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Exercícios de Formação de Palavras e Análise Morfológica

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  1. 1. Espcex (Aman) 2014
    São palavras primitivas:
  2. 2. UNIFOR 2003
    A série em que todas as palavras têm o mesmo radical é
  3. 3. PUC-PR
    Na palavra infelizmente temos três partes com um significado próprio: in, feliz e mente. Assinale a alternativa em que todos os elementos constituem partes significativas da palavra desigualdades:
  4. 4. PUC 2003
    ATEMOYA É um hibrido da fruta-do-conde ('Annona squamosa') com outra variedade do mesmo gênero a cherimoya ('Annona cherimolia'), originária dos Andes. O primeiro cruzamento foi feito em 1908 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em Miami. As frutas resultantes receberam o nome de atemoya, uma combinação de "ate", nome mexicano da fruta-do-conde, e "moya" de cherimoya. Passado quase um século, a atemoya ainda é desconhecida da maioria dos brasileiros. No país, as primeiras mudas foram plantadas em Taubaté, nos anos 60. As variedades cultivadas aqui são em especial a Thompson, a Genifer e a African Pride. É plantada em São Paulo, sul de Minas, norte do Paraná, Espírito Santo e Rio de Janeiro. E cultivada em grande escala no Chile. Também a produzem Estados Unidos, lsrael, Austrália e Nova Zelândia. [...] Os frutos, cônicos ou em forma de coração, em geral têm 10 centimetros de comprimento por 9,5 de largura. Sua casca continua verde mesmo depois de maduros. A polpa, dividida em segmentos e com poucas sementes, é branca, perfumada, cremosa, macia, com textura fina. [...] O sabor da atemoya lembra papaia, banana, manga, maracujá, limão e abacaxi, com consistência de sorvete, o que faz dela uma sobremesa pronta. Com sua polpa se preparam os mesmos pratos feitos com cherimoya: musses, sorvetes, recheios para tortas, salada de fruta. Pode ser ingrediente de bebidas como coquetel de frutas e drinques. (Neide Rigo, nutricionista. CARAS, 13 set. 2002). Recheio, fruta-do-conde e cruzamento - palavras retiradas do texto - passaram, respectivamente, pelos seguintes processos de formação:
  5. 5. UEL 1996
    Indique a alternativa em que o sufixo NÃO dá à palavra o sentido de RESULTADO DE UMA AÇÃO.
  6. 6. UFPE 2005
    Em "continuará DESATIVADO o canal povo-rainha", a palavra em destaque é formada com o acréscimo de um prefixo que expressa negação ou privação, como em:
  7. 7. PUC-RJ
    Assinale a alternativa em que todos os itens são formados a partir de um verbo.
  8. 8. IBMEC-SP 2009
    Em "...o sufixo "ismo" (que remete a doenças)...", mostra-se o papel desse elemento na produção de efeitos de sentido. Nas alternativas a seguir, o sufixo "ismo" tem sentido pejorativo, o que confirma o comentário do autor, EXCETO em:
  9. 9. FGV 2007
    Pastora de nuvens, fui posta a serviço por uma campina tão desamparada que não principia nem também termina, e onde nunca é noite e nunca madrugada. (Pastores da terra, vós tendes sossego, que olhais para o sol e encontrais direção. Sabeis quando é tarde, sabeis quando é cedo. Eu, não.) Esse trecho faz parte de um poema de Cecília Meireles, intitulado Destino, uma espécie de profissão de fé da autora. A palavra "desamparada" é formada por
  10. 10. Espcex (Aman) 2014
    Ao se alistar, não imaginava que o combate pudesse se realizar em tão curto prazo, embora o ribombar dos canhões já se fizesse ouvir ao longe. Quanto ao processo de formação das palavras sublinhadas, é correto afirmar que sejam, respectivamente, casos de
  11. 11. Espcex (Aman) 2013
    Assinale a alternativa em que todas as palavras são formadas por prefixos com significação semelhante.
