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Exercícios de Sintaxe: Sujeito e Predicado

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  1. 1. Stoodi
    Vocativo é:
  2. 2. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração NÃO contém um vocativo:
  3. 3. Stoodi
    Na frase: "Laura, não se esqueça de me ligar, está bem?" o vocativo é:
  4. 4. FUVEST
    Assinale a alternativa em que há oração sem sujeito.
  5. 5. Stoodi
    Assinale a alternativa em que a oração contém um vocativo:
  6. 6. PUC
    "O que há entre a vida e a morte?"
  7. 7. FMU
    Na oração: "Mas uma diferença houve", o sujeito é:
  8. 8. PUC
    O verbo ser, na oração: "Eram cinco horas da manhã...", é:
  9. 9. MACKENZIE
    Assinale a alternativa em que nada funciona como sujeito.
  10. 10. UNIRIO
    Em: "Na mocidade, muitas coisas lhe haviam acontecido", temos oração:
  11. 11. UFMA
    Há sujeito indeterminado em:
  12. 12. UEMA
    Em qual das alternativas existe oração sem sujeito?
  13. 13. FESP
    Em "Retira-te, criatura ávida de vingança!", o sujeito é:
  14. 14. FAAP
    "Triste ironia atroz que o senso humano irrita: Ele que doira a noite e ilumina a cidade... " O sujeito do verbo irritar é:
  15. 15. PUC-RS 2008
    1. Muitas vezes, passamos a utilizar expressões 2. sem ter certeza de seu significado. “Capital humano” 3. é uma delas. Afinal, o que significa isso? Será que 4. podemos mensurar o valor de um indivíduo? Colo- 5. car etiqueta de preço e transformá-lo em parte do 6. patrimônio empresarial? 7. Certamente tem gente que gostaria que assim 8. fosse. Contudo, essa atitude não só é insensata como 9. improdutiva. Apenas o desenvolvimento dos talentos 10. e habilidades de um indivíduo que atue com objeti- 11. vos claros e de forma voluntária e comprometida, a 12. partir de um trabalho integrado, pode gerar resulta- 13. dos de valor. Dulce Magalhães. In: Revista AMANHÃ, p.146 (fragmento) INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o que está sendo solicitado e analise as afirmativas.   Sobre certas expressões utilizadas no texto, afirma-se: 1. “lo” (linha 05) retoma “preço” (linha 05). 2. “uma delas” (linha 03) relaciona “Capital humano” (linha 02) a “expressões” (linha 01). 3. “assim” (linha 07) refere-se aos questionamentos do parágrafo anterior. 4. “não só (...) como” (linha 08) desempenha o papel de nexo adversativo. 5. “um trabalho integrado” (linha 12) exerce a função de sujeito de “pode gerar” (linha 12). Todas e somente as afirmativas corretas estão reunidas em
  16. 16. UEMS 2006
    Livro Tropeçavas nos astros desastrada Quase não tínhamos livros em casa E a cidade não tinha livraria Mas os livros que em nossa vida entraram São como a radiação de um corpo negro Apontando para a expansão do Universo Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (E, sem dúvida, sobretudo o verso) É o que pode lançar mundos no mundo. Tropeçavas nos astros desastrada Sem saber que a ventura e a desventura Dessa estrada que vai do nada ao nada São livros e o luar contra a cultura. [...] VELOSO, Caetano. As formas verbais "tropeçavas" (v. 1), "tínhamos" (v. 2), "vai" (v. 12) e "são" (v. 13) referem-se respectivamente a:  
  17. 17. UFSC 2013
    Texto 1  Old Greenwich, 3 de agosto de 1946. Clarice, Uma praia com areia preta. Um jardim todo torto, a grama cheia de folhas secas. Na frente o mar, com um homem barbado dando braçadas. A mulher de touca branca olha para trás dentro d’água, ri do barbado que deve ser seu marido, apesar da barba. A barba fica molhada, colada ao peito, escorrendo água. Na cabeça ele tem uma touca de meia de mulher. Estamos em 1912. No jardim tem uma árvore, debaixo da árvore tem uma mesa de vime, em cima da mesa uma máquina, em frente à mesa uma cadeira de vime e em cima da cadeira eu. Me sinto feito de vime também.[...] Abraço com muita amizade. Fernando   Texto 2 Berna, 14 de agosto de 1946. Fernando, A descrição de Old Greenwich começou muito bem, eu lendo apenas; depois fui entrando em 1912, e entrei em transe – fiquei passeando pela praia com um maillot até os tornozelos e com meu lanche numa cestinha; e depois, na hora do pôr do sol, botei meu chapéu de abas largas até os olhos, meu vestido comprido de linho bordado e me sentei num banco junto de um homem de bigode e chapéu de palha. Que maravilha se a gente pudesse mesmo usar o pó do pirlimpimpim. “Nandinho”, que carta boa a sua. [...] Um abraço, Clarice SABINO, Fernando. Cartas perto do coração – Fernando Sabino, Clarice Lispector. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 2001, p. 42; 52. [Adaptado]   Observe os seguintes trechos retirados dos textos 1 e 2.   I. “Que maravilha se a gente pudesse mesmo usar o pó do pirlimpimpim.” (texto 2) II. “No jardim tem uma árvore, debaixo da árvore tem uma mesa de vime [...]” (texto 1) III. [...] botei meu chapéu de abas largas até os olhos, meu vestido comprido de linho bordado [...]” (texto 2)   Assinale a alternativa CORRETA.
