Tenha acesso completo aos conteúdos do Stoodi

Plano de estudos, exercícios, videoaulas, correção de redação e mais!

Exercícios de Orações Coordenadas

Voltar para Orações Coordenadas

Quer colocar o estudo em prática? O Stoodi tem exercícios de Orações Coordenadas dos maiores vestibulares do Brasil.

Estude Gramática com esses e mais de 30000 que caíram no ENEM, Fuvest, Unicamp, UFRJ, UNESP e muitos outros vestibulares!

Gerar PDF da Página
  1. 1. CESGRANRIO 2000
    Perfeição Vamos celebrar a estupidez humana A estupidez de todas as nações (...) Vamos celebrar a estupidez do povo Nossa policia e televisão (...) Vamos celebrar a fome (...) Vamos celebrar nossa bandeira Nosso passado de absurdos gloriosos (...) Tudo o que é normal Vamos cantar juntos o Hino Nacional (...) Venha, o amor tem sempre a porta aberta E vem chegando a primavera Nosso futuro recomeça: Venha, que o que vem é perfeição. Legião Urbana A última estrofe confirma o apelo que caracteriza todo o texto. Este apelo é reforçado em "Venha. QUE o que vem é perfeição.” (v. 13), onde o QUE tem valor
  2. 2. FGV 2007
       Pastora de nuvens, fui posta a serviço por uma campina tão desamparada que não principia nem também termina, e onde nunca é noite e nunca madrugada.    (Pastores da terra, vós tendes sossego, que olhais para o soi e encontrais direção. Sabeis quando é tarde, sabeis quando é cedo. Eu, não.) Esse trecho faz parte de um poema de Cecília Meireles, intitulado Destino, uma espécie de profissão de fé da autora. O conjunto das duas orações coordenadas que compõem o segundo verso da segunda estrofe - "que olhais para o sol e encontrais direção" -tem sentido
  3. 3. FUVEST 2001
    Considerando-se a relação lógica existente entre os dois segmentos dos provérbios adiante citados, o espaço pontilhado NÃO poderá ser corretamente preenchido pela conjunção MAS, apenas em:
  4. 4. FUVEST 1999
           Transforma-se o amador na cousa amada,      por virtude do muito imaginar;      não tenho, logo, mais que desejar,      pois em mim tenho a parte desejada.          Se nela está minh'alma transformada,          que mais deseja o corpo de alcançar?          Em si somente pode descansar,          pois consigo tal alma está liada.      Mas esta linda e pura semideia,      que, como um acidente em seu sujeito,      assi co a alma minha se conforma,          está no pensamento como ideia:          e o vivo e puro amor de que sou feito,          como a matéria simples busca a forma. (Camões, ed. A. J. da Costa Pimpão) A relação semântica expressa pelo termo LOGO no verso "Não tenho, LOGO, mais que desejar" ocorre igualmente em:
  5. 5. G1 1996
    Em qual das orações a seguir, a conjunção coordenativa POIS estabelece uma conclusão?