  12. 12. IBMEC-SP 2009
    ÁRIES (21 mar. a 20 abr.) Lunação em signo complementar destaca importância das relações em sua vida nas próximas semanas. Cuide de sua rede social, mostre-se atencioso com as pessoas. Seu sucesso é resultado disso também e agora essa questão tem importância suprema. Cultive o tato. (Folha de S. Paulo, Ilustrada, Astrologia, Barbara Abramo, 29 set. 2008.) "Lunação", "atencioso" e "cultivo" surgem pelos mesmos processos de formação de palavras existentes, respectivamente, em:
  13. 13. Espcex (Aman) 2014
    A alternativa que apresenta vocábulo onomatopaico é: 
  14. 14. ESPM 2013
    Assinale o item em que o par de prefixos grifados não possua equivalência de significado:
  15. 15. UFSM 2015
    A lenda da mandioca (lenda dos índios Tupi)   Nasceu uma indiazinha linda, e a mãe e o pai tupis espantaram-se: – Como é 7branquinha 1esta criança! E era mesmo. Perto dos outros curumins da taba, parecia um raiozinho de lua. Chamaram-na Mani. Mani era 2linda, 8silenciosa e 3quieta. Comia 4pouco e pouco bebia. Os pais preocupavam-se. – Vá brincar, Mani, dizia o pai. – Coma um 5pouco mais, dizia a mãe. Mas a menina continuava quieta, cheia de sonhos na cabecinha. Mani parecia esconder um mistério. Uma bela manhã, não se levantou da rede. O pajé foi chamado. Deu ervas e bebidas a menina. Mas não atinava com o que tinha Mani. Toda a tribo andava triste. Mas, deitada em sua rede, Mani sorria, sem doença e sem dor. E sorrindo, Mani morreu. Os pais a enterraram dentro da própria oca. E regavam sua cova todos os dias, como era costume entre os índios Tupis. Regavam com lágrimas de saudade. Um dia perceberam que do túmulo de Mani rompia uma plantinha verde e viçosa. – Que planta será esta? Perguntaram, admirados. Ninguém a conhecia. – É melhor deixá-la crescer, resolveram os índios. E continuaram a regar o 9brotinho mimoso. A planta desconhecida crescia depressa. 6Poucas luas se passaram, e ela estava altinha, com um caule forte, que até fazia a terra se rachar em torno. – A terra parece fendida, comentou a mãe de Mani. – Vamos cavar? E foi o que fizeram. Cavaram pouco e, à flor da terra, viram umas raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que dão aos meninos índios. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a polpa branquinha, quase da cor de Mani. Da oca de terra de Mani surgia uma nova planta! – Vamos chamá-la 10Mani-oca, resolveram os índios. – E, para não deixar que se perca, vamos transformar a planta em alimento! Assim fizeram! Depois, fincando outros ramos no chão, fizeram a primeira plantação de mandioca. Até hoje entre os índios do Norte e Centro do Brasil é este um alimento muito importante. E, em todo Brasil, quem não gosta da plantinha misteriosa que surgiu na casa de Mani? Fonte: GIACOMO, Maria T. C. de. Lendas brasileiras, n. 7, 2. ed. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1977. (adaptado)   Assinale V na(s) afirmativa(s) verdadeira(s) e F na(s) falsa(s).   (     ) O texto se estrutura em estágios típicos da narrativa, dentre os quais está a complicação, iniciada no momento em que Mani não se levantou da rede. (     ) No estágio de orientação da narrativa, a personagem principal é representada por meio de um nome próprio e adjetivos que descrevem sua aparência, como “linda” (ref. 2) e “branquinha” (ref. 7), e seu comportamento, como “silenciosa” (ref. 8) e “quieta” (ref. 3). (     ) Palavras como “brotinho” (ref. 9) e “branquinha” (ref. 7) contribuem para estabelecer semelhanças entre a planta então desconhecida e Mani, ao mesmo tempo em que o emprego dos sufixos indicadores de diminutivo corroboram a representação de delicadeza e sensibilidade. (     ) Ao nomearem a nova planta de “Mani-oca” (ref. 10), os índios utilizaram o processo de formação de palavras por derivação prefixal.   A sequência correta é
  16. 16. UEFS 2015
