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  1. 31

    UNEMAT 2010

    Leia atentamente os enunciados. I – O juiz julgou prioritária a questão. II – O juiz julgou a questão prioritária. Sobre a relação de sentidos entre eles, assinale a alternativa incorreta.

  2. 32

    UFRR 2016

    O que pensam os brasileiros sobre os índios brasileiros   Historicamente os índios têm sido objeto de múltiplas imagens e conceituações por parte dos não-índios e, em consequência, dos próprios índios, marcadas profundamente por preconceitos e ignorância. Desde a chegada dos portugueses e outros europeus que por aqui se instalaram, os habitantes nativos foram alvo de diferentes percepções e julgamentos quanto às características, aos comportamentos, às capacidades e à natureza biológica e espiritual que lhes são próprias. Alguns religiosos europeus, por exemplo, duvidavam que os índios tivessem alma. Outros não acreditavam que os nativos pertencessem à natureza humana pois, segundo eles, os indígenas mais pareciam animais selvagens. Estas são algumas maneiras diferentes de como “os brancos” concebem a totalidade dos povos indígenas a partir da visão etnocêntrica predominante no mundo ocidental europeu.   Dessa visão limitada e discriminatória, que pautou a relação entre índios e brancos no Brasil desde 1500, resultou uma série de ambiguidades e contradições ainda hoje presentes no imaginário da sociedade brasileira e dos próprios povos indígenas. A sociedade brasileira majoritária, permeada pela visão evolucionista da história e das culturas, continua considerando os povos indígenas como culturas em estágios inferiores, cuja única perspectiva é a integração e a assimilação à cultura global. Os povos indígenas, com forte sentimento de inferioridade, enfrentam duplo desafio: lutar pela autoafirmação identitária e pela conquista de direitos e de cidadania nacional e global. LUCIANO, Gersem dos Santos. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: MEC/SECAD; LACED/Museu Nacional, 2006. 233p. (Coleção Educação Para Todos. Série Vias dos Saberes n. 1.      A partir do texto, assinale a alternativa INCORRETA: 

  3. 33

    FUVEST 2014

    A civilização  “pós-moderna”  culminou  em  um progresso inegável, que não foi percebido antecipadamente, em  sua  inteireza.  Ao  mesmo  tempo,  sob  o  “mau  uso”  da ciência, da tecnologia e da capacidade de invenção nos precipitou na miséria moral inexorável. Os que condenam a ciência, a tecnologia e a invenção criativa por essa miséria ignoram os desafios que explodiram com o capitalismo monopolista de sua terceira fase. Em  páginas  secas  premonitórias,  E.   Mandel* apontara tais riscos. O “livre jogo do mercado” (que não é e nunca foi “livre”) rasgou o ventre das vítimas: milhões de seres humanos nos países ricos e uma  carrada  maior de milhões nos países pobres. O centro acabou fabricando a sua periferia intrínseca e   apossou-se, como não sucedeu nem sob o regime colonial direto, das outras periferias externas, que abrangem quase todo o “resto do mundo”. Florestan Fernandes, Folha de S. Paulo, 27/12/1993. (*) Ernest Ezra Mandel (1923/1995): economista e militante político belga. No trecho “nos precipitou  na  miséria  moral  inexorável”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por

  4. 34

    Espcex (Aman) 2015

    Assinale a alternativa em que há o correto emprego da palavra sublinhada.

