto afirmar:
  30. 30. UEMA 2008
    Através dos discursos proferidos por Fedro Pausânias, Erixímaco (o médico), Aristófanes (o poeta), Sócrates e seu discípulo Agatão, Platão discorre sobre o belo, a amizade, o amor, representado pelo deus Eros, em O Banquete. Platão, na interpretação mais típica e aceita dessa obra, encerra uma problematização de natureza
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