  6. 6. UERJ 2001
    "A Internet é o portal da nova era, mas apenas 3% da população brasileira têm hoje acesso à rede." ('O Globo'. 09/07/2000) Analisando o emprego do conectivo MAS na construção acima, é possível concluir que, além de ligar duas partes da frase, ele desempenha a seguinte função:
  7. 7. FGV 2002
       Inicialmente, deve-se estudar a sociedade no seu aspecto exterior. Considerada sob esse ângulo, aparece como formada por uma massa de população, com uma certa densidade, distribuída de uma certa maneira sobre o terreno, dispersada na zona rural ou concentrada nas cidades etc.; ocupa um território mais ou menos extenso, situado de tal ou qual maneira com referência aos oceanos e aos territórios dos povos vizinhos, cortado mais ou menos intensamente por cursos de água, por vias de comunicação de todos os tipos, que estabelecem uma relação mais frouxa ou mais intima entre os habitantes. Este território, suas dimensões, sua configuração, a composição da população que se desloca sobre sua superfície são fatores naturalmente importantes da vida social; este e o substrato e, tal como no indivíduo a vida psíquica varia segundo a composição anatômica do cerebro que a sustem, os fenômenos coletivos variam segundo a constituição do substrato social. Existe portanto um lugar para uma ciência social que faça essa anatomia; e visto que esta ciência tem por objeto a forma exterior e material da sociedade, propomos chamá-la de MORFOLOGlA SOCIAL. (DURKHEIM, p. 42. Organizador José Albertino Rodrigues. Coordenador Florestan Fernandes. São Paulo: Atica, 1993.) Observe o seguinte fragmento do texto: "Existe portanto um lugar para uma ciência social que faça essa anatomia...". NeIe. há uma conjunção conclusiva que:
  8. 8. UNIFESP 2008
       E disse [Deus]: Certamente tornarei a ti por este tempo da vida; e eis que Sara tua mulher terá um filho. E Sara escutava à porta da tenda, que estava atrás dele.    E eram Abraão e Sara já velhos, e adiantados em idade; já a Sara havia cessado o costume das mulheres.    Assim, pois, riu-se Sara consigo, dizendo: Terei ainda deleite depois de haver envelhecido, sendo também o meu senhor já velho? (...)    E concebeu Sara, e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, que Deus lhe tinha falado.    (www.bibliaonline.com.br, Gn 18. 10-12; 21, 2.) Em - Assim, POIS, riu-se Sara consigo... - ...que Deus LHE tinha falado. a conjunção POIS tem valor _________ e o pronome LHE refere-se ao termo _________ . Os espaços devem ser preenchidos, respectivamente, com
  9. 9. ITA 1999
    Parei num cruzamento. Lembrei-me do garoto do porão. Se um dia eu precisasse fugir, tentaria levá-lo comigo. Queria dar a ele uma chance. Atravessei a rua e me lembrei de como eu era diferente, apenas algumas semanas atrás. Não vacilava ao receber uma ordem, por mais incompreensível que fosse. Ler algumas páginas do diário do Dr. Bertonni foi o mesmo que virar o mundo pelo avesso. Eu tinha direito a ração, casa e trabalho. Pensava que fosse feliz por isso. Enquanto desvendava a história do mundo, através dos antigos jornais e pelo diário, era tomado pelo medo. Muitas vezes pensei ter perdido a felicidade por saber tanto. Mas agora eu percebo: meses atrás eu não era feliz, mas apenas ignorante. Costa, Marcos Túlio. O CANTO DA AVE MALDITA. Rio de Janeiro: Record, 1986. Nesse mesmo texto, assinale a opção correspondente a função da conjunção 'mas' na última linha do texto:
  10. 10. UFC 1999
    Identifique o valor semântico da conjunção 'E' nos períodos a seguir. I - O poeta nasceu ao final das duas primeiras décadas deste século 'E' ainda continua perplexo dentro deste mundo atormentado. II - As pessoas conviviam com personalidades de todos os matizes 'E' aprendiam a lidar com gente boa e gente má. III - Por amar Fortaleza, o poeta fez-lhe um canto de amor 'E' o leu ao receber o título de 'Cidadão de Fortaleza'. Assinale a opção cuja sequência corresponde à relação existente entre as orações dos períodos I, II e III.
