PUCPR 2004

Leia o texto a seguir: 

Com uma numerosa mão de obra disponível e com vastas terras a serem desbravadas, atravessando o rio Itararé, a frente agrícola transpôs o limite dos séculos - XIX para o XX - e dos estados - de São Paulo para o Paraná. Os vermelhos e férteis solos do norte paranaense se revelavam, à medida que se derrubava a floresta tropical e se plantavam os pés que geravam a riqueza e um rápido povoamento rural e urbano. Fazendas e cidades brotavam lado a lado no norte pioneiro.
Mas a marcha não podia cessar era o ouro verde do país que estava sendo colhido. As margens do Tibagi foram atravessadas e o novo norte trocava suas matas pela agricultura, pelas cidades e pela sensação de progresso. Nascem tímidas, mas crescem irrequietas, Londrina, depois Maringá. Na metade do século XX, o noroeste, o último cantinho, o fim da linha no norte paranaense, também teve a sua hora e a nova civilização agrícola e urbana definitivamente se instalava nesses sertões do Paraná.

A frente agrícola que motivou o povoamento do norte do Paraná nas primeiras décadas do século XX foi:

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