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Vagas abertas para o Extensivo 2022
Pessoa com tinta no rosto e com a palavra 'aprovadx' na testa sorrindo

PUC-RJ 2022

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: 

Como formular o problema da arte contemporânea — por meio de um manifesto? De um lamento? Minha intenção nestas notas é mais modesta. Gostaria de refletir a respeito do que é essa arte e quais “ideias de arte” ela implica ou inventa. Espero assim formular melhor as questões com as quais a arte contemporânea nos confronta. Interessa-me acima de tudo elaborar mais detalhadamente o problema mais amplo das “ideias de arte” e das “ideias nas artes”. Ele faz parte daquilo que chamo de “a reestetização do pensar” ou a reinvenção do pensamento nas artes. A filosofia oferece muitos exemplos das relações entre pensamento e arte; creio ser necessário, no entanto, evitar dois extremos na formulação desse problema: a relação “didática”, pela qual a arte simplesmente ilustra dada teoria, e a relação “romântica”, pela qual a arte se torna refúgio de algo que não pode ser pensado de forma alguma. Precisamos dar mais atenção a como os artistas realmente pensam nas e com as artes — as novas ideias que lhes ocorrem, incluindo novas “ideias de arte” ou ideias a respeito de suas atividades, de seus próprios materiais ou instituições —, e depois a como essas ideias se enquadram em campos mais amplos, que envolvem muitos outros discursos: as ciências, a política e até a própria filosofia.

RAJCHMAN, John. O pensamento na arte contemporânea. Novos estudos CEBRAP [on-line]. n. 91, p. 97-106. 2011. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0101-33002011000300005. Acesso em: 10 set. 2021.

 

Em “A filosofia oferece muitos exemplos das relações entre pensamento e arte; creio ser necessário, no entanto, evitar dois extremos na formulação desse problema”, a expressão sublinhada pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por 

 

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