    Prática cotidiana da intimidação Não faz muito tempo, vi dois meninos sendo interpelados abruptamente pela polícia, não nas avenidas movimentadas que trazem e levam a população trabalhadora que mora nas periferias. Ao contrário, estava sentada numa praça situada num elegante bairro dos Jardins, e a cena, a despeito de ir se tornando corriqueira, causou enorme incômodo. Gritos, pequenos empurrões, o uso ostensivo de lanternas (em plena luz do dia) em busca de um suposto objeto atirado na grama, a obrigatoriedade de baixar os olhos… enfim, toda uma engenharia da humilhação foi montada e bem ao lado de gangorras e balanças. Para concluir o espetáculo, três viaturas da polícia apareceram, com suas sirenes a toda, e trataram de “liberar o local”. Diante dessas situações-limite é difícil reagir frente à precariedade da cidadania de certos grupos ou da segregação internalizada que nossos bairros mais centrais carregam, silenciosamente. É nesses momentos, quando a regra democrática é suspensa, que nos sentimos, de alguma maneira, inconfortáveis diante do que mais parece uma aberta demonstração de cumplicidade. Sim, pois por mais que o ritual fosse claramente violento, a saída de todos nós que ali estávamos foi de um profundo e constrangedor silêncio, inclusive desta que aqui escreve. A violência do outro dói, mas dói também o reconhecimento da impotência e da aceitação desse tipo de ato, que já se transformou em “natural”. O sentimento de culpa e de impotência nos assola e levaria a uma reação caso não fôssemos pessoas acostumadas, a longa data, a esse tipo de socialização. Construir sociedades plurais no lugar de defender a homogeneidade; valorizar os espaços públicos em vez de gradeá-los; ampliar espaços de encontro das diferenças, em vez de inibi-los, são motivações que fazem parte de uma agenda cidadã e republicana. Não se constrói cidadania entre muros, com a disseminação de políticas de medo e abrindo mão de responsabilidades públicas. Assumir o lugar de atores sociais é, de alguma maneira, opor-se a saídas teleológicas, que definem o futuro como um lugar sempre redentor. Os desafios estão no presente, o que implica propor alternativas, pressionar o Estado e agir coletivamente. SCHWARCZ, Lilia Katri Moritz. Prática cotidiana da intimidação. Disponível em: http://interessenacional.uol.com.br/index.php/edicoesrevista/a-culpa-e-sempre-dos-outros. Acesso em: 5 nov. 2014.   Quanto à análise linguística dos elementos presentes na tessitura do texto, é correto afirmar:
  17. 17. UEMS 2010
    Considere os fragmentos da obra “Livro sobre nada”, para responder à questão.     I "...As coisas tinham para nós uma desutilidade poética. Nos fundos do quintal era riquíssimo o nosso dessaber. A gente inventou um truque para fabricar brinquedos com palavras..."     II   “o pai morava no fim de um lugar. Aqui é lacuna de gente _ ele falou: Só quase que tem bicho andorinha e árvore. Quem aperta o botão do amanhecer é o arãquã. Um dia apareceu por lá um doutor formado: cheio de suspensórios e ademanes. Na beira dos brejos gaviões-caranguejeiros comiam caranguejos. E era mesma distância entre as rãs e a relva. A gente brincava com terra. O doutor apareceu. Disse: Precisam de tomar anquilostomina. Perto de nós sempre havia uma espera de rolinhas. O doutor espantou as rolinhas.”       Em referência aos fragmentos apresentados, pode-se afirmar que   I. apresentam exercícios poéticos “descoisificando” o mundo, buscando uma nova forma de organizá-lo. Nos versos, ocorrem neologismos e combinações de palavras que invertem os significados com sentido novo e “desútil”. II. mostram o poeta com postura de uma criança que percebe o mundo grandiosamente, fato que não ocorre com o personagem “doutor”, que perde a noção desse mundo. III. apresentam perfeita conformidade com os modelos poéticos vigentes no Modernismo de 22, especialmente no que se refere ao aspecto nacionalista.  