  11. 11. FCMMG 2012
    “Somos pacifistas mas não abrimos mão de estudos e manipulações científicas que se entrelaçam, quer para fins bélicos ou pacíficos”. A conjunção mas, destacada no fragmento, estabelece relação lógico-semântica de
  12. 12. ITA 2017
    Observe a tirinha a seguir e responda à(s) questão(ões). Os dois primeiros quadros da tirinha criam no leitor uma expectativa de desfecho que não se concretiza, gerando daí o efeito de humor. Nesse contexto, a conjunção e estabelece a relação de 
  13. 13. IME 2020
    O soneto XIII de Via-Láctea, coleção publicada em 1888 no livro Poesias, é o texto mais famoso da antologia, obra de estreia do poeta Olavo Bilac. O texto, cuidadosamente ritmado, suas rimas e a escolha da forma fixa revelam rigor formal e estilístico caros ao movimento parnasiano; o tema do poema, no entanto, entra em colisão com o tema da literatura típica do movimento, tal como concebido no continente europeu. XIII “Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto… E conversamos toda a noite, enquanto A Via-láctea, como um pálio aberto, Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto, Inda as procuro pelo céu deserto. Direis agora: "Tresloucado amigo! Que conversas com elas? Que sentido Tem o que dizem, quando estão contigo?" E eu vos direi: "Amai para entendê-las! Pois só quem ama pode ter ouvido Capaz de ouvir e de entender estrelas.” BILAC, Olavo. Antologia: Poesias. Martin Claret, 2002. p. 37-55. Via-Láctea. Disponível em: . Acesso em: 19/08/2019.   A palavra “pois”, usada em “Pois só quem ama pode ter ouvido” (verso 13), 
  14. 14. Espcex (Aman) 2016
    Assinale a alternativa que apresenta ideia equivalente à da oração grifada a seguir: “O professor não proíbe, antes estimula as perguntas em aula.” 
  15. 15. Espcex (Aman) 2016
    Assinale a alternativa em que está destacada uma oração coordenada explicativa.   
  16. 16. EEAR 2019
     Marque a alternativa incorreta quanto à classificação das orações coordenadas sindéticas destacadas.   
  17. 17. UERJ 2013
    Recordações do escrivão Isaías Caminha Eu não sou literato, detesto com toda a paixão essa espécie de animal. O que observei neles, no tempo em que estive na redação do O Globo, foi o bastante para não os amar, nem os imitar. 1São em geral de uma lastimável limitação de ideias, cheios de fórmulas, de receitas, 9só capazes de colher fatos detalhados e impotentes para generalizar, curvados aos fortes e às ideias vencedoras, e antigas, adstritos a um infantil fetichismo do estilo e guiados por conceitos obsoletos e um pueril e errôneo critério de beleza. Se me esforço por fazê-lo literário é para que ele possa ser lido, pois quero falar das minhas dores e dos meus sofrimentos ao espírito geral e no seu interesse, com a linguagem acessível a ele. É esse o meu propósito, o meu único propósito. Não nego que para isso tenha procurado modelos e normas. Procurei-os, confesso; e, agora mesmo, ao alcance das mãos, tenho os autores que mais amo. (...) 5Confesso que os leio, que os estudo, que procuro descobrir nos grandes romancistas o segredo de fazer. 6Mas não é a ambição literária que me move ao procurar esse dom misterioso para animar e fazer viver estas pálidas Recordações. Com elas, queria modificar a opinião dos meus concidadãos, obrigá-los a pensar de outro modo, a não se encherem de hostilidade e má vontade quando encontrarem na vida um rapaz como eu e com os desejos que tinha há dez anos passados. Tento mostrar que são legítimos e, se não merecedores de apoio, pelo menos dignos de indiferença. 7Entretanto, quantas dores, quantas angústias! 