  18. 18. UEL 2010
    Marte é o Futuro O pouso na Lua não foi só o ápice da corrida espacial. Foi também o passo inicial do turbocapitalismo que dominaria as três décadas seguintes. Dependente, porém, de matérias-primas do século 19: aço, carvão, óleo. Lançar-se ao espaço implicava algum reconhecimento dos limites da Terra. Ela era azul, mas finita. Com o império da tecnociência, ascendeu também sua nêmese, o movimento ambiental. Fixar Marte como objetivo para dentro de 20 ou 30 anos, hoje, parece tão louco quanto chegar à Lua em dez, como determinou John F. Kennedy. Não há um imperialismo visionário como ele à vista, e isso é bom. A ISS (estação espacial internacional) representa a prova viva de que certas metas só podem ser alcançadas pela humanidade como um todo, não por nações forjadas no tempo das caravelas. Marte é o futuro da humanidade. Ele nos fornecerá a experiência vívida e a imagem perturbadora de um planeta devastado, inabitável. Destino certo da Terra em vários milhões de anos. Ou, mais provável, em poucas décadas, se prosseguir o saque a descoberto da energia fóssil pelo hipercapitalismo globalizado, inflando a bolha ambiental. Adaptado de: LEITE, M. Caderno Mais!. Folha de São Paulo. São Paulo, domingo, 26 jul. 2009. p. 3.   Quanto à predicação verbal, é possível inferir:  
  19. 19. ACAFE 2015
    Morte de bando desencadeia onda de ataques em SC  De dentro de presídios partiu o "salve" para dar início à onda de ataques que assusta Santa Catarina há mais de duas semanas. Entre as causas do levante está uma operação da Polícia Civil contra uma tentativa de assalto a um banco que terminou com cinco bandidos mortos, há mais de um mês. O Estado apurou que a polícia e o Ministério Público Estadual (MPE) investigam os ataques como uma retaliação ao crescimento do número de bandidos abatidos em confrontos. O caso registrado no dia 30 de agosto na cidade de Governador Celso Ramos seria um dos estopins para os atentados ordenados pelo Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Na noite de 29 de agosto, por volta das 23 horas, policiais civis estavam a postos para enfrentar o bando, após rastrear por intercepções telefônicas e troca de mensagens por aplicativo de smartphone, que eles planejavam estourar caixas eletrônicos. Os policiais conseguiram abortar o crime às 3 horas, quando os criminosos foram acuados e mortos. Disponível em: http://noticias.uol.com.br. Acesso em: 16 out. 2014 (fragmento adaptado).    Considerando o texto, assinale a alternativa correta.