  18. 18. FASEH 2013
    Ler é uma revolução cerebral Por Mariana Sgarioni Em Os Neurônios da Leitura (editora Penso, 2012, 372 páginas), o matemático e neurocientista francês Stanilas Dehaene, diretor da Unidade de Neuroimagem Cognitiva, de Paris, mostra que pesquisas da Psicologia Cognitiva Experimental comprovaram o centro de reconhecimento da palavra escrita no cérebro.   Dehaene é professor no Collège de France e membro da Academia Francesa de Ciência. Seus primeiros trabalhos foram voltados ao estudo sobre a maneira com que o órgão funciona no consciente e no inconsciente. O cientista sugere que a Pedagogia e a Psicologia busquem beneficiar-se dos estudos da neurociência para criar métodos de ensino mais eficazes.    Nesta entrevista, o francês defende que tal descoberta questiona metodologias de ensino que transformam o aluno numa máquina de soletrar, incapaz de dar atenção ao significado.    O senhor diz que a leitura causa reviravolta nas funções cerebrais preexistentes. Por quê? Em primeiro lugar, gostaria de lembrar que a leitura é uma das várias atividades que o homem criou nos últimos milhares de anos. E trata-se de uma das mais recentes. A escrita nasceu há uns 5.400 anos e o alfabeto propriamente dito não tem mais de 3.800 anos. Nos termos da evolução humana, esse tempo é mínimo. Nosso genoma ainda não teve tempo de se alterar para dar conta de desenvolver um cérebro adaptado à leitura. Por isso, afirmo que o ato de ler é uma revolução: porque, mesmo sem termos esta capacidade, o estudo de imagens cerebrais nos mostra que adquirimos mecanismos extremamente requintados, exigidos pelas operações da leitura.    Como isso acontece em nosso cérebro? Temos uma plasticidade sináptica desde que nascemos até a idade adulta. É ela que faz uma reconversão parcial da arquitetura do nosso córtex visual de primatas para reconhecer letras e palavras. Aprender a ler possibilita uma conversão de redes de neurônios, inicialmente dedicadas ao reconhecimento visual dos objetos. Embora não exista uma área préprogramada para a leitura, podemos localizar diversos setores do córtex cerebral como responsáveis pela atividade. Um setor está em contato com as entradas visuais; outro codifica estas entradas com precisão espacial; outro integra as entradas de uma vasta região da retina, e assim sucessivamente. É no córtex que estão os neurônios mais adaptados à tarefa da leitura. Mais especificamente, no córtex occipitotemporal esquerdo. No entanto, se no curso da aprendizagem, por alguma razão, esta região não estiver disponível, então a região simétrica do hemisfério direito entra em jogo.   O cérebro é tão plástico que é capaz de se transformar e atender a qualquer necessidade? Não. Há a teoria, aliás, revisitada por inúmeros pesquisadores, que adere a um modelo que eu chamo de plasticidade generalizada e relativismo cultural. Segundo ela, o cérebro seria tão flexível e maleável que não restringiria em nada a amplitude das atividades humanas. Diferentemente de outras espécies, inclusive, ele seria capaz de absorver toda forma de cultura. Pretendo mostrar em meu livro que dados recentes da imagem cerebral e da Neuropsicologia recusam esse modelo simplista. Ao examinar a organização cerebral dos circuitos da leitura, vemos que é falsa a ideia de um cérebro virgem, infinitamente maleável, capaz de absorver todos os dados de sua cultura. Entretanto, somos capazes de atividades extraordinárias, como ler. Sim, nosso cérebro é evidentemente capaz de aprender. Porém, essa capacidade é limitada. Em todos os indivíduos do mundo, não importa a cultura ou o idioma, a mesma região cerebral - com diferenças mínimas - é ativada para decifrar palavras escritas. Minha hipótese é diferente desta do relativismo. Proponho o que chamo de "reciclagem neuronal".    De acordo com essa hipótese, acredito que a arquitetura do nosso cérebro é construída com bases fortes genéticas. Mesmo assim, os sentidos do nosso córtex visual possuem uma margem de adaptação, uma vez que a evolução nos dotou de certa plasticidade e capacidade de aprendizagem. Isso quer dizer que os mesmos neurônios que reconhecem rostos ou corpos podem desviar-se de suas preferências e responder a objetos ou formas artificiais, como as letras. Nosso cérebro se adapta ao ambiente cultural não respondendo cegamente a tudo o que lhe é imposto. Ele converte a outro uso suas disposições já presentes. Ele faz o novo com o velho. O cérebro não evoluiu para a escrita. Foi a escrita que evoluiu para nosso cérebro. Examine com atenção os sistemas de escrita. Eles revelam numerosos traços em comum: todos os sistemas, sem exceção, incluindo aí os caracteres chineses, usam um pequeno repertório de base, cuja combinação gera sons, sílabas e palavras. Essa organização se ajusta à hierarquia das nossas áreas corticais, cujos neurônios reconhecem unidades de tamanho e invariância crescentes. O tamanho e a posição dos caracteres também correspondem à nossa capacidade de visualização e retenção. Entrevista disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/87/ler-e-uma-revolucao-cerebral-276200-1.asp Acesso em: 4 jun.2013. [Fragmento]     Os prefixos são morfemas colocados antes dos radicais com a finalidade de modificar o sentido das palavras; raramente esses morfemas produzem mudança de classe gramatical. Observe os seguintes fragmentos do texto.   I. “O senhor diz que a leitura causa reviravolta” [...]. II. “É ela que faz uma reconversão parcial da arquitetura do nosso córtex” [...]. III. “Há a teoria, aliás, revisitada por inúmeros pesquisadores” [...]. IV. “Proponho o que chamo de ‘reciclagem neuronal’".   O prefixo re está presente nas palavras dos itens
  19. 19. Espcex (Aman) 2015
    Assinale a opção em que todas as palavras correspondem à mesma origem.