2Vivo aqui só, isto é, sem relações intelectuais de qualquer ordem. Cercam-me dois ou três bacharéis idiotas e um médico mezinheiro, 10repletos de orgulho de suas cartas que sabe Deus como tiraram. (...) Entretanto, se eu amanhã lhes fosse falar neste livro - que espanto! que sarcasmo! que crítica desanimadora não fariam. Depois que se foi o doutor Graciliano, excepcionalmente simples e esquecido de sua carta apergaminhada, nada digo das minhas leituras, não falo das minhas lucubrações intelectuais a ninguém, e minha mulher, quando me demoro escrevendo pela noite afora, grita-me do quarto: 3– Vem dormir, Isaías! Deixa esse relatório para amanhã! De forma que não tenho por onde aferir se as minhas Recordações preenchem o fim a que as destino; se a minha inabilidade literária está prejudicando completamente o seu pensamento. Que tortura! E não é só isso: envergonho-me por esta ou aquela passagem em que me acho, em que 11me dispo em frente de desconhecidos, como uma mulher pública... 12Sofro assim de tantos modos, por causa desta obra, que julgo que esse mal-estar, com que às vezes acordo, vem dela, unicamente dela. Quero abandoná-la; mas não posso absolutamente. De manhã, ao almoço, na coletoria, na botica, jantando, banhando-me, só penso nela. À noite, quando todos em casa se vão recolhendo, insensivelmente aproximo-me da mesa e escrevo furiosamente. Estou no sexto capítulo e ainda não me preocupei em fazê-la pública, anunciar e arranjar um bom recebimento dos detentores da opinião nacional. 13Que ela tenha a sorte que merecer, mas que possa também, amanhã ou daqui a séculos, despertar um escritor mais hábil que a refaça e que diga o que não pude nem soube dizer. (...) 8Imagino como um escritor hábil não saberia dizer o que eu senti lá dentro. Eu que sofri e pensei não o sei narrar. 4Já por duas vezes, tentei escrever; mas, relendo a página, achei-a incolor, comum, e, sobretudo, pouco expressiva do que eu de fato tinha sentido. LIMA BARRETO Recordações do escrivão Isaías Caminha. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2010.  Na descrição de sua situação e de seus sentimentos, o narrador utiliza diversos recursos coesivos, dentre eles o da adição. O fragmento do texto que exemplifica o recurso da adição está em: 
  18. 18. UPF 2014
    Vespertina tropical   Então Deus, tendo acabado de criar o firmamento e os continentes, o homem e a mulher, a zebra, os elétrons, o umbu e a neblina, quis dar um último toque em Sua obra: num arroubo de lirismo, lá pelas 17h54 do sexto dia, pintou a aurora boreal. É, de fato, um troço estupendo: mais bonito que o pôr do sol, mais improvável que a girafa, mais grandioso que o relâmpago. Era pra ser o corolário da criação, a maior atração da Terra, diante da qual casais em lua de mel deixariam cair os queixos, japoneses ergueriam as câmeras e mochileiros bateriam palmas, contentes por terem nascido neste planeta abençoado e multicolor, mas, infelizmente, como se sabe, a aurora boreal não pegou.  Claro: é longe, é raro e é muito cedo, como esses espetáculos incríveis encenados domingo de manhã no Sesc Belenzinho. Imagina se a aurora boreal fosse nos trópicos, seis e meia da tarde? O sujeito tá num táxi na avenida Atlântica, olha pro lado, o céu todo verde e amarelo e laranja e roxo, saca o celular, faz um “selfie” [tava louco pra usar essa palavra], posta “#vespertinatropical!!!” e segue pra casa, satisfeito. Mas não, é pra lá da Groenlândia, 4h30 AM, ninguém sabe quando: aí, não adianta reclamar que o público é ignorante e prefere a caretice hollywoodiana de um arco-íris.  Fosse só a aurora boreal, beleza, mas a natureza tá cheia de desarranjos semelhantes. Não surpreende: ela foi criada há milhões de anos, nunca passou por uma revisão e ainda é administrada pelo fundador. Se eu fosse Javé, chamava uma dessas consultorias especializadas em fazer a transição de empresas familiares para organizações, digamos, mais competitivas, e dava um choque de gestão. Nem precisa gastar muito, basta alocar melhor os recursos.  Veja os cometas, por exemplo. Tudo espalhado por aí, nos visitam só a cada 70, cem anos, às vezes chegam de lado, outras vezes de dia, ninguém vê, baita desperdício de energia. Por que não otimizar essas órbitas? Fazer com que venham cinco, dez ao mesmo tempo na noite de Réveillon, proporcionando uma queima de fogos global à nossa sofrida humanidade?  