  20. 20. UFV 1996
     "Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil."   As gramáticas diriam que esta flexão verbal está correta porque o sujeito é composto
  21. 21. FGV-SP 2003
    O pronome você exerce a função de sujeito do verbo sublinhado em: 
  22. 22. UFAM 2009
    Assinale a opção em que a oração não tem sujeito:
  23. 23. UNCISAL 2016
    A cura pelo afeto   Ainda aluna de medicina, Nise da Silveira se horrorizou ao ver o professor abrir com um bisturi o corpo de uma jia e deixar à mostra, pulsando, seu pequenino coração. Saiu da sala para vomitar. Esse fato define a mulher que iria revolucionar o tratamento da esquizofrenia e pôr em questão alguns dogmas estéticos em vigor mesmo entre artistas antiacadêmicos e críticos de arte. A mesma sensibilidade à flor da pele que a fez deixar, horrorizada, a aula de anatomia a levou a se opor ao tratamento da esquizofrenia em voga na época em que se formou: o choque elétrico, o choque insulínico, o choque de colabiosol e, pior do que tudo, a lobotomia, que consistia em secionar uma parte do cérebro do paciente. Tomou-se de revolta contra tais procedimentos, negando-se a aplicá-los nos doentes a ela confiados. Foi então que o diretor do hospital, seu amigo, disse-lhe que não poderia mantê-la no emprego, a não ser em outra atividade que não envolvesse o tratamento médico. – Mas qual?, perguntou ela. – Na terapia ocupacional, respondeu-lhe o diretor. A terapia ocupacional, naquela época, consistia em pôr os internados para lavar os banheiros, varrer os quartos e arrumar as camas. Nise aceitou a proposta e, em pouco tempo, em lugar de faxina, os pacientes trabalhavam em ateliês improvisados pintando, desenhando, fazendo modelagem com argila e encadernando livros. Desses ateliês saíram alguns dos artistas mais criativos da arte brasileira, cujas obras passaram a constituir o hoje famosíssimo Museu de Imagens do Inconsciente do Centro Psiquiátrico Nacional, situado no Engenho de Dentro, no Rio. [...] GULLAR, Ferreira. Disponível em: . Acesso em: 23 out. 2015.     Dadas as afirmativas acerca da análise das relações dos vocábulos dentro de um mesmo campo semântico,   I. Na frase Saiu da sala para vomitar, há o apagamento do sujeito que poderá ser recuperado pelo contexto. Uma situação análoga ocorre em Tomou-se de revolta contra tais procedimentos....   II. Em ...na época em que se formou: o choque elétrico, o choque insulínico, o choque de colabiosol e, ..., explicita-se exemplo da reiteração de palavras pertencentes à mesma família lexical, um mecanismo de repetição lexical.   III. Os termos medicina e tratamento da esquizofrenia representam emprego de hiperonímia e hiponímia, uma vez que mantém uma relação semântica do tipo contém/está contido.   IV. Os vocábulos anatomia, esquizofrenia e lobotomia, citados no contexto referente, apresentam equivalência de significado, já que evitam repetições.      verifica-se que estão corretas apenas  
  24. 24. UFAM 2009
    Assinale a opção verdadeira quanto ao sujeito da oração principal do seguinte período: “Há pessoas que a gente nunca esquece”.
  25. 25. UEL 2006
    A questão referem-se ao Canto V de Os Lusíadas (1572), de Luís Vaz de Camões (1524/5?-1580).   XXXVII Porém já cinco sóis eram passados Que dali nos partíramos, cortando Os mares nunca de outrem navegados, Prosperamente os ventos assoprando, Quando ua noite, estando descuidados Na cortadora proa vigiando, Ua nuvem, que os ares escurece, Sobre nossas cabeças aparece.   XXXVIII Tão temerosa vinha e carregada, Que pôs nos corações um grande medo. Bramindo, o negro mar de longe brada, Como se desse em vão nalgum rochedo - “Ó Potestade – disse – sublimada, Que ameaço divino ou que segredo Este clima e este mar nos apresenta, Que mor cousa parece que tormenta?” CAMÕES, Luís Vaz de. Os Lusíadas. 4ª. ed. Porto: Editorial Domingos Barreira, s.d. p. 332.   Com base no segundo verso da estrofe XXXVIII, considere as afirmativas a seguir. I. O “que” substitui “nuvem”, termo presente no penúltimo verso da estrofe anterior. II. O “que” é um conectivo com valor de consequência das situações apresentadas no verso anterior. III. A expressão “um grande medo” é complemento da forma verbal “pôs”. IV. O agente da forma verbal “pôs” é “nuvem”, termo omitido neste verso.   Podemos inferir o que é estabelecido pelas alternativas
  26. 26. Espcex (Aman) 2015
    No trecho abaixo, a alternativa correta quanto ao sujeito da oração é:   “O por fazer é só com Deus.”