  20. 20. PUC-GO 2016
    Queimada À fúria da rubra língua do fogo na queimada envolve e lambe o campinzal estiolado em focos fenos sinal. É um correr desesperado de animais silvestres o que vai, ali, pelo mundo incendiado e fundo, talvez, como o canto da araponga nos vãos da brisa! Tambores na tempestade [...] E os tambores e os tambores e os tambores soando na tempestade, ao efêmero de sua eterna idade. [...] Onde? Eu vos contemplo à inércia do que me leva ao movimento de naufragar-me eternamente na secura de suas águas mais à frente! Ó tambores ruflai sacudi suas dores! Eu que não me sei não me venho por ser busco apenas ser somenos no viver, nada mais que isso! (VIEIRA, Delermando. Os tambores da tempestade. Goiânia: Poligráfica, 2010. p. 164, 544, 552.) Sobre a palavra “somenos”, presente nos versos finais do fragmento do poema “Tambores na tempestade”, assinale a alternativa correta:
  21. 21. UNAMA 2007
    A estrutura do vocábulo erudito antropofagia revela o seguinte processo de formação vocabular:
  22. 22. UFAM 2009
    Assinale a opção em que todas as palavras são compostas por aglutinação:
  23. 23. UFAM 2009
    Assinale a opção em que todos os vocábulos são parassintéticos:
  24. 24. UFAM 2009
    Assinale a opção em que todos os vocábulos contêm vogal ou consoante de ligação:
  25. 25. FUVEST 2001
    Só os roçados da morte compensam aqui cultivar, e cultivá-los é fácil: simples questão de plantar; não se precisa de limpa, de adubar nem de regar; as estiagens e as pragas fazem-nos mais prosperar; e dão lucro imediato; nem é preciso esperar pela colheita: recebe-se na hora mesma de semear. NETO, João Cabral de Melo. Morte e vida severina.   Observa-se mesmo processo de formação da palavra sublinhada em
  26. 26. UNICAMP 2014
    A sobrevivência dos meios de comunicação tradicionais demanda foco absoluto na qualidade de seu conteúdo. A internet é um fenômeno de desintermediação. E que futuro aguardam os meios de comunicação, assim como os partidos políticos e os sindicatos, num mundo desintermediado? Só nos resta uma saída: produzir informação de alta qualidade técnica e ética. Ou fazemos jornalismo de verdade, fiel à verdade dos fatos, verdadeiramente fiscalizador dos poderes públicos e com excelência na prestação de serviços, ou seremos descartados por um consumidor cada vez mais fascinado pelo aparente autocontrole da informação na plataforma virtual. FRANCO, Carlos Alberto di. Democracia demanda jornalismo independente. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 out. 2013, p. A2. A palavra desintermediação é formada pelo(s) processo(s) de:
  27. 27. UEL 2012
    A DILMA NÃO É LULODEPENDENTE “Vinde a mim vós todos que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” Cristão de boa cepa – já quis até ser padre –, o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, continua com o hábito de escolher, matinalmente, o versículo do dia. O da quarta-feira, 27 de julho, era este de Mateus 11, 28-30. Oprimido ele não está, mas o cansaço não dá para esconder. “Isso aqui não para”, disse logo depois de voltar de mais uma reunião “com a Dilma”. É como ele a trata, alternando com o “presidenta” quando acha mais adequado. “Eu chamo mais ela de Dilma que chamava o Lula de Lula. O Lula gostava muito que a gente o chamasse de presidente”. Aos 60 anos, o ex-seminarista, ex-sindicalista e ex-dirigente do PT quer ser ex-ministro no fim deste mandato, “se a presidenta quiser que eu fique até lá”.   Com relação aos recursos linguísticos utilizados no texto, considere as afirmativas a seguir. I. A frase “oprimido ele não está, mas o cansaço não dá para esconder” mantém uma relação de intertextualidade com o versículo que inicia o texto. II. Tanto no trecho “o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência,” quanto no trecho “continua com o hábito de escolher, matinalmente, o versículo do dia”, as vírgulas separam o sujeito do aposto. III. Em “aos 60 anos, o ex-seminarista, ex-sindicalista e ex-dirigente do PT quer ser ex-ministro no fim deste mandato”, o autor utiliza vírgulas, pois se trata de uma enumeração. IV. A expressão “lulodependente”, do título do texto, é um neologismo.   Assinale a alternativa correta.  