A gravidade é outro assunto que merece uma calibrada: tem que ser mesmo 9,8 m/s2? Por quê? Como Deus chegou a esse número? Gostaria que Ele abrisse as planilhas para entendermos se cada m/s2 é realmente necessário. Com metade dessa atração, nós continuaríamos colados ao chão e seria muito mais agradável se locomover por aí. O mínimo que o Senhor poderia fazer era dar uma amainada de dezembro a março: imagina que alívio encarar esse calorão com 25% menos esforço, durante a “Gravidade de Verão”. Sem falar, óbvio, em 50% para grávidas, idosos e cadeirantes.  Não tenho dúvida de que o Todo Poderoso resistirá a essas e outras reformas. Criar o Universo é o tipo da coisa que infla um pouco o ego do sujeito, mas seria bom se Ele se animasse a colocar o mundo nos eixos - literalmente: já repararam como a Terra gira toda torta, envergada como um frei Damião?  Se meu pacote de sugestões não puder convencê-Lo pelo bom senso, quem sabe ao menos uma parte cutuque a Sua vaidade? Ora, El Shaddai, a aurora boreal é um negócio tão lindo, tão grandioso, tão divino, não é justo que siga sendo exibida, ano após ano, apenas para os ursos-polares, as focas e a Björk, é ou não é?    PRATA, Antonio. “Vespertina Tropical”. Folha de São Paulo. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2014/02/1406077-vespertina-tropical.shtml. Acesso em 21 mar. 2014  “O sujeito tá num táxi na avenida Atlântica, olha pro lado, o céu todo verde e amarelo e laranja e roxo, saca o celular, faz um “selfie” [tava louco pra usar essa palavra], posta “#vespertinatropical!!!” e segue pra casa, satisfeito” (ref. 11). Considerando o trecho acima, extraído do texto, é correto afirmar que:    
  19. 19. EPCAR (AFA) 2019
    Violência: presente e passado da história Vilma Homero Ao olhar para o passado, costumamos imaginar que estamos nos afastando dos tempos da "barbárie pura e simples" para alcançar uma almejada "civilização", calcada sobre 1relações livres, iguais e fraternas, típicas do homem culto. 2Um olhar sobre a história, no entanto, põe em xeque esta visão utópica. 3Organizado pelos historiadores Regina Bustamante e José Francisco de Moura, 4o livro Violência na História, publicado pela Mauad Editora com apoio da FAPERJ, reúne diversos ensaios que mostram, ao longo do tempo, diferentes aspectos da violência, propondo uma reflexão mais demorada sobre o tema. 5Nos ensaios reunidos no livro, podemos vislumbrar como, desde a antiguidade e ao longo da história humana, 6a violência se insere, sob diversos vieses, nas relações de poder, 7seja entre Estado e cidadãos, entre livres e escravos, entre homens e mulheres, ou entre diferentes religiões. "Durante a Idade Média, por exemplo, vemos como a violência se manifesta na religiosidade, durante o movimento das Cruzadas. 8Ou, hoje, no caso dos movimentos sociais, como ela acontece em relação aos excluídos das favelas. O sentido é amplo. A desigualdade social, por exemplo, é um tipo de violência; a expropriação do patrimônio cultural, que significa não permitir que a memória cultural de determinado grupo se manifeste, também", prossegue a organizadora. (...) A própria palavra "violência", que etimologicamente deriva do latim vis, com significado de força, virilidade, pode ser positiva em termos de transformação social, no sentido de uma violência revolucionária, usada como forma de se tentar transformar uma sociedade em determinado momento. (...) Essas variadas abordagens vão aparecendo ao longo do livro. 9(...) Na Roma antiga, as penas, aplicadas após julgamento, ganhavam um sentido religioso. Despido de sua humanidade, o réu era declarado 10homo sacer. 11Ou seja, sua vida passava a ser consagrada aos deuses. 12Segundo a pesquisadora Norma Mendes, "havia o firme propósito de fazer da morte dos condenados 13um espetáculo de caráter exemplar, revestido de sentido religioso e de dominação, cuja função era o reforço, manutenção e ratificação das relações de poder." (...) 