  27. 27. UNESP 2015
    A questão a seguir toma por base uma modinha de Domingos Caldas Barbosa (1740-1800).   Protestos a Arminda      Conheço muitas pastoras Que beleza e graça têm, Mas é uma só que eu amo Só Arminda e mais ninguém.      Revolvam meu coração Procurem meu peito bem, Verão estar dentro dele Só Arminda e mais ninguém.      De tantas, quantas belezas Os meus ternos olhos veem, Nenhuma outra me agrada Só Arminda e mais ninguém.      Estes suspiros que eu solto Vão buscar meu doce bem, É causa dos meus suspiros Só Arminda e mais ninguém.   Os segredos de meu peito Guardá-los nele convém, Guardá-los aonde os veja Só Arminda e mais ninguém.      Não cuidem que a mim me importa Parecer às outras bem, Basta que de mim se agrade Só Arminda e mais ninguém.      Não me alegra, ou me desgosta Doutra o mimo, ou o desdém, Satisfaz-me e me contenta Só Arminda e mais ninguém.      Cantem os outros pastores Outras pastoras também, Que eu canto e cantarei sempre Só Arminda e mais ninguém. (Viola de Lereno, 1980.)     Assinale a alternativa que indica duas estrofes em que o termo “Arminda” surge como paciente da ação expressa pelo verbo da oração de que faz parte.
  28. 28. UNIFESP 2013
    Um sarau é o bocado mais delicioso que temos, de telhado abaixo. Em um sarau todo o mundo tem que fazer. O diplomata ajusta, com um copo de champagne na mão, os mais intrincados negócios; todos murmuram, e não há quem deixe de ser murmurado. O velho lembra-se dos minuetes e das cantigas do seu tempo, e o moço goza todos os regalos da sua época; as moças são no sarau como as estrelas no céu; estão no seu elemento: aqui uma, cantando suave cavatina, eleva-se vaidosa nas asas dos aplausos, por entre os quais surde, às vezes, um bravíssimo inopinado, que solta de lá da sala do jogo o parceiro que acaba de ganhar sua partida no écarté, mesmo na ocasião em que a moça se espicha completamente, desafinando um sustenido; daí a pouco vão outras, pelos braços de seus pares, se deslizando pela sala e marchando em seu passeio, mais a compasso que qualquer de nossos batalhões da Guarda Nacional, ao mesmo tempo que conversam sempre sobre objetos inocentes que movem olhaduras e risadinhas apreciáveis. Outras criticam de uma gorducha vovó, que ensaca nos bolsos meia bandeja de doces que veio para o chá, e que ela leva aos pequenos que, diz, lhe ficaram em casa. Ali vê-se um ataviado dandy que dirige mil finezas a uma senhora idosa, tendo os olhos pregados na sinhá, que senta-se ao lado. Finalmente, no sarau não é essencial ter cabeça nem boca, porque, para alguns é regra, durante ele, pensar pelos pés e falar pelos olhos.   E o mais é que nós estamos num sarau. Inúmeros batéis conduziram da corte para a ilha de... senhoras e senhores, recomendáveis por caráter e qualidades; alegre, numerosa e escolhida sociedade enche a grande casa, que brilha e mostra em toda a parte borbulhar o prazer e o bom gosto.   Entre todas essas elegantes e agradáveis moças, que com aturado empenho se esforçam para ver qual delas vence em graças, encantos e donaires, certo sobrepuja a travessa Moreninha, princesa daquela festa. (Joaquim Manuel de Macedo. A Moreninha, 1997.)     Assinale a alternativa em que a eliminação do pronome em destaque implica, contextualmente, mudança do sujeito do verbo.
  29. 29. FGV-SP 2011
    Eu lia o meu livrinho quando a sucessão de gritos – “ahhh”… “ehhh”… – picotou a noite de domingo. A impressão que tive foi de alguém sendo esfolado no andar de cima. Não fui o único a saltar da poltrona, assustado, tentando descobrir de onde vinha aquela esganiçada voz feminina: no meu prédio e no que fica ao lado, meia dúzia de pescoços se insinuaram na moldura das janelas enquanto o alarido – “ihhh”… “ohhh”… – prosseguia. Humberto Werneck. O espalhador de passarinhos. Observando o emprego do pronome relativo que, nas duas ocorrências grifadas no fragmento, verifica-se que
  30. 30. UEMS 2008
    Sugestão Antes que venham ventos e te levem do peito o amor — este tão belo amor, que deu grandeza e graça à tua vida —, faze dele, agora, enquanto é tempo, uma cidade eterna — e nela habita.   [...] É tempo. Faze tua cidade eterna, e nela habita: antes que venham ventos, e te levem do peito o amor — este tão belo amor que dá grandeza e graça à tua vida. MELLO, Thiago de. Vento geral. Poesia 1951/1981. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1984. Os termos negritados em “É tempo. Faze / tua cidade eterna, e nela habita: / antes que venham ventos, e te levem / do peito o amor — este tão belo amor / que dá grandeza e graça à tua vida.”, exercem, respectivamente, função sintática de
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