  28. 28. UEL 2011
    A questão refere-se ao romance O outro pé da sereia, de Mia Couto. A crítica literária tem aproximado o moçambicano Mia Couto do brasileiro Guimarães Rosa, em particular pelo fato de ambos empregarem neologismos em suas obras. No trecho “as mãos calosas, de enxadachim”, extraído do conto “Fatalidade”, de autoria do autor brasileiro, o neologismo “enxadachim” é construído pelo mesmo processo de formação de palavras utilizado pelo autor moçambicano para a criação de
  29. 29. UEL 2010
    VESTIBULAR Vestibular, aquilo que o Ministério da Educação estuda agora extinguir, é um brasileirismo para algo que em Portugal costuma ser chamado de exame de acesso à universidade. Trata-se de um adjetivo que se substantivou, num processo semelhante ao que ocorreu com celular, qualificativo de telefone, que tenta – e na maioria das vezes consegue – expulsar a palavra principal de cena sob uma pertinente alegação de redundância, tomando para si o lugar de substantivo. Pois o exame vestibular, de tão consagrado no vocabulário de gerações e gerações de estudantes brasileiros que perderam o sono por causa dele, acabou conhecido como vestibular só. E qualquer associação remota com a palavra que está em sua origem – vestíbulo – se perdeu nesse processo.          Quando ainda era claramente um adjetivo, ficava mais fácil perceber a metáfora que, com certa dose de pernosticismo, levou a palavra vestibular a ser escolhida para qualificar o processo de seleção de candidatos ao ensino superior. Vestíbulo (do latim vestibulum) é, na origem, um termo de arquitetura que significa pórtico, alpendre ou pátio externo, mas que pode ser usado também, em sentido mais amplo, para designar um átrio, uma antessala, qualquer cômodo ou ambiente de passagem entre a porta de entrada e o corpo principal de uma casa, apartamento, palácio ou prédio público. Para quem prefere uma solução anglófona, estamos falando de hall ou lobby.   Como é um ambiente de transição entre o lado de fora e o lado de dentro, vestíbulo ganhou ainda por extensão, em anatomia, o sentido de “cavidade que dá acesso a um órgão oco” (Houaiss). Antes de ser admitido no vocabulário da educação, “sistema vestibular” já tinha aplicação na linguagem médica como nome dos pequenos órgãos situados na entrada do ouvido interno, responsáveis por nosso equilíbrio. Adaptado de: RODRIGUES, S. Vestibular. Disponível em: http://revistadasemana.abril.uol.com.br/edicoes/81/palavradasemana/materia_palavradasemana_431845.shtml>. Acesso em: 6 jun. 2009.   Com base no texto, considere as afirmativas a seguir:   I. Ao afirmar que vestibular é um brasileirismo, o autor se posiciona contrariamente à sua extinção pelo Ministério da Educação. II. O autor não condena o uso do estrangeirismo “lobby” no lugar do brasileirismo “vestibular”. III. O adjetivo “vestibular” que, devido ao uso, acabou sendo substantivado, é derivado da palavra “vestíbulo”. IV. O autor considera pertinente a alegação de redundância para explicar o processo de substantivação do termo “celular”.   Assinale a alternativa correta.
  30. 30. UEL 2007
    O lado soft do metal O canadense Sam Dunn estudava refugiados guatemaltecos, mas resolveu voltar seu foco para outra “tribo”: fãs e músicos do heavy metal. Depois de cinco anos de filmagens, o antropólogo, fã do gênero, e o (codiretor) Scot McFadyen lançaram o documentário “Metal: a Headbanger’s Journey”, exibido em algumas cidades do Canadá, EUA e Inglaterra e com DVD à venda na internet. Dunn acredita que alcançou seu objetivo principal: desmistificar a imagem dos “metaleiros” como violentos e ignorantes. A maior polêmica abordada no filme diz respeito aos incêndios em igrejas cristãs na Noruega, no começo dos anos 90, provocados por pessoas envolvidas com o black metal, como o músico Jorn Tunsberg. [...] O estrangeirismo, no título do texto, é utilizado para captar o contraditório. É correto afirmar que, usando o estrangeirismo, o autor recorreu a um recurso denominado: 
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