14O historiador Francisco Carlos Teixeira da Silva é um dos que traz a discussão para o presente, analisando as transformações políticas do último século. 15"Desde Voltaire até Kant e Hegel, 16acreditava-se no contínuo aperfeiçoamento da condição humana como uma marcha inexorável em direção à razão. (...) O Holocausto, perpetrado em um dos países mais avançados e cultos à época, 17deixou claro que a luta pela dignidade humana é um esforço contínuo e, pior de tudo, lento. (...) 18E, sobretudo, mais de 50 anos depois da II Guerra Mundial, a 19ocorrência de outros genocídios – Ruanda, Iugoslávia, Camboja etc. – leva a refletir sobre a convivência entre os homens nesse começo do século XXI." O historiador prossegue: "20De forma paradoxal, a globalização, conforme se aprofunda e pluga os homens a escalas planetárias, 21é fortemente acompanhada pelo localismo e o particularismo religioso, étnico ou cultural, promovendo ódios e incompreensões crescentes. 22Na Bósnia ou em Kosovo, na Faixa de Gaza ou na Irlanda do Norte, a capacidade de entendimento 23chegou a seu mais baixo nível de tolerância, e transpor uma linha, imaginária ou não, entre bairros pode representar a morte." 24Como nem tudo se limita às questões políticas e às guerras, o livro ainda analisa as formas que a violência assume nas relações de gênero, na religião, na cultura e aborda também a questão dos direitos humanos, vista sob a perspectiva de diferentes sistemas culturais. (http://www.faperj.br/?id=1518.2.4. Acesso em 05 de março de 2018.)  A conjunção ou liga duas palavras ou orações estabelecendo diferentes relações semânticas, como exclusão, alternância ou, até mesmo, inclusão. Assinale a alternativa em que a relação de sentido estabelecida é DIFERENTE das demais. 
  20. 20. UFSM 2007
    Observe a pontuação do seguinte texto: Nesta eleição, pela última vez, vigora a verticalização das candidaturas e, pela primeira vez, os partidos pequenos jogam seu futuro na exigência de fazer um mínimo de 3% da votação nacional, na chamada cláusula de barreira. Para se adequar às exigências de pontuação da norma culta, seria necessário o emprego de uma vírgula para 
  21. 21. Espcex (Aman) 2016
    Assinale a alternativa em que está destacada uma oração coordenada explicativa.
  22. 22. UNEMAT 2009
    Analise o funcionamento das conjunções em destaque nos seguintes enunciados.   I. Como proteger seu dinheiro    O novo guia para você entender o efeito da crise global no seu bolso - e as melhores estratégias para enfrentar estes tempos de aperto. (Época, 28/02/09)   II. Internet sem sair do sofá   Novas tecnologias levam os vídeos da rede à TV da sala. Portanto, começa uma nova batalha pela sua audiência. (Adaptado. Época, 28/02/09)   III. A verdade crua, assada e cozida   Um novo estudo sobre os efeitos da carne sugere que ela pode ser nociva - mas apenas em excesso. É o argumento que faltava para quem adora um filé. (Época, 28/02/09)   As conjunções “e”, “Portanto” e “mas” estabelecem entre as orações, respectivamente, relação de:
  23. 23. ENEM PPL 2012
    O bonde abre a viagem, No banco ninguém, Estou só, Estou sem. Depois sobe um homem, No banco sentou, Companheiro vou. O bonde está cheio, De novo porém Não sou mais ninguém. ANDRADE, M. Poesias completas. Belo Horizonte: Itatiaia, 2005. Em um texto literário, é comum que os recursos poéticos e linguísticos participem do significado do texto, isto é, forma e conteúdo se relacionam significativamente. Com relação ao poema de Mário de Andrade, a correlação entre um recurso formal e um aspecto da significação do texto é
  24. 24. UFMS 2009
    Analise os dois períodos abaixo.   I. Às quatro horas da madrugada, enquanto os habitantes da cidadezinha ainda dormiam, as corujas foram testemunhas de um crime pavoroso. II. Eram quatro horas da madrugada, os habitantes da cidadezinha ainda dormiam e as corujas foram testemunhas de um crime pavoroso.   Assinale a alternativa correta.