  5. 35

    UEG 2004

    Leia atentamente o texto abaixo.     — Nem eu te digo outra coisa. É difícil, come tempo, muito tempo, leva anos, paciência, trabalho e felizes os que chegam a entrar na terra prometida! Os que lá não penetram, engole-os a obscuridade. Mas os que triunfam! E tu triunfarás, crê-me. Verás cair as muralhas de Jericó ao som das trompas sagradas. Só então poderás dizer que está fixado. Começa nesse dia a tua fase de ornamento indispensável, de figura obrigada, de rótulo. Acabou a necessidade de farejar ocasiões, comissões, irmandades; elas virão ter contigo, com seu ar pesadão e cru de substantivos desajetivados, e tu serás o adjetivo dessas orações opacas, o odorífero das flores, o anilado dos céus, o prestimoso dos cidadãos, o noticioso e suculento dos relatórios. E ser isso é ser o principal, porque o adjetivo é a alma do idioma, a sua porção idealista e metafísica. O substantivo é a realidade nua e crua, é o naturalismo do vocabulário.   ASSIS, Machado de. Teoria do medalhão. In: –.Contos. São Paulo: FTD. 2002.   O trecho acima foi retirado do conto “Teoria do medalhão”, cujo enredo consiste em o pai ensinar ao filho, que completa 21 anos, como tornar-se um medalhão.   Com base nesse trecho, julgue as proposições a seguir.     I. A afirmação de que o adjetivo “é a alma do idioma, a sua porção idealista e metafísica” mostra a refinada e recorrente ironia machadiana, uma vez que o apreço pelos adjetivos é comum aos escritores românticos e não a Machado de Assis, cuja característica peculiar é justamente um estilo sóbrio e conciso, livre de ornamentos e excessos de adjetivos. II. Considerando-se as metáforas do adjetivo e do substantivo, exploradas no texto como um modo de ser, percebe-se o propósito do pai de aconselhar o filho a cultivar valores da aparência, se se considerar que, na maioria das vezes, o adjetivo tem valor acessório numa oração. III. Os adjetivos sublinhados no trecho são um exemplo do virtuosismo estilístico e técnico do autor, uma vez que, embora tenham o sentido de adjetivos, estão aí empregados com a função de substantivos e, dessa forma, são termos principais, ornamentos indispensáveis. IV. No trecho, as metáforas “substantivos desajetivados” e “orações opacas” dizem respeito aos referentes “o odorífero das flores, o anilado dos céus, o prestimoso dos cidadãos, o noticioso e suculento dos relatórios.”   Assinale a alternativa CORRETA:    

  6. 36

    ITA 2014

    Não há hoje no mundo, em qualquer domínio de atividade artística, um artista cuja arte contenha maior universalidade que a de Charles Chaplin. A razão vem de que o tipo de Carlito é uma dessas criações que, salvo idiossincrasias muito raras, interessam e agradam a toda a gente. Como os heróis das lendas populares ou as personagens das velhas farsas de mamulengo. [...]   Certa vez que Carlito trocou por outras as botinas escarrapachadas e a clássica cartolinha, o público não achou graça: estava desapontado. Chaplin eliminou imediatamente a variante. Sentiu com o público que ela destruía a unidade física do tipo. Podia ser jocosa também, mas não era mais Carlito.   Note-se que essa indumentária, que vem dos primeiros filmes do artista, não contém nada de especialmente extravagante. Agrada por não sei quê de elegante que há no seu ridículo de miséria. Pode-se dizer que Carlito possui o dandismo do grotesco. [...]   Essas reflexões me acudiram ao espírito ao ler umas linhas da entrevista fornecida a Florent Fels pelo pintor Pascin, búlgaro naturalizado americano. Pascin não gosta de Carlito e explicou que uma fita de Carlito nos Estados Unidos tem uma significação muito diversa da que lhe dão fora de lá. Nos Estados Unidos Carlito é o sujeito que não sabe fazer as coisas como todo mundo, que não sabe viver como os outros, não se acomoda em meio algum, – em suma um inadaptável. O espectador americano ri satisfeito de se sentir tão diferente daquele sonhador ridículo. É isto que faz o sucesso de Chaplin nos Estados Unidos. Carlito com as suas lamentáveis aventuras constitui ali uma lição de moral para educação da mocidade no sentido de preparar uma geração de homens hábeis, práticos e bem quaisquer!   Por mais ao par que se esteja do caráter prático do americano, do seu critério de sucesso para julgamento das ações humanas, do seu gosto pela estandardização, não deixa de surpreender aquela interpretação moralista dos filmes de Chaplin. Bem examinadas as coisas, não havia motivo para surpresa. A interpretação cabe perfeitamente dentro do tipo e mais: o americano bem verdadeiramente americano, o que veda a entrada do seu território a doentes e estropiados, o que propõe o pacto contra a guerra e ao mesmo tempo assalta a Nicarágua, não poderia sentir de outro modo. [...] (Em: BANDEIRA, M. Crônicas da Província do Brasil. 1937.)   Considere os enunciados abaixo, atentando para as palavras em negrito.   I. Não há hoje no mundo, em qualquer domínio de atividade artística, um artista cuja arte contenha maior universalidade que a de Charles Chaplin.  II. Agrada por não sei quê de elegante que há no seu ridículo de miséria. III. [...] uma fita de Carlito nos Estados Unidos tem uma significação muito diversa da que lhe dão fora de lá. IV. A interpretação cabe perfeitamente dentro do tipo e mais: o americano bem verdadeiramente americano, o que veda a entrada do seu território a doentes e estropiados, [...]    As palavras em negrito têm valor de adjetivo

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