  25. 25. UFAC 2011
    Para responder à questão, leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global, publicada no site da BBC.   Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade. Disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.   A oração “que podem ajudar no combate ao aquecimento global” deve ser classificada como:
  26. 26. UFAM 2009
    Assinale a oração em que ocorrem orações coordenadas e subordinadas:
  27. 27. FGV-SP 2011
    Em Defesa dos Adjetivos Muitas vezes nos mandam cortar nossos adjetivos. O bom estilo, conforme dizem, sobrevive perfeitamente sem eles; bastariam o resistente arco dos substantivos e a flecha dinâmica e onipresente dos verbos. Substantivos e verbos bastam apenas a soldados e líderes de países totalitários. Pois o adjetivo é o imprescindível avalista da individualidade de pessoas e coisas. Vejo uma pilha de melões na bancada de uma quitanda. Para um adversário dos adjetivos, não há dificuldade: “Melões estão empilhados na bancada da quitan da.” Todavia um dos melões é pálido; outro é verde, imaturo, cheio de arrogância juvenil; outro ainda tem faces encovadas e está perdido num silêncio profundo e fúnebre, como se não suportasse a saudade dos campos da Provença. Não há dois melões iguais. Uns são ovais, outros são bojudos. Duros ou macios. Têm cheiro do campo, do pôr do sol, ou estão secos, resignados, exauridos pela viagem, pela chuva, pelo contato das mãos de estranhos, pelos céus cinzentos de um subúrbio parisiense. Vida longa ao adjetivo! Pequeno ou grande, esquecido ou corrente. Precisamos de você, esbelto e maleável adjetivo que repousa delicadamente sobre coisas e pessoas e cuida para que elas não percam o gosto revigorante da individualidade. Cidades e ruas sombrias se banham de um sol pálido e cruel. Nuvens cor de asa de pombo, nuvens negras, nuvens enormes e cheias de fúria, o que seria de vocês sem a retaguarda dos voláteis adjetivos? A. Zagajewski, http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-52. Adaptado.   Considere as seguintes afirmações sobre o texto: I. Com as expressões “flecha dinâmica” e “voláteis adjetivos”, referindo-se, respectivamente, a “verbos” e “nuvens”, o autor obtém efeito expressivo com base na reiteração semântica. II. A possibilidade do contraditório, como parte da argumentação, não foi considerada pelo autor. III. Na afirmação de que o adjetivo pode ser “esquecido ou corrente” , está pressuposta a variação histórica da língua. IV. A estrutura sintática do texto inclui tanto frases nominais e períodos simples quanto orações coordenadas e subordinadas. Pode-se inferir apenas o que se afirma em
  28. 28. UNAMA 2007
    “O ditador caiu duma cadeira, os árabes deixaram de vender petróleo, o morto é o melhor amigo do vivo, as coisas nunca são o que parecem, quando vires um centauro acredita nos teus olhos, se uma rã escarnecer de ti atravessa o rio. Tudo são objectos. Quase.” (José Saramago, Objecto Quase)   Na construção desse parágrafo, Saramago valeu-se de diferentes recursos de linguagem cujo resultado evidencia seu singular estilo como prosador.   Avalie as seguintes afirmações sobre o uso desses recursos para assinalar a alternativa que aponta os que foram empregados pelo escritor:   I. O primeiro período é constituído por orações predominantemente justapostas, como um mosaico. II. Cada oração desse primeiro período contém uma declaração que contradiz a expectativa racional do leitor. III. Essa inversão de expectativa se torna coerente graças às duas últimas frases do parágrafo.    São corretas:
  29. 29. UNEMAT 2006
    Sopa picante de morango Misture os morangos com o açúcar e a pimenta. Reserve por 1 hora. Passe ao copo do liquidificador. Junte sucos de tomate, sal e creme de leite. Bata bem. Reserve. Esfregue o alho nas fatias de pão ciabalta. Pincele azeite. Toste no forno. Retire. Reserve. Ferva a sopa por 5 min (em dias quentes, pode-se servi-la fria). Sirva sopa, com 1 pingo de creme de leite, e fatias de ciabalta. Revista Caras nº35   Com base na análise do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
  30. 30. UFAM 2009
    Assinale a opção em que o período é composto por coordenação e subordinação:
Gerar PDF da Página
Conta de email não verificada

Não foi possível realizar o seu cadastro com a sua conta do Facebook pois o seu email não está confirmado no Facebook.

Clique aqui para ver como confirmar sua conta de email no Facebook ou complete seu cadastro por aqui.

Entendi
Tem perfil no Stoodi? Fazer Login